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Inadimplência em Curitiba caiu 4,4% no resultado acumulado no ano até junho


Em Curitiba, o Indicador de Registros de Inadimplentes caiu 4,4% nos valores acumulados no ano até junho, de acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) divulgados pela Associação Comercial do Paraná (ACP). No resultado interanual, a inadimplência diminuiu 7,2%, enquanto nos dados mensais de junho contra o mês anterior o índice cedeu 1,2%.

Recuperação de crédito

O indicador de recuperação de crédito, por sua vez, recuou 5,9% nos valores acumulados no ano até junho. Já no valor interanual, a recuperação diminuiu 6,6% enquanto nos dados mensais de junho contra o mês anterior o índice caiu 3,1%.

Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência, tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016, as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.


Aliança Francesa promove atividades culturais e gastronômicas gratuitas


A Aliança Francesa realiza a segunda edição da Jornada Portas Abertas, neste sábado (29/07). Será um dia inteiro, das 9h30 às 19h, com programação cultural, gastronômica e pedagógica, tudo gratuito e aberto ao público.

“Realizamos o primeiro evento em março e o interesse do público foi grande, por isso, preparamos mais uma Jornada para receber as pessoas que não puderam vir antes, mas que têm interesse de conhecer a língua, a cultura e a gastronomia da França”, explica Dayana Belmont, gerente de marketing da AF Curitiba.

As atividades são variadas, estão marcadas, aulas experimentais de francês, pocket show com Lilian & Layane, duo que participou do The Voice Brasil, apresentação de teatro, degustação de espumantes Chandon, aulas de enogastronomia e palestras sobre literatura. Além disso, quem sempre quis estudar o idioma terá a chance de concorrer a 18 bolsas de estudo, seis integrais e 12 parciais, que isentam 50% da mensalidade.

Toda a programação acontece na sede da instituição, que fica na Alameda Prudente de Morais, 1101, divididas no Café Babette, Cozinha Gourmet, Midiateca e salas de aula.

A agenda completa e o formulário para inscrições estão no link http://www.afcuritiba.com.br/af/evento/jornada-de-portas-abertas/

Jornada Portas Abertas Aliança Francesa

Quando: dia 29 de julho, sábado, das 9h30 às 18h30
Quanto: gratuito
Aberto ao público
Onde: Alameda Prudente de Morais, 1101
Informações e inscrições: http://www.afcuritiba.com.br/af/evento/jornada-de-portas-abertas/
Contato: 41 3223 4457


Conceito escorregadio – Por José Pio Martins


Na década de 1930, o mundo enfrentou uma terrível depressão econômica. Convencionou-se dizer que há “recessão” quando a produção nacional cai um pouco e por algum tempo. Mas, se a produção cai por vários anos seguidos e a queda é grande, então temos uma “depressão”. Mas, oito décadas atrás, como os governos mediam a produção nacional e podiam afirmar que havia uma depressão?

Naquela época, não existia uma metodologia científica para mensurar a economia nacional, nem computadores para processar o arsenal de informações complexas. A identificação do mal se dava por seus efeitos. Comida faltando, fábricas fechando, pessoas perdendo o emprego, desabastecimento generalizado, fome se espalhando, devedores não pagando dívidas, bancos quebrando… eram alguns sintomas de que uma grave doença econômica estava em curso.

Não era preciso mapa contábil para saber que a produção nacional havia despencado e uma tragédia social estava instalada. Métodos de cálculo da renda nacional já existiam, mas eram rudimentares e pouco confiáveis. Em 1933, os Estados Unidos elegeram Franklin Roosevelt, sob a expectativa de que algo seria feito para pôr fim à depressão e fazer a economia crescer e gerar empregos.

O novo presidente convocou estudiosos para ajudar a entender o problema e propor soluções. Mas, para entender, era preciso medir. “Só se gerencia o que se conhece; só se conhece o que se mede”, esta é uma frase de que gosto. Coube ao notável economista Simon Kuznets, um russo naturalizado americano, a criação de um complexo sistema de “contas de renda nacional”. Foi um grande avanço metodológico.

A principal peça contábil do sistema recebeu o nome de Produto Interno Bruto (PIB). É “produto” porque soma todos os bens e serviços produzidos pela nação. É “interno” porque computa o que é fabricado dentro do espaço geográfico do país. É “bruto” porque não considera o desgaste (depreciação) do estoque de capital usado no processo (terra, estradas, prédios, máquinas, equipamentos etc.).

Mas o PIB é um conceito escorregadio. É também um tanto impreciso. Primeiro, tudo deve ser somado por uma medida única. Não é possível somar litros de leite, massagem relaxante, pílulas para dor de cabeça, cortes de cabelo, cirurgias, sacas de arroz, sessão de cinema, roupas, quilowatts de energia. Um país produz mais de 1 milhão de itens de bens e serviços diferentes em forma e substância. Para somá-los, é preciso adotar uma medida comum. Essa é o “preço”. Aqui começam os problemas.

Por exemplo, uma massagem e um banho numa sauna de luxo custam (valor monetário) o mesmo que toda a comida consumida por uma família pobre durante um mês. O PIB não entra no mérito do “valor” (grau de utilidade e satisfação) que as pessoas atribuem a uma massagem e a uma cesta de comida. O máximo que a contabilidade faz é somar o quanto de dinheiro a população está disposta a pagar por alguma coisa.

Se um livro de língua portuguesa é vendido pelo mesmo preço de uma revista pornográfica, eles são idênticos para efeitos de PIB. O cálculo do PIB não faz julgamentos nem leva em conta se, para muita gente, uma revista pornográfica proporciona mais satisfação que um livro de gramática.

Neste momento, alguns deputados estão propondo tributar os chamados “bens supérfluos”. O problema é: quem vai julgar o que é e o que não é supérfluo? No mínimo, os parlamentares têm a obrigação de estudar e conhecer os assuntos sobre os quais legislam.

José Pio Martins é economista e reitor da Universidade Positivo.


7 passos para alcançar o sucesso nas negociações


Por Alfredo Bravo

Você é um negociador, goste ou não! A negociação é um fato e está presente em diversas situações do dia a dia: é uma habilidade fundamental na gestão de pessoas e essencial para administrar conflitos inerentes às relações humanas; crucial para gestores de empresas, advogados, representantes de vendas, compradores, microempresários e profissionais autônomos; e se aplica até na relação entre pais e filhos. Ou seja, negociar é algo praticado por todos e em todos os lugares, seja no campo profissional ou pessoal.

Mas se o objetivo é fazer uma negociação de sucesso, tão importante quanto negociar é preparar-se para essas negociações. Analisando grandes negociadores, é possível notar que eles utilizam algum tipo de metodologia para preparar-se, ou seja, seguem alguns passos e utilizam princípios de negociação. Mas quais seriam essas estratégias? O que deve ser pensado e anotado antes de negociar?

Para ajudar nas negociações, o doutor em Administração, consultor da GC-5 Soluções Corporativas e professor premiado da FGV, Alfredo Bravo, desenvolveu uma metodologia chamada HPN – High Performance Negotiation (Negociação de Alta Performance), baseada nos estudos de negociação de Harvard (Willian Ury e Roger Fisher), Wharton (Richard Shell) e Herb Cohen, que é composta por sete passos e que ajuda nas três etapas do processo de negociação: preparação (antes), execução (durante) e controle (depois).

