7 aplicativos gratuitos que todo viajante precisa ter

Não há mais como nos distanciar dos celulares por muito tempo. Eles já fazem parte de diversas atividades da vida cotidiana,com funções que variam desde pedir uma refeição,estudar até bater papo com amigos. Por isso,bons aplicativos se tornam nossos melhores companheiros e durante uma viagem não é diferente.Além de servir como câmera para registrar momentos inesquecíveis,o aparelho pode ser um grande aliado na hora de arrumar as malas. Com um dispositivo em mãos e a ajuda de aplicativos gratuitos,você terá acesso a muitas informações rapidamente,tornando sua experiência ainda mais prazerosa. Saiba quais aplicativos podem ser os seus aliados no planejamento e execução de uma viagem!Maps.meiPhone + iPad e AndroidO Maps.me foi feito para aqueles que gostam de criar roteiros e ter um bom domínio do local onde visitam. Com ele você pode acessar mapas,encontrar estações de trem,metrô ou mesmo achar pontos turísticos. E o melhor,mesmo offline você pode ter acesso aos mapas que foram salvos anteriormente e ainda fazer navegação,tudo gratuito.TripAdvisoriPhone + iPad,Android e WindowsJá pensou ter um agente de viagens na palma de sua mão? O TripAdvisor funciona como um verdadeiro banco de dados,que pode ser usado para auxiliar na busca de hotéis,restaurantes,lojas,entre outros serviços. Você pode,inclusive,conferir as avaliações dos viajantes que já passaram por aquele local e até ver fotos que foram compartilhadas!Travel SmartiPhone + iPad e AndroidO aplicativo Travel Smart,desenvolvido pela Allianz Global Assistance,acompanha o passageiro desde o aeroporto,atualizando sempre o status do voo,alterações de horário e plataforma. O principal recurso,entretanto,está ligado aos cuidados com a saúde do viajante,já que traz a localização dos hospitais mais próximos,dicionário de medicamentos e tradução de termos médicos em 18 idiomas. Além disso,os segurados que contratarem o seguro viagem ofertado pela Allianz Global Assistance,representante de seguro da Allianz Seguros S/A no segmento de viagem no Brasil,podem inclusive ter acesso à sua apólice e contatar a empresa pelo próprio aplicativo.AirbnbiPhone + iPad e AndroidO aplicativo disponibiliza mais de dois milhões de acomodações ao redor do mundo. Com o Airbnb,você pode encontrar apartamentos,hotéis,hostels,um quarto inteiro ou compartilhado. A ideia é achar a acomodação perfeita para o seu gosto e o bolso também. Você poderá entrar em contato direto com o anfitrião que irá hospedá-lo e tirar dúvidas rapidamente.XE CurrencyiPhone + iPad e AndroidNão é mais necessário perder tempo ou gastar os neurônios fazendo contas para converter seu dinheiro para outra moeda. O XE Currency faz isso por você e ainda traz mais informações como taxas em tempo real e gráficos para troca de câmbio particular. Mesmo que esteja sem acesso à internet,você conseguirá realizar conversões.Google TranslateiPhone + iPad e AndroidComunicar-se bem é essencial para garantir uma boa viagem,principalmente se você for visitar países em que o idioma não tenha nenhuma semelhança com seu,a exemplo de China,Grécia,Rússia,Arábia Saudita,entre outros. O Google Translate oferece traduções escritas,em áudio e você pode até posicionar sua câmera a frente de um texto que o aplicativo traduzirá o conteúdo instantaneamente. Um dos grandes diferenciais desse aplicativo fica por conta da tradução offline,pois é possível traduzir 52 idiomas mesmo quando estiver sem conexão com a internet.UberiPhone + iPad,Android e WindowsPara se locomover em mais de 600 cidades no mundo,você pode recorrer ao aplicativo Uber solicitar viagens individuais ou compartilhadas. Basta acessar por smartphone e acompanhar a localização do seu motorista. Você terá acesso ao valor da corrida antecipadamente,aliás,o pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de crédito.

Aplicativo leva inovação ao ensino de anatomia

A tecnologia 3D como ferramenta de aprendizagem está ganhando cada vez mais espaço nas salas de aulas,e se estende da Educação Básica ao Ensino Superior,passando pela pesquisa. Pensando nas vantagens da solução no aprendizado,a Universidade Positivo (UP) desenvolveu o aplicativo Face 3D,um atlas craniano interativo,para facilitar o estudo da complexidade da anatomia da cabeça e do pescoço. De acordo com a professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da UP,a PhD Rafaela Scariot,o app é um modelo tridimensional do crânio no qual as estruturas anatômicas foram desenhadas de forma isolada,podendo ser visualizadas de forma individual ou no conjunto com outras.“Além disso,o app apresenta correlações clínicas e um quiz para teste de conhecimento”,assinala a professora. Ela explica que o usuário pode adicionar e remover as estruturas anatômicas da cabeça e visualizar como elas se relacionam e se posicionam. “Desenvolvido pelo Centro de Pesquisa,pela produtora de Soluções Digitais e pela Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Positivo,o Face 3D foi construído utilizando a ferramenta Unity. Professores do curso de Odontologia da UP contribuíram na construção e na revisão de todo o conteúdo do aplicativo". O aplicativo já está instalado em todos os computadores dos laboratórios de anatomia e de informática da universidade.Pela grande interação das telas de toque,o Face 3D foi idealizado para dispositivos móveis e está disponível nos sistemas operacionais iOS e Android. Além disso,pode ser utilizado em computadores por meio da versão WEBGL nos navegadores de internet,o que permite a rápida implantação e total independência,evitando o deslocamento de uma equipe ao local para fazer a instalação e configuração do app para parceiros.A Universidade Positivo também oferece estrutura de suporte de retaguarda que conta com ferramenta de localização,de tradução do app para qualquer língua e de adição de textos e imagens para expandir o conteúdo. Além disso,está prevista a criação de um portal de compra para universidades,integrado com um gateway de pagamento. Segundo Rafaela,foi feito um trabalho extensivo,tanto por parte dos docentes,quanto dos desenvolvedores,para oferecer a alunos,profissionais e professores uma ferramenta de fácil acesso a um custo reduzido e com interação maior do que se pode ter em um livro convencional. “A nossa pretensão não foi substituir o livro,mas criar uma solução que possa estender o aprendizado muito além do que temos hoje em dia”,observa.Do ponto de vista de desenvolvimento,é uma ferramenta leve,multiplataforma e que foi testada em inúmeros gadgets,desde equipamentos com pouca performance e desempenho aceitável,até os mais modernos,que apresentam uma experiência fluida e fantástica. “É,no mínimo,recompensador finalizar um trabalho como este. O detalhe é que não finalizamos ainda. Ao fecharmos o escopo inicial,vimos oportunidade de expandir o trabalho para outras estruturas da cabeça,de modo a estudá-las mais a fundo. Mas chegar até aqui já é uma vitória e os downloads espontâneos já são um vislumbre do que pode ser o futuro do Face 3D e dos apps de anatomia em geral”,ressalta a professora. EquipeAlém de Rafaela,integram a equipe do Face 3D:Suyany Weiss (aluna de Mestrado em Odontologia da UP);Aline Monise Sebastiani (aluna de Doutorado em Odontologia da UP);Fernando Amaro dos Santos (técnico de Anatomia da UP):Paula Porto Spada (MsC,professora do Programa de Graduação em Odontologia da UP);Carmen Muller Storrer (PhD,professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da UP);Tatiana Miranda Deliberador (PhD,professora do Programa de Graduação e Pós-Graduação em Odontologia da UP) e Flares Baratto-Filho (PhD,coordenador da Pós-Graduação em Odontologia da UP). Fazem parte da equipe produtora do aplicativo:Rafael Dubiela (professor de Design e coordenador do curso de Jogos Digitais da UP e veterano na indústria de jogos do Brasil),Rafael Lagos (professor da Pós-Graduação de Jogos Digitais,veterano da indústria de jogos brasileira);programador Cleverton Zili (engenheiro e programador de jogos há mais de 4 anos);artista 3D:Saulo Bonatto (engenheiro e modelador 3D há mais de 3 anos);Lucas Galvão e Bruno Perry (estudantes do curso de Graduação em Engenharia da Computação da UP),Breno Otavio (estudante do curso de Graduação em Design da UP) e Michelle Aguiar (professora dos cursos de Graduação em Design e Jogos Digitais da UP).

