Curitiba - Cidade Inteligente omaaTSV7TqtFqCdzuSPzD0JpBw0

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CPGP – PMI

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Gestão Rápida da Informação ajuda Madero a aproveitar oportunidades para expansão


Redes alimentícias, franquias gastronômicas e food trucks despontam no ranking de setores imunes à baixa da economia, obviamente, alguns ajustes e adequações aos padrões de consumo dos brasileiros foram realizados, mas no geral, o segmento alimentação enfrenta a maior crise registrada na história da economia brasileira, sem muitos tropeços e contornando muito bem. É o que aponta dados coletados da ABF Franchising.

A rede Madero de restaurantes é um bom exemplo disso. Fundada no Paraná em 2005, a rede dobrou de tamanho nos últimos dois anos, passando de 40 operações, em 2014, para mais de 80 unidades neste ano, espalhadas em diversas cidades do país, nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Rio de Janeiro, Minas Gerais, além do Distrito Federal e de um restaurante em Miami (EUA).

Segundo o diretor de Tecnologia do Madero, Murillo Proença, o uso de ferramentas que aceleram a coleta, tabulação e leitura de dados operacionais e de resultados é o segredo para uma gestão segura das informações da empresa, que auxilia o board a tomar decisões estratégicas, especialmente quando o assunto é expansão e investimentos.

Uma das ferramentas usadas pelo Madero para isso é o Business Intelligence (BI), da Qlik, produto distribuído no Brasil pela Toccato, única com o título Elite Master Reseller. O sistema foi implementado em março passado pela Target Soluções Integradas, que atua no Sul do Brasil. “Com essa ferramenta, não atiramos no escuro, pois ela nos oferece visão total do desempenho da empresa, que nos assegura 100% de certeza em qualquer ação comercial”, destaca Proença.

Ainda segundo o diretor de TI, o que mais chama a atenção é a velocidade das análises versus o grande volume de dados. Eles fazem uso de um software de gestão empresarial (ERP) e o BI da Qlik atua em conjunto com a solução, que também age como um grande repositório de dados. “Antes do BI da Qlik, usávamos planilhas em Excel. Hoje, contamos com uma solução para cruzar informações em tempo real, nos apoiando em qualquer decisão. Nosso board está muito bem impressionado com a solução”, afirma.

“Especialmente o segmento de alimentação e redes de franquias demandam por decisões diárias pela velocidade de mudança ou novas possibilidades dentre hábitos de consumo de seus clientes. Por outro lado, este segmento também conta com uma base de informações incrementada diariamente com novos dados, permitindo um rico trabalho de análise para aumento dos resultados”, conclui o CEO da Toccato, Leonardo Farah.


De volta a Curitiba, Go Digital reúne especialistas em Marketing Digital do Brasil e dos EUA


Quando mais da metade da população brasileira possui acesso à internet, uma coisa é certa: qualquer empresa que não queira perder oportunidades de negócio precisa estar conectada. Mas como utilizar este meio da melhor maneira? Quais as melhores estratégias e as novas tendências do Marketing Digital para atingir o público desejado?

É com essa proposta e com o objetivo de responder essas perguntas que, após o sucesso da primeira edição, em 2015, o Go Digital volta a Curitiba nos dias 9 e 10 de dezembro para mais uma imersão no universo digital. Desta vez, de uma forma ainda mais impactante.

Em cada um dos dois dias de evento, quatro palestrantes ministrarão palestras sobre alguns dos assuntos mais relevantes da área. Serão 16 horas em que os participantes aprenderão mais sobre mídias sociais, Growth Hacking, Inbound Marketing, estratégias de Marketing Digital, Neuromarketing, entre outros.

“Vemos que a internet ainda tem um grande potencial a ser explorado, mas as pessoas acabam limitando seus resultados, justamente por não conhecerem as estratégias e ferramentas adequadas. Queremos ajudá-las a mudar isso”, explica Carlos Müller, diretor de Marketing da CreativeBizz (creativebizz.com), agência digital idealizadora do evento.

Para garantir o alto nível de conhecimento, um time de peso foi convocado para palestrar. Além de nomes do próprio Paraná, profissionais atuantes nos mercados de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro estarão no encontro, que será realizado na Universidade Positivo. Isto sem falar na presença internacional e exclusiva no evento, que vem diretamente dos Estados Unidos para o palco do Go Digital.

