12 dicas para ajudar a planejar sua loja online

Por Cristiano Mendes,Diretor de Produtos da GoDaddy para América LatinaVocê decidiu abrir uma loja online. Provavelmente está empolgado e cheio de ideias,mas também um pouco intimidado. Se está for sua primeira experiência com e-commerce,você não quer perder seu valioso tempo e dinheiro em ferramentas e tarefas que não irão fazer a sua loja funcionar da forma mais rápida,eficiente e econômica possível.Então,vamos pelo começo e apresentar um plano antes de abrir uma loja online. De acordo com artigo de Judith Kallos,coach de negócios e consultora de WordPress,existem algumas questões básicas a serem consideradas antes de começar a colocar a mão na massa.Seja adicionar o e-commerce a um site existente (como vender no WordPress com o WooCommerce) ou configurar uma nova loja online do zero,um pouco de planejamento prévio poderá fazer uma grande diferença para o sucesso de sua nova empresa.1. Certifique-se de que seu produto ou serviço faz parte de um nicho.As melhores ideias nascem de passatempos,interesses e paixões,em que o proprietário da loja eletrônica viu uma oportunidade porque ninguém mais estava presente nesse nicho específico. Ou melhor ainda,eles sabiam,de fato,que,com muito trabalho e dedicação,poderiam fazê-lo melhor!Não subestime o poder do nicho.2. Pesquise sua concorrência.Antes de abrir uma loja online,é melhor investigar a concorrência. Faça uma busca pela Internet inserindo duas ou três palavras-chave ou frases que seus clientes-alvo provavelmente usarão para encontrar os tipos de produtos ou serviços que você pretende vender online. Em seguida,note as centenas de milhares (ou milhões) de páginas já online fazendo o mesmo.Se os números são esmagadores,você precisará se tornar ainda mais de nicho ou planejar ser um comerciante competitivo e agressivo - o que custará tanto em dinheiro quanto em tempo.Veja o que seus concorrentes já estão fazendo com sucesso (note se há uma abertura para fazer algo melhor) e como você pode integrar esses conceitos de uma maneira única ou diferente.3. Crie seu perfil de precificação.Você pode ser competitivo e ainda obter lucro depois de levar tudo em consideração? Certifique-se de incluir todos os seus custos para obter uma resposta:Certificado SSL,hospedagem,plataforma,domínio,e-mail,temas,plugins,extensões,complementos de módulos,taxas mensais,gateways de pagamento,taxas de processamento de cartão de crédito,publicidade,inventário,material de embalagem,etc.4. Desenhe seu programa de envio.O processo de envio e entrega dos produtos pode ajudar a criar ou a quebrar uma loja de comércio eletrônico. Ao se preparar para abrir uma loja online,pergunte a si mesmo:- Quais opções de transportadora você vai oferecer?- O produto será enviado de acordo com o peso e a localização ou você irá trabalhar com taxa fixa?- A sua fórmula de envio é baseada no tipo de produto?- E quanto a uma taxa de manuseio?- Você estará enviando globalmente?- Em caso afirmativo,quais procedimentos e políticas alfandegárias você precisa considerar?O envio não deve ser um centro de lucro e precisa ser razoável. A percepção de tarifas de transporte excessivamente elevadas é uma das principais razões pelas quais os clientes abandonam seus carrinhos de compras.Existem ferramentas de e-commerce no mercado que possuem opções de métodos de envio embutidos,ou permitem que você adicione rapidamente suas preferências - desde o transporte gratuito até a transportadora em tempo real e calculado.5. Defina sua política de devolução.Isso precisa ser claro,detalhado e prático,de modo que,se você tiver experiência de retorno,seus clientes podem facilmente encontrar o que precisam e saber quais são os critérios para que um retorno seja aceito.6. Crie sua política de privacidade.Você deve ter uma política visivelmente publicada que indique o que você faz com a informação do seu cliente. Isso facilita a construção da confiança. Nunca coloque uma coisa nesta política e depois faça outra. Seja honesto,direto e indique exatamente como você gerenciará,distribuirá e usará informações do cliente.7. Reforce sua política de segurança.Sua política de segurança deve explicar o que você faz,em detalhes,para proteger as informações de pagamento do seu cliente. Explique que você está em servidores seguros com SSL e por quê. Você é protegido por um serviço de verificação de terceiros? Quanto mais informações você puder fornecer,melhor para passar a confiança que seus clientes precisam para que eles compartilhem seus dados sensíveis com você.8. Garanta fotos dos produtos.Quando se trata de vender online,os detalhes visuais podem fazer toda a diferença. Seus produtos devem ter fotos de qualidade. Existem muitos recursos excelentes para aprender a tirar as melhores fotos do produto.Você também pode verificar com seus fornecedores para ver se eles têm fotos que você pode usar.9. Escreva as descrições dos produtos.As descrições genéricas não são o suficiente,e nem as que são iguais às de todo mundo que vende a mesma coisa que você. São necessários detalhes,tamanhos,cores e dimensões,juntamente com alguns bons trocadilhos de marketing que fazem com que o cliente potencial perceba que eles precisam,querem,devem ter esse item!Você vai acessar e organizar seus produtos você mesmo? Caso contrário,planeje contratar alguém para criar uma planilha ou fazer a entrada de dados para você (a terceirização pode ser sua melhor opção).10. Desenvolva um plano de marketing e orçamento.Desenvolva um plano e orçamento de tempo e de dinheiro para divulgar sua nova loja online. O que você vai fazer para colocar o seu site "lá fora"? Não existe apenas "construí-lo e eles virão" no mundo online - você terá sorte se você for encontrado com essa abordagem. Sim,depois de abrir uma loja online,você pode começar a promovê-la sem gastar um centavo.Se você quer levar muitos clientes de forma mais rápida para o seu site de comércio eletrônico,porém,talvez seja necessário investir em algum marketing.As campanhas de pagamento por clique podem ser executadas desde algumas centenas a milhares de reais por mês,dependendo da competitividade do seu mercado. Executar campanhas de publicidade paga em mecanismos de busca e sites de redes sociais também exigirá um tempo para testar e sintonizar.Definitivamente vale a pena gastar tempo descobrindo e brincando com todas as suas opções e,assim,criar um plano de marketing sólido antes de abrir uma loja online.11. Crie um plano de ação de atendimento ao cliente.Sua agenda precisará incluir tempo para impressão,processamento e embalagem de pedidos. Isso por si só pode demorar muito quando é feito corretamente. Além disso,se você fez um trabalho digno de se espalhar a notícia sobre o seu site e-commerce,você precisará orçar algum tempo para responder as perguntas de e-mail de clientes,atualizações de status do pedido e a inserção dos detalhes de envio. Alguns detalhes que você pode considerar antes de abrir uma loja online:- Como você vai mandar aos clientes a confirmação de envio desejada? Começar com um modelo de e-mail com antecedência pode economizar tempo mais pra frente.- Como você vai lidar com perguntas ao telefone? Você terá uma linha telefônica comercial separada?12. Investigue opções de pagamento.Antes de abrir uma loja online,você deve pensar em como vai receber o pagamento (um ponto um tanto importante,não é mesmo?). Algumas plataformas oferecem soluções de pagamento integrado. Você deve considerar as seguintes questões:- Você tem uma conta comercial para aceitar cartões de crédito?- Quais formas de pagamento você aceita? Cartões de crédito,cheques pessoais,transferências bancárias,ordens de pagamento?- E o Mercado Pago ou PayPal?- Você tem um gateway de pagamento para verificar,aprovar e processar cobranças em tempo real?- É recomendável rever todas as suas opções e as taxas associadas.Planeje-se para o sucessoFaça um grande favor a seu negócio à longo prazo e comece a criar e abrir seu próprio e-commerce depois de passar pelas questões acima. Estes são os princípios básicos para te ajudar a planejar antes de abrir sua loja online. Ter esses pontos resolvidos,podem te ajudar na revisão dos recursos,temas,plugins e plataformas para saber quais funcionam melhor para o seu conceito de e-commerce. Portanto,bom planejamento e vendas online!