O futuro das APIs segundo a Sensedia

Responsável por boa parte dos principais processos de transformação digital com APIs do país,a Sensedia apresentou para o mercado as principais tendências de APIs para os próximos anos. O anúncio foi feito pelos sócios e fundadores da empresa,Kleber Bacili e Marcílio Oliveira,e vai servir para orientar as empresas no caminho para os negócios digitais.Segundo Kleber Bacili,CEO da Sensedia,as APIs vêm sofrendo um processo de evolução constante. As APIs ganharam relevância a partir de Redes Sociais,gerando a exposição de dados abertos para troca de informações e compartilhamentos,depois,evoluíram para uso em integrações internas e inovação aberta. Para o futuro,a empresa destaca que as APIs serão importantes para criar novas interações com o usuário final e as previsões estão divididas em 5 propostas:Era Pós Apps,Governança,Propriedade de Dados,Internet das Coisas (IoT) e Ecossistemas Digitais.Para o futuro,a interação não será só via aplicativo ou Bots,mas sim por outro canal ainda desconhecido. “Vamos ter que pensar em expor a API para ser consumida por outro canal. Mais importante do que ter uma arquitetura padronizada,o essencial é ser ágil suficiente para conseguir moldar-se às experiências digitais que ainda não conhecemos”,disse Marcílio Oliveira,COO da Sensedia.Ao usar as APIs para expor dados,a governança era responsável apenas pela integração interna. Mas o cenário é outro e Kleber Bacili alerta que as grandes empresas já estão usando APIs para adaptação da sua própria arquitetura. “Precisamos trazer para o mundo das APIs as preocupações que só tínhamos nas integrações tradicionais. Taxonomía de API e governança de serviços,que antes estavam na agenda de integração interna,farão parte do calendário de exposição de APIs e serão responsáveis por uma arquitetura mais ágil”,afirma o executivo.O BBVA é uma referência mundial em Open Banking e durante o APIX 2017,Marcela Zetina,Diretora de Inovação do banco no México destacou na sua apresentação que existe um padrão Europeu,o PSD2,que afirma que o dado é de propriedade do usuário. A norma obriga que todos os bancos do continente disponibilizem acesso programático por meio de APIs para os clientes. “Esperamos que essa tendência caminhe para outros setores da economia. Mesmo quando não estejam cobertas por regulação,as empresas devem ter a consciência de que o dado é do cliente e somente ele pode permitir fluir essas informações na cadeia para que possam ser criadas novas experiências,” disse Bacili.A consolidação da Internet das Coisas passa,de certo modo,pela evolução dos protocolos de comunicação. Hoje,muitos dos dispositivos estão conectados com wifi,mas existem vários protocolos específicos que estão amadurecendo para permitir uma conectividade dentro de espaços pequenos e de maior proximidade. A previsão da empresa é que tenhamos um aumento nos padrões de API para criar experiências integradas entre dispositivos.“É preciso estar preparado para consumir mais API do que expor”,essa é a mensagem de Kleber sobre ecossistemas digitais. Segundo o diretor,ao desenvolver um aplicativo de viagem,ao invés de criar um novo ecossistema,a empresa deve se integrar,por exemplo,com a rede de parceiros digitais do TripAdvisor. Para ele,a disputa de quem vai criar e de quem vai conseguir se integrar a ecossistemas,será bastante intensa nos próximos anos.O anúncio foi feito durante o APIX 2017,evento focado em estratégias de API,realizado no último dia 30 de Maio. No final do encontro,os executivos deram algumas dicas para que as empresas possam identificar quais são as verdadeiras demandas digitais e uma das medidas é colocar APIs na agenda não só do time de Arquitetura,mas também de Produto.Sobre o APIXNa sua 3ª edição,e com tema macro “Estratégias de APIs para transformação digital”,o API Experience reuniu os principais players de tecnologia do país para debater economia de APIs,inovação aberta,segurança,ecossistemas de parceiros e experiências digitais. O evento contou com a presença de mais de 700 pessoas,entre executivos de grandes empresas,empreendedores digitais,gestores de tecnologia,arquitetos de TI e desenvolvedores.As palestras foram divididas em trilhas:Estratégias,com uma seleção de conteúdos voltados para negócios digitais;e Técnicas,para arquitetos e gerentes de tecnologia que aprofundaram os aspectos técnicos de APIs e arquiteturas digitais. Além das palestras,o APIX também foi espaço para Workshop focados em treinamento para conhecer o ciclo completo das APIs RESTful,desde a proposta de valor até a operacionalização - que contou com a prova para a Certificação API Foundation,pioneira no Brasil.

Centro Universitário UNINTER desenvolve aplicativo em parceria com alunos

Segundo dados da pesquisa App Olympics,realizada em 2016,o Brasil lidera a lista de países com mercados mais competitivos para aplicativos mobile. Ao todo,foram analisados dados de 52 milhões de usuários para verificar como eles interagem com seus aplicativos e dispositivos móveis. A análise também mostrou que os brasileiros usam,em média,29 aplicativos e interagem mensalmente com 53. Com o resultado,o Brasil ultrapassou o México e os Estados Unidos no que diz respeito ao engajamento dos usuários – especialmente em categorias de jogos e aplicativos cotidianos. Seguindo as tendências mundiais e com o objetivo de promover mais interação com os alunos,o Centro Universitário Internacional Uninter criou o aplicativo UNINTER que oferece acesso rápido a informações acadêmicas e financeiras. “Hoje as pessoas acessam a internet mais pelo celular do que pelo computador,fazendo com que a agilidade e a facilidade na comunicação sejam uma necessidade em qualquer meio. E para instituições de ensino não seria diferente. Ao desenvolver o aplicativo,buscamos otimizar o tempo dos estudantes,agregando comodidade e interação. Para isso,reunimos diferentes serviços em uma única ferramenta como,por exemplo,o acesso a notas,boletos,entre outros. Já para os visitantes que ainda não são alunos,oportunizamos a realização da inscrição para o vestibular em poucos cliques,além do acesso a informações da instituição”,explica Maurício Bianchi,gerente de Tecnologia da Informação da Uninter. O projeto foi desenvolvido pela equipe de Tecnologia da Informação da Uninter em parceria com alunos de diversos cursos do Centro Universitário. “Pensamos em uma ferramenta que atendesse a necessidade e,em menos de dois meses,criamos o aplicativo. Porém,como o objetivo é trazer todo mês um recurso ou uma novidade para os usuários,resolvemos formar um grupo para ouvir os alunos que nos ajudaram a direcionar cada uma das novas versões ”,acrescenta Bianchi. Para o estudante do curso de Relações Internacionais,Carlos Cunha,as lojas virtuais têm oferecido muitos aplicativos que nem sempre são úteis no dia a dia. “Quando fui convidado para avaliar o aplicativo,fiquei feliz por ter a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento de algo que facilitará a rotina de todos os estudantes. Foi uma boa surpresa,pois percebo que vários segmentos criam APPS sem levar em consideração o julgamento do usuário,o que inviabiliza o uso de diversos recursos”,comenta Cunha. Após conhecer a primeira versão do aplicativo e algumas das próximas etapas,os alunos testaram as possibilidades oferecidas e enviaram suas considerações. “Pudemos testar e opinar sobre cada item e,com isso,ajudamos os desenvolvedores na antecipação de alguns recursos e na criação de novos. Foi uma experiência nova,mas que levarei para o resto da minha vida”,destaca o aluno. O aplicativo ainda oferecerá uma opção de notificação na qual o aluno receberá alertas exclusivos sobre notas,atividades e comunicados institucionais. “Também já estão programadas versões onde o usuário poderá abrir protocolos para a secretaria e interagir com os professores e colegas de turma. A cada novo recurso,reforçamos o nosso compromisso em entregar uma ferramenta que irá proporcionar mais interação entre aluno e instituição,além de oferecer o acesso aos serviços que ele precisa,sempre de forma rápida e prática”,completa o gerente de TI. Para conhecer e utilizar os serviços disponíveis é necessário fazer o download do aplicativo - buscado pela palavra-chave “UNINTER”,disponível na App Store e na Play Store.