“Um dos destaques é o gerente de Marketing da HubSpot para a América Latina, que virá dos EUA especialmente para participar conosco”, antecipa Müller. “Trata-se de ninguém menos que uma das principais empresas do mundo em estratégias e resultados na web. Enfim, será uma oportunidade realmente diferenciada”, completa.

Outro nome de destaque é Cristiano Santos, coordenador de Mídias Sociais da Editora Globo, que faz sua segunda participação no evento e, este ano, vem com uma nova palestra. “Enquanto especialista de peso que é no LinkedIn, o convidado trará todas as novidades para quem deseja otimizar os resultados nesta rede social”, ressalta.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na página do Go Digital, onde também está disponível toda a programação do evento.

Mercado de Marketing Digital

Segundo o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), referência no mercado publicitário, os negócios online movimentaram mais de R$ 9,3 bilhões em 2015. Para 2016, a previsão é de crescimento de 12%, chegando a R$ 10,4 bilhões.

O segmento que mais movimentou verbas publicitárias foi o search/classificados. Nele, foram gastos R$ 5,16 bilhões, seguindo por R$ 3,14 bilhões de Display/redes sociais. Já vídeo ficou em terceiro lugar com R$ 1,03 bilhão. Liderada pelo IAB Brasil, a pesquisa foi batizada de Digital AdSpending e teve entre os seus mentores o ComScore e a colaboração empresas que compõem o mercado online brasileiro.

Evento: Go Digital 2016 – Evento de Imersão em Marketing Digital

Data: 9 e 10 de dezembro (sexta-feira e sábado)

Horário: 8h às 18h30

Local: Universidade Positivo (auditório do Bloco Azul)

Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido

Inscrições e programação: http://eventogodigital.com.br/

Mais informações: (41) 3019-9500


A motivação dos Millennials no mercado de trabalho


Na era globalizada em que vivemos, onde a tecnologia avança e impulsiona constantes mudanças, o mercado de trabalho torna-se cada vez mais exigente e competitivo. O fator humano, é visto como um diferencial para a organização, e deve ser constantemente motivado. Além disso, por conta da forte concorrência, existe uma pressão muito grande no mercado para que esses profissionais procurem se aperfeiçoar cada vez mais, para se destacarem profissionalmente.

No caso dos jovens pertencentes à geração Millennials, ou Geração Y, essa pressão pode ser ainda maior por conta da alta expectativa de crescimento profissional desse público. Por isso, é importante prestar atenção no comportamento desses jovens no ambiente de trabalho, já que estão mudando consideravelmente o panorama dos negócios ao redor do mundo, com sua familiaridade com a tecnologia e questionamentos a respeito de antigos valores corporativos de gerações anteriores a sua.

Com o objetivo de entender melhor esse público que constitui um grupo de destaque no mercado, a Edenred, em parceria com a Ipsos, desenvolveu o estudo Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho. A pesquisa consultou 3.500 jovens profissionais que nasceram entre os anos 80 e 90 e que cresceram paralelamente ao desenvolvimento da tecnologia e principalmente, ao surgimento da internet.

Diferentemente do senso comum traçado pela mídia a respeito do perfil corporativo dos Millennials, de acordo com o Barômetro, os profissionais mais jovens sentem-se mais motivados no ambiente de trabalho em relação aos seus colegas mais velhos, mesmo com a atual situação do mercado – 26% afirmam que sua motivação no trabalho está aumentando, contra 15% dos funcionários com idade superior a 30 anos. Também foi identificado que os trabalhadores da geração Y têm mais confiança em relação ao futuro de suas carreiras dentro da empresa: 26% se consideram muito confiantes, contra 18% entre os colegas com mais idade.

A motivação e as diferenças culturais

Embora as diferenças não sejam sempre relacionadas às gerações, elas são, por vezes, culturais, independentemente da faixa etária em questão. As disparidades nas tendências sobre motivação no trabalho falam por si: entre os trabalhadores franceses, por exemplo, apenas 12% dos jovens profissionais acreditam que sua motivação irá aumentar ao longo do tempo (um dos níveis mais baixos encontrados), contra 19% na Alemanha e no Reino Unido, 26% nos Estados Unidos, 32% na China e 58% na Índia. No caso do Brasil, 30% dos jovens profissionais estão confiantes em relação à motivação no ambiente de trabalho, contra 22% de seus colegas com mais de 30 anos. De maneira geral, os resultados dessa nova fase do Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho mostram que os colaboradores da geração Millennials são mais motivados que seus colegas de outras gerações na maioria dos países entrevistados.