FH participa do principal fórum de e-commerce da América Latina

A FH participará,pela segunda vez consecutiva,em conjunto com a SAP do Fórum E-commerce Brasil 2017. O maior evento de e-commerce da América Latina ocorrerá de 25 a 27 de julho,em São Paulo.Durante o Fórum E-Commerce Brasil,o público poderá conferir a oferta completa de serviços especializados em e-commerce da FH,que oferece consultoria,implementação,hospedagem,agência digital e suporte para operações de vendas online ou lojas virtuais.Em sua 8ª edição,o evento reunirá 13 mil congressistas durante três dias de atividades técnicas e de negócios,divididos em diversas áreas de conteúdo. Fórum E-commerce Brasil 2017Data:25,26 e 27 de julhoLocal:Transamérica Expo CenterAv. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues,387,Santo Amaro,São Paulo (SP)Mais informações:https://eventos.ecommercebrasil.com.br/forum/

4 dicas para sua loja virtual se diferenciar no mercado

Por Luis Pelizon,diretor comercial da Rakuten Digital CommerceO sucesso no e-commerce depende da combinação de uma série de ações que precisam ser colocadas em prática de forma coordenada. Para se diferenciar dos demais concorrentes,os empreendedores virtuais precisam garantir que a operação de suas lojas atenda a 4 requisitos principais:uma boa plataforma adequada a suas necessidades,uma estratégia coesa e direcionada,uma política comercial bem definida e muita atenção à logística. Abaixo,elenco algumas informações que podem ser úteis para guiar os lojistas em cada um destes elementos.1) PlataformaPara que uma loja alcance a capacidade de se destacar frente às demais,é essencial contar com uma plataforma robusta. Isto vai influenciar diretamente no desempenho do site e,consequentemente,na impressão causada nos clientes. O usuário não pode ficar esperando 5 minutos até as telas da loja virtual carregarem. É preciso que a experiência de navegação seja otimizada. A plataforma contratada precisa rodar de um jeito simples e ordenado. O intuito prioritário do sistema deve ser propiciar que o comprador encontre o que procura e consiga finalizar a compra com o menor número possível de cliques. O que irá determinar estes elementos são a arquitetura de software da plataforma aliada ao hardware.Outra característica importante das plataformas é que elas sejam capazes de oferecer funcionalidades específicas para que cada empreendedor necessita. Por exemplo,se o portal comercializa eletroeletrônicos,precisará de um serviço de busca avançada otimizado,de espaços bem posicionados para descrição das funções técnicas e dos vídeos mostrando o funcionamento do produto. Um último ponto a ficar atento é se a plataforma está sendo bem sucedida em atender a todos os tipos de público e fazer com que seu site seja amigável aos dispositivos móveis.2) EstratégiaEntender qual o posicionamento mais adequado para a loja virtual é primordial para qualquer negócio,ainda mais no e-commerce. O empreendedor tem que fazer para si mesmo a pergunta:qual o público quero atingir? Este tem que ser o marco para desenvolver um plano de negócios que abarque seus objetivos e vai balizar as medidas a serem tomadas. Outra orientação valiosa é entender quem são seus principais concorrentes em cada categoria de produto,pois só a partir deste estudo,será possível desenvolver a melhor política de elaboração de preço,que como qualquer empreendedor virtual sabe,é um fator de compra decisivo na internet. O lojista precisa ter bem definido em quais canais de venda ele pode atuar e a quantidade de orçamento disponível para divulgar produtos e comprar mídia na internet. Se o budget for racionado,vale utilizar as técnicas de SEO para melhorar o rankeamento nos motores de busca e trabalhar o comissionamento de forma colaborativa3) Política comercialO termo ‘markup’ designa o resultado da receita líquida,ou seja,é o que sobra no final. É fundamental ter muito nítido qual o ‘markup’ de cada produto. Assim é possível decidir com mais precisão e de uma maneira embasada quais os níveis de desconto e que tipos de parcelamentos o site pode oferecer para cada produto,qual a porcentagem de juros estipular e até mesmo se a operação daria conta de parcelar sem acréscimo no preço final.4) LogísticaChegamos ao ‘Calcanhar de Aquiles’ de todos os lojistas. O custo do frete é realmente primitivo e o principal ponto de atrito entre lojista e consumidor. O Brasil ainda depende muito dos Correios,mas existem outras transportadoras se aprimorando para alcançar uma capacidade cada vez maior de entregar os produtos em qualquer lugar do país. As empresas de logística evoluíram muito tecnicamente,colocando em prática a otimização das rotas para conseguir atender o comprador dentro do prazo acertado. De olho nesta evolução das empresas,existem sistema e plataformas que ajudam na gestão do frete,otimizando essa parte importante de um e-commerce. É o caso do sistema Rakuten Logistics - conectado atualmente aos Correios - já está plugando outras transportadoras para aumentar ainda mais sua eficiência. Esta vertical de negócios é extremamente importante dentro da operação da companhia,pois permite apresentarmos aos parceiros uma tabela de frete diferenciada,graças à escala proporcionada pela enorme quantidade de lojas parceiras da Rakuten.

Preço e frete grátis são os principais fatores levados em conta nas compras online,mostra pesquisa

Fazer compras pela internet já se tornou um hábito de grande parte dos brasileiros,mas quais são os fatores determinantes na decisão de compra? De acordo com a pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL),para 60% dos entrevistados o preço é o principal fator – já 39% citam o frete grátis e 27% tomam como base as avaliações de outros consumidores.O levantamento,feito com internautas que realizaram compras online no último ano nas 27 capitais,mapeia o processo de compras pela internet dos brasileiros e mostra que 97% já compraram mais de uma vez pelo mesmo site ou aplicativo,principalmente,devido a uma experiência anterior positiva (52%),a confiança na loja e/ou na marca (42%) e por possuir os melhores preços (37%). Na hora de escolher o site ou aplicativo para a compra,56% dão preferências às lojas que já têm o costume de comprar,49% buscam marcas conhecidas e 37% fazem pesquisa em sites que comparam preços e escolhem o de menor valor.Para a economista-chefe do SPC Brasil,Marcela Kawauti,é natural que o consumidor encare o preço de um produto como aspecto determinante para suas compras. “As pessoas tendem a selecionar,dentre as marcas que admira ou gosta,aquela que oferece a melhor relação entre custo e benefício. Portanto,o preço é fator decisivo nesse processo de escolha. Ao lado disso,vale lembrar que há outros parâmetros que o consumidor também leva em conta,como a forma de pagamento,o atendimento,a reputação da loja ou as menções à marca em órgãos governamentais ou sites de reclamação”,afirma.O levantamento identifica como os consumidores brasileiros lidam com quatro fases do processo de compra:economia,planejamento,pesquisas e segurança.Economia:51% já compraram em sites desconhecidos para aproveitar uma promoçãoDe acordo com os dados,87% dos entrevistados utilizam algum programa ou serviço online com o objetivo de economizar no dia a dia,sendo os principais:• 51% streaming de filmes;• 50% aplicativos para ligar para parentes e amigos;• 44% download de músicas;• 44% venda de produtos novos ou usados;• 31% compra de passagens e pacotes turísticos;• 31% download de jornais,revistas e ebooks.Porém,51% confessam já terem comprado produtos em sites ou marcas desconhecidas para aproveitar uma oportunidade.Planejamento:e-mails marketing e Facebook impulsionam compras não planejadasA grande maioria (83%) afirma planejar as compras virtuais antes de realizá-las. Entretanto,16% não planejam as compras,e 44% dos entrevistados comprou de forma não planejada ao receber um e-mail de loja e 31% e 30% ao ver produtos no Facebook,seja no perfil das lojas ou quando compartilhados por amigos ou pessoas públicas,respectivamente.O principal motivo para a realização da compra não planejada após ver um anúncio em sites ou redes sociais é o produto estar em promoção (56%) e não querer perder as oportunidades de preços baixos (43%). Os produtos mais comprados por impulso são os vestuários,calçados e acessórios (30%),livros (24%),cosméticos (15%) e comida delivery (14%).Sete em cada dez consumidores (69%) já desistiram de uma compra no momento do pagamento,especialmente depois de verificarem o valor do frete (33%),um prazo de entrega demorado (21%) ou não ter certeza da compra (15%). Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz,José Vignoli,“o consumidor sabe que comprar pela internet envolve muito mais do que simplesmente escolher o menor preço. Embora o custo seja uma preocupação sempre presente,as pessoas também procuram informar-se sobre o prazo para receber o produto,sua qualidade e como é o relato de outros compradores sobre determinado item.”Pesquisa:produtos mais pesquisados são de tecnologia e telefoniaQuase toda a amostra (99%) afirma realizar algum tipo de pesquisa de preço antes de comprar em um site ou aplicativo e 68% se informam sobre as reclamações de outros consumidores em sites especializados quando compram um produto em uma loja desconhecida.Os produtos mais pesquisados antes da compra virtual são os de informática e tecnologia (25%) e serviços de telefonia,celular e internet (23%). Os tipos de informação mais pesquisados são preços (60%),comentários de outros clientes (60%) e qualidade dos produtos (52%).Nove em cada dez entrevistados (88%) costumam comprar com desconto,especialmente por meio de promoções (59%) e por meio de cupons de desconto (44%). “Não há dúvida de que a internet potencializa o acesso à informação e amplia suas possiblidades de escolha,auxiliando na tomada de decisões,a partir de opiniões compartilhadas entre compradores e formadores de opinião”,explica Kawauti. “Por outro lado,as pessoas são bombardeadas com ofertas e anúncios customizados a partir de seus hábitos de navegação e diversas ações de marketing que estimulam e facilitam as compras por impulso. O consumidor online,portanto,deve sempre refletir antes de clicar em “comprar”’ pois nenhuma promoção é boa o bastante se aquilo que for adquirido extrapolar o orçamento”,analisa a economista.Segurança:97% tomam precauções em suas compras onlineUma grande preocupação de quem faz compras pela internet se refere à segurança dos procedimentos online:97% tomam alguma precaução em suas compras virtuais,sendo as mais recorrentes fazer suas compras apenas em sites e aplicativos conhecidos ou indicados (60%),arquivar todos os passos da compra,inclusive e-mails de confirmação (40%) e evitar cadastrar cartão de crédito para compras futuras (37%).MetodologiaA pesquisa ouviu 673 internautas das 27 capitais que realizaram compras pela internet no último ano. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisasFaça o teste e descubra se você é um com comprador online em http://meubolsofeliz.com.br/teste/voce-e-um-bom-comprador-virtual