5 apps para desbravar e descobrir sua cidade com segurança

Sair de casa para explorar os diferentes programas que sua cidade pode oferecer,sem dúvida,é prazeroso. E como a tecnologia existe para facilitar nossa vida,uma série de aplicativos mostra a melhor forma para curtir e aproveitar o espaço urbano. Confira cinco deles!1. LikewaysDisponível para iOS,o app mostra trajetos mais estimulantes para quem prefere andar a pé e explorar melhor o que a cidade pode oferecer. O aplicativo também pode ajudar turistas,interessados em transformar uma simples caminhada em uma nova forma de conhecer melhor as atrações da região.2. guiaderodasDisponível para iOS e Android,o app funciona como um guia colaborativo que mapeia o nível de acessibilidade de estabelecimentos comerciais,para pessoas com dificuldade de locomação. Além de cadeirantes,o guiaderodas também é útil para idosos,mães com carrinhos de bebês e pessoas recém-operadas,com limitação de locomoção momentânea. Por meio de uma avaliação simples,de no máximo 30 segundos,qualquer pessoa,com dificuldade de locomoção ou não,pode avaliar os locais.3. StravaSe você prefere curtir a cidade sobre duas rodas,o Strava é o app ideal. Ele mapeia os melhores e mais usados caminhos para ciclistas e traz outras funcionalidades,como conferir distâncias e frequência cardíaca e participar de desafios com seus amigos. Disponível para iOS e Android.4. WazeÉ um dos mais usados aplicativos de trânsito e navegação. Indispensável para quem mora em grandes centros e prefere explorar a cidade com seu carro,o app ajuda você a economizar tempo e também combustível. Disponível para iOS e Android.5. MoovitO Moovit é o Waze do transporte público. O app (iOS e Android) diz quais as linhas de transporte disponíveis para a rota que você precisa,além de informar,em tempo real,onde está o próximo ônibus da linha que você escolheu. Sem dúvida,um aplicativo que ajuda a dizer adeus àquela longa espera no ponto de ônibus.Boa aventura!

Startup do Paraná vence primeira Hackathon da L’Oréal no Brasil com aplicativo para Maybelline

Desafio realizado em São Paulo reuniu 15 startups da área de mobile,entre 108 inscritas,para desenvolver aplicativos voltados às marcas da líder mundial em cosméticosApós uma maratona de 24h de trabalho ininterrupto,a startup Neomode,de Curitiba (PR),foi a grande vencedora da primeira hackathon promovida pela L’Oreal no Brasil,a BEAUTYHACK,realizada no CUBO,em São Paulo. O prêmio,um investimento no valor de R$ 100 mil,será utilizado no desenvolvimento do projeto,um aplicativo para a marca Maybelline,com vistas de lançá-lo no mercado,futuramente.Durante o desafio,15 startups pré-selecionadas,das 108 inscritas,desenvolveram aplicativos móveis para quatro projetos estratégicos da empresa líder mundial em cosméticos. A solução apresentada pela startup vencedora foi o app Maybeonlline,que tinha como desafio integrar todos os pontos de venda Maybelline online e off-line,canais de venda,relacionamento e promoção.Para o presidente da L’Oréal Brasil,Didier Tisserand,a BEAUTYHACK é muito importante para o processo de digitalização da empresa no Brasil. “Nesta primeira hackathon que realizamos no país,buscamos novas ideias de jovens empreendedores para o desenvolvimento de aplicativos que nos ajudem a acelerar a ampliação desta área no país”,afirmou.Paula Costa,CMO (Chief Marketing Office) da L’Oréal,ressaltou que beleza é a segunda categoria mais comprada pelo celular e a área mobile não para de crescer. “Por isso estamos apostando em alternativas no mercado,visando estar cada vez mais próximos do nosso consumidor através de ferramentas digitais efetivas e úteis,reunindo beleza e celular”.Especialista em varejo e estratégias de omnichannel,Fabíola Paes inscreveu a Neomode na BEAUTYHACK. “Escolhemos o desafio Maybelline para participar e quando começamos a pensar no aplicativo que seria desenvolvido,nossa intenção sempre foi implantar uma estratégia global para a empresa. Queríamos reforçar a marca da L’Oréal no Brasil e,para isso,fizemos visitas in loco em quiosques e farmácias”. Daniel Koleski,UX/UI designer da startup,comentou que todo o desenvolvimento do aplicativo foi baseado em feedbacks reais de consumidoras da L’Oréal. Com o prêmio,a intenção é colocar o aplicativo para funcionar. “Queremos ser o primeiro case brasileiro de omnichannel. A fusão dessa experiência on-line e off-line é o grande futuro do varejo”,decreta.Os vencedoresAs startups que participaram da hackathon puderam se inscrever para quatro desafios:um para cada área de negócios da empresa. Além do prêmio para a grande vencedora,quatro empresas (entre elas a Neomode),também foram reconhecidas por terem apresentado os melhores projetos em cada área e poderão escolher como prêmio uma viagem ao Vale do Silício para conhecer o Google e o Facebook,ou R$ 10 mil em dinheiro. Abaixo,os vencedores de cada área:A Neomode,do Paraná,venceu o Desafio DPGP/Maybelline (Divisão Produtos Grande Público) e foi a grande vencedora da noite. O objetivo proposto pela L’Oréal era desenvolver uma experiência de compra assistida de produtos Maybelline em mobile,que aumente o uso e o conhecimento de toda a linha. A ideia é que o aplicativo possa ser usado de forma associada à orientação de especialistas da empresa,espalhados em quiosques e pontos de venda em todo o país.A Rag Softwares,de Minas Gerais,venceu o Desafio DCA (Divisão Cosmética Ativa). O objetivo proposto pela L’Oréal Brasil era potencializar o uso do programa de fidelidade Dermaclub no cotidiano do consumidor de produtos de dermocosmética. Iniciativa pioneira no mundo,o clube de vantagens é voltado a pessoas que se preocupam com a saúde da pele. Ele oferece a expertise de dermatologistas para o leitor,através de dicas e novidades.A Inovalab,do Rio de Janeiro,venceu o Desafio DL (Divisão Luxo). O objetivo proposto pela L’Oréal Brasil era difundir a educação e a informação das marcas L’Oreal Professionnel,Kérastase,Redken,Matrix e Essie para os profissionais de salão de beleza de forma acessível,engajadora e simples,mas completa.A Points Rocket,com sede Paraíba e no Rio Grande do Norte,venceu o Desafio DPP (Divisão Produtos Profissionais). O objetivo proposto pela L’Oréal Brasil era ensinar e incentivar os consumidores ao uso rotineiro dos produtos de luxo do Grupo L’Oreal,explorando ocasiões específicas e especiais.A comissão julgadoraA comissão que escolheu os vencedores da BEAUTYHACK foi formada por um time de peso,composto por Paula Costa,Chief Marketing Offier & Diretora Divisão Luxo de L’Oréal Brasil;Julia Sève,diretora Divisão Cosmética Ativa de L’Oréal Brasil;Barbara Fortes,diretora de Retail da L’Oréal Brasil;Mikael Henry,diretor da Divisão Produtos Professionais de L’Oréal Brasil;Marcos Salles,Chief Information Officer da L’Oréal Brasil;Pyr Marcondes,diretor-geral da Proxxima,M&M Consulting;Márcio Brito,coordenador nacional de Start-ups do Sebrae;Leo Xavier,CEO Pontomobi e Arthur Sousa,head de engenharia Latino América do Facebook.

