Curitiba - Cidade Inteligente omaaTSV7TqtFqCdzuSPzD0JpBw0

APOIO

APOIO

CPGP – PMI

 CPGP – PMI

Positivo Informática colhe benefícios com o SAP Enterprise Support


Recentemente, a Positivo escolheu o SAP Enterprise Support, convencidos sobre os serviços que ajudam a realizar o valor de seus investimentos através da continuidade nos negócios e melhorias de TI.

A Positivo possui forte presença no setor de informática no Brasil e Argentina, sendo reconhecida por seu desenvolvimento de soluções inovadoras e tablets educacionais. Com o objetivo de negócio de manter e ampliar sua vantagem competitiva, a área de TI da Positivo está focada em melhorar o “Time to Market” para suas inovações.

“A TI desempenha um papel fundamental na transformação digital do negócio, a qual só pode ser alcançada sendo menos operacional e mais inovadora” Diz André Guarenghi, diretor de Tecnologia da Informação da Positivo Informática.

A SAP analisou a atual arquitetura de solução da Positivo de acordo com suas necessidades de negócios e propôs um plano de execução, com recomendações especificamente orientadas à otimização de suas soluções atuais. “As melhores práticas de negócio da SAP nos ajudam a manter nossos processos próximos ao padrão, de forma a estarmos em conformidade e rapidamente preparados para as atualizações da SAP”, diz Guarenghi. Novas funcionalidades, melhorias, atualizações tecnológicas e legais fazem parte do contrato de manutenção SAP com a Positivo.

O SAP Enterprise Support é a oferta principal de suporte da SAP e vai além da resolução de incidentes, correção de bugs e estabilização técnica através de atualizações de produtos (patches, kernel, notas, correções). Os serviços proativos do SAP Enterprise Support são desenvolvidos com foco na otimização de processos de negócio, além de auxiliar os clientes na construção de novos e rentáveis modelos de negócio, promovendo a sua transformação digital.

“Em todos os cenários de implantação, o SAP Enterprise Support oferece suporte proativo e preventivo desde o primeiro dia, cobrindo todo o ciclo de vida, permitindo uma integração suave de soluções em nuvem”, destaca Alexandra Munakata, Vice-Presidente da área de Serviços e Suporte na SAP Brasil.


Sete dicas sobre o que não fazer na frente do investidor-anjo


O ecossistema de startups avança e com ele o aporte financeiro também. De acordo com a Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos de fomento ao investimento-anjo, há um aumento de 11% a 15% ao ano, o que resultou em uma injeção de R$ 784 milhões nas empresas em estágio inicial do Brasil no ano de 2015.

No entanto, alguns cuidados são necessários na hora de falar com o investidor e explicar o porquê dele apostar no negócio. “Todo empreendedor tem na cabeça que sua startup é diferente, inovadora, que é a melhor de todas e que vai ser o mais novo unicórnio do planeta. Mas criar algo disruptivo é o que todos querem e só alguns conseguem pois além do sonho e da crença precisa ter conhecimento nas mais diversas áreas e carregar uma bagagem com muita experiência”, indica Marcio Kogut, investidor, idealizador da 20Startups.com e CEO da Kogut eBusiness, empresa especializada em consultoria e inovação.

E para ajudar o empreendedor a estar preparado no dia em que avistar esse “anjo”, seguem sete dicas do Kogut sobre o que não falar na frente do investidor:

1. Ainda é uma idéia não tenho MVP (Minimum Viable Product)

Não queime o contato e ocupe o tempo do investidor se não tiver com um MVP pronto e rodando. Quando digo MPV estou falando de no mínimo o seu negócio funcionando em uma fase resumida, enxuta ou beta e não uma landing page com os links de quem somos, onde estamos e o que fazemos. Ninguém investe em ideias e para não queimar a largada só peça dinheiro do anjo quando você tiver esta etapa rodando e validada.

2. Sou apenas eu, ainda não tenho um time formado.

Ninguém vai para guerra sozinho, isso é suicídio! Antes de ter pelo menos 3 pessoas em seu time com uma certa experiência, conhecimentos complementares e fundamentais é praticamente impossível alguém investir em você.

3. Tenho outra atividade e toco a startup em paralelo.

Isso seria a mesma coisa que falar que sua startup é um bico, um hobby, que ela está em segundo plano e que não é a sua prioridade. Já é difícil competir trabalhando incansavelmente e se esse é o seu caso, decida-se, escolha um dos lados ou arranje outro passatempo.

4. Meu programador é freelancer. Meu desenvolvimento é terceirizado.

Nenhuma startup consegue decolar com a tecnologia terceirizada. Independente do modelo de negócio ou segmento de mercado, você sempre irá depender da tecnologia então será um tiro no pé achar que pode tratar e resolver isso apenas com alguns programadores freelas. Tenha no mínimo um CO-Founder nerd na sua startup e aumente a equipe conforme os investimentos e a demanda.

5. Não tenho concorrentes.

Impossível algum negócio não ter concorrente direto ou indireto hoje em dia. Pode ser que seu negócio tenha um propósito de valor diferente, uma inovação no modelo mas mesmo assim é certeza que tem concorrentes e você é obrigado a conhecer todos eles. Você precisa conhecer a fundo todos os seu competidores, diretos e indiretos, similares ou parecidos e entender a possibilidade e os riscos deles copiarem a sua inovação e prejudicarem o seu crescimento.

6. Investi um pouco do meu dinheiro e agora estou buscando mais investimento.

Um pouco? Esse é o negócio da sua vida não é? Então você precisa investir tudo e mais um pouco antes de pedir dinheiro para um anjo. Ele precisa saber que agora você não tem mais de onde tirar.

7. Se eu errar eu aprendo.

Isso vai fazer o investidor rasgar o seu cheque! Investidor nenhum quer escutar isso e saber que você está disposto a errar com o dinheiro dele. Ele quer que você acerte bem na mira! Isso é um mito até no Vale do Silício! Lógico que quando erramos, aprendemos. Isso faz parte da nossa natureza desde que nascemos. Mas glorificar a falha; sim, é um grande erro. O fracasso não é algo bom principalmente com o dinheiro do anjo então tire isso dos seus argumentos. Mesmo sabendo que o caminho do sucesso é pavimentado com as falhas, elas nem sempre precisam ser as suas.


Centro Universitário UNINTER desenvolve aplicativo em parceria com alunos


Segundo dados da pesquisa App Olympics, realizada em 2016, o Brasil lidera a lista de países com mercados mais competitivos para aplicativos mobile. Ao todo, foram analisados dados de 52 milhões de usuários para verificar como eles interagem com seus aplicativos e dispositivos móveis. A análise também mostrou que os brasileiros usam, em média, 29 aplicativos e interagem mensalmente com 53. Com o resultado, o Brasil ultrapassou o México e os Estados Unidos no que diz respeito ao engajamento dos usuários – especialmente em categorias de jogos e aplicativos cotidianos.