Abaixo o especialista demonstra, de forma fácil e prática, como é possível preparar-se e fazer negociações de sucesso seguindo os 7 passos da metodologia HPN. Confira:

1 – Objeto

Este é o escopo da negociação, ou seja, o que será negociado. Esse item deve ser alinhado antes da negociação, uma vez que não pode haver conflito e as partes devem negociar exatamente a mesma coisa. O objeto da negociação refere-se ao escopo do que está e do que não está em questão e deve ser alinhado no início da negociação.

2 – Objetivo

Trata-se da explicação e tangibilidade daquilo que se deseja em relação ao objeto (escopo). Podemos e devemos ter mais de um objetivo na negociação, ou seja, o principal e os secundários. Os interesses e necessidades determinam os objetivos e é nesse âmbito que ocorrem os conflitos nas negociações. É fundamental dispor de alternativas ou opções para minimizar a ocorrência de impasses.

3 – Posição versus Interesses

Para uma negociação de sucesso, o negociador de alta performance deve descobrir os interesses subjacentes que estão por trás da posição, ou seja, questionar e entender o “por que” das solicitações da outra parte. É fundamental entender os interesses para usar os argumentos e moedas de troca corretos, além de entender aonde realmente estão os conflitos, pois, muitas vezes, por trás de posições conflitantes podem existir interesses complementares.

4 – MACNA (Melhor Alternativa em Caso de Não Acordo)

Antes de entrar em qualquer negociação devemos pensar cuidadosamente sobre o que fazer no caso de não conseguir um acordo com a outra parte. É sempre bom avaliar a sua MACNA – Melhor Alternativa em Caso de Não Acordo, e a da outra parte. Ter uma MACNA é ter um plano B, caso você não chegue a um acordo, ela gera uma grande fonte de poder, pois diminui o seu grau de dependência da outra parte.

5 – Moedas de Troca

O quinto passo da metodologia HPN refere-se ao que é intercambiável nas negociações. Existem várias moedas de troca em uma negociação, que são os recursos tangíveis e intangíveis que usamos, principalmente, no fechamento das negociações, como: preço (desconto), forma de pagamento, prazo de entrega, garantia estendida, uma orientação em tese de mestrado, entre outras.

6 – Campo de Negociação

O campo de negociação é a elasticidade, a margem, a “gordura” de cada moeda de troca. Não se aplica apenas ao preço, é essencial estabelecer o campo para cada moeda de troca possível durante a preparação. O campo de negociação é constituído por três elementos: a oferta de abertura, o alvo desejado e o ponto de saída. A oferta de abertura é o ponto de partida com o qual começamos a negociar aquela moeda de troca. Você deve pensar muito na sua oferta de abertura, que não pode ser exagerada, nem para cima nem para baixo, para não inviabilizar a negociação.

7 – Argumentos e Valores

O sétimo passo forma os critérios objetivos, fundamentais para o desenvolvimento de um raciocínio lógico e a formulação de uma proposta aceitável. Os critérios objetivos dão força na argumentação, como: valor de mercado, precedente, custo, performance e questões legais. Servem também como balizadores, parâmetros, que imprimem à negociação uma certa lógica e justiça.

Alfredo Bravo é consultor da empresa GC-5 Soluções Corporativas, professor premiado da FGV, palestrante na área de Vendas e um dos autores do livro ‘Gestão Estratégica de Vendas’. É Doutor em Administração pela Universidade Federal de Rosário, na Argentina, Mestre em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense (UFF), MBA em Administração de Empresas e Negócios pela FGV e Graduado em Administração de Empresas pela UFF.


Vendas para o Dia dos Pais deverão permanecer estáveis em Curitiba


Pesquisa ACP/ Datacenso realizada entre os dias 18 e 19 de julho em Curitiba, indicou que as vendas motivadas pelo Dia dos Pais em 2017 devem permanecer estáveis com relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de a maior parte (52%) dos 200 comerciantes consultados esperar o mesmo volume de vendas de 2016, parte significativa dos comerciantes ouvidos (32%) está otimista e aguarda crescimento real de 0,6%, corrigido pela inflação do período de 2,99%.

Apesar do cenário equilibrado, as perspectivas deste ano são consideradas positivas e revelam otimismo dos comerciantes. “Diferente da data em 2016 com relação a 2015, quando houve queda real de vendas de 6,7% na capital paranaense, espelho da crise em curso, conforme apontava a pesquisa ACP/Datacenso”, disse o presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio Geara.

De acordo com a sondagem, o valor do presente a ser desembolsado pelo consumidor deverá ser de R$119,00 para adquirir, entre os itens mais citados, roupas (57%), perfumes (10%), calçados (8%), almoço/ jantar 6%), eletrônicos (6%), bolsas/ acessórios (4%), ferramentas (2%), joias/ relógios (2%), livros (2%) e outros (8%).

Entre o público consultado pessoalmente pelos consultores do Instituto Datacenso, 59% pertence ao gênero feminino e 41% masculino, universo compreendido na faixa entre 18 e 45 anos com renda entre 1874,01 e R$ 9.730.

Para agradar os pais, a forma de pagamento à vista com cartão (30%) permanece em primeiro lugar na preferência dos consumidores, seguido da forma parcelada com cartão de crédito (26%), à vista com cartão de crédito (21%), à vista em dinheiro (17%), à prazo com carnê (5%) e à prazo com cheque (1%).

Incentivo

Com o objetivo de aumentar a receita e motivar compradores, lojistas planejam promoções para pagamento à vista (42%), campanha nacional de rede (28%), sorteio e distribuição de brindes e prêmios (23%), kits promocionais (12%), promoção de produtos direcionados aos pais (5%), desconto para pagamento no cartão de crédito (5%), ainda não sabem (14%).

Fonte: Associação Comercial do Paraná


CredFácil inaugura sexta unidade no Paraná


Seguindo a meta de encerrar 2017 com 40 unidades distribuídas em cidades estratégicas do Brasil, a CredFácil, pioneira no país em empréstimos consignados, inaugurou mais uma unidade no estado do Paraná, desta vez em Pananaguá. Com esta a rede soma seis unidades no estado do Paraná, sendo as demais nas cidades de Cambará, São José dos Pinhais, Siqueira Campos, Umuarama e Reserva. “Nossa expectativa é crescer principalmente dentro do estado onde a rede nasceu e depois chegar em todas as capitais do país”, explica André Oliveira, presidente da rede.

Eliete e Marcelo Lazarini, os novos franqueados, escolheram não somente dividir o dia a dia em casa, mas também no trabalho. Após pesquisarem o mercado e o segmento de franquias, optaram por investir em uma loja da CredFácil “A rentabilidade foi algo que nos chamou muita atenção e após conversar com outros franqueados da rede, percebemos que essa era uma excelente oportunidade”, afirmam os empreendedores.

Somente no ano passado, a rede faturou 15 milhões com mais de 50 unidades em operação e em 2015, em plena crise, o faturamento foi de 10 milhões. “A nossa rede é uma oportunidade de negócio de baixo investimento, sem royalties e alta rentabilidade. Um investidor com o perfil comercial poderá ter um excelente faturamento de até 250 mil reais de vendas de créditos”, finaliza Oliveira.