Relatório global destaca os perigos e as oportunidades em segurança mobile

Pesquisa revela que 41% dos usuários relutam ao compartilhar dados pessoais e 47% pagariam um valor extra por um aplicativo com garantia de privacidadeA organização de comércio mobile global Mobile Ecosystem Forum (MEF) apresenta hoje o resultado de Relatório global sobre Confiança do Consumidor,realizado em parceria com a AVG Technologies,na Consumer Electronics Show (CES). O terceiro relatório anual da organização estuda as atitudes e comportamentos relacionados à privacidade e segurança de mais de 5 mil usuários de mídia móvel no Brasil,China,França,Alemanha,Índia,África do Sul,Reino Unido e Estados Unidos.O relatório da MEF revela que 36% dos consumidores estão deixando de baixar e usar aplicativos e serviços por conta de preocupações com privacidade e segurança. Isso significa que por quatro anos consecutivos a confiança vem se mostrando a maior barreira para o crescimento no ecossitema mobile;mais de 52% dos respondentes dos oito países já deletam aplicativos que causaram desconfiança,38% apenas pararam de usá-los e 21% deixam comentários negativos ou aviso à amigos e conhecidos.Além disso,poucos usuários estão confortáveis com a ideia de compartilhar dados pessoais com aplicativos ou prestadores de serviços mobile. Em 2013,21% dos pesquisados disseram estar tranquilos ao compartilhar dados com apps. Em 2015,esse número caiu 6%. Já o número de 'compartilhadores relutantes',aqueles que não desejam compartilhar informações pessoais,mas que o fazem por querer usar o app,saltou de 33% no ano passado para 41% esse ano.Significativamente,quase metade (47%) dos pesquisados afirmaram que pagariam um valor extra por aplicativos que garantissem que os dados coletados não poderiam ser compartilhados com terceiros,sendo que 17% pagariam até 10% a mais para garantir a proteção de seus dados.Quando o assunto é segurança do aparelho,23% dos usuários que protegem seus aparelhos usam mais de um método de proteção,com a biometria crescendo de 7% para 11% em relação ao ano anterior. No entanto,21% dos respondentes ainda não fazem nada para garantir a segurança de seus aparelhos.A CEO da MEF,Rimma Perelmuter,comenta:"O 4º Relatório Global sobre Confiança do Consumidor da MEF destaca as significantes consequências do crescimento das preocupações dos consumidores acerca da privacidade e segurança no ecossistema mobile. Tendências comportamentais dos consumidores,como deletar apps ou deixar de usar apps já baixados são indicadores claros de que a indústria precisa fazer mais para construir relações sustentáveis e de confiança com o consumidor.""Com 41% dos usuários se identificando como "compartilhadores relutantes",o Relatório da MEF é um chamado para que a indústria colabore para introduzir cada vez mais transparência e confiança nos serviços móveis/digitais. É por isso que continuamos a estimular e premiar as melhores práticas por meio de nossa iniciativa Global de Confiança do Consumidor",explica a executiva.Atualmente,o Relatório da MEF identifica uma clara oportunidade para empresas que colocam a confiança como base de seus negócios,com 47% de usuários dispostos a pagar mais por aplicativos privacy-friendly. Este é apenas um exemplo de como a indústria móvel pode olhar para o consumidor consciente para estabelecer novos modelos de negócios e serviços que reconheçam usuários mobile como usuários com necessidades diferentes daqueles que estão offline."Devemos cooperar como indústria para ir além de simplesmente ser 'bons o suficiente' na proteção dos nossos clientes," afirma Harvey Anderson,Chief Legal Officer da AVG Technologies. "Transparência e educação precisam andar de mãos dadas com o comprometimento da indústria em estabelecer e sustentar negócios centrados nas necessidades humanas e no respeito. As pessoas não devem ter que trocar sua privacidade e segurança para se beneficiar de serviços baseados em dados que estão disponíveis agora nem os que estão por vir. E cabe a nós para criar um bom futuro para esses usuários."Outros dados da pesquisa• "Compartilhadores relutantes",que compartilham dados apenas porque precisam usar o aplicativo são metade dos usuários dos EUA e da Alemanha (53% e 47% respectivamente),um aumento de um quarto nos EUA e um terço na Alemanha.• Preocupação com privacidade de dados e segurança é maior na China,EUA e Alemanha (39% vs. 36% dos dados gerais). Chinesa são os que tem mais preocupação com segurança (19%),e os Americanos são os que mais deixam de usar por conta do consumo excessivo de dados (18%).• No Brasil,consumidores são mais cautelosos com o uso de suas fotos do que suas informações financeiras (28% vs. 11%). Na Índia,informações de contato (23%) são consideradas as mais sensíveis.Para mais informações sobre o Relatório Global sobre Confiança do Consumidor da MEF 2016 acesse:http://www.mobileecosystemforum.com/solutions/consumer-trust/global-consumer-trust-report-2016/.

Batalha de Aplicativos rende prêmio internacional de educação

Batalha de aplicativos estimula empreendedorismo e inovação em sala de aula

O segundo bimestre de 2015 está sendo diferente para alunos de quatro áreas da Universidade Positivo. As turmas de Arquitetura e Urbanismo,Direito,Odontologia e Formação Básica de Negócios estão participando do Desafio Apps in Class,desenvolvido pelo Centro de Inovação Pedagógica da UP para promover o mobile learning entre alunos e professores. Após o período de capacitação e aprendizado da plataforma Eduapps,os estudantes do primeiro e segundo anos participantes serão avaliados em um concurso,nesta quinta-feira (2 de julho),que escolherá os três melhores aplicativos desenvolvidos. De acordo com Márcia Sebastiani,diretora do Centro de Inovação Pedagógica,o mundo está em constante modernização e a educação não pode ficar para trás. Por isso,o concurso estimula não só o aprendizado na área de programação e tecnologia,mas também incentiva a vontade de inovar. "A proposta do Apps in Class é mostrar que o uso da tecnologia não deve ficar restrito aos cursos de ciências exatas e que é possível e fácil introduzir métodos diferentes de aprendizado em sala de aula",explica. Inovação e educação caminham juntosO Desafio Apps in Class é apenas uma das iniciativas do Centro de Inovação Pedagógica (CIP) da Universidade Positivo,um núcleo de pesquisas e desenvolvimento de serviços e processos inovadores,focado na evolução e modernização do ensino na educação básica e superior,em instituições públicas e privadas.Segundo Márcia,o CIP foi instituído com o propósito de criar e implementar projetos inovadores na área educacional,capazes de melhorar,cada vez mais,o aprendizado dos alunos. "É importante estarmos permanentemente pesquisando novas metodologias de ensino e desenvolvendo-as de acordo com a nossa realidade. Além disso,um dos nossos diferenciais é que monitoramos o quanto cada uma destas novas propostas impactam,de fato,na melhoria da aprendizagem",analisa a diretora.Além do Desafio,o CIP também desenvolve outros projetos com a marca da inovação. Um exemplo é o Programa Descoberta,dirigido ao desenvolvimento de professores,que busca,por meio de pesquisas,identificar e destacar as melhores práticas que efetivamente dão resultados no progresso dos alunos.

IT Softin aposta em inovação e aplicativos para atender concessionárais e proprietários de veículos

A empresa curitibana IT Softin lança dois aplicativos para ampliar mercado em um segmento que já domina nos úlitmos anos:o de concessionártias de veículos e máquinas. Em projetos ligados à inovação,desenvolveu uma versão mobile do Truck Tin,que gerencia equipes de vendas e o Psiu-Car,para melhorar o relacionamento entre clientes e concessionárias.Saiba mais na reportagem em vídeo do programa de tv Valor Agregado.

hotelja.com é aplicativo para reservas de última hora

O hotelja.com é um aplicativo para quem deseja reservar hotéis de última sem pagar pelos caros preços de balcão. Desenvolvido com apoio da Visionnaire Informática,especializada em criação de startups,promete facilitar a estadia de quem,por algum motivo,precisa de hospedagem não programada. Saiba mais na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

Gartner afirma que a nova arquitetura dos aplicativos está mudando os padrões de tráfego de rede

Arquitetos de infraestrutura devem repensar a estratégia de entrega de aplicativos para incluir serviços baseados em NuvemO fluxo de tráfego dos aplicativos tornou-se um fator que não é mais determinante,e os arquitetos de infraestrutura não podem mais depender exclusivamente dos aparelhos para prestar serviços de entrega e segurança necessárias para os aplicativos. Os novos modelos de implantação estão surgindo para ajudar as organizações com essa transição. O Gartner,líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia,prevê que,até 2018,pelo menos três ofertas de serviços de rede consolidadas vão surgir com conjuntos de recursos que abrangem entrega de aplicativos,a distribuição do tráfego global,otimização e funções de segurança.Antes do próximo Gartner Application,Architecture,Development & Integration Summit 2014,Joe Skorupa,Vice-Presidente e analista do Gartner,explica como as novas arquiteturas de aplicativos estão mudando os padrões de tráfego de rede.Para conferir o conteúdo na íntegra,acesse: http://www.gartner.com/newsroom/id/2915717

Rede x aplicativo:A culpa não é minha!