E-commerce: pós-venda qualificado é o principal desafio durante a Black Friday


O comércio eletrônico segue apresentando crescimento e lucros reais mesmo diante do baixo índice de consumo das famílias brasileiras. Dados do relatório da Webshoppers (E-bit/Buscapé) mostram que o setor aumentou o faturamento de vendas em 38%, comparado com 2014, e ainda estima um crescimento de cerca de 8% para este ano, impulsionado pelas vendas na Black Friday. O evento, realizado sempre na última sexta-feira de novembro – esse ano acontece das 00h às 23h59 do dia 25 – já se estabeleceu como uma das principais ações comerciais do país, superando datas sazonais de grande importância para o comércio, como o Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. No e-commerce a ação representa muito mais do que uma oportunidade para alavancar as vendas, pois uma experiência de compras positiva potencializa a fidelização de novos clientes e ainda garante boa reputação, portanto, o evento se torna um importante aliado do empreendedor que deseja impulsionar seu negócio. No entanto, para atender a alta demanda é preciso munir-se de estratégias e dispor de uma boa infraestrutura, principalmente quando se trata de gerenciamento logístico, onde qualquer falha no cumprimento dos prazos pode ser crucial para a imagem da loja online.

Maior evento de ofertas da internet brasileira

De origem americana, a Black Friday acontece todos os anos após a quinta-feira do Dia de Ação de Graças desde a década de 1960. O foco da ação é liquidar os estoques das lojas físicas e iniciar a temporada das compras de final de ano. As promoções do comércio eletrônico ocorrem somente na segunda-feira seguinte, conhecida como Cyber Monday. Já no Brasil começou em 2010 através do e-commerce e já se tornou a segunda época do ano mais importante para o setor, perdendo apenas para o Natal. No entanto, muitas lojas do varejo também aproveitam o momento propício para lançar promoções e impulsionar as vendas, além disso, é comum que tanto o mercado físico quanto online, prorroguem as liquidações por mais tempo, estendendo para os dias seguintes ou até o final do estoque.

Em sua estreia a ação movimentou cerca de R$ 3 milhões, mas foi crescendo gradativamente ao longo dos anos. Na última edição, em 2015 – período de grande recessão financeira no Brasil – as vendas superaram as expectativas, rendendo mais de R$ 1,5 bilhão de faturamento. Este ano, ainda que o cenário econômico do país continue conturbado, estima-se alcançar a marca de R$ 2 bilhões. A ascensão desse período especial de descontos vai de encontro com o amadurecimento do consumidor brasileiro, que vem adotando o hábito de adquirir bens e serviços pela internet, contudo, os empreendedores do setor devem se preparar antecipadamente para absorver este crescimento, pois, problemas na logística – mais recorrentes nessa época – podem tornar a empresa alvo de reclamações online prejudicando sua reputação e vendas.

Falhas na entrega são a principal queixa

Atender o pico da demanda na Black Friday não é tarefa simples. Um levantamento do Busca Descontos, idealizador da ação no Brasil, aponta que em 2015 mais de 3,1 milhões de pedidos foram registrados e a previsão é aumentar o número em 29% nessa edição, ultrapassando 4 milhões. Além dos sites sobrecarregados com o alto número de acessos, os consumidores ainda têm que lidar com prazos de entrega que maiores que os de costume, o que aumenta o nível de insatisfação caso ocorra alguma falha nesse processo. Dados do Procon-SP apontam que um dos itens que mais gerou reclamações junto ao órgão, durante a última edição, foi o atraso na entrega.

Segundo pesquisa feita pelo Sebrae e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em 2015, a maior dificuldade para os lojistas é justamente o envio de produtos. Para Roberto Hoffmann, CEO da SHL Logística, apesar do e-commerce ser um dos grandes propulsores de investimentos em logística no país boa parte dos empreendedores do segmento ainda carece de soluções especializadas que aumentem a eficiência dos serviços. “Para evitar transtornos e garantir o sucesso nas vendas, é essencial que os empreendedores adequem a logística da empresa para atender essa demanda, pois, ao mesmo passo em que o número de vendas sobe, o trabalho da expedição aumenta na mesma proporção e os cuidados devem ser redobrados, pois qualquer falha pode repercutir de forma negativa e por muito tempo na imagem da loja”.