Parceira SAP participa do BR Week 2017

Em mais uma edição,a FH,empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software,participa do Brazilian Retail Week 2017 como patrocinadora do evento. Neste ano,a companhia – que possui a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel – apresentará ao público as funcionalidades do SAP Hybris para o varejo. A plataforma tem,entre os diferenciais,capacidade de adaptação a todos os tipos e tamanhos de empresas,uma vez que as soluções são em cloud e podem ser contratadas conforme as necessidades dos clientes.O SAP Hybris reúne em uma só solução de comércio eletrônico (B2B,B2C ou B2B2C) recursos como automação da força de vendas,atendimento a clientes,autoatendimento,marketing,mapeamento completo da jornada do cliente,entre outros.De acordo com Sandro A. Stanczyk,Head de Technology da FH,com essa plataforma os clientes podem ter experiências personalizadas e mais impactantes,além da possibilidade de ampliar as vendas de bens,serviços e conteúdo digital em todos os pontos de contato,canais e dispositivos. Ele ainda acrescenta:“a grande tendência para o varejo é a humanização do B2B,que deve possibilitar uma experiência de compra igual ao B2C”.FH se destaca entre em projetos SAP HybrisEm 2016,alinhada com o que há de mais tecnológico no mundo SAP,a FH conquistou o prêmio de melhor parceira SAP do Brasil – nas categorias SAP S/4HANA,SAP Hybris e VAR GB. Neste ano,a companhia também recebeu o selo SAP Recognized Expertise em Hybris Commerce,que comprova a expertise da empresa na área de comércio eletrônico.Entre os cases da FH com projetos SAP Hybris,destacam-se:DPaschoal,Marisa,Cia.Hering,Babyartikel,Amazon,Nestlé,Adveo,Weg,Cantu Pneus,Leroy Merlin,AB Brasil,Grupo Lagoa,Rôgga Empreendimentos,Embraco,entre outros.BR Week 2017A FH é a única parceira SAP que estará com um estande (10) durante o evento. “É mais uma oportunidade que temos para apresentar as potencialidades do SAP Hybris ao mercado,já que este é o principal evento de varejo do país”,destaca Stanczyk.O Brazilian Retail Week 2017 será realizado entre os dias 26 e 29 de junho,em São Paulo,no Hotel Transamérica,das 8h30 às 18h. Para essa edição,o maior e mais completo evento de varejo do Brasil traz como tema “A hora da virada:o varejo na era da experiência”. Na oportunidade,mais de 3 mil congressistas poderão debater as principais inovações para tornar as operações varejistas mais produtivas,rentáveis e sólidas. BR Week 2017Data/horário:26 a 29 de junho,das 8h30 às 18hLocal do evento:Hotel Transamérica – Avenida das Nações Unidas,18.591 – São Paulo (SP)Faça sua inscrição:www.brweek.com.br/inscricoes/ ou entre em contato com eventos@gpadrao.com.br | (11) 3125-2215

Camara-e.net dá dicas de compra segura para o Dia dos Namorados

Com a aproximação do Dia dos Namorados,muitos casais vêm buscando no comércio eletrônico uma maneira de economizar nos presentes. Mas é bom o consumidor ficar atento às ofertas,aos prazos de entrega e aos sites onde efetua a compra. Pensando nisso,a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) revisou seu Guia da Compra Segura e incluiu dicas especialmente para essa data.Verifique se o site da loja exibe endereço, telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social e CNPJ e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação estiver “baixada”,“cancelada” ou “inativa”,desista da compra. Alguns sites não possuem essas informações por conta das políticas da empresa ou formato de comercialização,como é o caso de marketplaces.Pesquise sobre a reputação da loja que você escolheu. O Procon traz uma lista atualizada mensalmente de sites não recomendados:(http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php).Consulte os sites que facilitam a comparação de preços,produtos e serviços. Eles são excelentes fontes de informação,e estão constantemente atualizados.Observe os prazos de entrega. Como a data se aproxima e o e-commerce requer alguns dias para a entrega da compra,certifique-se de que o presente será entregue a tempo para o Dia dos Namorados.Tenha antivírus,antispyware,firewall e tudo o que for possível para evitar que qualquer usuário mal-intencionado tenha acesso às suas informações. Ao fazer o cadastro no site para finalizar a compra,registre uma senha forte,contendo letras maiúsculas,minúsculas,números e caracteres especiais.Evite utilizar computadores públicos para as compras,a fim de garantir maior segurança dos seus dados. Lembre-se de que é possível comprar pelo smartphone ou tablet,além do computador convencional.Use sites que tragam serviços de pagamento de renome. Nos que oferecem a opção de boleto,verifique há quanto o tempo a loja está em operação (isso é possível verificar no site da Receita).Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados os dados pessoais do cliente como nome,endereço,documentos e número do cartão de crédito. Geralmente essas páginas são iniciadas por http:// e o cadeado está ativado (ícone visualizado em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.Leia a política de trocas e devoluções antes de finalizar a compra. Se tiver dúvidas,ligue entre em contato com a loja para saná-las.Guarde todas as informações e e-mails referentes à compra,como número do pedido,confirmação de pagamento e código de rastreio do envio.Observados estes cuidados,o e-consumidor poderá realizar sua compra de forma segura e tranquila.

Experiência em um e-commerce vai além da compra

Por Thiago Sarraf,CEO da Dr.e-commerceVivemos uma época em que o comum já não chama mais atenção em meio a tantas opções disponíveis. Por isso,apenas o produto e o ato de comprá-lo já não é suficiente por si só. É necessário,então,todo um trabalho por trás da venda,que neste caso pode ser considerada um dos passos finais em uma cadeia que começa com a apresentação de sua marca ao público e segue até depois da compra. Veja como melhorar a experiência do consumidor em seu e-commerce.Branding e Apresentação do produto - A capacidade de contar uma história que envolva o consumidor é uma das características mais importantes no branding de uma marca ou produto e um fator essencial no desenvolvimento da experiência que o cliente terá em seu e-commerce. Além disso,a apresentação do produto,desde um design bem pensado até as fotos disponíveis no site,com descrições detalhadas,claras e criativas,esses detalhes fazem toda a diferença.Layout e Atendimento - Invista em um layout que irá facilitar a vida do cliente do seu e-commerce. Ele precisa saber claramente todos os passos que deve seguir para completar sua compra. Além disso,um atendimento personalizado e humanizado faz toda a diferença. Nada de respostas automáticas ou robotizadas!A influência de compartilhar experiências - Com o surgimento das redes sociais,compartilhar uma foto,uma viagem,um acontecimento e até mesmo uma experiência tornou-se muito fácil. Por este motivo,proporcionar uma boa experiência ao usuário de seu site é muito importante. Se ele estiver satisfeito,pode contar sua história com a marca e influenciar várias pessoas a consumi-la também. Da mesma forma,uma experiência ruim é capaz de “sujar” seu nome. Uma pesquisa,cujo ranking o Brasil lidera,revela que 71% dos usuários utilizam as redes sociais para compartilhar experiências ruins com as marcas.