Seguindo as tendências mundiais e com o objetivo de promover mais interação com os alunos, o Centro Universitário Internacional Uninter criou o aplicativo UNINTER que oferece acesso rápido a informações acadêmicas e financeiras. “Hoje as pessoas acessam a internet mais pelo celular do que pelo computador, fazendo com que a agilidade e a facilidade na comunicação sejam uma necessidade em qualquer meio. E para instituições de ensino não seria diferente. Ao desenvolver o aplicativo, buscamos otimizar o tempo dos estudantes, agregando comodidade e interação. Para isso, reunimos diferentes serviços em uma única ferramenta como, por exemplo, o acesso a notas, boletos, entre outros. Já para os visitantes que ainda não são alunos, oportunizamos a realização da inscrição para o vestibular em poucos cliques, além do acesso a informações da instituição”, explica Maurício Bianchi, gerente de Tecnologia da Informação da Uninter.

O projeto foi desenvolvido pela equipe de Tecnologia da Informação da Uninter em parceria com alunos de diversos cursos do Centro Universitário. “Pensamos em uma ferramenta que atendesse a necessidade e, em menos de dois meses, criamos o aplicativo. Porém, como o objetivo é trazer todo mês um recurso ou uma novidade para os usuários, resolvemos formar um grupo para ouvir os alunos que nos ajudaram a direcionar cada uma das novas versões ”, acrescenta Bianchi.

Para o estudante do curso de Relações Internacionais, Carlos Cunha, as lojas virtuais têm oferecido muitos aplicativos que nem sempre são úteis no dia a dia. “Quando fui convidado para avaliar o aplicativo, fiquei feliz por ter a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento de algo que facilitará a rotina de todos os estudantes. Foi uma boa surpresa, pois percebo que vários segmentos criam APPS sem levar em consideração o julgamento do usuário, o que inviabiliza o uso de diversos recursos”, comenta Cunha.

Após conhecer a primeira versão do aplicativo e algumas das próximas etapas, os alunos testaram as possibilidades oferecidas e enviaram suas considerações. “Pudemos testar e opinar sobre cada item e, com isso, ajudamos os desenvolvedores na antecipação de alguns recursos e na criação de novos. Foi uma experiência nova, mas que levarei para o resto da minha vida”, destaca o aluno.

O aplicativo ainda oferecerá uma opção de notificação na qual o aluno receberá alertas exclusivos sobre notas, atividades e comunicados institucionais. “Também já estão programadas versões onde o usuário poderá abrir protocolos para a secretaria e interagir com os professores e colegas de turma. A cada novo recurso, reforçamos o nosso compromisso em entregar uma ferramenta que irá proporcionar mais interação entre aluno e instituição, além de oferecer o acesso aos serviços que ele precisa, sempre de forma rápida e prática”, completa o gerente de TI.

Para conhecer e utilizar os serviços disponíveis é necessário fazer o download do aplicativo – buscado pela palavra-chave “UNINTER”, disponível na App Store e na Play Store.


156 acumula 46,8 mil solicitações não respondidas pela gestão anterior


O sistema 156 de atendimento à população de Curitiba registrou no início de janeiro (dia 4) 46.867 pendências de não atendimento às solicitações – 69,7% delas com atraso superior a 36 dias. Foto:Cesar Brustolin/SMCS

O sistema 156 de atendimento à população de Curitiba registrou no início de janeiro (dia 4) 46.867 pendências de não atendimento às solicitações – 69,7% delas com atraso superior a 36 dias. As pendências são do período de 2013 a 2016, gestão anterior da Prefeitura.

A maior parte – 28,1 mil – é de serviços solicitados à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, tradicionalmente a que tem o maior volume de solicitações.

Os contatos, por telefone ou internet, são para solicitar alguma ação do município, como recolhimento de entulho vegetal ou móveis inservíveis e poda de árvores.

Segundo os técnicos do 156, o principal problema era a falta de equipes nas secretarias responsáveis para fazer o trabalho demandado. Sem o serviço na ponta, não havia resposta a ser dada.

No início da nova gestão, não havia nenhum contrato com equipes de manutenção da cidade, por exemplo, segundo o secretário de Governo, Luiz Fernando Jamur.

“Estamos retomando emergencialmente os serviços, pois a população não pode ficar sem resposta”, diz Jamur.

Muitas pendências remontam a 2013, primeiro ano da gestão anterior. Elas somam 3.279 ocorrências (ou 7% do total dos atrasos). Outras 21.841 solicitações feitas pelos cidadãos ao longo de 2016, no último ano da gestão, ficaram sem resposta. Elas somam 46,6% das pendências.

De acordo com técnicos do setor, o problema ganha mais envergadura na medida em que, em 2015, foi feito um expurgo no sistema, com baixa em 17.027 pedidos que estavam em atraso e foram considerados muito velhos e sem perspectiva de resposta.

Fatores

As pendências se devem a três fatores: serviço solicitado não realizado, o departamento não tinha resposta para dar ao cidadão ou o pedido se perdeu na burocracia do órgão responsável.

Interrelacionados, os motivos, no entanto, vão contra o princípio do serviço, que é atender e dar resposta satisfatória às pessoas que acionam o 156.

O sistema é estruturado para acompanhar o andamento de todas as ocorrências geradas pelos cidadãos. Ao receber um pedido, ele aciona o órgão responsável pelo serviço, embora não possa exigir que a ação seja realizada.

Dessa forma, o balanço de atendimentos do 156 serve, portanto, de termômetro de como está a efetiva prestação de serviços à população.

Um caso levantado pelos técnicos mostrou que um pedido feito em 2015 (há cerca de dois anos, portanto) foi “respondido” nos últimos dias de dezembro de 2016. Na resposta, o responsável solicitava que o cidadão abrisse um novo pedido, uma vez que a gestão estava sendo encerrada.

Para os técnicos do 156, esse é o tipo de retorno que não deve ser dado aos cidadãos.

História

Serviço criado em 1984, o 156 é o principal canal de atendimento aos cidadãos que moram em Curitiba.

A filosofia da central é prestar atendimento seguro, confiável e de qualidade para a população, por meio do telefone (que dá nome ao serviço) e também pela internet.

A central é operacionalizada pelo Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), tendo como responsável a Secretaria Municipal de Governo.

Ao longo de 2016 foram realizados 1,2 milhão de atendimentos via telefone (a maioria) e internet. Eles se dividem em dois casos: pedidos de informações (como horário de ônibus, por exemplo) e solicitações de serviços.

Na primeira situação, a maioria das respostas é dada de forma imediata pelo atendente, já que são informações quase sempre disponíveis no site da prefeitura. Elas somaram 529,5 mil contatos com o serviço no ano passado.

Na segunda, os pedidos sempre demandam ação da Prefeitura (como coleta de entulho, poda de árvore, restauro de pavimento). São esses casos que geram as demandas em atraso. Em 2016, foram 491,9 mil solicitações feitas. O número das que estão em atraso representa 4,6% desse total (incluindo pendências originadas em solicitações feitas em outros anos).

A diferença entre o total de atendimentos (1,2 milhão) e a soma de informações e solicitações (1,02 milhão) se deve aos contatos feitos pelos cidadãos que querem verificar como está o andamento de seu pedido.

Serviço

A central funciona 24 horas por dia. Pode ser acessada pelo telefone 156 ou pela internet (site e chat), no endereço www.central156.org.br.