Experiência de compra

Um estudo do Google mostrou que três em cada quatro brasileiros que fazem compras online já participaram de alguma edição da famosa sexta-feira negra. A participação dos usuários saltou de 22% em 2012 para 64% no ano passado. De acordo com Hoffman o momento é de grande expectativa para os comerciantes, pois, trata-se do mês mais lucrativo do ano, e, para garantir o sucesso é importante se preparar antecipadamente “A Black Friday requer um planejamento estratégico para suprir o aumento da demanda, cumprir os prazos de entrega e reduzir os erros e avarias na remessa. O evento pode representar uma porta de entrada para que o consumidor conheça e continue comprando na loja futuramente. É uma oportunidade única, não só para converter vendas, mas também para captar a fidelidade de mais clientes e negligenciar o processo logístico pode colocar tudo a perder”.

Trocas e devoluções

Engana-se quem pensa que após a venda e entrega do produto a operação está finalizada. O processo reverso da logística tem grande importância e sua qualidade – ou a falta dela – reflete diretamente na maneira como o consumidor enxerga a marca e passa adiante – 65% das pessoas prezam pela agilidade na resolução e a garantia de poder trocar o item (E-bit/Buscapé). Essa etapa do atendimento ao cliente acontece no pós-venda e compreende trocas e devoluções, direitos garantidos por lei ao consumidor. As empresas que descumprirem essas normas ou não respeitarem os prazos estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor podem ser autuadas por práticas abusivas e sofrer penalidades.


Comerciante curitibano tem expectativa otimista para 2017


A pesquisa ACP/Datacenso sobre a expectativa do comércio curitibano para 2017 ouviu 200 comerciantes (proprietários ou gerentes) de micro (67%), média (4%) e pequenas empresas (29%), destacando que a maioria dos entrevistados (60%) estima que o desempenho na economia brasileira e paranaense, em particular, será melhor que a do exercício atual. Para 28% o movimento será igual e pior para 12%.

Em resposta à pergunta específica sobre a contribuição das medidas tomadas pelo governo Michel Temer para a recuperação do desenvolvimento e superação da crise econômica, 31% por entrevistados são de opinião que elas vão ajudar de algum modo, variando os demais comentários entre nenhum pouco (11%), um pouco (20%) e mais ou menos (15%).
Os comerciantes que esperam muito do governo Temer somam a parcela de 19%, caindo para 5% os que esperam “muitíssimo”.
O levantamento foi realizada por meio de entrevistas pessoais entre os dias 4 e 7 de novembro passado, com grau de confiabilidade de 95%.

Desempenho de 2017

A estimativa quanto ao desempenho especificamente do comércio no próximo ano, em relação ao movimento registrado esse ano será superior para 63% dos entrevistados, igual para 31% e inferior para 6%, embora a maioria absoluta dos comerciantes ouvidos (83%) tenha demonstrado o sentimento de que a economia dá sinais claros de retomada do crescimento.

Mesmo com a expectativa otimista, parcela significativa de 62% dos entrevistados não tem planos de novos investimentos na infraestrutura das instalações, intenção revelada por apenas 13% dos comerciantes da capital. No item referente à oferta de produtos quanto à variedade e melhoria da qualidade dos mesmos, 10% dos que responderam estão propensos a investir na realização de mudanças qualitativas.

Quanto aos aspectos externos do entorno dos pontos comerciais e lojas em geral, para a maioria dos empresários (65%) a prioridade é a realização de investimentos na área da segurança pública, seguida de investimentos na divulgação dos estabelecimentos das várias regiões urbanas (17%), investimentos na melhoria de calçadas e iluminação pública (7%), além de outros incentivos como captação de novos empreendimentos (3%), redução de impostos e geração de empregos (3%) e estacionamentos mais em conta para a clientela (2%).

Considerado melhor que o desempenho do período igual de 2015, o balanço geral das vendas do ano que está chegando ao fim é acompanhado pelo prenúncio otimista de que haverá melhoras sensíveis em 2017, tendo em vista os indícios claros do reaquecimento gradativo da economia.