Veja os cuidados que você precisa ter ao investir em um imóvel


Foi liberado em julho o segundo lote de restituição do imposto de renda pela receita federal e no final do mês chegará o prazo final para saque de saldo de FGTS de contas inativas. Com o dinheiro em mãos, há aqueles que planejam utilizar os valores recebidos para complementar suas economias e investir na aquisição de um imóvel. Entretanto, segundo a advogada Kátia Antunes, especialista em direito imobiliário, esse tipo de ação deve ser bem planejada, para evitar que o investimento se torne um prejuízo. “Chamamos a atenção em especial às mudanças que estão sendo discutidas no caso de desistência na compra de imóveis na planta, os chamados “distratos”, conta.

Atualmente, a justiça garante aos consumidores a devolução de 80% a 90% do valor pago, reconhecendo abusiva e ilegal a retenção de valores superiores. Porém, o crescente número de distratos trouxe a questão para o holofote das discussões entre consumidores e incorporadoras e há sinalização de que mudanças serão implementadas a curto prazo. De acordo com Kátia, a crise que assolou o país nos últimos anos gerou muito desemprego e insegurança, o que causou significativa queda nas vendas de imóveis e aumento dos distratos.

Segundo ABRAINC, em 2016 os distratos representaram 43% das vendas realizadas no ano. Conforme estudo realizado pela Economatica, enquanto as 17 incorporadoras de capital aberto tiveram lucro acumulado de R$ 74 milhões em 2015, em 2016 somam prejuízo superior a R$ 480 milhões (uma variação de mais de R$ 500 milhões em um ano).

Se por um lado, os consumidores querem ver seu direito de arrependimento garantido, com a devolução significativa dos valores pagos em caso de rescisão, por outro lado, argumentam as incorporadoras que o dinheiro pago pelos consumidores na aquisição de um imóvel é empregado no próprio empreendimento, que possui ciclo longo de retorno. Assim, um volume excessivo de distratos pode gerar a falta de recursos para conclusão da obra, o que afetaria todos os demais consumidores envolvidos.

Nessa queda de braço entre consumidores e incorporadoras, está em negociação a regulamentação dos distratos, que busca um equilíbrio entre as propostas. Dentre as mudanças mais relevantes, estão as seguintes:

IMÓVEIS RESIDENCIAIS ATÉ R$ 235 MIL

A construtora poderá reter 20% do valor pago, limitado a 5% do preço do imóvel, e não haverá devolução dos custos de corretagem.

IMÓVEIS RESIDENCIAIS ACIMA DE R$ 235 MIL

A construtora poderá reter 50% do valor pago, limitado a 10% do preço do imóvel, , e não haverá devolução dos custos de corretagem.

IMÓVEIS COMERCIAIS

A construtora retém até 12% do valor pago, independente do preço do imóvel, e não haverá devolução dos custos de corretagem.

DIREITO DE ARREPENDIMENTO

O consumidor poderá desistir da aquisição em até 7 dias após a aquisição feita em plantões de venda.

CARÊNCIA DE OBRA

O prazo para conclusão da obra será o previsto em contrato, não cabendo mais o prazo de carência em favor da incorporadora.

“A definição dessas questões sensíveis não atende integralmente aos pleitos nem de consumidores e nem das incorporadoras, mas certamente será benéfica a todos na medida em que trará maior transparência, segurança jurídica e sustentabilidade ao mercado habitacional a médio e longo prazos”, conclui a advogada.


FH participa do principal fórum de e-commerce da América Latina


A FH participará, pela segunda vez consecutiva, em conjunto com a SAP do Fórum E-commerce Brasil 2017. O maior evento de e-commerce da América Latina ocorrerá de 25 a 27 de julho, em São Paulo.

Durante o Fórum E-Commerce Brasil, o público poderá conferir a oferta completa de serviços especializados em e-commerce da FH, que oferece consultoria, implementação, hospedagem, agência digital e suporte para operações de vendas online ou lojas virtuais.

Em sua 8ª edição, o evento reunirá 13 mil congressistas durante três dias de atividades técnicas e de negócios, divididos em diversas áreas de conteúdo.

Fórum E-commerce Brasil 2017

Data: 25, 26 e 27 de julho
Local: Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo (SP)
Mais informações: https://eventos.ecommercebrasil.com.br/forum/


ACP promove 1ª Semana de Gastronomia


A história vista pelo vinho, Hambúrguer artesanal, Cerveja artesanal e Oficina de Pizza serão as matérias constantes da 1ª Semana de Gastronomia ULC (Universidade Livre do Comércio), ligada à Associação Comercial do Paraná (ACP), a realizar-se entre 19h e 22h dos dias 31 de julho e 3 de agosto próximos, na sede da entidade representativa do setor produtivo, localizada na área central da cidade.

Os responsáveis pela condução das quatro sessões que compõem o roteiro da semana são Osvaldo Nascimento Junior, Gilly Mazanek Zappelini, Henrique Cruz e Rodrigo Santiago, respectivamente enólogo e sommelier; formado em gastronomia pela PUC/PR; beer sommelier e pós-graduado em tecnologia e gestão cervejeira e chef de cozinha formado pelo Centro Universitário do Senac (Águas de São Pedro, SP) e chef boulanger formado pela French Pastry School de Chicago (EUA).

O evento, que terá degustação dos pratos e bebidas em todas as aulas, foi organizado pela Universidade Livre do Comércio e Escola de Comércio ACP com o apoio da Casa Curitiba Honesta, CBC e Consulado da Argentina em Curitiba, está com inscrições abertas e informações pelo telefone 3320-2341 e 3320-2304.


Algar Tech: Dionízio Ribas é novo executivo comercial para a região Sul


A Algar Tech, multinacional brasileira que oferece soluções de Gestão de Ambiente de Tecnologia e Gestão de Relacionamento com Cliente, recebe Dionízio Ribas para fortalecer o time de executivos voltados para a região Sul do Brasil. O executivo assume a diretoria comercial da companhia com a missão de expandir os negócios em toda regão.

Formado em Análise de Sistemas pela Universidade da Amazônia, tem pós-graduação em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e mestrado em Marketing Internacional pela Universidad Nacional de La Plana. Com passagens por MetLife, Xerox, HSBC e Oracle, o executivo possui mais de 22 anos de experiência na área comercial, com foco em vendas e gestão de equipe.

O movimento reforça o compromisso da companhia em ampliar sua atuação em estados estratégicos para os negócios da Algar Tech e impulsionar a força de vendas na região Sul. “Nosso objetivo é contribuir com o crescimento de nossos clientes, respeitando suas necessidades e acompanhando as demandas locais de cada região de atuação”, afirma Ribas.