Camara-e.net dá dicas de compra segura para o Dia das Mães

Com a aproximação do Dia das Mães,muita gente vem buscando no comércio eletrônico uma maneira de economizar nos presentes. Mas é bom o consumidor ficar atento às ofertas,aos prazos de entrega e aos sites onde efetua a compra. Pensando nisso,a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) revisou seu Guia da Compra Segura e incluiu dicas especialmente para essa data.Verifique se o site da loja exibe endereço,telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social e CNPJ e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação estiver “baixada”,“cancelada” ou “inativa”,desista da compra. Alguns sites não possuem essas informações por conta das políticas da empresa ou formato de comercialização,como é o caso de marketplaces.Pesquise sobre a reputação da loja que você escolheu. O Procon traz uma lista atualizada mensalmente de sites não recomendados:http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php.Consulte os sites que facilitam a comparação de preços,produtos e serviços. Eles são excelentes fontes de informação,e estão constantemente atualizados.Observe os prazos de entrega. Como a data se aproxima e o e-commerce rquer alguns dias para a entrega da compra,certifique-se de que o presente será entregue a tempo para o Dia das Mães.Tenha antivírus,antispyware,firewall e tudo o que for possível para evitar que qualquer usuário mal-intencionado tenha acesso às suas informações. Ao fazer o cadastro no site para finalizar a compra,registre uma senha forte,contendo letras maiúsculas,minúsculas,números e caracteres especiais.Evite utilizar computadores públicos para as compras,a fim de garantir maior segurança dos seus dados. Lembre-se de que é possível comprar pelo smartphone ou tablet,além do computador convencional.Use sites que tragam serviços de pagamento de renome. Nos que oferecem a opção de boleto,verifique há quanto o tempo a loja está em operação (isso é possível verificar no site da Receita).Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados os dados pessoais do cliente como nome,endereço,documentos e número do cartão de crédito. Geralmente essas páginas são iniciadas por http:// e o cadeado está ativado (ícone visualizado em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.Leia a política de trocas e devoluções antes de finalizar a compra. Se tiver dúvidas,ligue entre em contato com a loja para saná-las.Guarde todas as informações e e-mails referentes à compra,como número do pedido,confirmação de pagamento e código de rastreio do envio.Observados estes cuidados,o e-consumidor poderá realizar sua compra de forma segura e tranquila.

7 erros que levam ao abandono de carrinho no e-commerce

Em uma experiência 100% bem-sucedida no e-commerce,o consumidor pesquisa e compara preços e marcas até decidir comprar. Em seguida,visita o site,escolhe o produto e conclui o pedido. O problema é que,no meio dessa jornada,podem surgir contratempos que prejudicam o relacionamento do cliente com a loja e põem em risco a oportunidade de venda. Um grave sinal de que algo está errado é quando o cliente desiste da compra,após selecionar o produto. O abandono de carrinho é um dos indicadores mais temidos pelos lojistas online. Por este motivo,a Rakuten Digital Commerce destacou 7 erros dos quais todo lojista virtual deve fugir para combater esse vilão.1) Baixa navegabilidadeQuando visitamos uma loja física,queremos ser bem recebidos,circular à vontade e encontrar com facilidade o que procuramos. Esta expectativa também existe no ambiente online e tem tudo a ver com a navegabilidade. Não há nada mais desagradável do que se deparar com uma página que demora a carregar ou que exibe mensagem de erro,imagens que não abrem e botões que não funcionam. O lojista precisa estar atento e testar as funcionalidades do seu site sempre que possível como se fosse o seu cliente. Corrigir rapidamente as falhas e redirecionar as URLs com defeito para outras em perfeito funcionamento,pelo Redirect 301,são determinantes para que os consumidores concluam sua jornada de compra. Garantir uma boa navegabilidade não é um bônus,mas uma obrigação de todo e-commerce. Quando começar,você perceberá que este será um dos seus maiores aliados contra o abandono de carrinho.2) Usabilidade falhaSe a primeira impressão é a que fica,a usabilidade é outro aspecto forte que garantirá a percepção positiva da loja. Muitos e-commerces caem na armadilha de economizar nesse ponto e acabam perdendo vendas. Quer alguns exemplos de uma usabilidade falha? Botões de “call-to-action” mal posicionados,layout confuso,menus desorganizados,campo de busca escondido,pop-ups que interferem na navegação e fontes pequenas que dificultam a leitura,entre muitos outros.Todos esses erros aborrecem o consumidor e podem fazê-lo,inclusive,perder a confiança na loja. Ao equalizar os investimentos,o lojista precisa ter em mente que a experiência do usuário é um dos principais catalisadores da compra. Além de diminuir as taxas de abandono de carrinho. Por isso,considere dedicar parte de seus recursos para melhorar a usabilidade do seu site e alavanque sua conversão.3) Exigência de cadastro prévioO cliente encheu o carrinho e está pronto para fazer o checkout. Nesse momento,recebe o aviso de que precisa preencher um longo cadastro,para seguir adiante. Se você compra online com frequência,certamente,já passou por isso muitas vezes. As chances de que o cliente se irrite são grandes e o resultado é óbvio,não é? Carrinhos abandonados. A dica aqui é ter um cadastro enxuto. Solicite apenas os dados necessários do cliente e habilite o autopreenchimento sempre que possível para encurtar ao máximo essa etapa. Mais rapidez significa mais satisfação e potencial de venda.4) Checkout não otimizadoLogo após o cadastro,o cliente já inicia o checkout propriamente dito. Nessa hora,também é preciso se policiar para não ameaçar a conversão da loja. É um erro achar que esta será a única oportunidade de se conectar com o consumidor,tentando obter dele o máximo de informação. Pelo anseio de coletar dados suficientes,o site pode sobrecarregar o comprador e fazê-lo desistir do carrinho. Ter um processo rápido,prático e seguro é o ideal. Como fazer isso? Reduza a quantidade de etapas,se possível mantendo todos os campos necessários em uma página só. Essa matéria sobre o One Page Checkout da Rakuten fala mais sobre a importância de um modelo enxuto de finalização. No momento do pagamento,garanta que o cliente não será direcionado para outra página para inserir seus dados bancários. Sempre que puder,habilite as opções de autopreenchimento. A regra é:facilite a vida do comprador e terá sucesso.5) Meios de pagamento incompatíveisAinda no checkout,há um ponto crucial que pode fazer o consumidor desistir de comprar na loja:o pagamento. Se o site não oferece uma interface completa,com certeza perderá vendas. O que isso quer dizer? É preciso disponibilizar diferentes formas de pagar pelo produto ou serviço. As principais bandeiras de cartões de crédito do mercado e boleto bancário são algumas opções comuns para o público brasileiro. Vale lembrar que,para confiar suas informações à loja,o consumidor precisa reconhecer que está em um ambiente seguro. Atender às expectativas do cliente exibindo certificados e selos de segurança é essencial. Além disso,ter o protocolo HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure),que garante a criptografia dos dados do usuário,nas páginas da loja também é importante. Com essas iniciativas,dificilmente o e-commerce terá prejuízos por conta do pagamento e reduzirá o abandono de carrinho.6) Frete e prazo finalLembre-se:no e-commerce,não há vendedores acompanhando a jornada do cliente em tempo real. O que isso significa? Que o comprador precisa visualizar todas as etapas com clareza,no site. A comunicação deve ser objetiva,sem ruídos e,o principal,sem surpresas desagradáveis. Muitas vezes,o consumidor passa por todo o funil de vendas e só descobre quanto pagará de frete e qual será o prazo de entrega no final do checkout. Se o valor e a data não agradarem,ele deixará o carrinho sem pensar duas vezes. Que tal incluir um simulador de entrega junto à página do produto. O seu cliente,com certeza,dará mais valor à sua loja e terá uma experiência melhor.7) Experiência não responsivaO mobile já virou primeira tela em muitos países do mundo e o Brasil segue esse ritmo de perto. Por isso,nunca é demais repetir:não deixe sua loja alheia à transformação móvel. As compras online por smartphones e tablets estão crescendo a cada ano. De acordo com o último relatório Webshoppers,do Ebit,as vendas do e-commerce por esses dispositivos devem aumentar 40% este ano,abrangendo 32% do total de transações. Por isso,fique atento para que seu site funcione bem,não apenas na tela do desktop. Apesar de fecharem a compra no computador,muitos consumidores iniciam as pesquisas e enchem o carrinho via mobile. Se a loja não garante uma experiência responsiva,fica bem atrás da concorrência. Ainda mais,porque ser mobile friendly é,inclusive,um requisito de peso para os motores de busca do Google. Dê a atenção merecida a este requisito fundamental no e-commerce e logo perceberá as taxas de abandono de carrinho caírem.