Fonte: Prefeitura de Curitiba


Startup curitibana Fleety anuncia encerramento de operação


Especializada em compartilhamento de automóveis, a startup Fleety anunciou encerramento com texto em site intitulado “O Fim de Uma Jornada”, que você confere abaixo:

Há pouco mais de três anos, decidimos aplicar o conceito da Economia Colaborativa ao uso de carros. Compartilhar nada mais é que uma forma mais inteligente de fazer uso de um bem. Para os proprietários, isso significa uma renda a mais; para quem precisa de um carro esporadicamente, uma forma mais fácil e interessante de conseguir um; para nós, contribuir um pouquinho com, senão o mundo, a comunidade em que vivemos.

Com isso em mente, encaramos o desafio de provar que o car sharing é possível, mesmo em um país de “apaixonados por carros”. Com muita ambição, sonhos e trabalho duro, vencemos barreiras dentro do tradicional setor automobilístico, fomos chamados de loucos, batemos de frente com gente grande e desbravamos um mercado até então inexistente. A sensação que fica é a de missão cumprida. Ao longo dessa jornada, foram mais de 500 mil horas de locação, parcerias incríveis com proprietários e fornecedores e grandes aprendizados. No entanto, o Fleety chegou ao fim.

Todos sabem que empreender no Brasil não é moleza. Mesmo com uma equipe genial, que suou a camisa para construir uma plataforma de car sharing cada vez melhor, proprietários parceiros que compraram nossa ideia e tornaram o negócio possível, investidores que arriscaram junto com a gente e motoristas incríveis, situações externas impediram a continuidade dessa iniciativa, de forma que encerrar a operação foi não a mais fácil, porém a mais justa decisão a ser tomada.

Saiba mais detalhes em https://www.fleety.com.br/


Gláucio Geara assume presidência da Associação Comercial do Paraná


Em ato formal realizado nessa terça-feira (3) no gabinete da presidência, ocorreu a transmissão de cargo de presidente da Associação Comercial do Paraná para o empresário Gláucio José Geara, eleito em novembro do ano passado pela Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade para substituir o presidente Antonio Miguel Espolador Neto, principal dirigente da ACP entre 2014 e 2016.

O novo presidente, cuja posse festiva se dará no dia 27 de março vindouro, estará à frente da diretoria executiva, conselhos estatutários e departamentos ao longo do triênio 2017-2019.

O presidente Gláucio Geara, com longos anos de atuação no setor automotivo, uma vez mais enalteceu a administração conduzida pelo antecessor, lembrando que todos os setores da entidade estão plenamente equilibrados, citando entre outras explicitamente as áreas de finanças e assistência direta aos associados no fornecimento de produtos e serviços.

“Não nos deixe porque de agora em diante você é nosso irmão”, afirmou Gláucio ao se dirigir ao ex-presidente Antonio Miguel Espolador Neto, que por sua vez agradeceu o apoio irrestrito recebido dos vice-presidentes, coordenadores de conselhos e gestores da ACP, destacando em especial a cooperação recebida do gerente geral Olívio Zotti, “inclusive nos momentos mais desafiantes da gestão”.

Espolador encerrou sua rápida alocução se referindo à parábola bíblica do semeador, lembrando que a semente lançada caiu sobre vários tipos de solo e, devido a circunstâncias naturais não houve a germinação necessária para a produção de frutos. E fez uma comparação com o trabalho realizado na própria ACP, exemplificando que a boa semente representada pelos colaboradores que se esforçaram para ajudar o avanço da entidade, é a maior evidência que a mesma caiu em terreno fértil. “Estou certo que essa boa semente continuará a produzir bons frutos na gestão do presidente Gláucio Geara”, concluiu.

A transferência de cargo foi prestigiada pelos vice-presidentes Sinval Lobato Machado, que falou em nome dos presentes, Camilo Turmina, José Eduardo Moraes Sarmento, Dalton Rispoli, Antoninho Caron e Leonardo Sperb de Paola.

Fonte: Associação Comercial do Paraná


Serginho do Posto é eleito presidente da Câmara de Vereadores de Curitiba


Foi eleito presidente da Câmara de Curitiba, nesta segunda-feira (2), o vereador Serginho do Posto (PSDB). Indicado pelo maior bloco parlamentar, que reúne 25 dos 38 parlamentares do Legislativo, ele não teve oponentes na candidatura (leia mais). No primeiro pronunciamento, Serginho prometeu implantar metas, manter a política de austeridade “que economizou R$ 80 milhões” e incentivar “leis modernas”. “Nós temos que ouvir a voz das ruas, uma vez que 30% do eleitorado não votou nas últimas eleições. Com esse recado, a nossa responsabilidade aumenta”, analisou.

“Não serão anos tranquilos”, disse Serginho do Posto, referindo-se aos cenários político e econômico. “A Prefeitura de Curitiba terá seus desafios, assim como a Câmara de Vereadores. Vai ser preciso muito diálogo com a sociedade. Vamos manter a transparência, fazer avanços no processo legislativo, com o fortalecimento técnico das comissões e ajustes no regimento interno. Também não buscaremos a construção do novo prédio”, prometeu o novo presidente, cujo mandato é para o biênio 2017-2018, vedada a reeleição. “Farei a defesa da instituição, mas não compactuarei com o mal feito”, afirmou. Começando seu quarto mandato, Serginho foi o vereador mais votado em Curitiba, com 11.272 votos.

Dos 38 vereadores, apenas Noemia Rocha (PMDB) e Professora Josete (PT) não votaram nele, optando pela abstenção, pois entendiam que essas propostas deveriam ter sido apresentadas antes da eleição. Serginho respondeu que o regimento interno não prevê isso, mas que é uma mudança a ser discutida. Foram eleitos para primeiro e segundo vice-presidentes, respectivamente, Tico Kuzma (Pros) e Toninho da Farmácia (PDT). Jairo Marcelino apresentou candidatura avulsa para a primeira secretaria, mas não obteve mais apoios entre os parlamentares. Prevaleceu a indicação do “blocão”, Bruno Pessuti. Ambos são do PSD.

Junto com Bruno Pessuti, foram eleitos para a segunda, a terceira e a quarta secretarias, respectivamente, Mauro Ignácio (PSB), Julieta Reis (DEM) e Cristiano Santos (PV). A eleição da vereadora para a Mesa Diretora foi comentada por outras parlamentares, que cobraram mais participação das mulheres na administração da Câmara Municipal. Maria Letícia (PV), Fabiane Rosa (PSDC), Kátia Dittrich (SD) e Noemia se manifestaram dessa forma. Dr. Wolmir (PSC) e Marcos Vieira (PDT) serão corregedor e vice-corregedor (leia mais). Pier Petruzziello (PTB) foi anunciado líder do prefeito (leia mais).

Mesa Diretora 2017-2018
Presidente: Serginho do Posto (PSDB)
1º Vice-presidente:Tico Kuzma (Pros)
2º Vice-presidente: Toninho da Farmácia (PDT)
1º Secretário: Bruno Pessuti (PSD)
2º Secretário: Mauro Ignácio (PSB)
3º Secretário: Julieta Reis (DEM)
4º Secretário: Cristiano Santos (PV)

Fonte: Câmara Municipal de Curitiba


BTCC Conexão Cliente tem 250 novas vagas para televendas em Curitiba


A BTCC Conexão Cliente, empresa do grupo Oi, está selecionando agentes de televendas para sua unidade em Curitiba (PR). Ao todo, são mais de 250 vagas para início imediato, após a conclusão do processo seletivo. Os candidatos não precisam ter experiência profissional, desde que sejam maiores de 18 anos, tenham ensino médio completo, conhecimento básico em informática e disponibilidade para trabalhar nos períodos vespertino e noturno, em turnos que variam de 4:10 até 6:20. A companhia oferece treinamento especializado e remunerado, vale transporte, vale refeição ou alimentação, auxílio creche, plano de saúde e outros benefícios, além de oportunidade de crescimento, priorizando seus colaboradores no preenchimento de vagas internas. A BTCC Conexão Cliente também possui plano de carreira para os colaboradores desenvolverem seus talentos, com promoção anual de aproximadamente 350 colaboradores do quadro geral. A empresa também está contratando Pessoas com Deficiência.