Business Connect de Julho acontece nesta terça-feira

Evento promovido pela ADVB-PR e BPW reúne profissionais de diferentes segmentos Para promover a troca de experiências e o aumento da rede profissional de contatos, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Seção Paraná (ADVB-PR), em parceria com a Business Professional Women (BPW/PR), promove na próxima terça-feira (25) o Business Connect. Na edição deste mês de julho, a convidada será a diretora de marketing do Grupo Tacla Shopping, Maria Aparecida Oliveira, que irá participar de um bate-papo sobre negócios e carreira. O evento é gratuito, mediante inscrição, e acontecerá no Full Jazz Bar, a partir das 19h. Mais informações: 41 3085-3124 ou secretaria@advbpr.com.br Business Connect – Julho Data: 25 de julho (terça-feira) Horário: a partir das 19h Local: Full Jazz Bar (Rua Silveira Peixoto, 1297 - Batel - Curitiba - PR) Mais informações: 41 3085-3124 ou secretaria@advbpr.com.br

Saiba como alavancar sua carreira freelancer

O freelancer, termo inglês para denominar o profissional autônomo, depende basicamente da quantidade clientes conquistados e trabalhos desenvolvidos para alavancar sua carreira/projeto. E, para isso, é essencial que exista uma boa divulgação do trabalho realizado. “Divulgar o trabalho e ter o nome conhecido, sem dúvidas, é um dos principais obstáculos no início da carreira. Por isso, é importante pensar em algumas estratégias para fazer o próprio marketing e divulgar o que você faz de melhor”, alerta o CEO da Crowd, uma das maiores plataformas de freelancer do Brasil, Gabriel Carlos Matias. Como promover à carreira freelancer? Veja abaixo algumas dicas, que o empresário separou, para tornar o seu trabalho conhecido entre os clientes. 1 – Qual é o seu nicho de atuação? Provavelmente, o serviço que você oferece também é realizado por outros profissionais. Portanto, observe o seu ramo e em qual área específica você deseja se destacar. Dessa forma, sua concorrência com outros profissionais diminui e a chance de alcançar clientes aumenta. É fundamental fazer essa distinção de setores e habilidades logo de inicio, pois será mais fácil encontrar clientes interessados nos seus serviços e o projeto será concluído de maneira satisfatória. É importante conhecer e dominar mais de uma habilidade, mas não “venda” seu trabalho de forma generalizada. Quando o freelancer se dedica a um nicho, torna-se um especialista. Isso agrega valor ao trabalho desenvolvido e notoriedade ao profissional. Atuando em uma área específica, seu olhar ficará muito mais apurado e seu trabalho mais relevante. 2 – Desenvolva seu próprio conteúdo Seja em um blog, canal no YouTube ou rede social, o profissional que opta por criar o próprio conteúdo promove sua carreira por meio desta atividade. A criação de conteúdo própria desenvolvida por freelancers, além de instruir pessoas interessadas em determinado assunto, também constrói um novo tipo de portfólio. Já sabe o seu nicho? Então você já sabe sobre o que pode produzir. Se você é um programador, pode dar dicas de desenvolvimento de programas e softwares; um designer pode falar sobre novas técnicas e ferramentas da área e assim por diante. A variedade de assuntos é infinita. Use palavras-chave relacionadas à sua área para a produção do conteúdo; isso ajudará navegadores a identificarem sua página em possíveis pesquisas. Quem produz conteúdo também é visto como especialista; faça e veja seu trabalho ganhar mais destaque. 3 – Construa um trabalho consistente Como freelancers, os projetos desenvolvidos são para o cliente, mas fazem parte do seu portfólio. Portanto, seu trabalho deve ter uma constância, para que sua evolução como profissional possa ser notada. Saiba destacar os pontos fortes de cada trabalho e como seu talento pode contribuir com a demanda do cliente e chegar ao resultado final. 4 – Vá além do online Não basta apenas concentrar toda a sua estratégia para promover sua carreira no ambiente digital. Uma apresentação feita pessoalmente ainda possui muito valor. Pense que cada workshop, feira ou congresso é uma oportunidade de fazer networking pessoalmente com possíveis clientes. Se prepare para um pitch, tenha um bom cartão de visita, e se achar interessante, ande com uma amostra do seu material ou use uma forma simples de apresentá-lo (num dispositivo móvel, por exemplo). 5 – Seu cartão de visita Se você ainda não tem um cartão de visita, está na hora de repensar. Nunca se sabe o momento exato onde acontecerá o networking e o cartão é o que fecha a oportunidade. Na área de comunicação e marketing é permitido pensar em modelos mais criativos, que combinam com seu trabalho. As informações principais são: logo, nome, profissão, e-mail, telefone e site ou link para o portfólio. E sempre tenha cartões com você! Dica: Fale sobre seus projetos em suas redes sociais e otimize a divulgação de sua carreira. 6 – Compartilhe seus projetos Falar sobre seu trabalho no seu campo pessoal também é uma forma de promover sua carreira freelancer. Está escrevendo para diferentes sites? Fez um trabalho fotográfico especial? Compartilhe seus jobs em redes sociais relevantes. Use sua página no Facebook, seu perfil no LinkedIn e até mesmo no Twitter ou Instagram. Desta forma, quem acompanha suas publicações nas mídias vai poder identificar seus trabalhos em outros espaços. Em casos em que o job não é assinado é ainda mais interessante este tipo de divulgação. 7 – Esteja presente em plataformas para freelancer O profissional freelancer vai muito mais longe quando constrói um perfil em comunidades voltadas para a atividade. Otimize sua carreira a promover seu trabalho em comunidades especializadas. A Crowd é a principal rede conectando freelancers a grandes empresas e agências, dando toda a estrutura necessária, desde o briefing até a aprovação. Isso permite que o profissional esteja muito mais focado nos resultados. Lembre-se: é um trabalho contínuo. Pensar em formas de promover sua carreira freelancer é um trabalho ininterrupto. Não deve ser feito apenas no início ou apenas quando você tem menos projetos. Preocupe-se em sempre manter seu portfólio atualizado, compartilhe seu trabalho e mantenha contatos. Seja visto para que você seja lembrado como uma opção.

Gláucio Geara, da ACP: aumento de impostos terá efeito tóxico

Neste momento em que o governo Michel Temer vê-se em situação bastante incômoda, compreende-se, mais uma vez, que a crise política é a grande responsável pela crise econômica vivida pelo Brasil nos últimos 24 meses, a maior dos últimos 30 anos. A fartura na distribuição de dinheiro público para a compra de apoio através das emendas parlamentares transformou-se num vergonhoso balcão de negociatas, em que partidos são comprados pelo peso - sem balança - de políticos que apoiam o governo. Parlamentares, em sua maioria, parecem mais preocupados em salvar suas cadeiras no Congresso, ao mesmo tempo em que assistimos o aumento do rombo nas contas do governo causadas pela má gestão em anos passados e, é claro, pelas falcatruas tão fartamente denunciadas por empresários também corruptos. Agora, em mais uma medida de emergência (para não dizer de desespero) o governo anuncia o aumento dos tributos sobre combustíveis, com novas alíquotas do PIS/Cofins, além de sinalizar também com aumento da Cide. O aumento dos combustíveis afeta, de forma geral, quase todos os setores da economia e penaliza o consumidor final, uma vez que o Brasil, na falta de sistemas de transporte ferroviário e hidroviário relevantes, depende quase exclusivamente do transporte rodoviário, com o consequente encarecimento do custo dos produtos transportados. Às 15 horas desta quinta-feira (20 de julho), o Impostômetro da Associação Comercial do Paraná chegou a 1trilhão e 195 bilhões de reais, total arrecadado pelas três esferas de governo desde o dia 1º de janeiro último. Todo aumento de impostos tem efeito tóxico sobre a economia, portanto, não pode ser bem-vindo, quaisquer que sejam as justificativas apresentadas pelo governo. Mais uma vez a população e as classes produtoras vão pagar a conta, hoje com a alta dos combustíveis, porém supondo que amanhã podem ser surpreendidos com outras majorações. Impedir o rombo fiscal é necessário, mas o que se espera é que o governo realize o saneamento de suas contas sem o recurso do aumento de impostos, pois resta claro que a elevação da carga tributária traz maiores dificuldades para os empresários e mais recessão. Gláucio José Geara Presidente da Associação Comercial do Paraná

