Indústria paranaense em missão no Vale do Silício

Missão da Amcham leva indústria paranaense ao Vale do SilícioExecutivos conhecerão empresas importantes da área de tecnologia;inspiração em novos projetos e ferramentas de gestão estão entre os focos da viagem.A Brose,fabricante alemã de componentes para o setor automotivo instalada em São José dos Pinhais,está se preparando para a II Missão Internacional de Inovação,organizada pela Amcham (Câmara Americana de Comércio). A viagem está marcada para 18 a 22 setembro. No roteiro estão a cidade de São Francisco e outras do Vale do Silício,região que concentra grandes empresas do setor de tecnologia.“A nossa visão quando organizamos a viagem é ampliar conhecimentos sobre inovação e estratégia,oferecendo oportunidades aos participantes de visualizar e vivenciar experiências nas principais empresas do Vale do Silício”,explica o gerente regional da Amcham Curitiba,Gustavo Silvino.“Inovação é um dos principais pilares da estratégia de crescimento da Brose e o contato com empresas,profissionais e projetos de sucesso (e mesmo com projetos de ‘insucesso’) nos trará clareza,objetividade e assertividade neste tema,que por muitas vezes incorre em fracasso por falta de uma clara linha de trabalho”,explica o gerente de TI da empresa,Carlos Andreguetto que viajará com o grupo.Além da Brose,participarão da viagem outras 34 empresas de várias regiões do Brasil e da Argentina. No roteiro da viagem estão visitas ao Google,ao RocketSpace,campus de tecnologia que funciona como uma aceleradora de startups,e ao Institute for the Future,organização que reúne e estuda ferramentas de gestão para mobilizar pessoas e colocar em práticas projetos inovadores.

Siemens anuncia roadshow do TIA Portal V14 em Curitiba e principais mercados no Brasil

A Siemens está realizando desde julho o Innovation Tour 2017,um roadshow por 18 cidades do Brasil para apresentar a versão v14 do TIA Portal (Portal de Automação Totalmente Integrado),plataforma de engenharia com uma ampla gama de novas funcionalidades para Fábrica Digital e Indústria 4.0. Curitiba irá receber o evento nos dias 5 e 6 de setembro. Os participantes poderão ver de perto o funcionamento da ferramenta,além de checarem sua aplicação em diferentes mercados.A cidade vê na indústria uma das molas propulsoras de sua economia. Seu parque industrial é bem variado,contendo um dos maiores polos automotivos do Brasil. Além disso,Curitiba tem um PIB de R$ 79 bilhões e tem a quinta maior economia do País,de acordo com o IBGE. "As novas funções para processos digitais do TIA Portal versão 14 o torna um elemento essencial as indústrias que caminham para a digitalização. Estas incluem o comissionamento virtual com o "gêmeo digital",a operação virtual e em rede com soluções flexíveis em Cloud,interfaces abertas para maior conectividade,assim como consistência de dados e transparência na produção",explica Vittorio Caccia,especialista de produto da Siemens.Outro benefício da nova versão destacada pelo especialista é a redução do Time to Market graças à colaboração coordenada entre equipes interdisciplinares e à geração automática de códigos de automação,que substituem a programação manual. "O TIA Portal oferece a fabricantes de máquinas e proprietários de sistemas todo o suporte neste processo com engenharia consistente,operação transparente,e implementação da digitalização nos processos. "Innovation Tour 2017Para profissionais com interesse em aprender na prática as funcionalidades da nova plataforma TIA Portal v14,o roadshow da Siemens oferece o Hands On,um treinamento prático realizado das 8:00 às 18:00,com limite de 20 vagas gratuitas e com conteúdo centrado em digitalização e soluções integradas (PLC,HMI,Drives e Servoacionamentos). Já para o período da noite,das 18:30 às 20:30 horas,a proposta será a de um encontro para networking e apresentações de especialistas sobre digitalização e sobre os benefícios da nova versão do TIA Portal v14 (com vagas para 120 pessoas e participação também gratuita)."Nosso propósito é mostrar como a digitalização combinada a automação pode ajudar o Brasil a ser mais competitivo,e TIA portal poder ser o grande parceiro para que diversos setores produtivos do País possam caminhar a passos largos para aumentar sua competitividade,de forma simples e organizada e com um investimento acessível",explica Vittorio da Siemens.A plataforma TIA Portal v14 da Siemens tem compatibilidade com diferentes verticais do mercado e por isso o lançamento será de amplo interesse a todas as praças contempladas pelo roadshow. "Nossa ideia com esta iniciativa é chamar os profissionais de elétrica,manutenção e automação de cada uma das regiões para apresentar quais tipos de solução com foco na digitalização o TIA Portal v14 pode agregar",pontua o executivo.Veja abaixo quais cidades brasileiras contemplam o roteiro para a apresentação do TIA Portal v14 da Siemens:Campinas (17 e 18 de julho;26 de setembro – evento noturno)Ribeirão Preto (20 e 21 de julho;28 de setembro – evento noturno)Goiânia (24 e 25 de julho)Uberlândia (27 e 28 de julho)Belo Horizonte (31 de julho/ 1º de agosto)Rio de Janeiro (3 e 4 de agosto)Maringá (7 e 8 de agosto)Cascavel (10 e 11 de agosto)Chapecó (14 e 15 de agosto)Passo Fundo (17 e 18 de agosto)Caxias do Sul (21 e 22 de agosto)Porto Alegre (23 e 24 de agosto)Blumenau (29 e 30 de agosto)Joinville (31 de agosto e 1º de setembro)Curitiba (5 e 6 de setembro)* São Caetano (19 de setembro – somente evento noturno)* Salvador (02 de outubro – somente evento noturno)* Recife (03 de outubro – somente evento noturno)* Fortaleza (05 de outubro – somente evento noturno)Inscrição e mais informações,acesse:www.siemens.com/br/pt/home/company/fairs-events/innovation-tour-2017.html