Os interessados devem acessar o site da empresa na internet em www.btcc.net.br e se inscreverem nas vagas disponíveis para Curitiba.


TI do Paraná conquista Bancada Digital na Assembleia Legislativa


Em uma iniciativa, do deputado estadual Guto Silva, a Assembleia Legislativa do Paraná cria uma Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações. A Bancada Digital veio de demanda do setor, representado por Arranjos Produtivos Locais de TI e da Assespro-Paraná, que representa as empresas de tecnologia. Também conta com apoio de importantes entidades empresariais, secretarias e empresas e órgãos governamentais e academia. Veja os detalhes na reportagem do programa Valor Agregado.


AHK Paraná: empresas alemãs avaliam o ano que passou e comentam o que esperam para 2017


“Adotamos algumas medidas ao longo do ano para driblar o cenário econômico desfavorável, como: aumento da eficiência de produtividade, redução de custos e de perdas, abertura de novos mercados, expansão regional. O segredo foi olhar para dentro da companhia a fim de diminuir os custos e se ajustar conforme o mercado. O fato é que 2016 não foi um ano para ser lembrado na história, mas seguimos com otimismo”, o relato do conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) e diretor-presidente da Bardusch, Andreas Göhringer, reflete o cenário de muitas indústrias alemãs instaladas no Paraná e como elas procederam em um ano de recessão, marcado pela crise financeira e política.

Segundo o diretor-presidente da Bardusch – empresa que atua no setor de limpeza e lavanderia industrial – para o próximo ano, as metas não são altas, pois a instabilidade e insegurança do momento não dão a certeza de que 2017 será um ano retomada. “Acreditamos que deve ser algo parecido com 2016”, comenta.

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) espera que o país cresça somente 0,5% em 2017, a metade do esperado pelo governo, que projeta uma alta de 1%.

Na visão de Emerson Nogueira, que também atua no conselho da AHK Paraná e é diretor da OKE da Brasil, empresa fornecedora de componentes plásticos para os setores automobilístico e moveleiro, a partir de agora, espera-se uma estabilização do segmento automobilístico. Ele conta que, embora 2016 tenha sido um ano difícil para esse segmento, a OKE obteve um crescimento de 20%.

“Para 2017, temos vários projetos em vista e continuaremos apostando na inovação. Além disso, entraremos com novos produtos lançados na Alemanha para outros mercados, a fim de nos diferenciarmos e para encontrar novas oportunidades”, relata Nogueira.

Mesmo mais cautelosos, Göhringer e Nogueira procuram manter o otimismo assim como 55,11% das companhias industriais paranaenses de todos os tamanhos e regiões do Estado. As informações são da sondagem industrial 2016/2017 feita pela FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) com a participação de 397 empresas.

Planejar é preciso

As ações preventivas foram um colete salva-vidas para a Kleiberit, companhia do segmento de adesivos e vernizes. “Foi fundamental ter feito um planejamento antecipado, já tínhamos um roteiro a seguir tanto em investimentos como em plano de futuro e definição de objetivos”, expõe Emilio Abelenda, conselheiro da AHK Paraná e diretor-executivo da Kleiberit.

Segundo Abelenda, mesmo que de forma mais lenta, há uma expectativa de crescimento para a companhia em 2017. “A experiência que tivemos na Europa com a crise, nos dá força para aproveitar as oportunidades que o momento oferece”, finaliza.