4 dicas para sua loja virtual se diferenciar no mercado

Por Luis Pelizon, diretor comercial da Rakuten Digital Commerce O sucesso no e-commerce depende da combinação de uma série de ações que precisam ser colocadas em prática de forma coordenada. Para se diferenciar dos demais concorrentes, os empreendedores virtuais precisam garantir que a operação de suas lojas atenda a 4 requisitos principais: uma boa plataforma adequada a suas necessidades, uma estratégia coesa e direcionada, uma política comercial bem definida e muita atenção à logística. Abaixo, elenco algumas informações que podem ser úteis para guiar os lojistas em cada um destes elementos. 1) Plataforma Para que uma loja alcance a capacidade de se destacar frente às demais, é essencial contar com uma plataforma robusta. Isto vai influenciar diretamente no desempenho do site e, consequentemente, na impressão causada nos clientes. O usuário não pode ficar esperando 5 minutos até as telas da loja virtual carregarem. É preciso que a experiência de navegação seja otimizada. A plataforma contratada precisa rodar de um jeito simples e ordenado. O intuito prioritário do sistema deve ser propiciar que o comprador encontre o que procura e consiga finalizar a compra com o menor número possível de cliques. O que irá determinar estes elementos são a arquitetura de software da plataforma aliada ao hardware. Outra característica importante das plataformas é que elas sejam capazes de oferecer funcionalidades específicas para que cada empreendedor necessita. Por exemplo, se o portal comercializa eletroeletrônicos, precisará de um serviço de busca avançada otimizado, de espaços bem posicionados para descrição das funções técnicas e dos vídeos mostrando o funcionamento do produto. Um último ponto a ficar atento é se a plataforma está sendo bem sucedida em atender a todos os tipos de público e fazer com que seu site seja amigável aos dispositivos móveis. 2) Estratégia Entender qual o posicionamento mais adequado para a loja virtual é primordial para qualquer negócio, ainda mais no e-commerce. O empreendedor tem que fazer para si mesmo a pergunta: qual o público quero atingir? Este tem que ser o marco para desenvolver um plano de negócios que abarque seus objetivos e vai balizar as medidas a serem tomadas. Outra orientação valiosa é entender quem são seus principais concorrentes em cada categoria de produto, pois só a partir deste estudo, será possível desenvolver a melhor política de elaboração de preço, que como qualquer empreendedor virtual sabe, é um fator de compra decisivo na internet. O lojista precisa ter bem definido em quais canais de venda ele pode atuar e a quantidade de orçamento disponível para divulgar produtos e comprar mídia na internet. Se o budget for racionado, vale utilizar as técnicas de SEO para melhorar o rankeamento nos motores de busca e trabalhar o comissionamento de forma colaborativa 3) Política comercial O termo ‘markup’ designa o resultado da receita líquida, ou seja, é o que sobra no final. É fundamental ter muito nítido qual o ‘markup’ de cada produto. Assim é possível decidir com mais precisão e de uma maneira embasada quais os níveis de desconto e que tipos de parcelamentos o site pode oferecer para cada produto, qual a porcentagem de juros estipular e até mesmo se a operação daria conta de parcelar sem acréscimo no preço final. 4) Logística Chegamos ao ‘Calcanhar de Aquiles’ de todos os lojistas. O custo do frete é realmente primitivo e o principal ponto de atrito entre lojista e consumidor. O Brasil ainda depende muito dos Correios, mas existem outras transportadoras se aprimorando para alcançar uma capacidade cada vez maior de entregar os produtos em qualquer lugar do país. As empresas de logística evoluíram muito tecnicamente, colocando em prática a otimização das rotas para conseguir atender o comprador dentro do prazo acertado. De olho nesta evolução das empresas, existem sistema e plataformas que ajudam na gestão do frete, otimizando essa parte importante de um e-commerce. É o caso do sistema Rakuten Logistics - conectado atualmente aos Correios - já está plugando outras transportadoras para aumentar ainda mais sua eficiência. Esta vertical de negócios é extremamente importante dentro da operação da companhia, pois permite apresentarmos aos parceiros uma tabela de frete diferenciada, graças à escala proporcionada pela enorme quantidade de lojas parceiras da Rakuten.