Lojistas do Paraná faturam R$ 30 milhões com comércio eletrônico

De acordo com levantamento,no ano passado,o número de lojas virtuais abertas no estado cresceu 23% em comparação com 2015Para quem quer investir na área,no dia 27 de abril acontece em Curitiba o Ciclo MPE.net,evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedoresEm 2016,o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado do Paraná cresceu 23% comparado com 2015. De acordo com um levantamento feito pela Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br) – plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país com mais de 400 mil lojas criadas –,o faturamento do comércio eletrônico no estado mais que dobrou e chegou a quase R$ 30 milhões.A pesquisa mostrou ainda que o segmento que mais se destacou no Paraná durante o ano passado foi o de Games,com um faturamento de mais de R$ 7 milhões só na plataforma. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram Moda e Acessórios seguido de Cosméticos,Perfumaria e Cuidados Pessoais.“O comércio eletrônico no Brasil vive um bom momento e já é alternativa para complementar a renda e driblar o desemprego. Só no ano passado,o setor teve crescimento de cerca de 11%. Isso porque,para quem vende na internet,o investimento inicial e os riscos são mais baixos,já que o empreendedor pode começar de casa e com um estoque pequeno”,explica Adriano Caetano,especialista em comércio eletrônico e fundador da Loja Integrada.Quem achou no comércio eletrônico uma alternativa para crescer e vender seu produto para o país todo foi o Luiz Fernando Natal,dono da loja virtual AdsiveShop (www.adsiveshop.com.br),que vende papel de parede,adesivos decorativos,quadros e placas. O empresário conta que já tem uma indústria no ramo há 15 anos,mas que só conseguia vender seus produtos localmente. Foi quando,em 2014,ele resolveu entrar no e-commerce. “As vendas online já representam 40% do faturamento do grupo. Só no ano passado,o nosso crescimento no comércio eletrônico foi 133% maior que em 2015 e chegamos a faturar quase R$ 1 milhão”,conta Natal.Para quem pretende investir no e-commerce em 2017,acontece em Curitiba,no próximo dia 27 de abril,o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento,serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micros e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.Entre as palestras,o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano vai falar de como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.Ciclo MPE CuritibaQuando:27 de abrilAuditório Thomas Morus - Pontifícia Universidade CatólicaRua Imaculada Conceição,1155 - Bairro Prado Velho(Bloco I Amarelo) Horário:8h às 18hInscrições:http://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index?eventid=146Palestra:Como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce Palestrante:?Adriano Caetano,especialista em comércio eletrônico e fundador da Loja Integrada Horário:10h50 às 11h35

E-commerce:Pão de açúcar.COM inicia Entrega Express em Curitiba

O Pão de Açúcar traz para a capital paranaense o serviço de entregas Express. Agora,os clientes do e-commerce da marca podem receber as compras realizadas em até quatro horas após a finalização do pedido. Antes a entrega era realizada no dia seguinte da compra.Para Rodrigo Pimentel,Diretor do e-commerce de alimentos,depois de implementado com sucesso em São Paulo e Rio de Janeiro,era natural que este serviço chegasse a Curitiba. “A entrega Express vem agregar ainda mais comodidade e agilidade para as compras online,atendendo a uma demanda que precisa de um retorno rápido e de qualidade”,comenta. E continua:“Nós fomos a primeira rede de supermercados do país a contar com um serviço de entregas e já era hora de proporcionarmos uma experiência ainda melhor para nosso cliente”,explica.A entrega Express em Curitiba,que contempla produtos resfriados e congelados,é realizada diariamente,das 8h às 20h,para os endereços em um raio de até 9Km da loja Pão de Açúcar CHAMPAGNAT (Rua Martim Afonso,2162). Para saber se qual região está contemplada,é necessário fazer o login no Pão de Açúcar.com (www.paodeacucar.com.br) – o sistema reconhece o CEP do cliente e informa se a opção Express está disponível. Não há valor nem quantidade mínima,mas as compras não devem exceder 80 itens. A taxa de entrega custa R$ 15,90.

E-commerce:pós-venda qualificado é o principal desafio durante a Black Friday

O comércio eletrônico segue apresentando crescimento e lucros reais mesmo diante do baixo índice de consumo das famílias brasileiras. Dados do relatório da Webshoppers (E-bit/Buscapé) mostram que o setor aumentou o faturamento de vendas em 38%,comparado com 2014,e ainda estima um crescimento de cerca de 8% para este ano,impulsionado pelas vendas na Black Friday. O evento,realizado sempre na última sexta-feira de novembro – esse ano acontece das 00h às 23h59 do dia 25 – já se estabeleceu como uma das principais ações comerciais do país,superando datas sazonais de grande importância para o comércio,como o Dia das Mães,Dia dos Namorados,Dia dos Pais e Dia das Crianças. No e-commerce a ação representa muito mais do que uma oportunidade para alavancar as vendas,pois uma experiência de compras positiva potencializa a fidelização de novos clientes e ainda garante boa reputação,portanto,o evento se torna um importante aliado do empreendedor que deseja impulsionar seu negócio. No entanto,para atender a alta demanda é preciso munir-se de estratégias e dispor de uma boa infraestrutura,principalmente quando se trata de gerenciamento logístico,onde qualquer falha no cumprimento dos prazos pode ser crucial para a imagem da loja online. Maior evento de ofertas da internet brasileiraDe origem americana,a Black Friday acontece todos os anos após a quinta-feira do Dia de Ação de Graças desde a década de 1960. O foco da ação é liquidar os estoques das lojas físicas e iniciar a temporada das compras de final de ano. As promoções do comércio eletrônico ocorrem somente na segunda-feira seguinte,conhecida como Cyber Monday. Já no Brasil começou em 2010 através do e-commerce e já se tornou a segunda época do ano mais importante para o setor,perdendo apenas para o Natal. No entanto,muitas lojas do varejo também aproveitam o momento propício para lançar promoções e impulsionar as vendas,além disso,é comum que tanto o mercado físico quanto online,prorroguem as liquidações por mais tempo,estendendo para os dias seguintes ou até o final do estoque. Em sua estreia a ação movimentou cerca de R$ 3 milhões,mas foi crescendo gradativamente ao longo dos anos. Na última edição,em 2015 – período de grande recessão financeira no Brasil – as vendas superaram as expectativas,rendendo mais de R$ 1,5 bilhão de faturamento. Este ano,ainda que o cenário econômico do país continue conturbado,estima-se alcançar a marca de R$ 2 bilhões. A ascensão desse período especial de descontos vai de encontro com o amadurecimento do consumidor brasileiro,que vem adotando o hábito de adquirir bens e serviços pela internet,contudo,os empreendedores do setor devem se preparar antecipadamente para absorver este crescimento,pois,problemas na logística – mais recorrentes nessa época – podem tornar a empresa alvo de reclamações online prejudicando sua reputação e vendas.Falhas na entrega são a principal queixaAtender o pico da demanda na Black Friday não é tarefa simples. Um levantamento do Busca Descontos,idealizador da ação no Brasil,aponta que em 2015 mais de 3,1 milhões de pedidos foram registrados e a previsão é aumentar o número em 29% nessa edição,ultrapassando 4 milhões. Além dos sites sobrecarregados com o alto número de acessos,os consumidores ainda têm que lidar com prazos de entrega que maiores que os de costume,o que aumenta o nível de insatisfação caso ocorra alguma falha nesse processo. Dados do Procon-SP apontam que um dos itens que mais gerou reclamações junto ao órgão,durante a última edição,foi o atraso na entrega.Segundo pesquisa feita pelo Sebrae e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net),em 2015,a maior dificuldade para os lojistas é justamente o envio de produtos. Para Roberto Hoffmann,CEO da SHL Logística,apesar do e-commerce ser um dos grandes propulsores de investimentos em logística no país boa parte dos empreendedores do segmento ainda carece de soluções especializadas que aumentem a eficiência dos serviços. “Para evitar transtornos e garantir o sucesso nas vendas,é essencial que os empreendedores adequem a logística da empresa para atender essa demanda,pois,ao mesmo passo em que o número de vendas sobe,o trabalho da expedição aumenta na mesma proporção e os cuidados devem ser redobrados,pois qualquer falha pode repercutir de forma negativa e por muito tempo na imagem da loja”. Experiência de compraUm estudo do Google mostrou que três em cada quatro brasileiros que fazem compras online já participaram de alguma edição da famosa sexta-feira negra. A participação dos usuários saltou de 22% em 2012 para 64% no ano passado. De acordo com Hoffman o momento é de grande expectativa para os comerciantes,pois,trata-se do mês mais lucrativo do ano,e,para garantir o sucesso é importante se preparar antecipadamente “A Black Friday requer um planejamento estratégico para suprir o aumento da demanda,cumprir os prazos de entrega e reduzir os erros e avarias na remessa. O evento pode representar uma porta de entrada para que o consumidor conheça e continue comprando na loja futuramente. É uma oportunidade única,não só para converter vendas,mas também para captar a fidelidade de mais clientes e negligenciar o processo logístico pode colocar tudo a perder”. Trocas e devoluçõesEngana-se quem pensa que após a venda e entrega do produto a operação está finalizada. O processo reverso da logística tem grande importância e sua qualidade – ou a falta dela – reflete diretamente na maneira como o consumidor enxerga a marca e passa adiante – 65% das pessoas prezam pela agilidade na resolução e a garantia de poder trocar o item (E-bit/Buscapé). Essa etapa do atendimento ao cliente acontece no pós-venda e compreende trocas e devoluções,direitos garantidos por lei ao consumidor. As empresas que descumprirem essas normas ou não respeitarem os prazos estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor podem ser autuadas por práticas abusivas e sofrer penalidades.