Pouco mais da metade dos empresários paranaenses vê 2017 com otimismo

O ano que se inicia em pouco mais de duas semanas não promete ser de grandes expectativas para o setor industrial paranaense. De acordo com a 21ª Sondagem Industrial, realizada anualmente pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PR), pouco mais da metade das empresas enxerga 2017 com expectativas favoráveis ao negócio. Mesmo que esse valor represente uma melhora significativa em relação a 2016, o indicador está abaixo dos períodos com histórico de percepção otimista, com níveis acima dos 70 pontos. Alguns fatores, como carga tributária elevada e encargos sociais foram apontados como gargalos por quase todos os entrevistados pelo levantamento. A 21ª edição da Sondagem Industrial da Fiep ouviu 390 empresas, sendo 107 de médio e grande porte e 290 micro e pequenas de todo o Estado. O questionário contempla seis áreas de interesse: assuntos internacionais; produtividade; competitividade; estratégias de maior importância — de vendas e de compra; qualidade; infraestrutura e meio ambiente. Otimismo x pessimismo Segundo apurado pela sondagem, 55,11% do empresariado paranaense vê 2017 de maneira favorável, enquanto 21,51% estão pessimistas e 23,39% adotaram olhares indefinidos. O total de otimistas é o segundo menor da série histórica, iniciada em 1996, à frente apenas da perspectiva apresentada para o ano de 2016, quando o indicador registrou discretos 32,89% de otimismo. O presidente da Fiep, Edson Campagnolo, afirma que os dados refletem a incerteza dos industriais paranaenses diante da persistente recessão econômica e da instabilidade política do país. Ele classifica como positiva, porém, o crescimento no percentual de industriais otimistas para o próximo ano. “Apesar de termos um quadro bem pessimista em 2016, e olhando as projeções pouco animadoras de vários economistas, felizmente tivemos um aumento significativo no nível de expectativas positivas em relação à pesquisa anterior”, afirma. “Mas só teremos a plena recuperação desse indicador quando houver a efetiva retomada do crescimento", acrescenta. Para os que olham o próximo ano de modo mais favorável, 34,46% apontam que devem ocorrer novos investimentos. De olho nas vendas, 46,05% deles entendem que durante o ano devem ver esse indicador aumentar, mas apenas 19,49% dos que responderam à pesquisa acreditam que haverá aumento de emprego. O ceticismo sobre o aumento de vagas na indústria para 2017, avalia a sondagem, refletem a expectativa de que a indústria seguirá se transformando estruturalmente, incorporando por necessidade novos padrões tecnológicos diante de um ambiente cada vez mais competitivo. Já no grupo dos pessimistas, que somam 21,51% dos ouvidos pela sondagem, 46,15% informam que não farão novos investimentos no próximo ano; 25,38% entendem que haverá redução do emprego e 28,46% já trabalham com a possibilidade de queda nas vendas. Ainda de acordo com o estudo, entre os problemas externos às empresas, a carga tributária elevada foi responsabilizada por 83,06% dos ouvidos como o principal entrave para a concorrência no mercado interno. Na sequência, 69,89% dos industriais identificaram os encargos sociais elevados. Recursos e produtividade A sondagem constatou também que 71,77% devem utilizar recursos próprios como fonte de novos investimentos, e só 0,27% vislumbra a possibilidade de ter no mercado financeiro, por meio de emissão de ações, uma possibilidade de geração de capital. As linhas de crédito governamental e crédito privado nacional se apresentam como possibilidades para 24,19% e 19,35% dos entrevistados, respectivamente. Por outro lado, o estudo identificou que apenas 8,06% das indústrias paranaenses não registraram aumentos de produtividade em 2016. Para os que tiveram aumento no quesito, 30,91% entendem que se trata de resultado de um melhor gerenciamento de pessoal, enquanto 24,19% apontam para a modernização tecnológica. Apenas 3,23% identificaram a terceirização como um fator importante para o crescimento da produtividade nos negócios. Micro e Pequenas O pouco otimismo quanto ao próximo ano também se reflete entre as micro e pequenas empresas. Apenas 55,31% se mostraram otimistas com relação ao próximo ano — também o segundo menor nível de expectativas da série história, à frente apenas do que os empresários esperavam para 2016, quando o índice foi de 32,56. Ainda segundo a avaliação, 18%,68 estão pessimistas e 26,01% não sabem exatamente o que esperar de 2017. O superintendente do Sebrae-PR, Vitor Roberto Tioqueta, destaca a relevância do estudo para o atendimento aos empreendedores. “Ouvir micro e pequenos empreendedores da indústria, de todas as regiões do Paraná, entender suas demandas e expectativas, gera a oportunidade de direcionar ações para auxiliá-los nas suas necessidades”, pontua. “Tivemos um aumento do nível de expectativa em relação ao ano passado, o que mostra que os empresários estão querendo investir mais, melhorar suas empresas e gerar mais empregos”, completa. Sob o olhar dos otimistas para o próximo ano, 33,20% deles indicam que farão novos investimentos, 47,49% aguardam aumento das vendas e, repetindo o registrado na sondagem geral (que inclui micro e pequenas indústrias), um número menor de empresários, 19,31%, acredita na possibilidade de aumento de emprego. Já entre os pessimistas, que somam 18,68%, 44,44% deles indicam que não realizaram novos investimentos, 25,93% apontam para a redução de empregos e 29,63% vislumbram queda nas vendas. Para 59,71% das micro e pequenas e empresas industriais, a estratégia mais importante adotada em 2016 foi a satisfação do cliente, seguida de perto pelo desenvolvimento de negócios – 57,88%. Também ao longo deste ano, 52,63% informaram que foram a terceiros buscar recursos, enquanto 29,82% não viram necessidade de utilizar recursos externos e 17,54% não tiveram acesso às linhas de financiamento disponíveis no mercado. Para este último grupo, os principais problemas foram restrições cadastrais (34,48%), burocracia (24,14%) e taxas elevadas de juros (20,69%). A pesquisa registrou que, ao longo de 2016, 14,72% dos empresários paranaenses não tiveram aumento de produtividade. Já para os que obtiveram crescimento no quesito — 85,28% —, 34,64% indicaram o melhor gerenciamento de pessoal como o principal responsável pelo resultado obtido, enquanto 26,26% informaram que a modernização tecnológica contribuiu para o ganho de produtividade. Apesar dos ganhos de produtividade identificados em 2016, a carga tributária elevada também foi apontada por 84,98% das micro e pequenas empresas como o principal obstáculo para enfrentar a concorrência interna. Os encargos sociais elevados se mostraram o segundo entrave, sendo apontado por 71,79% dos entrevistados pela sondagem. A pesquisa Parte dos processos de pesquisa sistemática realizados pela Fiep desde 1986, a Sondagem Industrial é consolidada nos indicadores de desempenho industrial produzidos e divulgados mensalmente. O objetivo da sondagem anual é disponibilizar um panorama do desempenho industrial paranaense, tanto no que se refere às medidas adotadas para superar os desafios atuais quanto no que se refere às perspectivas de 2017 para a indústria do Estado. A 21ª Sondagem Industrial da Fiep pode ser acessada na íntegra. Fonte: Fiep

Curitiba recebe evento de vinícola com tecnologia de realidade virtual inédita no Brasil

Depois de passar pela capital, área metropolitana e algumas cidades do interior de São Paulo, visitar o Rio de Janeiro e retornar a região Centro-Oeste Paulista, chegou a vez do público paranaense ter a vez de participar de uma programação pioneira no país. O projeto, voltado aos consumidores de vinho e interessados em embarcar na nova era de jogos de entretenimento, combina a lenda da marca Casillero del Diablo com uma tecnologia que revolucionou a experiência no universo gamer chamada Vive. A bordo de um caminhão customizado, com 14 metros de comprimento, o participante receberá a missão de capturar a garrafa do lendário vinho Casillero del Diablo e terá que executar uma sequência de tarefas para chegar à fase final do game, em meio a um ambiente de realismo virtual sombrio, inspirado nos filmes de terror e suspense, desafiado por criaturas e sons assustadores. O tempo máximo da atividade é de cinco minutos. Em Curitiba - PR, a ação acontece nos dias 14, 15 e 16 de dezembro (Adega Brasil). A ação passará, ainda, por Santa Catarina, antes de retornar a São Paulo, pouco antes da virada do ano. “A ideia é oferecer uma experiência de entretenimento singular ao público paranaense, difundindo a história e o conceito da marca, em continuidade ao lançamento da campanha global de Casillero del Diablo, feita no primeiro semestre deste ano, na rede Cinemark, que também migrou para o Youtube e prossegue, até o final de 2016”, esclarece Michele Ressutti Carvalho, gerente da marca Casillero del Diablo. “Casillero on the road” Data: 14, 15 e 16 de dezembro Horário: 14h às 20h Local: Adega Brasil End.: Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 12910 Saia à frente, acompanhe o truck van Casillero on the road e “fuja da fila” Será possível acompanhar todo o itinerário do truck e fazer as inscrições prévias para participar da ação, acessando o botão “Fuja da Fila” no site www.casilleroontheroad.com.br. Uma equipe de promotores também receberá as inscrições no local, de acordo com as vagas disponíveis e capacidade operacional do truck, que funcionará das 14h às 20h.

B Certification: conheça a novidade que atrai atenção de startups e empresas de TI

O empresário Maurício Castro entrevista Fernando Granato, diretor da Quiron. A conversa foi na Aldeia Coworking em Curitiba. Eles falaram sobre B Certification, uma novidade que atrai o interesse de startups e empresas de tecnologia.