Por Don Jacob"Deve ser a rede!" São exatamente essas as palavras que ouvimos quando um aplicativo está lento,a transferência de dados não é rápida o suficiente ou as ligações por VoIP ficam caindo. É óbvio que a rede existe para dar suporte à funcionalidade de que um aplicativo necessita e fornecer valor comercial para a organização. Assim,se alguma coisa não funciona como esperado,na maioria das vezes,os usuários culpam a rede.Os administradores de rede aceitam isso:eles estão conscientes dos fatores de rede que podem afetar o desempenho dos aplicativos. Entre esses fatores estão largura de banda insuficiente destinada à WAN,tráfego de rede não comercial consumindo toda a largura de banda,alta latência,prioridade incorreta ou sem QoS,alternância de rota,integridade dos dispositivos de rede ou erros de configuração. E,acredite se quiser,a principal causa para o mau desempenho dos aplicativos pode ser o próprio aplicativo!O mau desempenho de um aplicativo pode ser consequência do design do aplicativo:excesso de elementos ou de conteúdo no programa,múltiplas conexões para cada solicitação do usuário,consultas lentas e de longa duração,perda de memória,bloqueio de segmentos ou um esquema de banco de dados deficiente que retarda a recuperação dos dados. Diga isso para o desenvolvedor do aplicativo,e provavelmente ele vai apontar o dedo acusador para o administrador do banco de dados;a causa pode ser problemas de indexação,o fato de a SAN compartilhar E/S e armazenamento subjacente com vários aplicativos,banco de dados corrompido etc. Também não podemos esquecer o papel do hardware e do sistema operacional. Problemas de hardware,como servidor muito utilizado,falta de espaço em disco livre,desempenho insatisfatório de disco,janela TCP com tamanho incorretamente configurado,múltiplas tarefas em segundo plano e um SO desatualizado,também podem ser responsáveis pela lentidão de um aplicativo.Será que a rede tem metade dessas razões que afetam o desempenho dos aplicativos? Mas ainda não ganhamos a discussão – não até provarmos que a rede está ótima. Quando muitos usuários reclamam que vários aplicativos rodando em servidores diferentes em um data center remoto estão lentos,só pode ser culpa da rede,certo?Provando que não é a rede:“Acho que a rede está lenta.” Todas as vezes que a rede leva a culpa,o administrador deve começar a discussão com o SNMP. Acione a ferramenta de monitoramento de rede e verifique a integridade e o status dos dispositivos da rede. As ferramentas de SNMP podem fornecer muitas informações úteis. Ao monitorar roteadores e switches com SNMP,veja se havia alternâncias de rota ("route flaps"),perda de pacotes,aumento no RTT e na latência,e também se a utilização de CPU ou de memória do dispositivo estava alta.“Talvez o seu link WAN não seja compatível com o meu aplicativo.” O Cisco IPSLA pode enviar pacotes sintéticos e informar a capacidade ou a disponibilidade do link de rede para gerenciar o tráfego IP com protocolos TCP e UDP ou informar especificamente o desempenho de VoIP,RTT etc. Assim,se os pacotes sintéticos gerados pelo Cisco IPSLA para combinar com o protocolo do aplicativo são aceitos,por que não o tráfego real do aplicativo?“Temos largura de banda suficiente?” Existe uma ferramenta para isso também! Os dados do NetFlow vindos dos dispositivos de roteamento e comutação podem informar o uso da largura de banda,dizendo o quanto de um link WAN está sendo utilizado,quais aplicativos estão usando,que end points estão envolvidos e até informar a prioridade ToS de cada conversa por IP.“Poderia ter algo a ver com as prioridades QoS?” Usando uma ferramenta de monitoramento compatível com a geração de relatórios do Cisco CBQoS,você pode validar o desempenho de suas políticas de QoS:quais são as estatísticas de pré- e pós-política,se há muito buffer ou quanto tráfego está sendo descartado para cada política e classe de QoS. Se suas políticas de QoS estão funcionando da forma esperada,o que sobra,então?“E agora?” Para o administrador de rede que ainda não ganhou a discussão (ou adora ficar discutindo),a resposta é a chamada "inspeção profunda de pacotes" (DPI,na sigla em inglês). A visibilidade que o DPI fornece é praticamente ilimitada:informações de rendimento,detalhes de segmentos fora de ordem,detalhes de "handshake",retransmissões e todas as informações de que você vai precisar para provar que não é a rede,e também para descobrir as causas reais para o fraco desempenho do aplicativo.Com a tecnologia e as ferramentas adequadas,o administrador da rede pode provar que a culpa não é da rede. Mas,também é importante ser proativo e garantir que os nós essenciais da rede estão sendo vigiados com uma boa ferramenta de monitoramento e que os aplicativos críticos têm prioridade na rede. O monitoramento ajuda a detectar e resolver pequenos problemas antes que se tornem graves,e a priorização garante a entrega dos dados do aplicativo.“Hmm,então deve ser o banco de dados... Vou falar com a equipe de lá!”Don Thomas Jacob é "geek" chefe da SolarWinds,fornecedora de softwares de gerenciamento de TI com sede em Austin,no Texas.

Curitiba recebe,até o dia 10,propostas de novas tecnologias de trânsito

Os interessados em mostrar novas tecnologias de trânsito para Curitiba têm até o dia 10 de outubro para protocolar seus projetos para avaliação da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran).As propostas podem ser das áreas de monitoramento e fiscalização de trânsito,controle do estacionamento regulamentado,controle de semáforo e outras tecnologias voltadas à melhoria e segurança do trânsito na cidade. As informações sobre o cadastro estão disponíveis em três portarias publicadas pela Setran em setembro de 2013 – nº 100,103 e 110.“Estamos em processo de conhecer novas tecnologias para o trânsito de Curitiba. Em um ano,recebemos diversos projetos e sugestões muito interessantes para a cidade. Selecionamos algumas propostas e atualmente temos sete projetos-piloto em andamento”,conta a secretária municipal de Trânsito,Luiza Simonelli.Entre as tecnologias em teste estão duas para o estacionamento regulamentado eletrônico e uma do semáforo de pedestres acionado pelo cartão de transporte utilizado por pessoas com mobilidade reduzida (idosos e pessoas com deficiência).A secretária também destaca como muito positivo o trabalho em parceria com as universidades Federal do Paraná e Positivo na comissão formada pela Setran para a avaliação dos projetos. Após análise da comissão,os dados coletados dos projetos testados deverão servir como base para futuros editais de licitação na área de trânsito de Curitiba.Fonte:Prefeitura de Curitiba

3M lança aplicativo Post-it® Plus para celulares e tablets

https://itunes.apple.com/app/id920127738?WT.mc_id=www.post-it.com/plusapp.

Microsoft oferece capacitação gratuita em desenvolvimento de apps modernos

O desenvolvimento de aplicativos vem crescendo nos últimos anos. Interoperabilidade é o assunto do futuro e é cada vez mais importante ter profissionais que saibam desenvolver seus aplicativos para diferentes plataformas.Por essa razão,a Microsoft Virtual Academy (MVA) oferece uma série especial de treinamentos gratuitos para você estudar on-line de qualquer lugar. Para isso,basta ter uma conta Microsoft e se inscrever de graça na MVA.A Microsoft Virtual Academy oferece material em português,facilitando a capacitação de interessados em desenvolvimento de apps. Você poderá aprender a criar aplicativos tendo em vista as novidades tecnológicas.Há cursos para desenvolvedores em todos os estágios de carreira,desde o iniciante até o avançado.Confira a lista completa de cursos disponíveis em:http://www.microsoftvirtualacademy.com/training-topics/aplicativosmodernos- See more at:http://www.blogmicrosoftbrasil.com.br/microsoft-oferece-capacitacao-gratuita-em-desenvolvimento-de-apps-modernos/#sthash.YnQFguXK.dpufFonte:Blog da Microsoft Brasil

Aplicativo apresenta um tour audioguiado por Curitiba

[caption id="attachment_2201" align="aligncenter" width="600" caption="Foto:divulgação Ministério da Cultura "][/caption]O edital Concurso Cultura 2014,promovido pelo Ministério da Cultura,premiou diversos segmentos culturais diferenciados,entre eles o Curitiba AudioWalk,contemplado na categoria patrimônio. O aplicativo de smartphone propõe uma caminhada sonora por diversos pontos do Centro Histórico da capital paranaense,com base em pesquisas e depoimentos de artistas e personalidades ligadas à vida cultural urbana."O uso de fones de ouvido conectados a um aparelho com o aplicativo,possibilita uma experiência imersiva pelos sons das ruas,praças e monumentos",explicam os criadores do projeto. O app foi idealizado pela sound designer Lilian Nakahodo e pelo turismólogo Yure Lobo,e desenvolvido em parceria com a empresa PepperBox Studio."O projeto busca aproximar as novas tecnologias e a experiência turística por meio de novas mídias e processos sociais. O conteúdo é rico e baseado em diversos pontos de vista de pessoas que conhecem e amam o centro da cidade. É uma maneira criativa e estimulante de conhecer a cidade,além de contribuir para a valorização do seu patrimônio material e imaterial",explica o Yure Lobo.Para fazer o tour audioguiado,é preciso baixar o aplicativo gratuito em um dispositivo móvel,como o smartphone,tablets e utilizar fones de ouvido. O passeio sonoro,com duração aproximada de 1h30 é conduzido pela voz de Michelle Pucci,atriz,cantora e apresentadora. São 14 trechos sonoros,identificados em um mapa interativo,numa rota pré-estabelecida,com fotos e tecnologia de localização. O download pode ser feito para celulares Android e pode demorar um pouco,pois todas as informações ficam disponíveis offline. Inicialmente será feito o download de todo conteúdo e instalado no seu telefone. Fonte:Ministério da Cultura

IDC:2014 será um ano de crescimento,inovação e transformação no uso de tecnologias