Debate sobre tributação no comércio eletrônico é tema de palestra durante evento em Curitiba

A apresentação a respeito da polêmica do “ICMS no comércio eletrônico” com foco na alteração das competências e aplicação de alíquotas do imposto nas operações interestaduais,estabelecida pela Emenda Constitucional (EC) 87/2015,será ministrada por Marcelo Viana Salomão,sócio e presidente do escritório Brasil Salomão e Matthes Advocacia,durante a oitava edição do Congresso Internacional de Direito Tributário do Paraná,promovido pelo Instituto de Estudos Tributários e Relações Econômicas Internacionais (IETRE).A nova regra,válida desde janeiro de 2016,tem por objetivo designar parte dos impostos ao estado destino da mercadoria e não apenas ao estado vendedor,o que gera uma mudança na tributação,cobrada por meio de uma alíquota interestadual e também pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual cobrada.“Não duvido da boa intenção desta lei,mas as regras por ela impostas e seriamente agravadas pelos Convênios que lhe dizem respeito,trazem um série de questionamentos importantíssimos que precisam ser debatidos entre os próprios Estados e entre os Fiscos e Contribuintes. Aliás,o primeiro deles é que certamente a matéria em questão não pode ser regulada através de Convênio,pois a Constituição e a própria LC 24/75,não autorizam. Existem inconstitucionalidades que já estão sendo analisadas pelo STF,via ADINs,mas outras que ainda não e um debate como este que teremos no prestigioso VIII Congresso Internacional de Direito Tributário do Paraná,permitirá exatamente que se levante os pontos de conflitos com a Constituição para que juntos possamos pensar em soluções e quem sabe apresentá-las ao Congresso Nacional como sugestão para o texto de uma Lei Complementar”.O Congresso reúne grandes juristas e representantes dos setores da iniciativa privada e pública para debater o tema central “Tributação,Financiamento do Estado e Garantias Constitucionais”. O evento ressalta a importância do bom gerenciamento tributário durante o atual período econômico.Serviço:VIII Congresso Internacional de Direito Tributário do ParanáData:de 31 de agosto a 02 de setembroTema da palestra:“ICMS no comércio eletrônico:EC n. 87/2015 e a alteração da sistemática na base de cálculo do imposto sobre operações interestaduais. Inconstitucionalidades e perspectiva da ADI n. 5439/DF”Data e Horário da palestra:dia 31/08,às 14h30

Comércio eletrônico é tema de encontro em Porto Alegre

O e-commerce,um dos caminhos mais procurados atualmente para a busca de bons negócios,tem apresentado faturamento acima do registrado no varejo tradicional. Neste ano,segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm),o comércio eletrônico no Brasil deve crescer 18% se comparado a 2015 e o faturamento deve chegar a R$ 56,8 bilhões. No ano anterior,o e-commerce cresceu 22% e faturou R$ 48,2 bilhões.Diante dessa tendência de mercado,a FH,empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software,é a única parceira escolhida pela SAP para participar da Conferência E-commerce Brasil Sul,que será realizada em Porto Alegre,nos dias 17 e 18 de maio.Com a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel,a FH oferece aos seus clientes as melhores soluções de comércio eletrônico do mercado. De acordo com Sandro A. Stanczyk,Gerente de Technology da FH,o hybris – principal plataforma de digital commerce disponível no mercado – nasceu omnichannel,fator que permite à marca o contato frequente com o cliente,que vivencia a mesma experiência em todos os canais de venda:loja física,loja virtual,callcenter,redes sociais,entre outros meios.Parceira SAP desde 2007,a FH é a única a oferecer hybris com conhecimento em ERP e SAP Cloud for Costumer (C4C),com expertise tanto para projetos como para suporte. A companhia também se destaca por ser uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações hybris – Sales,Pre Sales,Core,Commerce,Business Analyst e PCoE.Em sua 5ª edição,a conferência que reunirá 600 congressistas do Rio Grande do Sul,Santa Catarina e Paraná,trará palestras,painéis,workshops técnicos com importantes nomes do varejo brasileiro. Conferência E-commerce Brasil SulData/horário:17 e 18 de maioLocal:Centro de Eventos BarraShoppingSul – Avenida Diário de Notícias,300 (Cristal) – Porto Alegre Mais informações e inscrições:www.ecommercebrasil.com.br/conferencia-sul-2016

Cinco razões para acreditar nos Marketplaces

Por Luiz Pereira *Quem possui uma loja virtual ou pensa em abrir uma no Brasil certamente já ouviu a expressão “marketplace”. Estes sites nada mais são do que centros de compras virtuais,em que vários lojistas expõem seus produtos para os consumidores (semelhante ao shopping center no varejo físico). O modelo de negócio está em alta no e-commerce brasileiro justamente pelos inúmeros benefícios proporcionados aos consumidores e empresários. Porém,diferentemente dos modismos que surgem no comércio eletrônico,este conceito deve permanecer por anos como uma boa opção para alavancar as vendas. Confira cinco motivos para acreditar nos marketplaces:1 – As vendas no e-commerce começam no MarketplacePesquisa da Pymnts.com para a Amazon em 2015 já mostrava essa tendência global:64% dos consumidores admitiram que iniciam a busca por novos produtos nos centros de compras virtuais por conta da diversidade de itens e revendedores. A possibilidade de tirar dúvidas,economizar e comprar em um único site faz o consumidor adotar mais este modelo de compra. Logo,esse número deve aumentar ainda mais nos próximos anos. 2 – A relação custo x benefício é mais vantajosa para todosSe o consumidor consegue fazer tudo no Marketplace,os lojistas podem aumentar as receitas e diminuir os custos de operação e de marketing. Isso porque a maioria dessas empresas oferece um pacote serviços para o empresário poder rapidamente passar a vender os seus produtos no Marketplace. Assim,ele ganha fôlego para se dedicar a outros pontos importantes do seu negócio. 3 – Parceiras ajudam na evolução da loja virtualO Marketplace “empresta” sua credibilidade para as marcas inseridas em seu site,o que faz o varejista trabalhar com uma vitrine virtual para exibir os produtos e garantir o tráfego. Entretanto,essa parceria vai além das vendas e do marketing,envolvendo até mesmo o suporte tecnológico no momento da integração entre as ferramentas com a infraestrutura de TI. 4 – Novos públicos podem conhecer a sua marcaO número de consumidores que acessa um marketplace é infinitamente maior e mais diversificado do que aqueles que entram diretamente em uma loja virtual. Se o empresário realizar um bom trabalho na definição do portfólio que será disponibilizado no Markeplace e contar com preços atraentes,ele certamente atingirá um público diferente daquele que normalmente vinha comprado diretamente na sua loja aumentando significamente o volume de vendas.5 – É possível ter mais um ponto de venda para expor os produtos Por fim,aqueles que já possuem um e-commerce podem optar por montar uma loja dentro do Marketplace,ampliando os canais de venda na web e aproveitando os benefícios listados acima. A lógica é simples:com mais sites expondo seus produtos,mais pessoas irão visualizá-los e mais fácil será vendê-los.Mas nem tudo são flores. Num próximo texto iremos abordar os cuidados que um lojista deve ter e eventuais riscos ao apostar nos Marketplaces. O equilíbrio é a chave!* Luiz Pereira é COO da Precifica,primeira empresa do Brasil especializada em precificação inteligente