Dentre as expectativas citadas pelos comerciantes curitibanos, porém, uma das mais relevantes diz respeito à queda dos juros para algo em torno de 10% ao ano, assim como o índice inflacionário de 5%. Contudo, segundo a explicação do responsável pela pesquisa “ainda se percebe a apreensão da área comercial diante de um cenário interno desfavorável, que sofre ainda ainda as consequências determinadas pela estagnação dos mercados asiático e europeu”, enfatiza Cláudio Shimoyama.


ACP recebe certificação da Câmara Internacional do Comércio para emissão de Certificado de Origem


Durante encontro realizado na semana do Comitê Internacional de Creditação Internacional de Certificação de Origem da ICC WCF, Itália, a Associação Comercial do Paraná (ACP) recebeu o Selo de Qualidade Internacional da ICC World Chambers Federation. A ACP é a primeira entidade das Américas a obter esta certificação. A conquista representa a integridade e credibilidade da associação como emissora confiável de Certificados de Origem para exportação de produtos nacionais.

O vice-presidente Gláucio Geara recebeu o selo do diretor do ICC, Anthony Parkes, juntamente com a gestora do Conselho de Comércio Exterior e Relações Internacionais (Concex-RI da ACP), Gabriella Rangel. A partir de dezembro, o Certificado de Origem ACP contará com a chancela de qualidade internacional.

Cerca de 20 Câmaras de Comércio receberam aprovação para tornarem-se as mais recentes adições à Cadeia de Acreditação de Certificação de Origem Internacional, entre elas a Associação Comercial do Paraná (ACP), que emite o documento por meio do Concex-RI, coordenado pelo vice-presidente Carlos Eduardo Guimarães. A ACP é a única entidade das Américas aprovada a compor esta cadeia.

Junto à entidade paranaense, também passaram a integrar o rol de membros a Câmara de Comércio de Estocolmo, Câmara de Comércio de Teerã e Câmaras locais da França, Itália e dos Emirados Árabes, e foram todas anunciadas como novos membros durante uma recente reunião do Conselho de Certificação de Origem da Câmara de Comércio Internacional – Federação Mundial das Câmaras de Comércio (CCI – FMC) que reuniu mais de 50 especialistas em Certificação de Origem de 37 países.

A nova presidência do Conselho fez o anúncio, liderada por Peter Bishop, CEO Adjunto da Câmara de Comércio de Londres, e apoiado por Martin Van der Weide, Gerente de Políticas em Documentos de Exportação na Câmara de Comércio da Holanda e Presidente do Comitê de Credenciamento de Certificação de Origem.

Selo de Qualidade Internacional e website de verificação online

A ACP passa a contar com o uso do Selo de Qualidade Internacional da Câmara de Comércio Internacional, selo este que reforça a integridade e credibilidade da ACP como emissora confiável e competente de Certificados de Origem (COs), trazendo segurança para as empresas, traders, bancos e Administrações Aduaneiras que terão seus COs emitidos de acordo com as melhores práticas internacionalmente aceitas.O site internacional de verificação de Certificado de Origem reforça a Cadeia de CO e é um serviço que está exclusivamente disponível para os membros da Cadeia de Acreditação. O site permite que as autoridades aduaneiras verifiquem online a autenticidade de COs emitidos pelas Câmaras integrantes.

A continuidade do desenvolvimento do site será conduzida por Luc Dardaud, gerente do Departamento de Facilitação do Comércio na Câmara de Comércio de Paris Ile de France, que preside o grupo de trabalho de CO Eletrônico, ajudando as Câmaras a tratar sua progressão para COs eletrônicos e questões aduaneiras eletrônicas.

Segundo o Presidente do Conselho, Peter Bishop, “a emissão de documentos relativos à origem é um elemento crucial do comércio mundial e as Câmaras tem um papel importante a desempenhar”, disse ele. “Ao partilhar conhecimentos e melhores práticas, e ao tornar os sistemas simples e eficientes para os negócios, estamos a fazer a nossa parte no crescimento e harmonização do comércio mundial.”


Setor de TI do Paraná vai ter Bancada Digital na Assembleia Legislativa


Em visita ao Comitê Estadual de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações, o deputado estadual Guto Silva anunciou a criação de uma bancada digital na Assembleia Legislativa. A iniciativa visa fortalecer o setor de TIC, considerado um dos mais importantes para o crescimento da economia do Paraná. Veja mais detalhes em reportagem do Valor Agregado.