De acordo com a IDC,empresa líder em inteligência de mercado,serviços de consultoria e conferências para os mercados de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. o investimento em TI na região será de US$ 139 bilhões,com um crescimento de 8,4% em comparação com o fechamento de 2013. Já os gastos com serviços de telecomunicações alcançarão US$ 219 bilhões,um crescimento de 8%. Os tablets,smartphones,serviços de TI,armazenamento e software embutido serão as categorias de crescimento mais rápido de TI,com 34%,18%,11%,11% e 10% respectivamente. As previsões para 2014 foram apresentadas pela IDC América Latina. As previsões específicas para o Brasil serão apresentadas na primeira semana de fevereiro,pela IDC Brasil.“A inovação e o valor são dois fatores chave para gerar competitividade sustentável na América Latina durante 2014;onde as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) desempenharão um papel cada vez mais importante. A migração para a terceira plataforma (uma mudança arquitetônica baseada em quatro pilares:Cloud,Big Data,Mobilidade e tecnologias sociais) será o centro da transição entre o valor e a inovação,impulsionada pela transformação dos processos nas organizações,onde a mobilidade será a prioridade desta nova geração de consumidores”,disse Ricardo Villate,Vice-presidente do Grupo na IDC LA.Com base nas percepções dos principais analistas da IDC América Latina,2014 será um ano de crescimento mais moderado em comparação com os anteriores,em que as empresas e as indústrias começarão a transformação completa das soluções de outras plataformas que tiveram início em 2013. Além dos dois motores da região (Brasil e México),os fornecedores estarão realizando apostas de longo prazo nos países que vêm mostrando uma clara preferência pelas políticas de livre comércio que incentivam o aumento dos investimentos em TI,tais como Colômbia,Chile e Peru.Principais previsões para América Latina para 2014:1. Mudando o poder de compra:Os executivos seniores (C-Suite) continuarão ganhando importância nas decisões de TIA terceira plataforma tecnológica mostrou que a nova dinâmica do mercado está sendo de ruptura,uma vez que foram minimizadas as conversações técnicas e os processos de negócios estão se tornando o centro das atenções. É importante destacar que,longe de diminuir a relevância da tecnologia,este cenário a transforma até o ponto em que ela mesma já não seja uma ferramenta de negócios,senão,no próprio negócio.A relevância dinâmica da terceira plataforma é tal que implica em uma transformação integral das linhas de negócios,gerando uma nova forma de pensar sobre como relacionar este novo processo de pensamento de TI. Áreas como marketing,vendas e recursos humanos aumentarão seu envolvimento na aquisição de tecnologia em até 60% em 2014,e cerca de 20% de todo o investimento em hardware,software e serviços das empresas serão ancorados pelos orçamentos das linhas de negócios,resultando em quase US$ 10 bilhões de investimentos.2. A terceira Plataforma Tecnológica aumentará a pressão sobre a capacidade da rede Em 2013,a IDC previu o aumento das tecnologias da terceira plataforma e seus quatro pilares:mobilidade,cloud,Big Data e Social;no entanto,a rede não esteve à margem das pressões adicionais de conectividade colocadas pelas novas tecnologias de ponta.As novas tecnologias que consideram cada vez mais a integração de conceitos tais como globalização,produtividade,colaboração,inovação e orientação para os negócios,conduziram as tendências que demandam melhorias na rede para gerenciar o crescimento de voz e vídeo sobre IP,bem como a proliferação de dispositivos wireless conectados à rede,virtualização e crescimento de cloud computing. De acordo com uma pesquisa recente da IDC,realizada com líderes de tecnologia na região,mais de 53% das empresas disseram que requerem uma rede mais robusta na América Latina e 61% deles afirmaram que a disponibilidade de banda larga é uma das principais preocupações. A estratégia da tecnologia será um híbrido e implicará uma série de estratégias combinadas,onde a tecnologia fixa (fibra - FTTx) e a tecnologia móvel (3G – 4G) irão complementar-se. De um ponto de vista técnico,o Wi-Fi aparecerá como uma solução chave para a saturação da rede e do espectro,o que se mostrará como uma opção atrativa,com custos baixos de instalação e de taxas regulamentares.Em 2014,os mercados da América Latina começarão a ver os planos de multimídias integradas com a Mbps como a unidade de consumo dos preços,bem como mais e mais modelos de serviços transacionais. A IDC visualiza que mais de 70% das empresas da América Latina levará em conta a melhoria da segurança em WAN como seu principal objetivo dentro de seus planos de otimização da rede.3. O gerenciamento das cargas de trabalho definirá a infraestrutura,facilitando o caminho da Infraestrutura Convergente (IC) e o Software Define Everything – SDx (Tudo definido por software).A adoção dos sistemas integrados foi pouco acelerada;no entanto,o mercado continua a evoluir,a complexidade do sistema cresce,e as implantações de data centers se expandem. Da mesma forma,as empresas da América Latina começaram a acelerar a opção deste tipo de arquiteturas em 2013. O crescimento dos investimentos em infraestrutura convergente aumentou mais de 60% durante o primeiro semestre de 2013. A crescente adoção da Infraestrutura Convergente foi especialmente rápida nos mercados verticais como finanças,telecomunicações,varejo e manufatura.A IDC estima um crescimento de dois dígitos da IC para 2014,derivada de uma proposta de valor direcionada pela indústria,bem como a maior capacidade de integração através da camada de middleware. Em muitos casos,as arquiteturas da IC estão posicionadas como um passo seguinte no caminho para a virtualização,em um contexto de fornecimento dinâmico,em que a carga de trabalho e,portanto,o software,é o que irá definir a demanda de infraestrutura.Em 2014,a expressão “fornecimento dinâmico” será comum e estará fortemente relacionada com qualquer iniciativa de entrega como serviço (as a Service) de uma carga de trabalho;ultimamente,o caminho é do fornecimento dinâmico que também levará ao que se denomina tudo definido por Software (SDx).O SDx permite que as infraestruturas de computação sejam visualizadas e entregues como um serviço onde a computação,redes,armazenamento ou inclusive o serviço completo de data center são automatizados por software programável,o que resulta em soluções mais dinâmicas e rentáveis. O SDx é apresentado como um conceito de gestão de rede mais simples,ressaltando atributos como a otimização da capacidade da rede,integração além do core da rede,melhores padrões de interoperabilidade,soma de novas camadas de inteligência da rede,e,portanto,novas métricas de desempenho desta.O SDx facilitará a otimização da capacidade da rede,integração além do core da rede,melhores padrões de interoperabilidade,soma de novas camadas de inteligência da rede,e,portanto,novas métricas de desempenho desta. A captação dos sistemas de infraestruturas convergentes é resultado da demanda de pressão para a otimização da gestão da carga de trabalho,independentemente de que se trate de riscos de processamento de dados na indústria financeira,gestão de dados de clientes nos setores de telecomunicações ou das indústrias de varejo,ou da análise de negócios em organizações de manufatura ou de serviços.4. Big Data/Analytics evoluirá da doutrina à realidadeEm 2013,a América Latina entrou em uma fase de educação,em que se refere às tecnologias de Big Data,onde os players do mercado dedicaram grandes esforços para criar uma consciência em torno dos benefícios da implantação de uma inteligência superior ao longo das redes e sistemas. Tais ações de mercado deram seus frutos até o ponto em que os investimentos relacionados com o Big Data (em hardware,software e serviços) foram elevados para US$ 450 milhões na América Latina,somente em 2013. Este nível de investimento pode ser comparado às tecnologias relacionadas com a nuvem durante 2011. Em 2014,o Big Data se tornará um mercado com massa crítica na América Latina,uma vez que as forças subjacentes que promovem a adoção do Big Data são mais fortes na América Latina que nas regiões desenvolvidas no mundo. Além disso,os dados não estruturados como aqueles gerados nas redes sociais encontram um terreno fértil em uma região como a América Latina,que tem a maior penetração do Facebook em comparação com outras regiões do mundo. As pesquisas da IDC com usuários finais mostram que a maior parte das organizações já captura dados de áudio e vídeo na América Latina,em comparação com os Estados Unidos,e,para 2014,mais de 20% das empresas de médio e grande porte da região estarão analisando o bate-papo social,vídeo e dados de geração por sensor.Em 2014,as organizações empresariais latino-americanas irão acelerar sua curva de aprendizado para derivar,em última instância,as estratégias de marketing baseadas em métricas e análises sociais. A IDC espera que mais de 60% das empresas na região começarão a utilizar em 2014 as redes sociais públicas para a comercialização / atendimento a clientes / vendas.A IDC prevê o crescimento sustentável do Big Data na América Latina,onde a soma de hardware,software e serviços em torno do Big Data atingirá US$ 819 milhões durante 2014.5. A modernização dos aplicativos continuará liderando o caminho para a adoção da nuvem pública.Em 2013,mais de 60% das principais empresas na América Latina estavam construindo,transformando e ampliando sua rede e infraestrutura para dar suporte às soluções da terceira plataforma e estavam implementando o uso da nuvem pública. A partir do primeiro semestre de 2013,mais de 34% das empresas na