10 ações para você não passar mais aperto financeiro

Veja atitudes que explicam por que não sobra dinheiro no fim do mês e o que fazer para evitá-las! Você está sempre tão cheio de dívidas e com tanto aperto financeiro que viver no vermelho já parece parte da rotina. Até se esforça, mas, no fim do mês, é sempre a mesma coisa: nada de dinheiro para bancar as contas e dívidas. “As pessoas precisam ter em mente que as pequenas decisões do dia a dia, quando somadas, têm um enorme peso na saúde financeira de uma pessoa”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil. Isso significa que certos hábitos que você possui na maneira como lida com dinheiro podem ser a explicação do porquê as dívidas atrasadas são tão recorrentes na sua vida. Confira abaixo alguns dos motivos que contribuem para que uma pessoa não consiga se ver livre de dívidas e veja o que fazer para remediá-los! Motivo 1: Você acha que ter dívidas é normal O que fazer: Ter uma dívida não é necessariamente algo ruim. Por exemplo, a prestação de um financiamento para comprar um imóvel é uma dívida necessária para a maioria das pessoas que sonha com a casa própria. Organizando-se para quitar as parcelas em dia, ela pode não ter nenhuma interferência negativa nas finanças. “O problema é quando se contrai uma dívida sem necessidade, sem conhecer as taxas de juros, sem avaliar se o orçamento permite tal gasto e sem planejamento para quitar a dívida contraída”, explica Marcela. Ou seja, se a sua dívida te dá a maior dor de cabeça todo mês, se você quase não consegue quitá-la ou, pior, se ela está em atraso, com juros rodando por falta de pagamento, essa dívida é definitivamente ruim. E tê-la – junto com outras com o mesmo perfil – não é algo natural. Neste caso, o plano deve ser se livrar dessas dívidas! Motivo 2: Você encara o cartão de crédito e o cheque especial como uma renda a mais O que fazer: Você não se estressa caso a conta não feche no fim do mês porque, afinal, tem o cheque especial e o cartão de crédito para cobrirem suas despesas até o próximo salário cair, certo? O problema desse pensamento é que estas duas modalidades de crédito (sim, são um empréstimo que você faz!) possuem duas das mais altas taxas de juros. Para se ter uma noção, enquanto as taxas de juros do crédito consignado são de 30% ao ano, as do cheque especial são de 330% ao ano. E o rotativo do cartão de crédito? Cerca de 420% (também ao ano)! Ou seja, essa ilusão de ter renda a mais na verdade custa um bom dinheiro, mantendo você em uma rotina de aperto financeiro. Motivo 3: Você emprestou seu nome O que fazer: Uma pessoa que você gosta muito e na qual confia pediu para fazer uma compra em seu nome. Você fica sem jeito de negar e acaba cedendo. O problema é que esta pessoa agora está desempregada, sem recursos para quitar a dívida. E agora? É o seu nome que vai para o cadastro de negativados – ou é você quem paga o valor devido. “Nossas pesquisas mostram que na maioria dos casos de empréstimo de nome quem emprestou é que acaba pagando pela dívida contraída”, diz a economista, completando: “Nestes casos, o melhor é tentar ajudar de outra maneira”. Por exemplo, se a pessoa pede o cartão para fazer mercado, prefira ir com ela até o estabelecimento e fazer as compras conjuntamente, pagando você mesmo no caixa, não dando seu cartão”. Motivo 4: Você não pesquisa preços e não pede descontos O que fazer: Pesquisar preços e pechinchar sempre que possível são hábitos fundamentais para fazer boas compras e ficar longe de dívidas. Simplesmente porque eles permitem que sobre mais dinheiro no fim do mês. Afinal, economizando no dia a dia, poupar para quitar dívidas fica muito mais fácil! Sem falar que o hábito inspira maior responsabilidade frente o dinheiro, mostra que valoriza o que ganhou por seu esforço e trabalho. E, vale lembrar, pesquisar não é somente ver o valor, mas também as características do produto. “Nem sempre escolher apenas pelo preço é vantagem. Em muitos casos um produto um pouco mais caro pode ser mais adequado ao que o consumidor precisa e pode durar mais, valendo a pena no longo prazo”, diz Marcela. Motivo 5: Você não acompanha suas finanças O que fazer: “Acompanhar as finanças é tanto olhar a fatura do cartão de crédito e o saldo da sua conta corrente toda semana, como também analisar seu orçamento com a mesma periodicidade”, explica Marcela. Ou seja, trata-se de algo que embora não exija muito do seu tempo deve ser feito com cuidado e atenção. Assim, além de montar um controle financeiro (no caderninho, na planilha do computador, usando aplicativo, não importa) é preciso analisá-lo. Ver com o que está gastando, onde consegue economizar, se tem o bastante para despesas futuras… O hábito impede que você, por exemplo, pense que tem muito dinheiro no saldo quando na verdade em menos de uma semana precisará pagar uma conta alta. Motivo 6: Você compra pela emoção O que fazer: É aquela história do “eu mereço”. Seu chefe foi injusto, a amiga pisou na bola, você está se sentindo triste ou muito feliz então “ah, eu mereço jantar num bom restaurante”, ou “a blusa que tanto queria” ou “uma viagem bacana no fim de semana”. Afinal, o que não pode ser parcelado hoje em dia, né? O problema é que as parcelas se acumulam e pode ser que em um mês elas se tornem, juntas, mais do que você consegue pagar. E aí? Não deixe suas emoções comprometerem suas finanças. É preciso entender que querer não é precisar e que a sensação de bem-estar que esse gasto impulsivo gerou logo passa – enquanto as dívidas continuam. Motivo 7: Você tem vergonha de dizer não O que fazer: Os amigos combinam de sair, falam em conhecer um lugar novo, todos estão animados. Todos menos você, que sabe que a conta no fim da noite será alta e o momento não está para ostentação. Só que você não consegue dizer isso ao grupo e acaba indo – e gastando no cartão. Essa vergonha em dizer que um determinado evento não cabe no seu orçamento pode surgir também quando a filha pede um brinquedo, quando o parceiro ou parceira fala em ir ao teatro, enfim, quando alguém presume que você tem recursos que na verdade não possui. “Nesta época de crise está mais fácil explicar que simplesmente não tem verba para isso ou aquilo. A fala deve ser natural, sem constrangimentos”, diz o educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli. Se a pessoa insistir, explique que sua saúde financeira é prioridade e que quem sabe mês que vem. E aí, claro, junte dinheiro para essas situações. Motivo 8: Você não tem uma reserva para imprevistos O que fazer: “Quem se depara com alguma dificuldade, como perda do emprego ou conserto de algo que estragou em casa, por exemplo, e não tem reserva para imprevistos certamente terá dificuldades para arcar com as despesas”, explica Marcela. Assim, guardar um pouco todo mês em um investimento no qual você não mexerá a não ser que precise é fundamental para evitar dívidas. Mesmo se o que tiver para investir mensalmente for pouco, não importa. “O que importa é o hábito de poupar e de criar essa reserva”, complementa Vignoli. Uma dica é programar no banco depósitos automáticos, a serem debitados da sua conta para uma poupança ou outro investimento todo mês, preferencialmente assim que seu salário cair na conta. Motivo 9: Você não tem grandes objetivos para o futuro O que fazer: Além da reserva para imprevistos é importante ter uma reserva para sonhos. Casa própria, estudar fora, um curso de pós-graduação, uma grande viagem. “Ter esse objetivos é importante porque eles dão à pessoa foco para economizar”, explica a economista. Por exemplo, entre comprar uma calça nova ou guardar dinheiro para um intercâmbio é bem provável que você opte pelo último, pois colocou a reserva para os sonhos como prioridade. Além disso, como muitos sonhos exigem que se compre à prazo (uma casa, por exemplo), ter foco para conseguir economizar e pagar as parcelas é fundamental. Motivo 10: Você não resiste a uma boa promoção O que fazer: Promoções só são vantajosas se você de fato precisa do item que está comprando. “É justamente em época de promoções que mais se deve controlar a sensação de que precisa comprar um produto só porque o preço está bom”, diz José Vignoli. Ou seja, se não precisa daquilo, não leve para casa, pois é um gasto desnecessário. Confira mais dicas em: meubolsofeliz.com.br

Diga como investes seu dinheiro e te direi quem és – Por André Marini

Muito se fala sobre poupança, educação financeira e cuidados com o futuro. Mesmo assim, a maioria dos brasileiros simplesmente não tem dinheiro guardado ou planejamento financeiro para os próximos anos. De acordo com dados do Indicador de Reserva Financeira, do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), até março de 2017, mais da metade da população não contava com reserva financeira alguma. É aí que vem a questão: diga-me como se relaciona com o dinheiro e te direi quem és, ou como será o seu futuro. Quando o assunto é planejamento, a curto, médio e longo prazos, existem diferentes tipos de perfis e cada um com suas características próprias. Há, por exemplo, quem não se preocupe com o assunto. Há também quem não consiga guardar recursos para começar a economizar dinheiro, seja por ter um orçamento apertado ou por gastar demais. Nesse caso, é importante rever as contas e avaliar se o custo de vida está compatível com a renda recebida. Talvez seja preciso contar com alternativas ou, se possível, cortar custos que estejam pesando no orçamento. E, antes que venham as reclamações, digo que é sim possível remanejar os gastos. Basta ter uma boa dose de disciplina e boa vontade. Do contrário, sua vida financeira estará sempre dependendo do próximo salário e, muito provavelmente, do cheque especial ou do limite do cartão de crédito. Outro perfil comum é o de quem até sabe da importância do planejamento financeiro, gostaria de guardar mais dinheiro, mas sempre que aparece uma promoção dá adeus à poupança. Esse talvez seja o perfil mais perigoso, pois sabe o que deve fazer e também como executar, mas não resiste às tentações e acaba não evoluindo (seja para aumentar seu patrimônio ou para realizar seus sonhos). Se você se identificou com esse perfil, pelo menos já conhece os princípios da educação financeira, mas ainda precisa colocá-los em prática, de uma forma efetiva. O sinal que acende para você não é o vermelho, mas é com certeza um laranja que merece atenção. E por fim, claro, existe a minoria brasileira, que guarda uma parte de seu salário mensal para garantir um futuro mais tranquilo. Aqui, o importante é saber onde está essa reserva e como será utilizada nos próximos anos. Independentemente do perfil, o mais importante é saber qual o melhor método para que o futuro seja, de fato, mais tranquilo em termos financeiros. Se você tem a disciplina de economizar parte de seu rendimento, já está muitos passos à frente da maioria da população brasileira. Se ainda não conseguiu desenvolver esse hábito, é importante começar o quanto antes. Para todos os perfis, sempre recomendo o consórcio imobiliário, pois funciona como uma poupança programada, que estimula o hábito de economizar em prol de um objetivo. Para quem tem maior disciplina financeira, é uma maneira prática e econômica para conquistar a casa própria ou aumentar o patrimônio e obter renda extra. Do ponto de vista de investimento, ao participar de um grupo de consórcio imobiliário é possível economizar até 60% do valor que seria gasto em outras formas parceladas de aquisição, como o financiamento, por exemplo - lembrando que seu crédito será reajustado anualmente. Analisar seu comportamento econômico e traçar metas é a melhor forma de alcançar objetivos. Conte com o apoio de investimentos inteligentes para isso. André Marini, diretor comercial da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário

Cinco princípios éticos para o desenvolvimento de Inteligência Artificial no mundo dos negócios

Escolhida entre os 30 especialistas em tecnologia abaixo dos 30 anos pela Forbes, vice-presidente de Bots e IA da Sage, Kriti Sharma, aponta os caminhos para o uso responsável da inteligência Artificial no ambiente corporativo A crescente aplicação da inteligência artificial no mundo dos negócios torna essencial a adoção de princípios sólidos que assegurem a ética e a responsabilidade no uso dessas novas tecnologias. Quem faz o alerta é Kriti Sharma. Escolhida para integrar a lista dos “30 abaixo dos 30” da revista Forbes, a executiva de apenas 29 anos é vice-presidente global de Bots e Inteligência Artificial da Sage, líder de mercado em softwares de gestão para pequenas e médias empresas. Pensando nisso, a Sage estabeleceu cinco princípios, que passam a nortear toda atuação da companhia nesse segmento, agora reunidos no documento “A Ética do Código: 5 princípios éticos para desenvolver Inteligência Artificial para negócios”. Kriti explica que o estabelecimento de critérios claros nesse sentido mostra-se fundamental para proteger usuários e garantir segurança e confiabilidade dessas ferramentas. É ainda um caminho para que essas soluções sejam inclusivas e expressem a diversidade de seus usuários. “Desenvolver chatbots e inteligência artificial que sejam úteis para os nossos clientes é a parte fácil. São muitos os questionamentos que emergem com o advento da inteligência artificial. Por isso, desenvolvemos nossa ação nesse segmento com base em uma série de valores. São esses princípios essenciais que, na nossa visão, contribuem para assegurar que nossos produtos serão seguros e éticos”, explica Kriti. Os cinco princípios que norteiam mundialmente a estratégia da Sage para IA também guiam a atuação da companhia no Brasil. Por aqui, a empresa criou o Sage Labs, uma equipe encarregada de pensar em maneiras de empregar novas tecnologias em software que os clientes usam todos os dias. “Alguns dos funcionários são cientistas de dados e usam várias ferramentas colaborativas para entender como podemos servir melhor nossos clientes. Esta equipe também colabora para manter os nossos colegas atualizados com novos desenvolvimentos de tecnologia e como eles podem ser aplicados em nossos negócios”, esclarece David Pereira, VP de Product Engineering na Sage Brasil. A Ética do Código: 5 princípios éticos para desenvolver Inteligência Artificial no mundo dos negócios 1. IA deve refletir a diversidade de seus usuários. Precisamos criar inteligência artificial que seja diversa em sua origem. Como comunidade industrial e tecnológica, temos de desenvolver mecanismos efetivos para barrar o preconceito e qualquer sentimento adverso que possam ser assimilados pela IA, de forma a assegurar que ela não irá perpetuar estereótipos. A não ser que tenhamos equipes, bases de dados e design cuja natureza seja a diversidade, estamos sob risco de repetir a desigualdade que marcou revoluções passadas. 2. IA deve ser responsável, assim como seus usuários Nós aprendemos que os usuários estabelecem um relacionamento com a IA e começam a confiar na mesma após algumas poucas interações. Com a confiança, vem a responsabilidade. A IA precisa ser responsabilizada por suas ações e decisões, como se fosse um ser humano. Não se pode permitir que a tecnologia fique inteligente ao ponto de não ser responsável. Não aceitamos esse tipo de comportamento de outras profissões especializadas. Então, por que a tecnologia deveria ser a exceção? 3. Recompense a IA por "mostrar o seu funcionamento" Qualquer sistema de IA que aprenda com exemplos ruins pode acabar se tornando socialmente inadequado - temos que lembrar que a maior parte da IA de hoje não tem conhecimento do que está dizendo. Somente a ampla audição e a aprendizagem de diversas bases de dados resolverão isso. Uma das abordagens é desenvolver um mecanismo de recompensa ao treinar a IA. As medidas de aprendizagem de reforço devem ser desenvolvidas não apenas com base no que AI ou robôs fazem para alcançar um resultado, mas também sobre como a IA e robôs se alinham com os valores humanos para atingir esse resultado particular. 4. O jogo da IA deve ser igual para todos Tecnologia de voz e robôs sociais fornecem novas soluções de acesso, especificamente para usuários desfavorecidos por problemas de visão, dislexia e mobilidade limitada. Nossa comunidade empresarial tecnológica deve acelerar o desenvolvimento desses recursos a fim de oferecer condições igualitárias e ampliar os talentos que temos, tanto nas profissões da área contábil quanto da tecnológica. 5. IA substitui. Mas também deve criar. O melhor caso de uso da IA é automação – atendimento ao cliente, fluxo de trabalho e processos baseados em regras são os panoramas perfeitos nos quais a IA se revela. A IA aprende mais rápido que os humanos e é muito boa em tarefas repetitivas, do dia-a-dia. E, no longo prazo, é mais barata que os humanos. Haverá novas oportunidades criadas pela robotização de tarefas e temos que treinar as pessoas para essa perspectiva – permitindo que elas possam se concentrar naquilo em que são boas, construindo relacionamentos e cuidando dos clientes. Sem jamais esquecer a necessidade de empatia humana nas profissões centrais como aplicação da lei, cuidados, proteção e complexas tomadas de decisão. Liderando pelo exemplo Com o lançamento de seu chatbot, o Pegg, a Sage lidera uma revolução financeira de contabilidade em vários países. Projetado com a intenção de liberar os clientes de atividades que os impedem de se concentrar nas tarefas de maior valor, e com 100% de conformidade com os princípios básicos da IA da Sage, o Pegg atua como um assistente inteligente para pequenas empresas, permitindo que os usuários rastreiem despesas e gerenciem finanças por meio de aplicativos de mensagens como o Facebook Messenger. Um ano após seu amplo lançamento, o sistema já reúne dezenas de milhares de usuários em 135 países em todo o mundo. No Brasil, a expectativa é que o chatbot de emissão de notas fiscais por meio de um bate-papo com o assistente virtual seja lançado oficialmente até o final do segundo semestre de 2017. “Estamos muito otimistas com a chegada do primeiro emissor de nota fiscal com inteligência artificial no país. Os feedbacks dos clientes que estão testando o sistema são muitos positivos e temos certeza de que o Pegg vai facilitar o dia a dia dos empresários brasileiros”, finaliza Pereira.