SENDI 2016 recebe 3 mil pessoas em Curitiba


José Augusto Araújo de Noronha, Presidente OAB/PR, Deltan Dallagnol, Procurador do Ministério Público Federal, Antonio Raimundo dos Santos, Coordenador Comitê de Ética da Copel, Zaki Akel, Reitor da UFPR e Maximiliano Andres Orfali, Superintendente de Gestão Copel Distribuiação participaram do Painel sobre Ética. Foto: Roberto Gilliard

As maiores distribuidoras públicas e privadas do País discutiram e debateram o futuro do setor de energia elétrica no SENDI 2016 – XXII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica, que aconteceu de 7 a 10 de novembro, no Curitiba ExpoTrade, na capital paranaense. Considerado o maior evento do segmento na América Latina, o SENDI reuniu cerca de três mil pessoas nos quatro dias de realização.

Promovido pela ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) e coordenado pela Copel, o Seminário foi palco da apresentação de novas tecnologias, relacionamento de negócios, debate sobre novas tendências e integração de profissionais das principais concessionárias brasileiras. Composto por painéis com mostra e debates de trabalhos técnicos, o encontro centralizou a programação em quatro eixos: inovação, ética, gestão regulatória e clientes.

De acordo com Nelson Fonseca Leite, que há seis anos preside a ABRADEE e já participou de sete edições do evento, o SENDI nunca recebeu tantas pessoas desde a primeira edição, há 54 anos. “Além da quantidade, é importante destacar o interesse do público presente, que lotou os auditórios e marcou presença nas apresentações dos trabalhos técnicos”, afirmou o presidente. O público também agradou aos 85 expositores presentes, que demonstraram otimismo em relação à recuperação do país. “As empresas perceberam, durante a feira, a retomada da confiança dos investidores no País, projetando um novo momento da economia”, ressaltou Fonseca Leite.

É o caso da multinacional Siemens que, apesar de não ter sofrido tanto os efeitos da retração, acredita que 2017 será de retomada do crescimento do setor elétrico. “Percebemos um aquecimento dos negócios durante o SENDI, que nos proporciona uma aproximação com os clientes, gerando futuros negócios”, ressaltou o engenheiro de vendas da empresa, Luiz Braga Júnior.

A WEG, que fornece soluções para geração, transmissão e distribuição de energia, também comemorou os resultados da XXII edição do evento. “É sempre muito bom participar, pois nossos principais clientes estão na feira. E o evento é ideal para a prospecção de novos negócios. Aqui plantamos a semente para depois efetivarmos os projetos”, argumentou o gerente de vendas da empresa catarinense, Marco Antônio de Azambuja. Ainda de acordo com ele, o aplicativo para celular disponibilizado aos visitantes e expositores facilitou o acesso à informação sobre os painéis e palestras. “Foi muito proveitoso, não só em termos de geração de negócios, mas também para estreitar relacionamentos e ficar informado sobre as tendências do mercado. Estamos otimistas e acreditamos que o setor elétrico voltará a crescer no próximo ano”, completou.

O evento contou com a presença de duas missões internacionais – uma do Reino Unido e outra do Canadá, que promoveu uma roda de negócios com empresários canadenses e brasileiros no setor de distribuição de energia e saiu do SENDI muito satisfeita com a forma com que o assunto foi tratado no evento. Nesta edição, 776 trabalhos técnicos foram inscritos, dos quais 200 foram selecionados para apresentação em sessões técnicas e 80 em formato de pôster. As mostras englobaram 23 temas do mercado de distribuição de energia e aconteceram simultaneamente em 12 salas do evento. “Representantes de concessionárias de todo o Brasil trouxeram as melhores práticas e possibilitaram essa troca de conhecimentos e experiências entre os diversos players do mercado”, afirmou o presidente da Copel Distribuição, Antônio Guetter.

O presidente da ABRADEE destacou também a relevância dos temas debatidos e o gabarito dos palestrantes presentes. “Tivemos, nesta edição, o primeiro ministro a participar do SENDI na era democrática. O último foi em 1980, no governo Figueiredo: César Cals”, lembrou Fonseca Leite, referindo-se à participação do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. O ministro, por sua vez, ressaltou uma série de ações adotadas em quase seis meses de gestão – como, por exemplo, o resgate do papel que cada órgão governamental desempenha na adoção das políticas públicas para o setor. “Havia uma disputa de espaço onde se confundia o que era papel do governo, da agência reguladora e de outros setores envolvidos da área de geração, transmissão e distribuição. Procuramos estabelecer uma nova dinâmica de relacionamento. Parece apenas palavrório, mas para quem investe no setor elétrico, este ambiente de harmonia gera tranquilidade na tomada de decisões”, afirmou o ministro.

