De ações a fundos imobiliários, especialista conta quais as melhores apostas de investimentos em 2020

Com os juros no menor patamar da história, o ano de 2020 trouxe algumas mudanças para o setor de investimentos. Apesar disto, há algumas incertezas sobre onde e como investir, até mesmo pela gama de oportunidades que o mercado traz para diferentes perfis de investidores.

Segundo Eduardo Belloti, CEO e fundador do Real Valor, fintech que ajuda pessoas a monitorarem seus investimentos por meio de uma única interface, é muito importante os investidores diversificarem suas carteiras nesse momento, pois isso pode gerar mais ganhos no futuro. “É muito comum que no início do ano as pessoas parem para monitorar seus investimentos e, com o juros em sua menor taxa, isso acaba acendendo um alerta para diversas modalidades”, explica o empreendedor.

Entre as principais apostas do especialista para o ano de 2020 estão investimentos em:

Ações e Fundos de Ações – Com a Selic em sua mínima histórica, é comum investidores mudarem para renda variável em busca de maior rentabilidade. “Esse fato por si só já é um forte aliado para a valorização das ações. Somar isso à agenda de reformas do governo mostra porque as pessoas estão otimistas com essa modalidade”, conta Belloti.

Fundos Multimercados – Pense nos fundos de ação com a liberdade de investir em diversos ativos diferentes de ação, como juros, moedas, renda fixa, derivativos, etc. Por ter essa liberdade, os fundos multimercados tendem a ter um potencial de ganho grande.

Fundos Imobiliários – O mercado imobiliário brasileiro teve algumas instabilidades, após a crise de 2014. Mas com a retomada da economia, a reforma trabalhista e a maior oferta de crédito, a tendência é que o mercado imobiliário volte a aquecer. “Os fundos imobiliários são uma das formas mais fáceis e barata de investir no mercado imobiliário. Ano passado eles tiveram uma alta significativa e a tendência é que isso continue esse ano”, explica Eduardo.

Criptomoedas – Esse ano ocorre um evento chamado Halving para o Bitcoin. O que significa que os mineradores passam a receber metade do prêmio que recebiam antes. Isto diminui a oferta de moeda e, com uma demanda crescente, tende a fazer o preço subir.

Quando questionado sobre renda fixa, o empreendedor conta que não cita por conta dos cortes da Selic. “A queda da Selic faz com que essa modalidade se torne cada vez menos atrativa. Agora, é muito difícil conseguir rentabilidades altas com renda fixa, mas acho importante frisar a importância de ela continuar na carteira dos investidores, principalmente para balancear o portfólio”, finaliza Eduardo.
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