Minha Ideia Muda Mundo realiza workshops gratuitos para startups

O concurso Minha Ideia Muda o Mundo,que já está na sua quarta edição,terá como parte do escopo do projeto uma série de workshops destinados a startups,público-alvo da premiação. O primeiro evento,"Campo de ideias para Startups” (Startup Ideation Bootcamp) será realizado nesta quinta (10),no Centro Internacional de Inovação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).O evento terá três horas de duração e contará com a presença de executivos de grandes corporações brasileiras - CEO e diretor de e-commerce da Sepha Perfumaria,Nilson Filatieri,o diretor- executivo da Ead,Ricardo Cabianca e o fundador da Open Brasil,Stephan Garcia. O grupo auxiliará os participantes,por meio de um workshop intensivo,a melhorar suas ideias e até mesmo recrutar potenciais co-fundadores. As inscrições devem ser feitas através do link http://fi.co/courses/72341 ServiçoCampo de Ideias para StartupsDATA:10/12/2015 (quinta-feira)HORÁRIO:18h30LOCAL:Centro Internacional de Inovação “C2i” da FIEPAv. Com. Franco,1341 – Jardim BotânicoCuritiba-PR

Curitiba recebe o Fórum de Marketing Digital 2015 em outubro

No dia 27 de outubro,Curitiba será a sede da 4ª edição de 2015 do Fórum de Marketing Digital. Promovido pelo Digitalks,o evento vai reunir profissionais do mercado,que terão a oportunidade de participar de palestras e debates sobre investimentos da área,tecnologia,tendências,estratégias e tudo que envolve o marketing digital no país e no mundo.Durante todo o dia,das 9h às 18h,profissionais com interesse em alavancar negócios,fazer networking e trocar experiências sobre o setor terão contato com um time de especialistas composto por representantes das principais agências e empresas que atuam no segmento. Entre os Keynotes,estão Baidu,IBM e Twitter.Um dos maiores eventos itinerantes do setor na América Latina,o Fórum de Marketing Digital vai percorrer 6 capitais do país,em 2015. No primeiro semestre,os fóruns percorreram Florianópolis,Recife,Rio de Janeiro e Porto Alegre. Após Curitiba,será a vez de Belo Horizonte.“Os Fóruns de Marketing Digital ocuparam um espaço bastante representativo no mercado global,principalmente pelo formato,que privilegia o conteúdo,a troca de informações,novidades e networking entre os profissionais do setor”,declara Flávio Horta,diretor do Digitalks.O Fórum de Marketing Digital acontece no Shopping Estação/Estação Eventos,que fica na Avenida Sete de Setembro,2.775,Rebouças,das 9h às 18h,e o valor do investimento vai de R$ 99,00 a R$ 299,00 por pessoa. A inscrição deve ser feita no site do Digitalks,através do link http://digitalks.com.br/eventos/forum-digitalks-curitiba-2015/. Informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.Sobre o DigitalksO Digitalks,empresa do Grupo iMasters,líder no setor de marketing digital,é especializado em difundir e promover conteúdo relacionado ao setor de marketing digital em todas as mídias. Para tanto,realiza atividades para desenvolver e fomentar o mercado digital,que possibilitam a abertura de novos mercados e a geração de negócios entre as empresas do setor em todo o país.Com 6 anos de atuação no mercado,o Digitalks já atingiu mais de 10 mil profissionais que participaram dos treinamentos e congressos de marketing digital ao longo dos anos. Em 2015,os eventos passarão por todas as capitais do país,em formatos diferenciados. Este ano,o congresso realizado anualmente em São Paulo ganhou ainda mais corpo e se transformou no grande Expo Fórum de Marketing Digital. Realizado em agosto,o evento reuniu mais de 2.000 pessoas.O projeto é um oferecimento de Baidu,IBM e Twitter e é mantido pelas empresas AD.Dialeto,Beats Brasil,ChannelAdvisor,Dinamize,Easy Easy Apps,Goomark,Iagente,IgnitionOne,KingHost,Live Target,Media Response,Performa Web,Scup,Seekr,Uol Host,Vitrio e Zanox. O projeto tem o apoio dos Business Partners:80 20 MKT,Apiki Wordpress,Convert.Rocks,+Digital Institute,Goobec,Link Brand,Maple Brasil,Putz Filmes,Siegel Press,Venda e Cia,Video Click e WebStorm.Serviço – Fórum de Marketing Digital Curitiba Data:27 de outubro (terça-feira)Horário:das 9h às 18hLocal:Shopping Estação/Estação Eventos - Av. Sete de Setembro,2.775,Rebouças Investimento:de R$ 99,00 (inscrições antecipadas até 29/09) a R$ 299,00Inscrições:http://digitalks.com.br/eventos/forum-digitalks-curitiba-2015/Informações:forum@digitalks.com.br e (11) 3159-1458

Hackathon,varejo,turismo,e-commerce e ex-presidente do BC estão entre principais atrações do ParanáTIC 2015

Uma palestra com o economista Gustavo Loyola vai abrir o ParanáTIC 2O15,principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil,que acontece dias 12 e 13 de novembro na cidade paranaense de Foz do Iguaçu.Loyola presidiu o Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso e foi responsável pela reestruturacão do sistema bancário brasileiro. O sócio-diretor da Tendências Consultoria vai falar sobre o atual cenário de crise no país e perspectivas para o empresariado no futuro.Uma das novidades deste ano é a realização de Trilhas de Varejo e Turismo. Serão várias palestras e debates sobre integração de ferramentas tecnológicas para um melhor desempenho de empresas ligadas aos dois setores. Essa integração com verticais faz parte do Plano Estratégico do setor de TI do Paraná de aproximação e oferta de soluções para as mais variadas atividades econômicas.Entre as palestras de destaque,João Ricardo Mendes,fundador do Hotel Urbano,vai falar sobre “Encontrar Conforto no Desconforto”. O Hotel Ubano é o maior site de vendas de diárias de hotéis e pacotes aéreos pela internet no Brasil. Dílton Felipini,especialista em comércio eletrônico,vai tratar de formas para superar a crise com vendas pela internet. Cláudio Navarro,do Instituto CESAR,participa de Painel de Inovação,Graziela Mota fala sobre o futuro varejo com auxílio de ferramentas de tecnologia. Ainda para falar sobre vendas,o ParanáTIC também vai contar com Eduardo Terra,presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.A aproximação com o mundo acadêmico vai ser garantida com uma maratona de programação e também com o Prêmio Talento Acadêmico,atividade científica e cultural promovida pela Assespro-Paraná. Em parceria com instituições de ensino superior conveniadas e/ou parceiras,tem como objetivo identificar,reconhecer e divulgar projetos científicos na área de tecnologia da informação que representem uma importante contribuição para a inovação tecnológica brasileira.Neste ano,o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional. A Assespro Nacional,Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação,já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC,que conta com seis Arranjos Produtivos Locais. A participação internacional vai ser viabilizada pela ALETI,Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação,que conta com 21 associações empresariais em 19 países.Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae,o ParanáTIC reúne empresários,pesquisadores,professores,estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações,com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas,produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada,poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.SERVIÇO:ParanáTIC 2015Dias 12 e 13 de novembroHotel Mabu,Foz do Iguaçu,ParanáAcompanhe as novidades sobre o evento em http://www.paranatic.com.brMais informações sobre o Paranátic:41 33371014 ou mailto:executivo@assespropr.org.br

Comércio Eletrônico cresce 24% em 2014 e maior acesso aos smartphones ajuda a alavancar Mobile Commerce