O SENDI 2016 contou também com dois eventos que antecederam o Seminário: o VI Rodeio Nacional de Eletricistas e a primeira edição do Hackathon SENDI, que aproximou o público acadêmico do setor. “O Hackathon trouxe uma oxigenação ao SENDI e a nossa recomendação é que seja repetido para as próximas edições do evento”, afirmou o presidente da ABRADEE, Nelson Fonseca Leite.


Internet das Coisas e a Sustentabilidade – Por Joy Tan


A Internet das Coisas (IoT) é entendida, genericamente, como o sistema de dispositivos conectados à Internet. A Indústria 4.0, como parte da IoT, refere-se especificamente à manufatura em uma fábrica conectada. Cerca de 55% da IoT abrange serviços públicos e cidades inteligentes, enquanto os outros 45% envolvem eletrodomésticos e veículos.

Como dispositivos conectados fornecem dados sobre como as pessoas os usam, as empresas terão uma nova fonte de informações sobre como fornecer um serviço melhor. Além disso, objetos conectados farão com que empresas economizem mais. No ano passado, o Índice de Conectividade Global da Huawei analisou como países usam a tecnologia para fomentar o desenvolvimento econômico e percebeu que se a IoT deixasse as cadeias de fornecimento em 1% mais econômicas, a economia seria de US$ 450 milhões à US$ 1.2 bilhão.

A IoT melhorará a sustentabilidade em inúmeras áreas, entre eles a agricultura. As Nações Unidas estimam que, para atender à crescente demanda por comida, a produção agrícola mundial terá que aumentar 70% até 2050, consequentemente deverá haver uma maior produtividade. A IoT usará dados dos objetos conectados para melhorar o desempenho desse segmento, uma tendência que acontece há mais de uma década. Em 2001, John Deere instalou sistemas de GPS que mostravam quais faixas de terra não haviam sido aradas, gerando redução nos custos com combustível em 40% e ajudando agricultores a usarem fertilizantes e herbicidas de forma eficiente. A IoT ainda ligará digitalmente tratores e agricultores, coletará dados dos equipamentos e os integrará com previsão do tempo, condições do solo, horários de irrigação e desempenho geral.

A IoT já está sendo implantada na Califórnia. Sensores instalados nas amendoeiras controlam níveis de umidade no solo, enviando dados para análise e, em seguida, passando informações de volta para o sistema de irrigação, que modifica a saída de água. Assim, agricultores economizam 20% de água e se tornam menos vulneráveis às variações climáticas. As colheitas aumentarão, os custos diminuirão e os consumidores pagarão menos por comida.

A IoT também produzirá benefícios em áreas que vão além da agricultura:

• Redes de energia terão sensores que permitirão o gerenciamento de cargas de energia, consultas a medidores remotamente e localização de falhas na rede. Usinas de energia, torres de transmissão e transformadores também serão integrados à rede.

• Prédios responderão às mudanças de temperatura e iluminação, economizando energia e reduzindo emissões de carbono. A Huawei recentemente realizou um experimento em um prédio comercial com 5000 metros quadrados. Após um ano, os sistemas de controle de energia economizaram o equivalente a 165 toneladas de carvão e 436 toneladas de dióxido de carbono. Se o programa fosse realizado em toda a China, o país economizaria milhões de toneladas de carvão, ao mesmo tempo em que reduziria a poluição do ar.

• O desperdício eletrônico será reduzido. Devido aos objetos da IoT serem embarcados com chips e sensores, eles serão rastreados durante seu ciclo de vida e remanufaturados, reduzindo desperdícios, custos e o trabalho de montagem.

• A infraestrutura pública também ficará mais sustentável com a IoT. Copenhague, que busca ser neutra em emissões de carbono até 2025, já instalou semáforos inteligentes que brilham de acordo com as condições do solo. Ao mesmo tempo, sensores nos semáforos monitoram variáveis como o tráfego de pedestres e veículos, poluição do ar, níveis de ruídos e condições climáticas.

