É preciso reescrever as regras do jogo para ser inovador e garantir o crescimento e a prosperidade em longo prazo das empresas

O livro “Gestão da Inovação mais Radical” apresenta como as organizações podem se preparar para enfrentar a fascinante e imprevisível jornada da inovação mais radical

Inovar mais radicalmente é, talvez, um dos maiores desafios das organizações contemporâneas. Nas décadas 1980 e 1990, um dos imperativos competitivos era a construção da capacidade de inovar em produto, de forma incremental e frequente. Agora, o desafio é ainda maior. Trata-se de continuar inovando sistematicamente, mas de forma mais radical.

Para dominar a dinâmica dessa inovação, é preciso superar concepções históricas e, até mesmo, quebrar paradigmas. Por exemplo, alguns pesquisadores, empresários e formuladores de políticas públicas acreditam que a inovação mais radical não é para empresas brasileiras. Entretanto, algumas empresas nacionais estão inovando radicalmente. A problemática é que o número de empresas ainda é pequeno, já que nem todas compreenderam as regras do jogo da inovação. Ainda é pouco disseminado o conhecimento sobre técnicas, métodos e abordagens de gestão para que inovação mais radical ocorra não apenas como um golpe de sorte.

Lançamento da Elsevier na área de gestão de empresas, o livro Gestão da Inovação mais Radical aborda o tema de maneira acessível, com uma linguagem mais direta, que facilita a imersão nesta jornada fascinante. Não é apenas para acadêmicos, ainda que o foco também seja apresentar em certa medida o campo de estudo e algumas das grandes questões referentes à gestão da inovação mais radical. A obra também é recomendada para gestores de inovação, presidentes de empresas, estudantes de graduação e pós-graduação, empreendedores e formuladores de políticas públicas. Fruto de mais de 10 anos de pesquisa e colaborações com diversas empresas dos mais diferentes portes e setores, a obra é de responsabilidade dos autores Mario Sergio Salerno e Leonar do Augusto de Vasconcelos Gomes, professores da Universidade de São Paulo.

A jornada da inovação mais radical é marcada pelas incertezas. Porém, não devem ser temidas e evitadas. Se devidamente compreendidas e, com os instrumentos gerenciais adequados, as incertezas podem ser transformadas em valor. Como os autores sugerem: “a inovação mais radical é aquela que abre mercado e que cria plataformas de negócio. Ela não é baseada em algo que já exista, o que a torna completamente nova. Muda a economia, muda a vida social e muda a empresa”.

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