região estavam divulgando e/ou tinham planos concretos para mover algumas cargas de trabalho para a nuvem até 2014,tendo um impacto sobre a infraestrutura do data center,uma vez que implica em requisitos adicionais de capacidade. Isto foi validado pelos líderes tecnológicos latino-americanos entrevistados pela IDC,os quais expressaram que,nos próximos cinco anos,a demanda dos data centers aumentará em mais de 80%,o que acrescenta uma pressão extra sobre as redes para oferecer uma capacidade segura,disponível e superior.Em 2014,os data centers na região continuarão centralizando suas capacidades na prestação de serviços de nuvem pública para as organizações latino-americanas. Os players mais importantes da região no setor de telecomunicações manterão fortes investimentos em infraestrutura moderna,bem como na preparação de recursos humanos,especialmente em relação às certificações de segurança e gestão.A IDC considera que o crescimento do mercado de serviços de nuvem pública na região será um dos mais elevados em todos os setores de tecnologia,crescendo cerca de 67% até 2014,atingindo mais de US$ 1 bilhão. As empresas mais beneficiadas pela utilização destas soluções serão aquelas que já se inseriram no caminho da nuvem através das opções privadas e estarão prontas para assumir novas mudanças em ambientes de nuvem pública.6. Do BYOD ao "Mobile First”:as ferramentas de gerenciamento móvel irão empurrar a estratégia de negócios para o próximo nível.No final de 2012,as empresas na América Latina deram um passo para trás no Bring your Own Device (traga seu próprio dispositivo - BYOD) devido ao crescimento dos dispositivos móveis levados pelos funcionários,então a taxa de empresas que permitiu o uso de dispositivos móveis pessoais na organização foi de 33%;contudo,para o fechamento de 2013 houve uma recuperação,chegando a 43% de crescimento.Atualmente,as organizações alcançaram melhor compreensão da importância de desenvolver uma estratégia de mobilidade integrada que inclua não apenas os dispositivos,mas todo o ecossistema móvel. Isto se reflete no fato de que a metade das empresas que permitem o uso dos dispositivos pessoais com responsabilidade está incorporada dentro de uma plataforma de movile device management (MDM).O grande crescimento da base instalada de dispositivos trouxe um forte impacto em correlação com o tráfego de consumidores. De acordo com uma pesquisa recente da IDC,os tomadores de decisão em TI esperam que o tráfego derivado da utilização de tablets cresça 55% em 2014,enquanto o tráfego de smartphones e laptops aumente 34% e 26%,respectivamente. Esta tendência de mercado está mostrando uma crescente maturidade em termos de usos de dispositivos móveis e ferramentas que conduzirão os conceitos BYOD/consumo da América Latina para se tornarem "Mobile First”. Este conceito requer uma abordagem diferente para a estratégia móvel,para que a gestão móvel se torne a base fundamental para garantir a gestão dos diferentes componentes:dispositivo,conectividade,aplicativos,segurança,acesso,identidade,conteúdo,controle de informação,análise e apresentação de relatórios.7. A próxima onda de Mobilidade Empresarial:Do E-mail para os aplicativos corporativosA adoção de aplicativos móveis na América Latina é bastante convencional,sendo o e-mail a principal (e na maioria dos casos a única) ferramenta que está sendo mobilizada em mais de 90% das empresas da região. A mobilização dos aplicativos relacionados ao negócio,tais como o ERP,gestão de relações com clientes (CRM),automação de força de vendas,automação de trabalhos de campo,ainda representa não mais que 20% da adoção em 2013.No entanto,há inúmeros fatores que permitem prever um padrão diferente para 2014. Em primeiro lugar,os gigantes da indústria de TI estão focando fortemente oferta de mobilidade. Em segundo lugar,a força de trabalho móvel está experimentando um grande crescimento ano após ano no mundo,e a América Latina não é a exceção. No final de 2014,mais de 40% dos funcionários na região será móvel,o que significa que trabalharão longe de suas mesas e o uso de dispositivos móveis será essencial para as rotinas diárias. Além disso,a crescente base de dispositivos com responsabilidade pessoal aponta para um crescente poder de computação nas mãos dos funcionários,que ao mesmo tempo ajudarão as empresas a serem mais produtivas e competitivas,tendo em vista a crescente pressão dos clientes,sócios e funcionários para a inovação.A IDC espera que mais de 30% das organizações empresariais latino-americanas mobilizem aplicativos relacionados com a empresa,como a automação de serviços de campo,automação do fluxo de trabalho,CRM e ERP durante 2014.8. A Internet das coisas (Internet of Things – IoT) irá acelerar através do B2B Muito se falou em 2013 sobre a Internet das coisas (IoT),ampliando a capacidade dos dispositivos conectados praticamente até o infinito. A IoT engloba as soluções tecnológicas que permitem uma comunicação contínua e autônoma entre as máquinas. Neste contexto,é fácil prever que o maior volume de negócios relacionados com a IoT será de empresa ao consumidor (Business to Consumer – B2C) com conceitos como “lar conectado”,“carro conectado”,“carteira móvel”,“roupa inteligente”,entre outros;onde milhões de conexões inteligentes entre os dispositivos irão impulsionar a dinâmica do mercado. No entanto,segundo a IDC,“na América Latina estamos em etapas muito incipientes,de fato que é no campo das empresas (Business to Business – B2B) onde vemos mais oportunidades de negócios criados através da Iot. Em 2014,veremos as organizações evoluindo neste conceito de conectividade através de quatro modelos diferentes de conexão:dados através de redes,pessoas através de dispositivos,processos através de aplicativos e coisas através de máquinas”.Para 2014,somente na América Latina,a IDC espera que 17,5 milhões de dispositivos novos estejam conectados entre si de forma autônoma. Em termos de receitas,a IDC projeta que no mercado da América Latina,a IoT se tornará um negócio de cerca de US$ 4 bilhões em 2014 (englobando não somente a conectividade,mas também hardware,software,plataformas,integrações e ferramentas de análise),com um crescimento anual de 30% até 2017.9. As razões para a adoção de dispositivo se distanciarão dos dispositivos,centralizando-se no uso e criação de conteúdo.O comportamento bipolar do mercado de dispositivos de consumo no último ano não é nenhum segredo. Enquanto o mercado tradicional de PC desktop / portátil tem estado em crise a nível global,na América Latina não foi diferente,já que teve uma redução de 7%,o que representou 34 milhões de unidades vendidas em 2013. Por outro lado,as tecnologias de alta mobilidade (tablets e smatphones) continuaram vendo um forte crescimento de 80%,representando 111 milhões de dispositivos. Cifras que não devem mudar muito em 2014. Quanto à categoria de PCs,está previsto que em 2014 continuem diminuindo (8%);ao contrário dos smartphones/tablets que crescerão 28%,para 142 milhões de unidades.Este movimento do PC para outros tipos de dispositivos continuará mudando o paradigma do que o ecossistema considera dispositivos essenciais de computação,onde a criação e uso do conteúdo não necessariamente se centralizarão no dispositivo;mas que isso se incluirá além do sistema operacional do dispositivo e tomará forma no contexto do aplicativo e do conteúdo.2014 será um ano de maior expansão dos diferentes provedores de conteúdo na América Latina,o que os impulsionará a modificar seus modelos de negócios para determinar o conteúdo ideal para fornecer preço e custo,bem como para forjar alianças,como os tradicionais modelos de hardware nestes diversos e rentáveis ecossistemas novos.10. Os projetos relacionados à educação e à geração "Y" irão impulsionar o crescimento dos dispositivos computacionais na América LatinaDurante a última década,a sociedade da informação na América Latina se beneficiou de inúmeras iniciativas,tanto do setor público como privado,destinadas a ampliar a base instalada de PC e contribuir para fechar a brecha digital. Neste sentido,houve maior diversificação destes meganegócios,onde os PCs de negócios deram lugar aos tablets,notebooks e netbooks nos projetos governamentais e educacionais em geral.A diversificação destes dispositivos,não só está atraindo os usuários finais na região por causa dos aplicativos versáteis,mas também para os investidores (governos) devido a um custo mais baixo para implantar megaprojetos. Isto nos leva a pensar que se os pontos de preço da tabela continuarem diminuindo em comparação com os preços médios atuais dos netbooks,sua absorção irá acelerar significativamente. A IDC espera que em 2014 tenhamos 1,3 tablets vendidos para cada notebook na América Latina. Mais de 52% dos tablets vendidos em 2014 estarão abaixo de US$ 249,preço que será similar para um laptop de baixo custo.A América Latina tem sido o lar de muitos megaprojetos para a educação nos últimos anos,sendo a Argentina e Venezuela os campeões claros neste caso,com a entrega de milhões de netbooks aos alunos em um período relativamente curto. Enquanto isso,o governo federal mexicano anunciou que 4,1 milhões de PCs serão implantados em cinco anos.SOBRE O ESTUDO DE PREVISÕES 2014Este estudo é parte de uma série de publicações no mundo todo que a IDC realiza todos os anos,em que seus principais analistas compartilham sua opinião sobre as perspectivas para o ano novo sobre os mercados de TI e Telecomunicações. Com a colaboração de mais de 100 analistas da América Latina,este documento analisa os eventos que se espera que transformem o mercado durante 2014 sob a forma de uma lista com "As 10 previsões". Para obter mais informações,acesse:www.idclatin.com/predictions