Stival Alimentos investe cerca de R$ 2 milhões em reposicionamento da marca Caldo Bom

Uma estratégia de reposicionamento de marca que levou cerca de um ano e deve permitir aumento do faturamento e do número de produtos sem a necessidade de outros investimentos em novos parques industriais. Esse foi o caminho encontrado pela Stival Alimentos para seguir crescendo mesmo num período de recessão econômica.O processo começou em 2016 após avaliação do conselho da empresa de concentrar os esforços na marca mais forte,a Caldo Bom,lançada em 1980 e que tem grande prestígio junto aos consumidores. O feijão Caldo Bom,carro-chefe da marca,é,há oito anos consecutivos,o mais vendido da região Sul. “A inovação corre na veia da nossa empresa. E faz parte do nosso perfil investir ainda mais em épocas de crise para estar preparado para a melhora da economia e o aumento do consumo que tende a vir na sequência”,avalia o presidente da empresa,Alexandre Stival.O reposicionamento foi feito em etapas,de maneira abrangente,e finalizado no primeiro semestre de 2017. Uma consultoria foi contratada para repensar por completo o design das embalagens de todas as linhas de produtos. Após um trabalho de análise de mercado,que durou aproximadamente três meses,a empresa optou por um visual único,consistente e impactante. “As antigas embalagens não geravam identificação com o consumidor. Além das marcas diferentes nos produtos,cada embalagem tinha uma cor e um modelo. Agora há um guide em que qualquer linha de produto tem sempre a mesma estrutura”,comenta Matheus Stival,diretor de planejamento da indústria.A empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão entre 2016 e 2017 no redesign de todo o portfólio de embalagens e reposicionamento da marca Caldo Bom. Linhas estratégicas de produtos também passaram a ser valorizadas,como a de Mix de Grãos e a de Pratos Semiprontos. Fez parte do projeto ainda a retirada do mercado da marca Stivali e os produtos que estavam sob esse “guarda-chuva” passaram a integrar as linhas Caldo Bom. Essa última etapa do processo consistiu na troca das embalagens,família por família. “Graças à mudança garantimos maior presença no ponto de venda e oferecemos uma diversidade incrível de produtos ao consumidor”,diz Alexandre. Até o final do ano,a empresa planeja investir ainda R$ 900 mil em ações de divulgação e fixação da marca.CrescimentoO reposicionamento de marca acontece num momento bastante positivo e estratégico para a Caldo Bom. Com aumento no faturamento de 36% em 2016,a empresa espera um crescimento de mais 19% em 2017. A expectativa está baseada também,e principalmente,no avanço geográfico das vendas. A marca,que já é líder na região Sul,vem crescendo significativamente em estados como São Paulo,Rio de Janeiro,Minas Gerais e no Distrito Federal.Em 2015,a empresa investiu numa reforma completa da fábrica,em Campo Largo (PR),com redesenho de linhas de produção,aquisição de maquinário e implantação de novos controles de qualidade. As mudanças garantiram um aumento de 50% na capacidade produtiva. Hoje,a empresa tem mais de 300 produtos no portfólio. O centro logístico da marca tem área de 5.300 metros quadrados e capacidade de estocagem e distribuição de 22 milhões de quilos de produtos industrializados por ano. Além disso,o modelo de logística da empresa na região de Curitiba,com freteiros exclusivos para a marca,se tornou referência no setor por garantir agilidade na distribuição sem necessidade de investimentos em frotas próprias.