79% dos internautas brasileiros usam aplicativos de bancos

Acessar a conta corrente e realizar transações a qualquer hora em qualquer lugar é uma das facilidades de se utilizar o aplicativo do seu banco. De acordo com os resultados do CONECTAí Express, pesquisa nacional online e multiclientes do CONECTA, revela que 79% dos internautas brasileiros utilizam pelo menos um app de banco, sendo que os aplicativos da Caixa e do Banco do Brasil são os mais utilizados. Confira quais são os apps de banco mais utilizados pelos internautas brasileiros: Entre os que utilizam app de banco, 2/3 realizam consultas e transações, sendo que as principais operações são pagamentos, transferências e recarga de celular. No entanto, vale destacar que 1/3 utiliza os aplicativos apenas para consultas, pois preferem ir à agência ou utilizar o internet banking e caixas eletrônicos para realizar suas operações. Sobre a pesquisa A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

BTCC Conexão Cliente tem 250 novas vagas em Curitiba

A BTCC Conexão Cliente, empresa do grupo Oi, está selecionando agentes de atendimento para sua unidade em Curitiba (PR). Ao todo, são mais de 250 vagas para início imediato, após a conclusão do processo seletivo. Os candidatos não precisam ter experiência profissional, desde que sejam maiores de 18 anos, tenham ensino médio completo, conhecimento básico em informática e disponibilidade para trabalhar nos períodos vespertino e noturno, em turnos que variam de 4:10 até 6:20. A companhia oferece treinamento especializado e remunerado, vale transporte, vale refeição ou alimentação, auxílio creche, plano de saúde e outros benefícios. A BTCC Conexão Cliente promove oportunidade de crescimento, priorizando seus colaboradores no preenchimento de vagas internas e possui um plano de carreira para os colaboradores desenvolverem seus talentos, com promoção anual de aproximadamente 350 colaboradores do quadro geral. A empresa também está contratando Pessoas com Deficiência. Os interessados devem acessar o site da empresa na internet em www.btcc.net.br e se inscreverem nas vagas disponíveis para Curitiba.

Hi Technologies apresenta inovação em exames laboratoriais na nuvem da Microsoft

A Hi Technologies, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para humanizar a área médica, apresentou ao setor de saúde nesta quinta-feira, 29 de junho, o Hilab, primeiro serviço de telemedicina que realiza exames laboratoriais para identificação de HIV, vírus Zika, Chikungunya, dengue, hepatite, gravidez, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, dentre outros. Quase indolor e bem mais rápido que os métodos tradicionais, o serviço Hilab, desenvolvido com tecnologias Microsoft e Intel, que também apostam nessa área, revoluciona o mercado ao introduzir uma nova categoria em análises clínicas que associa Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) para acelerar o diagnóstico médico. O dispositivo Hilab cabe na palma da mão e utiliza gotas de sangue do dedo do paciente para a coleta, possuindo um mecanismo menos invasivo. “Estamos trazendo três grandes inovações: o primeiro tricorder¹ médico da história, um sistema de telemedicina totalmente disruptivo e uma nova tecnologia de big data para a saúde. O Hilab é um mix disso tudo. Ele traz o laboratório para a mão do médico, e isso muda o cenário da saúde. Nós acreditamos que uma disrupção no sistema de exames laboratoriais tem o potencial de causar mudanças significativas de proporção mundial. Queremos ser o maior laboratório do mundo, sem ter nenhum posto de coleta”, explica Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies. O funcionamento é simples: após a coleta, o sangue é colocado em contato com os reagentes dentro do dispositivo, onde a amostra é “digitalizada” e transmitida instantaneamente via internet para a equipe de biomédicos da Hi Technologies. Após esse processo, os profissionais analisam o resultado e liberam o laudo validado, obedecendo a padrões de qualidade, confiabilidade e precisão equivalentes aos métodos já disponíveis no mercado. “O Hilab vai promover avanços importantes ao usar Inteligência Artificial Microsoft para transformar o processo de realização de exames médicos com mais rapidez e assertividade. Esse é um projeto que ajuda a colocar em prática nossa missão de empoderar pessoas e organizações a conquistarem mais e também de democratizar a Inteligência Artificial. E, neste caso, em uma área essencial, que é a saúde”, diz Priscyla Laham, vice-presidente de vendas ao consumidor da Microsoft. A contribuição da Microsoft ao projeto da Hilab se dá por meio da plataforma de nuvem Azure, pelos dispositivos com Windows 10 IoT e também pela disponibilização de algoritmos de machine learning (aprendizado de máquina) para a análise laboratorial com base em diversos parâmetros pré-estabelecidos. Com essa tecnologia inédita mundialmente, o médico poderá obter os resultados dos exames laboratoriais no momento da consulta ou em poucos minutos após o término. Para Mauricio Ruiz, diretor-geral da Intel Brasil, este é um bom exemplo de como as soluções tecnológicas podem oferecer novas formas para os diagnósticos e tratamentos médicos, fornecendo agilidade e inclusão de mais pessoas no sistema. “Acreditamos que essas colaborações focadas em saúde são essenciais para melhorar a vida das pessoas e, com essa parceria, reforçamos o nosso desejo de contribuir para o desenvolvimento das empresas locais.” De acordo com a ANS (Agência Nacional de Saúde), o mercado brasileiro de medicina diagnóstica movimenta cerca de 25 bilhões de reais ao ano. “Estamos entusiasmados com o universo de possibilidades do Hilab, que proporciona vantagens incríveis a pacientes, podendo também ser uma grande oportunidade para pontos de atendimento, como farmácias e hospitais, ampliarem a prestação de serviços. O mercado de exames laboratoriais é enorme e estamos atuando em conjunto com a Hi Technologies para conquistar uma fatia do segmento”, relata Hélio Rotenberg, CEO da Positivo Tecnologia. A Hi Technologies buscará atuar junto aos consultórios médicos, provendo uma carteira crescente de exames a preços mais competitivos do que os praticados por laboratórios tradicionais. Além das diversas inovações tecnológicas, o serviço Hilab, se comparado à atual realidade no segmento, muda a logística, excluindo etapas que reduzem o engajamento do paciente, retardam o diagnóstico médico e encarecem o processo. A agilidade no diagnóstico é importante, já que 70% das decisões médicas se baseiam nos resultados desses exames. Com o Hilab, o paciente não precisa retornar ao consultório para ter acesso ao laudo. Por isso, o lançamento inova o modelo de negócio, trazendo conveniência e menor custo, principais requisitos para um movimento de ruptura, sendo uma inovação radical oferecida pelo Brasil para o mundo todo. ¹ Um tricorder médico (termo usado na ficção cientifica) é um dispositivo portátil de mão para escaneamento que pode ser utilizado por qualquer pessoa, servindo para autodiagnosticar condições médicas, em questão de segundos, e coletar sinais vitais básicos. Fonte: Microsoft