Mesmo que não possamos ver, a rede desempenha um papel central em nossas vidas. Nossa dependência dessas tecnologias só aumentará com o tempo. Até 2025, estima-se que 7 bilhões de pessoas terão algum tipo de conexão digital. Inclua as conexões entre máquinas e entre máquinas e pessoas e estaremos olhando para cerca de 100 bilhões de conexões no mundo.

Pelo fato dessas tecnologias se estenderem para diferentes partes da economia, teremos de trabalhar juntos de uma maneira nunca antes feita. Assim, podemos desenvolver padrões que atendam diversas indústrias, permitindo que a IoT forneça benefícios econômicos e comerciais, ao mesmo tempo em que constrói um mundo mais sustentável e melhor conectado.

Joy Tan, Presidente Global de Mídia e Comunicações da Huawei


Urbs testa wi-fi e carregador de celular em biarticulado


Foto: Everson Bressan/SMCS

Usuários da linha Santa Cândida/Capão Raso têm sido surpreendidos com a possibilidade de carregar o celular e acessar internet grátis dentro do ônibus. A novidade está disponível no biarticulado GE 720 e faz parte da modernização da frota definida na atual gestão com a revisão do manual de especificação que integra o contrato com as empresas operadoras.

O teste está sendo feito a pedido das próprias empresas, uma vez que, quando voltarem a comprar ônibus, estes terão que ter obrigatoriamente os novos acessórios. No GE 720 estão instalados dois modens para acesso à internet e 37 tomadas com entrada USB.

Iniciado em setembro, o teste tem registrado, em média, 40 acessos à internet por viagem. Os equipamentos foram instalados em setembro. A previsão é de seis meses para avaliação final do desempenho.

Não há qualquer custo para o Município ou para o usuário do transporte coletivo. A tecnologia utilizada é cedida pela empresa Plenatec, de Caxias do Sul, polo de produção de carrocerias de ônibus. A qualidade do sinal e desempenho dos equipamentos são acompanhados pela Urbs e, na sequência, serão avaliados por uma equipe da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

O número de tomadas USB será variável de acordo com o tipo de ônibus e será definido na planta da carroceria, submetida à aprovação da Urbs quando o veículo é encomendado na montadora.

Curitiba já poderia ter vários ônibus com wi-fi e tomada para celular caso a renovação da frota, determinada pela Urbs, tivesse sido feita. Em 2013, as empresas conseguiram na Justiça uma liminar que suspendeu a compra de novos veículos. A Urbs recorreu ao STF e o processo ainda está em tramitação.

Além dos ônibus, o usuário do transporte coletivo também terá acesso gratuito à internet nos terminais. O serviço foi disponibilizado em setembro no Terminal Capão Raso e estará em outros cinco terminais até o fim deste ano. O cronograma elaborado na atual gestão prevê a disponibilização de wi- fi em todos os terminais nos primeiros meses do ano que vem.

Câmeras

A revisão do Manual garantiu outras novidades que na sequência passarão a fazer parte da frota do transporte coletivo de Curitiba. É o caso, por exemplo, de ventiladores elétricos de alta vazão para melhorar a circulação de ar, câmeras de monitoramento interno e porta mochila, entre outras novidades.

Além das câmeras internas, os biarticulados terão câmeras de apoio ao motorista, instaladas nas portas. Três biarticulados já circulam com câmeras nas portas, medida que, embora não seja percebida pela maioria dos usuários, tem merecido elogios dos motoristas.

As imagens captadas pelas câmeras são visualizadas pelo motorista no painel quando o ônibus está com velocidade de até 10km/h ou estiver parado. Isso significa que ele tem apoio visual na manobra de parar o ônibus na estação para encaixe das plataformas e pode observar o movimento de passageiros nas cinco portas no embarque e desembarque. O objetivo da obrigatoriedade dessas câmeras é oferecer melhores condições ao condutor, o que significa mais segurança ao passageiro.

Disponibilizado no site da Urbs, o Manual de Especificação é um dos documentos que integram o contrato de operação do transporte coletivo firmado em 2010 com os consórcios Pontual, Pioneiro e Transbus. Por determinação contratual, só podem ser incorporados à frota veículos que atendam a todas as especificações definidas pela Urbs.

O documento especifica todos os itens que compõem o ônibus, de adesivos, sensores semafóricos e campainhas, a caixas de rodas, sanfonas, limitadores de velocidade, pneus, freios, características mecânicas, etc, ilustrados por mapas, plantas e desenhos.

Fonte: Prefeitura de Curitiba