Tecnologia deve focar em soluções relevantes para o consumidor

[caption id="attachment_5001" align="aligncenter" width="640" caption="Foto:Gelson Bampi/Agência Fiep"][/caption]O consumidor final como protagonista e como alvo de todas as soluções é o que deve nortear os avanços tecnológicos na era da quarta revolução industrial. O tema foi debatido por especialistas nesta quarta-feira (16),em Curitiba,na Jornada para o Mundo Digital,realizada pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). O evento reuniu cerca de 850 pessoas entre industriais,lideranças empresariais e profissionais da área de tecnologia para mostrar os avanços tecnológicos que já aconteceram nas duas últimas décadas e falar sobre o que está por vir na Indústria 4.0.O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Fiep,Edson Campagnolo,que destacou o papel da entidade no apoio ao setor produtivo na adesão à indústria 4.0. “ Especialmente o Senai sempre foi reconhecido pela alta competência na área de educação profissionalizante. Nos últimos anos investimos também em inovação tecnológica com um reposicionamento de sua marca não só fortalecendo sua atuação como principal interlocutor da sociedade em educação profissional,mas também com capacidade de atender a indústria na área da inovação tecnológica”,destacou.A presidente da Microsoft,Paula Bellizia,trouxe o dilema entre respeitar o legado das indústrias e buscar novas formas de contato com o consumidor. “A indústria de tecnologia não respeita a tradição,respeita,sim,a inovação. É preciso quebrar paradigmas e sempre fazer o melhor para o cliente e sem atalhos,de forma direta. Isso não tem erro”,disse Paula Bellizia. Segundo ela,a tecnologia deve empoderar as pessoas e as organizações para que elas conquistem cada vez mais. Nesta busca,de acordo com ela,a Microsoft mantém mais de 100 data centers em todo o mundo,onde investe US$ 5 bilhões ao ano.Fazer e pensar diferente“A transformação digital não pode ser mais do mesmo. Tem que ser algo diferente e deve acontecer em toda a organização e não mais apenas em um setor”,destacou Cassio Dreyfuss,vice-presidente de pesquisa da Gartner Research,organização de pesquisa na área tecnológica. Segundo ele,a tecnologia está disponível. “O problema é a cultura e isso não se muda do dia para a noite”,disse. Para ele,esta transformação deve estar pautada em quatro pilares:tecnologia,gestão,gente e liderança.Dreyfus diz que a transformação digital vai acontecer num prazo de quatro a cinco anos e deve começar com o engajamento das pessoas. “É preciso engajar as pessoas,depois criar a visão e o plano. Este plano deve ser executado,monitorado e ajustado sempre que necessário”,disse. “A transformação digital prevê a mudança das organizações que trabalham no sistema de comando e controle para passar a trabalhar com liderança e colaboração”,frisou.O prazo para implementar a digitalização e conexão dos processos pode variar,mas é algo que em breve será realidade. “A jornada digital é um caminho sem volta e sem fim. É permanente. É preciso falhar cedo e aprender rápido. É preciso ser rápido e sair na frente”,disse Rogério Martins,vice-presidente global da Whirlpool – Inovação e Desenvolvimento de Produtos de Refrigeração. Segundo ele,o tempo é o recurso mais valioso para todas as pessoas. Por isso,todas as empresas devem ter o consumidor no centro de suas atenções para promover soluções que facilitem a sua vida. “É preciso conhecer