Adriano Krzyuy é novo presidente da Assespro-Paraná

O empresário Adriano Krzyuy é novo presidente da Assespro-Paraná. Ele foi eleito para comandar a entidade que representa empresas de tecnologia biênio 2017/2018. Adriano ocupou o cargo de Vice-Presidente de Articulação Política na gestão anterior de Sandro Molés da Silva e trabalhou diretamente na criação do Comitê Estadual de Governança de TIC e na formação da Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações da Assembleia Legislativa do Paraná. A bancada digital, criada nesta semana, conta com o apoio de mais de 20 parlamentares e é liderada pelo deputado Guto Silva. O grupo vai incentivar o desenvolvimento do setor, considerado estratégico para o crescimento da economia paranaense. O Comitê de Governança, em poucos meses de existência, já traçou uma meta ousada: fazer do Paraná um líder em negócios de tecnologia na América Latina até 2035. “Durante nossa gestão, a Assespro-Paraná vai apoiar fortemente essa estratégia com visão de futuro. Precisamos estar conectados com os principais hubs de tecnologia globais. Vamos trabalhar com exportação e internacionalização de nossas empresas”, afirma Adriano Krzyuy. O novo presidente da entidade também faz um apelo ao empresariado parananense: “peço que saiam da zona de conforto e participem das ações da Assespro como associados, interagindo com outros empresas em reuniões e eventos. Um setor forte se faz com empresários fortes”. Veja a composição da Diretoria Executiva da Assespro-Paraná no biênio 2017/2018: Presidente: Adriano Krzyuy (DF Systems) Vice-Presidente de Associativismo e Sustentabilidade: Marcese Maschietto (Unimake Software) Vice-Presidente de Comunicação e Marketing: Arthur Schuler da Igreja (Jazz Consultoria e Treinamento) Vice-Presidente de Qualidade, Planejamento e Controle: Rodrigo Gallego ( QLA Soluções de Informática) Vice-Presidente de Articulação Política: Eduardo Silva Aguiar (ITSoftin)

Gestão Rápida da Informação ajuda Madero a aproveitar oportunidades para expansão

Redes alimentícias, franquias gastronômicas e food trucks despontam no ranking de setores imunes à baixa da economia, obviamente, alguns ajustes e adequações aos padrões de consumo dos brasileiros foram realizados, mas no geral, o segmento alimentação enfrenta a maior crise registrada na história da economia brasileira, sem muitos tropeços e contornando muito bem. É o que aponta dados coletados da ABF Franchising. A rede Madero de restaurantes é um bom exemplo disso. Fundada no Paraná em 2005, a rede dobrou de tamanho nos últimos dois anos, passando de 40 operações, em 2014, para mais de 80 unidades neste ano, espalhadas em diversas cidades do país, nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Rio de Janeiro, Minas Gerais, além do Distrito Federal e de um restaurante em Miami (EUA). Segundo o diretor de Tecnologia do Madero, Murillo Proença, o uso de ferramentas que aceleram a coleta, tabulação e leitura de dados operacionais e de resultados é o segredo para uma gestão segura das informações da empresa, que auxilia o board a tomar decisões estratégicas, especialmente quando o assunto é expansão e investimentos. Uma das ferramentas usadas pelo Madero para isso é o Business Intelligence (BI), da Qlik, produto distribuído no Brasil pela Toccato, única com o título Elite Master Reseller. O sistema foi implementado em março passado pela Target Soluções Integradas, que atua no Sul do Brasil. “Com essa ferramenta, não atiramos no escuro, pois ela nos oferece visão total do desempenho da empresa, que nos assegura 100% de certeza em qualquer ação comercial”, destaca Proença. Ainda segundo o diretor de TI, o que mais chama a atenção é a velocidade das análises versus o grande volume de dados. Eles fazem uso de um software de gestão empresarial (ERP) e o BI da Qlik atua em conjunto com a solução, que também age como um grande repositório de dados. “Antes do BI da Qlik, usávamos planilhas em Excel. Hoje, contamos com uma solução para cruzar informações em tempo real, nos apoiando em qualquer decisão. Nosso board está muito bem impressionado com a solução”, afirma. “Especialmente o segmento de alimentação e redes de franquias demandam por decisões diárias pela velocidade de mudança ou novas possibilidades dentre hábitos de consumo de seus clientes. Por outro lado, este segmento também conta com uma base de informações incrementada diariamente com novos dados, permitindo um rico trabalho de análise para aumento dos resultados”, conclui o CEO da Toccato, Leonardo Farah.

De volta a Curitiba, Go Digital reúne especialistas em Marketing Digital do Brasil e dos EUA

Quando mais da metade da população brasileira possui acesso à internet, uma coisa é certa: qualquer empresa que não queira perder oportunidades de negócio precisa estar conectada. Mas como utilizar este meio da melhor maneira? Quais as melhores estratégias e as novas tendências do Marketing Digital para atingir o público desejado? É com essa proposta e com o objetivo de responder essas perguntas que, após o sucesso da primeira edição, em 2015, o Go Digital volta a Curitiba nos dias 9 e 10 de dezembro para mais uma imersão no universo digital. Desta vez, de uma forma ainda mais impactante. Em cada um dos dois dias de evento, quatro palestrantes ministrarão palestras sobre alguns dos assuntos mais relevantes da área. Serão 16 horas em que os participantes aprenderão mais sobre mídias sociais, Growth Hacking, Inbound Marketing, estratégias de Marketing Digital, Neuromarketing, entre outros. "Vemos que a internet ainda tem um grande potencial a ser explorado, mas as pessoas acabam limitando seus resultados, justamente por não conhecerem as estratégias e ferramentas adequadas. Queremos ajudá-las a mudar isso", explica Carlos Müller, diretor de Marketing da CreativeBizz (creativebizz.com), agência digital idealizadora do evento. Para garantir o alto nível de conhecimento, um time de peso foi convocado para palestrar. Além de nomes do próprio Paraná, profissionais atuantes nos mercados de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro estarão no encontro, que será realizado na Universidade Positivo. Isto sem falar na presença internacional e exclusiva no evento, que vem diretamente dos Estados Unidos para o palco do Go Digital. “Um dos destaques é o gerente de Marketing da HubSpot para a América Latina, que virá dos EUA especialmente para participar conosco”, antecipa Müller. “Trata-se de ninguém menos que uma das principais empresas do mundo em estratégias e resultados na web. Enfim, será uma oportunidade realmente diferenciada”, completa. Outro nome de destaque é Cristiano Santos, coordenador de Mídias Sociais da Editora Globo, que faz sua segunda participação no evento e, este ano, vem com uma nova palestra. “Enquanto especialista de peso que é no LinkedIn, o convidado trará todas as novidades para quem deseja otimizar os resultados nesta rede social", ressalta. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na página do Go Digital, onde também está disponível toda a programação do evento. Mercado de Marketing Digital Segundo o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), referência no mercado publicitário, os negócios online movimentaram mais de R$ 9,3 bilhões em 2015. Para 2016, a previsão é de crescimento de 12%, chegando a R$ 10,4 bilhões. O segmento que mais movimentou verbas publicitárias foi o search/classificados. Nele, foram gastos R$ 5,16 bilhões, seguindo por R$ 3,14 bilhões de Display/redes sociais. Já vídeo ficou em terceiro lugar com R$ 1,03 bilhão. Liderada pelo IAB Brasil, a pesquisa foi batizada de Digital AdSpending e teve entre os seus mentores o ComScore e a colaboração empresas que compõem o mercado online brasileiro. Evento: Go Digital 2016 – Evento de Imersão em Marketing Digital Data: 9 e 10 de dezembro (sexta-feira e sábado) Horário: 8h às 18h30 Local: Universidade Positivo (auditório do Bloco Azul) Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido Inscrições e programação: http://eventogodigital.com.br/ Mais informações: (41) 3019-9500