Tecnologias digitais assumem papel crucial na inovação de grandes empresas,aponta Accenture Technology Vision 2014

Os dias das startups inovadoras,focadas em tecnologia,como os únicos agentes de disruptura no mercado e com crescimento mais rápido do que seus concorrentes maiores e mais tradicionais podem estar perto do fim. De acordo com novo relatório da Accenture (NYSE:ACN),as grandes empresas começam a aproveitar de seus tamanhos,capacidades e escala para se transformar em companhias verdadeiramente digitais e garantir inovações aliadas à resultados de negócios.O Accenture Technology Vision 2014 identifica seis tendências tecnológicas que possibilitam às grandes empresas juntar-se às startups - previamente reconhecidas como agentes que ultrapassam os limites da inovação e tiram partido das tecnologias digitais para ter vantagens competitivas. O relatório constata que as empresas mais importantes buscam por estratégias digitais por meio da mobilidade,Analytics e computação em nuvem para melhorar processos de negócios,tirar proveito da inteligência em tempo real,expandir os limites das forças de trabalho tradicionais e transformar a forma como os dados são gerenciados e aplicados."Vemos grandes empresas com recursos,escala e estímulo que se reinventam graças à transformação digital e que agora reafirmam a liderança em seus mercados",explica Paul Daugherty,diretor-global de tecnologia da Accenture. "As empresas líderes tem adotado tecnologias digitais para estimular seus processos de forma mais eficaz e transformar a maneira como elas encaram o mercado,colaboram com seus parceiros,envolvem-se com os clientes e gerenciam transações. A tecnologia digital torna-se rapidamente parte da estrutura de seu DNA operacional e elas estão prestes a se tornar as donas do poder digital do futuro”. As seis tendências identificadas são:A união entre o mundo físico e digital – Quando a inteligência chega ao limite:O mundo real se funde com o on-line com dispositivos móveis,objetos e dispositivos inteligentes que fornecem informações em tempo real. Esta nova camada de inteligência conectada aumenta as capacidades da força de trabalho,automatiza processos e incorpora as máquinas em nossas vidas. Para os consumidores,isso proporciona novos níveis de capacitação;para as organizações,receber dados relevantes em tempo real significa que máquinas e funcionários podem agir e reagir de forma mais rápida e mais inteligente em praticamente qualquer situação. Na área da saúde,por exemplo,a Philips criou um aplicativo piloto do Google Glass (TM) que permite que os médicos usem o visor para monitorar simultaneamente os sinais vitais de um paciente e reagir às evoluções de processos cirúrgicos,sem a necessidade de afastar-se do paciente ou procedimento.Da força de trabalho ao crowdsourcing - A ascensão da empresa sem fronteiras:imagine uma força de trabalho que transcende seus funcionários,formada de qualquer indivíduo disposto e conectado à Internet. A tecnologia agora permite que as organizações aproveitem grandes conjuntos de recursos em todo o mundo,assim como empresas como a MasterCard Incorporated e o Facebook Inc. fazem através de organizações como Kaggle Inc. - uma rede global de cientistas da computação,matemáticos,e cientistas de dados,que competem para resolver problemas que vão desde encontrar os melhores voos até otimizar localizações de lojas de varejo. Canalizar esses esforços para alcançar os objetivos de negócio é um desafio,mas a oportunidade é enorme:aproveitar uma força de trabalho imensa e ágil que está não só bem adequada para a resolução de alguns dos mais difíceis problemas de negócios de hoje,mas que também,em muitos casos,está motivada o suficiente para fazê-lo gratuitamente.Cadeia de fornecimento de dados - Mudar a forma como os dados são tratados para ampliar a circulação das informações:As tecnologias de dados evoluem rapidamente,mas a maioria vem sendo adotada de forma fragmentada. Como resultado,os dados empresariais são muito subutilizados. No momento,apenas uma em cada cinco organizações integra dados em toda a empresa. Para obter o verdadeiro valor em potencial dos dados,as empresas devem começar a tratá-los mais como uma cadeia de fornecimento,permitindo seu fluxo fácil e útil através de todas as suas organizações,e,eventualmente,também ao longo de seus ecossistemas. Empresas como Google Inc. e Walgreens Co. adotaram esta abordagem através da abertura de APIs (interfaces de programação de aplicativos);mais de 800 mil websites já utilizam os dados do Google Maps TM,e desenvolvedores terceirizados são capazes de incluir em seus aplicativos a capacidade de ler códigos de barras de frascos de remédios sob prescrição do Walgreens,para que as pessoas possam fazer um novo pedido para as receitas. Aproveitando a hiperescala – o hardaware está de volta (e,na verdade,nunca havia desaparecido):O mundo do hardware é agora um caldeirão de inovação,à medida que a demanda por centros de dados maiores e mais rápidos,aumenta. Os avanços em áreas como consumo de energia,processadores,memória de estado sólido,e arquiteturas de infraestrutura,estão dando às empresas novas e maciças oportunidades ampliar suas escalas,aumentar a eficiência,reduzir custos,e permitir que seus sistemas executem em níveis mais elevados do que nunca. À medida que as empresas digitalizam seus negócios,cada vez mais elas verão o hardware como fundamental para possibilitar sua próxima onda de crescimento.Negócios de Aplicativos - Software como uma competência essencial no mundo digital:Ao imitar a mudança no mundo do consumidor,as empresas estão adotando rapidamente aplicativos para ter maior agilidade operacional. De acordo com a pesquisa da Accenture,54% das equipes de TI de melhor desempenho já implementaram lojas de aplicativos corporativos,facilitando esta mudança para aplicativos simples e modulares para os funcionários. Os líderes de TI e os líderes de negócios devem estabelecer o papel de cada um no desenvolvimento de aplicativos em suas novas organizações digitais,pois a pressão para a mudança é motivada pelo negócio. Eles também devem transformar o próprio processo de desenvolvimento de aplicativos,a fim de tirar partido das novas tecnologias rapidamente,apoiar iterações regulares de software,e,em última análise,acelerar o crescimento de negócio.Arquitetando a resiliência - "Criado para sobreviver ao fracasso" é o mantra do negócio incessante:Na era digital,as empresas devem apoiar as exigências incessantes impostas sobre seus processos,serviços e sistemas. Isso gera um efeito cascata em toda a organização,especialmente no escritório do Diretor de Informação onde a necessidade de infraestrutura “sempre ligada”,pode significar a diferença entre "business as usual" (em inglês,tudo como sempre) e a erosão do valor da marca. Empresas,como a Netflix,Inc. que usa ferramentas de teste automatizadas para atacar,deliberadamente,seus sistemas,como um meio para aumentar a sua resiliência,estão entre os líderes de TI atuais. Essas empresas garantem que seus sistemas sejam projetados e criados para o fracasso,tirando partido das tecnologias modulares e processos de teste avançados em vez de projetar especificações."Essas tendências-chave são baseadas naquelas que temos visto ao longo dos últimos dois anos”,continuou Daugherty. "No ano passado,declaramos que todo negócio é um negócio digital,seja ele reconhecido por seus líderes ou não. Agora,vemos que as tecnologias digitais percorrem todos os aspectos dos negócios com o mais alto desempenho. Analisando as mudanças na tecnologia e o impacto que estão tendo sobre as estratégias e prioridades operacionais das organizações em todo o mundo,acreditamos que há enormes oportunidades para todos os executivos do alto escalão serem agentes de perturbação digital - para reinventar e redefinir seus negócios e criar uma vantagem competitiva duradoura.”Há quase 15 anos a Accenture faz uma análise sistemática sobre o cenário empresarial,para identificar as tendências de TI emergentes que possuem o maior potencial de provocar mudanças nas empresas e indústrias.

Aplicativos móveis:veja como foi o evento da Cenetic

A Central de Negócios de TI de Curitiba realizou evento sobre aplicativos móveis em parceria com a Universidade Positivo. Os participantes puderam acompanhar cases de de empresas como Mapway,Vitrina,Guia Unimed/Visionnaire,SnowMan Labs. Também houve palestra com Giuliano Morais,que apresentou tendências e ferramentas para desenvolvimento da IBM Brasil.