O ano de 2014 apresentou resultado bastante positivo no comércio eletrônico brasileiro,tendo superado mais uma vez a expectativa inicial para o faturamento do setor e registrado crescimento de 24% em relação a 2013. A receita chegou a R$ 35,8 bilhões,resultado dos 103,4 milhões de pedidos feitos,sendo 17% maior que do ano anterior. Essas e outras informações compõem o 31º WebShoppers,relatório sobre o comércio eletrônico brasileiro divulgado hoje,dia 04,pela E-bit,empresa especializada em informações do comércio eletrônico. Ao todo,o Brasil soma 61,6 milhões de e-consumidores únicos,aqueles que já fizeram ao menos uma compra online. Em 2014,51,5 milhões estiveram ativos e,destes,os entrantes,aqueles que tiveram sua primeira experiência,eram 10,2 milhões. O tíquete médio foi de R$ 347,valor 6% acima do registrado em 2013. Até o final de 2015,a E-bit prevê que o e-commerce alcance um faturamento de R$ 43 bilhões,20% maior que o último ano.“A cada ano percebemos um amadurecimento maior do setor de e-commerce no Brasil. Tanto as lojas estão melhorando a experiência de navegação e compra em seus sites,como os consumidores estão confiando mais e aproveitando esta praticidade com as diversas vantagens que a compra online oferece,como descontos,variedade de produtos e entrega em casa”,explica o diretor executivo da E-bit,Pedro Guasti. Categorias mais vendidasModa e Acessórios continua sendo a categoria que mais vende pela Internet,com 17% de participação no volume de pedidos. Em seguida,estão Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde (15%),Eletrodomésticos (12%),Telefonia e Celulares (8%) e Livros/Assinaturas e Revistas (8%),para completar as cinco primeiras.Mobile commerce já chega a 9,7%Com cada vez mais pessoas tendo acesso a smartphones e tablets,o mobile commerce,ou seja,as vendas realizadas por meio de aparelhos móveis via browsers,representa atualmente 9,7% das compras pela Internet no País. A maior parte dessas transações são originadas de smartphones (56%),de acordo com o registrado no final do ano,tendo superado o uso dos tablets (que iniciou o ano com 60%) para esta finalidade.O perfil do consumidor mobile traz as classes A e B como as que mais consomem com a plataforma (62%),ante as classes C e D (27%). Este consumidor tem,inclusive,a renda média maior,se compararmos com a daquele consumidor apenas do e-commerce,sendo R$ 6.128 contra R$ 4.378. Quanto ao sexo e idade,as mulheres são quem mais compram por smartphones ou tablets,representando 56% desse público. A média de idade deste consumidor é de 40 anos,sendo a faixa etária que mais realiza compras vai de 35 a 49 anos (39% delas e 38% deles). “As pessoas estão criando esse hábito,de entrar numa loja online e visualizar os produtos pela tela pequena. O consumidor tem a conveniência de estar dentro de um shopping center e poder pesquisar os preços em outras lojas pelo comparador de preços e decidir pela melhor compra,esteja onde estiver”,reforça Guasti. Aumento de compras em sites internacionaisOs sites internacionais cresceram na preferência dos brasileiros quando o assunto é adquirir um produto pela web,e as razões são os preços mais baixos,a não disponibilidade do produto buscado em sites nacionais e por este ainda não ter sido lançado pelas lojas locais. Atualmente,4 em cada 10 brasileiros efetuaram alguma compra nessas lojas virtuais,no último ano. Somente os sites chineses representam 55% da última transação realizada,quando a pesquisa foi respondida pelos consumidores,no final de 2014.Os produtos mais consumidos se encaixam nas categorias Moda e Acessórios (33% de participação),Eletrônicos (31%) e Informática (24%). A proporção daqueles que precisaram pagar frete para essas compras caiu de 4 em cada 10 para 3 em cada 10,e isso se deve principalmente aos sites chineses,que oferecem maior isenção dessa cobrança. Com a força dos sites da China,o gasto anual médio baixou para US$ 163,21,visto que o valor gasto nesses sites é menor do que nos sites internacionais. No início do ano,num estudo anterior,o gasto anual médio era de US$ 214,40. Ao total,em 2014,as compras feitas por brasileiros em sites internacionais chegaram a R$ 6,6 bilhões,o que equivale a 18% do total de faturamento dos sites brasileiros de e-commerce.Satisfação do cliente pelo índice NPS em sites internacionaisApesar de se manter estável em relação ao que foi avaliado no início de 2014,o NPS (índice que mede a satisfação e a fidelização dos clientes em compras online) para os sites internacionais ficou em 23% e menor ainda,13%,com relação aos sites chineses. Um dos motivos de insatisfação para tal é o atraso na entrega. O número é bem abaixo do avaliado para as lojas virtuais brasileiras,que tiveram NPS de 63% como ponto mais alto,terminando o ano com 57%. Índice FIPE aponta queda média dos preçosO relatório WebShoppers tem o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) e da Federação do Comércio de Bens,Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP),na divulgação dos dados para o mercado. “Os dados da pesquisa reafirmam tendências já existentes,como m-commerce,e reforçam categorias muito sólidas,mesmo em um momento de economia adversa”,diz Ludovino Lopes,presidente da Camara-e.net. “O ano de 2015 será importantíssimo para o desdobramento desses novos vetores,sinais claros do aumento da competitividade e capacidade de expansão do e-commerce no Brasil”,finaliza.Pelo Índice FIPE/Buscapé,relatório mensal que analisa os preços praticados no comércio eletrônico brasileiro,considerando um período de 12 meses,de janeiro a dezembro de 2014,entre aumentos de preços no início do ano e variações negativas subsequentes,o registro médio mensal foi de -0,48%.Dos dez grupos pesquisados,sete apresentaram quedas de preço e três,aumentos,havendo expressiva diferença entre os grupos de produtos que compõem o índice,que vai de uma queda de -12,96%,em Telefonia,a um aumento de 1,94% em Cosméticos e Perfumaria. Dada a importância dos produtos importados no e-commerce brasileiro,a continuidade dessa tendência de queda anual dos preços depende significativamente do quanto será a valorização do dólar frente ao real.O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir desta quinta-feira,05 de fevereiro,no site www.ebit.com.br/webshoppers.

Ao usar solução Navegg,TwoDogs aumenta as vendas em 30%

A fim de conhecer o perfil do público do e-commerce TwoDogs e tomar decisões a respeito do posicionamento da marca e de alguns produtos,a agência Fresh Lab escolheu o Navegg E-commerce.A agência analisou o perfil de audiência da página e confirmou a expectativa de a maior parte do público se encaixar no perfil "Explorador",cluster do Navegg EveryOne que se caracteriza por consumir produtos inovadores e por ser aventureiro.Ao usar a aba Media Monitor do Navegg E-commerce,foi possível descobrir por quais sites a audiência navega e com quais ela tem mais afinidade. Surpreendentemente,constatou-se que são os portais de tecnologia que mais interessam esse público. Com essa infomação,a agência realizou campanhas nesses portais direcionadas a esses consumidores.Além disso,"descobrir o ticket médio de nosso público também nos ajudou muito,pois hoje sabemos o potencial de nossos clientes e já planejamos estratégias para aumentar o potencial de consumo da loja",conta Guilherme Boni,CEO da Fresh Lab.Outros fatores importantes,revelados pela Navegg,foram as marcas utilizadas pelos consumidores do site e seus interesses. "Isso nos possibilita compreender o nível de qualidade exigido por nossos clientes",declara o CEO. Descobrir que os visitantes têm interesse em entretenimento incentivou a Fresh Lab a explorar novas fórmulas para aumentar o engajamento.Ademais,a principal informação analisada pela agência,por meio dos relatórios demográficos,foi que as campanhas não estavam atingindo em grande escala o público de faixa etária entre 12 e 17 anos."A partir do momento em que recebemos as informações,efetuamos ajustes nas campanhas vigentes e criamos variações específicas para este público,o que permitiu à TwoDogs aumentar sua vendas à curto prazo,explorando um novo perfil de público",afirma Boni."Com as informações que colhemos,aumentamos em aproximadamente 30% das vendas num período de dois a três meses",conclui,e "os relatórios que analisamos e encaminhamos para a equipe da TwoDogs impactaram todos os departamentos da empresa permitindo que tomassem algumas decisões importantes a respeito do posicionamento da marca e de seus produtos."Sobre a Navegg:Fundada em 2008,é a maior plataforma de gestão de dados de audiência da América Latina para publishers e anunciantes. Geramos dados de audiência acionáveis em mais de 250 milhões de usuários e processamos mais de 10 bilhões de eventos de dados por mês. Em parceria com mais de 110 mil sites,extraímos a intenção de compra,interesse de cada usuário e dados demográficos.