A motivação dos Millennials no mercado de trabalho

Na era globalizada em que vivemos, onde a tecnologia avança e impulsiona constantes mudanças, o mercado de trabalho torna-se cada vez mais exigente e competitivo. O fator humano, é visto como um diferencial para a organização, e deve ser constantemente motivado. Além disso, por conta da forte concorrência, existe uma pressão muito grande no mercado para que esses profissionais procurem se aperfeiçoar cada vez mais, para se destacarem profissionalmente. No caso dos jovens pertencentes à geração Millennials, ou Geração Y, essa pressão pode ser ainda maior por conta da alta expectativa de crescimento profissional desse público. Por isso, é importante prestar atenção no comportamento desses jovens no ambiente de trabalho, já que estão mudando consideravelmente o panorama dos negócios ao redor do mundo, com sua familiaridade com a tecnologia e questionamentos a respeito de antigos valores corporativos de gerações anteriores a sua. Com o objetivo de entender melhor esse público que constitui um grupo de destaque no mercado, a Edenred, em parceria com a Ipsos, desenvolveu o estudo Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho. A pesquisa consultou 3.500 jovens profissionais que nasceram entre os anos 80 e 90 e que cresceram paralelamente ao desenvolvimento da tecnologia e principalmente, ao surgimento da internet. Diferentemente do senso comum traçado pela mídia a respeito do perfil corporativo dos Millennials, de acordo com o Barômetro, os profissionais mais jovens sentem-se mais motivados no ambiente de trabalho em relação aos seus colegas mais velhos, mesmo com a atual situação do mercado – 26% afirmam que sua motivação no trabalho está aumentando, contra 15% dos funcionários com idade superior a 30 anos. Também foi identificado que os trabalhadores da geração Y têm mais confiança em relação ao futuro de suas carreiras dentro da empresa: 26% se consideram muito confiantes, contra 18% entre os colegas com mais idade. A motivação e as diferenças culturais Embora as diferenças não sejam sempre relacionadas às gerações, elas são, por vezes, culturais, independentemente da faixa etária em questão. As disparidades nas tendências sobre motivação no trabalho falam por si: entre os trabalhadores franceses, por exemplo, apenas 12% dos jovens profissionais acreditam que sua motivação irá aumentar ao longo do tempo (um dos níveis mais baixos encontrados), contra 19% na Alemanha e no Reino Unido, 26% nos Estados Unidos, 32% na China e 58% na Índia. No caso do Brasil, 30% dos jovens profissionais estão confiantes em relação à motivação no ambiente de trabalho, contra 22% de seus colegas com mais de 30 anos. De maneira geral, os resultados dessa nova fase do Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho mostram que os colaboradores da geração Millennials são mais motivados que seus colegas de outras gerações na maioria dos países entrevistados.

E-commerce: pós-venda qualificado é o principal desafio durante a Black Friday

O comércio eletrônico segue apresentando crescimento e lucros reais mesmo diante do baixo índice de consumo das famílias brasileiras. Dados do relatório da Webshoppers (E-bit/Buscapé) mostram que o setor aumentou o faturamento de vendas em 38%, comparado com 2014, e ainda estima um crescimento de cerca de 8% para este ano, impulsionado pelas vendas na Black Friday. O evento, realizado sempre na última sexta-feira de novembro – esse ano acontece das 00h às 23h59 do dia 25 – já se estabeleceu como uma das principais ações comerciais do país, superando datas sazonais de grande importância para o comércio, como o Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. No e-commerce a ação representa muito mais do que uma oportunidade para alavancar as vendas, pois uma experiência de compras positiva potencializa a fidelização de novos clientes e ainda garante boa reputação, portanto, o evento se torna um importante aliado do empreendedor que deseja impulsionar seu negócio. No entanto, para atender a alta demanda é preciso munir-se de estratégias e dispor de uma boa infraestrutura, principalmente quando se trata de gerenciamento logístico, onde qualquer falha no cumprimento dos prazos pode ser crucial para a imagem da loja online. Maior evento de ofertas da internet brasileira De origem americana, a Black Friday acontece todos os anos após a quinta-feira do Dia de Ação de Graças desde a década de 1960. O foco da ação é liquidar os estoques das lojas físicas e iniciar a temporada das compras de final de ano. As promoções do comércio eletrônico ocorrem somente na segunda-feira seguinte, conhecida como Cyber Monday. Já no Brasil começou em 2010 através do e-commerce e já se tornou a segunda época do ano mais importante para o setor, perdendo apenas para o Natal. No entanto, muitas lojas do varejo também aproveitam o momento propício para lançar promoções e impulsionar as vendas, além disso, é comum que tanto o mercado físico quanto online, prorroguem as liquidações por mais tempo, estendendo para os dias seguintes ou até o final do estoque. Em sua estreia a ação movimentou cerca de R$ 3 milhões, mas foi crescendo gradativamente ao longo dos anos. Na última edição, em 2015 – período de grande recessão financeira no Brasil – as vendas superaram as expectativas, rendendo mais de R$ 1,5 bilhão de faturamento. Este ano, ainda que o cenário econômico do país continue conturbado, estima-se alcançar a marca de R$ 2 bilhões. A ascensão desse período especial de descontos vai de encontro com o amadurecimento do consumidor brasileiro, que vem adotando o hábito de adquirir bens e serviços pela internet, contudo, os empreendedores do setor devem se preparar antecipadamente para absorver este crescimento, pois, problemas na logística – mais recorrentes nessa época – podem tornar a empresa alvo de reclamações online prejudicando sua reputação e vendas. Falhas na entrega são a principal queixa Atender o pico da demanda na Black Friday não é tarefa simples. Um levantamento do Busca Descontos, idealizador da ação no Brasil, aponta que em 2015 mais de 3,1 milhões de pedidos foram registrados e a previsão é aumentar o número em 29% nessa edição, ultrapassando 4 milhões. Além dos sites sobrecarregados com o alto número de acessos, os consumidores ainda têm que lidar com prazos de entrega que maiores que os de costume, o que aumenta o nível de insatisfação caso ocorra alguma falha nesse processo. Dados do Procon-SP apontam que um dos itens que mais gerou reclamações junto ao órgão, durante a última edição, foi o atraso na entrega. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em 2015, a maior dificuldade para os lojistas é justamente o envio de produtos. Para Roberto Hoffmann, CEO da SHL Logística, apesar do e-commerce ser um dos grandes propulsores de investimentos em logística no país boa parte dos empreendedores do segmento ainda carece de soluções especializadas que aumentem a eficiência dos serviços. “Para evitar transtornos e garantir o sucesso nas vendas, é essencial que os empreendedores adequem a logística da empresa para atender essa demanda, pois, ao mesmo passo em que o número de vendas sobe, o trabalho da expedição aumenta na mesma proporção e os cuidados devem ser redobrados, pois qualquer falha pode repercutir de forma negativa e por muito tempo na imagem da loja”. Experiência de compra Um estudo do Google mostrou que três em cada quatro brasileiros que fazem compras online já participaram de alguma edição da famosa sexta-feira negra. A participação dos usuários saltou de 22% em 2012 para 64% no ano passado. De acordo com Hoffman o momento é de grande expectativa para os comerciantes, pois, trata-se do mês mais lucrativo do ano, e, para garantir o sucesso é importante se preparar antecipadamente “A Black Friday requer um planejamento estratégico para suprir o aumento da demanda, cumprir os prazos de entrega e reduzir os erros e avarias na remessa. O evento pode representar uma porta de entrada para que o consumidor conheça e continue comprando na loja futuramente. É uma oportunidade única, não só para converter vendas, mas também para captar a fidelidade de mais clientes e negligenciar o processo logístico pode colocar tudo a perder”. Trocas e devoluções Engana-se quem pensa que após a venda e entrega do produto a operação está finalizada. O processo reverso da logística tem grande importância e sua qualidade – ou a falta dela – reflete diretamente na maneira como o consumidor enxerga a marca e passa adiante – 65% das pessoas prezam pela agilidade na resolução e a garantia de poder trocar o item (E-bit/Buscapé). Essa etapa do atendimento ao cliente acontece no pós-venda e compreende trocas e devoluções, direitos garantidos por lei ao consumidor. As empresas que descumprirem essas normas ou não respeitarem os prazos estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor podem ser autuadas por práticas abusivas e sofrer penalidades.

Comerciante curitibano tem expectativa otimista para 2017

A pesquisa ACP/Datacenso sobre a expectativa do comércio curitibano para 2017 ouviu 200 comerciantes (proprietários ou gerentes) de micro (67%), média (4%) e pequenas empresas (29%), destacando que a maioria dos entrevistados (60%) estima que o desempenho na economia brasileira e paranaense, em particular, será melhor que a do exercício atual. Para 28% o movimento será igual e pior para 12%. Em resposta à pergunta específica sobre a contribuição das medidas tomadas pelo governo Michel Temer para a recuperação do desenvolvimento e superação da crise econômica, 31% por entrevistados são de opinião que elas vão ajudar de algum modo, variando os demais comentários entre nenhum pouco (11%), um pouco (20%) e mais ou menos (15%). Os comerciantes que esperam muito do governo Temer somam a parcela de 19%, caindo para 5% os que esperam “muitíssimo”. O levantamento foi realizada por meio de entrevistas pessoais entre os dias 4 e 7 de novembro passado, com grau de confiabilidade de 95%. Desempenho de 2017 A estimativa quanto ao desempenho especificamente do comércio no próximo ano, em relação ao movimento registrado esse ano será superior para 63% dos entrevistados, igual para 31% e inferior para 6%, embora a maioria absoluta dos comerciantes ouvidos (83%) tenha demonstrado o sentimento de que a economia dá sinais claros de retomada do crescimento. Mesmo com a expectativa otimista, parcela significativa de 62% dos entrevistados não tem planos de novos investimentos na infraestrutura das instalações, intenção revelada por apenas 13% dos comerciantes da capital. No item referente à oferta de produtos quanto à variedade e melhoria da qualidade dos mesmos, 10% dos que responderam estão propensos a investir na realização de mudanças qualitativas. Quanto aos aspectos externos do entorno dos pontos comerciais e lojas em geral, para a maioria dos empresários (65%) a prioridade é a realização de investimentos na área da segurança pública, seguida de investimentos na divulgação dos estabelecimentos das várias regiões urbanas (17%), investimentos na melhoria de calçadas e iluminação pública (7%), além de outros incentivos como captação de novos empreendimentos (3%), redução de impostos e geração de empregos (3%) e estacionamentos mais em conta para a clientela (2%). Considerado melhor que o desempenho do período igual de 2015, o balanço geral das vendas do ano que está chegando ao fim é acompanhado pelo prenúncio otimista de que haverá melhoras sensíveis em 2017, tendo em vista os indícios claros do reaquecimento gradativo da economia. Dentre as expectativas citadas pelos comerciantes curitibanos, porém, uma das mais relevantes diz respeito à queda dos juros para algo em torno de 10% ao ano, assim como o índice inflacionário de 5%. Contudo, segundo a explicação do responsável pela pesquisa “ainda se percebe a apreensão da área comercial diante de um cenário interno desfavorável, que sofre ainda ainda as consequências determinadas pela estagnação dos mercados asiático e europeu”, enfatiza Cláudio Shimoyama.

ACP recebe certificação da Câmara Internacional do Comércio para emissão de Certificado de Origem

Durante encontro realizado na semana do Comitê Internacional de Creditação Internacional de Certificação de Origem da ICC WCF, Itália, a Associação Comercial do Paraná (ACP) recebeu o Selo de Qualidade Internacional da ICC World Chambers Federation. A ACP é a primeira entidade das Américas a obter esta certificação. A conquista representa a integridade e credibilidade da associação como emissora confiável de Certificados de Origem para exportação de produtos nacionais. O vice-presidente Gláucio Geara recebeu o selo do diretor do ICC, Anthony Parkes, juntamente com a gestora do Conselho de Comércio Exterior e Relações Internacionais (Concex-RI da ACP), Gabriella Rangel. A partir de dezembro, o Certificado de Origem ACP contará com a chancela de qualidade internacional. Cerca de 20 Câmaras de Comércio receberam aprovação para tornarem-se as mais recentes adições à Cadeia de Acreditação de Certificação de Origem Internacional, entre elas a Associação Comercial do Paraná (ACP), que emite o documento por meio do Concex-RI, coordenado pelo vice-presidente Carlos Eduardo Guimarães. A ACP é a única entidade das Américas aprovada a compor esta cadeia. Junto à entidade paranaense, também passaram a integrar o rol de membros a Câmara de Comércio de Estocolmo, Câmara de Comércio de Teerã e Câmaras locais da França, Itália e dos Emirados Árabes, e foram todas anunciadas como novos membros durante uma recente reunião do Conselho de Certificação de Origem da Câmara de Comércio Internacional – Federação Mundial das Câmaras de Comércio (CCI – FMC) que reuniu mais de 50 especialistas em Certificação de Origem de 37 países. A nova presidência do Conselho fez o anúncio, liderada por Peter Bishop, CEO Adjunto da Câmara de Comércio de Londres, e apoiado por Martin Van der Weide, Gerente de Políticas em Documentos de Exportação na Câmara de Comércio da Holanda e Presidente do Comitê de Credenciamento de Certificação de Origem. Selo de Qualidade Internacional e website de verificação online A ACP passa a contar com o uso do Selo de Qualidade Internacional da Câmara de Comércio Internacional, selo este que reforça a integridade e credibilidade da ACP como emissora confiável e competente de Certificados de Origem (COs), trazendo segurança para as empresas, traders, bancos e Administrações Aduaneiras que terão seus COs emitidos de acordo com as melhores práticas internacionalmente aceitas.O site internacional de verificação de Certificado de Origem reforça a Cadeia de CO e é um serviço que está exclusivamente disponível para os membros da Cadeia de Acreditação. O site permite que as autoridades aduaneiras verifiquem online a autenticidade de COs emitidos pelas Câmaras integrantes. A continuidade do desenvolvimento do site será conduzida por Luc Dardaud, gerente do Departamento de Facilitação do Comércio na Câmara de Comércio de Paris Ile de France, que preside o grupo de trabalho de CO Eletrônico, ajudando as Câmaras a tratar sua progressão para COs eletrônicos e questões aduaneiras eletrônicas. Segundo o Presidente do Conselho, Peter Bishop, “a emissão de documentos relativos à origem é um elemento crucial do comércio mundial e as Câmaras tem um papel importante a desempenhar”, disse ele. “Ao partilhar conhecimentos e melhores práticas, e ao tornar os sistemas simples e eficientes para os negócios, estamos a fazer a nossa parte no crescimento e harmonização do comércio mundial.”