melhor o consumidor. É para ele que devemos fazer a transformação digital. Se focarmos em qualquer outra coisa que não seja o consumidor vamos nos desviar do nosso propósito. “A tecnologia sem propósito é complexidade”,disse.No setor onde atua,Martins conta que a transformação digital viabiliza,por exemplo,o monitoramento da performance dos eletrodomésticos remotamente e consegue atuar de forma proativa com a prestação de serviços. “Não é um redesenho. É preciso repensar tudo e tudo tem que estar focado em soluções relevantes para o consumidor”,frisou.Tecnologia e produtividadeO diretor de educação e tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Rafael Lucchesi informou que a indústria brasileira ainda usa a tecnologia de forma incipiente. “Embora 85% dos executivos brasileiros considerem a indústria 4.0 como algo importante,apenas 48% afirmam que fazem uso das modernas tecnologias de digitalização. “Temos que melhorar o uso da tecnologia,adotar plantas industriais inteligentes e customizadas. Segundo ele,a tecnologia pode contribuir para melhor os níveis de produtividade no Brasil. Hoje o rendimento de quatro trabalhadores brasileiros equivale a um trabalhador norte-americano. “Neste quesito estamos atrás de México e Argentina”,disse.Lucchesi destacou a importância de formar o trabalhador para atuar na Indústria 4.0. “Hoje 78% do emprego no Brasil é desempenhado por pessoas com qualificação técnica e apenas 3% por profissionais com ensino superior”,informou. Ele lembrou que o Senai teve papel decisivo na terceira revolução industrial formando mão de obra e agora terá também papel decisivo na quarta revolução”,disse,acrescentando que cerca de 95% das vagas abertas pelo setor industrial demandam profissionais formados pelo Senai. Segundo Lucchesi,o desafio é grande porque estima-se que 65% das crianças de hoje atuarão no futuro em profissões que ainda não existem.O diretor da CNI citou o programa Lean Manufacturing (Manufatura Enxuta),do Senai. O programa começou com a meta de buscar um ganho de 20% de produtividade e nas 2.300 indústrias que estão sendo atendidas já conseguimos alcançar um aumento médio de 52% em cerca de dois anos do programa.Lucchesi falou também das soluções tecnológicas que estão em desenvolvimento na rede de institutos de tecnologia e de inovação do Senai,como robôs autônomos para trabalhos em poços de alta profundidade e tintas automotivas regenerativas.Fonte: Fiep

Sistema Fiep promove evento para discutir indústria 4.0

Imagine a possibilidade de ter a representação virtual do processo de produção de um carro:visualizar como o veículo seria,realizar melhorias e simulações,e,aí sim,implementar o produto real. A realidade parece distante,mas é dessa forma que iremos trabalhar nos próximos anos,na chamada Indústria 4.0,que já é considerada por muitos especialistas a “4ª Revolução Industrial”. O impacto desta revolução no progresso industrial paranaense é o foco da “Jornada para o Mundo Digital”,evento que é promovido pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná e acontece no dia 16 de agosto,no Campus da Indústria em Curitiba.Voltado para indústrias,startups,empresários,imprensa e pessoas interessadas em tecnologia e inovação industrial,a jornada tem o objetivo aprofundar conhecimentos e mostrar como a Indústria 4.0 impacta no progresso do setor industrial. O evento terá palestras,workshops e painéis de discussão com renomados profissionais da área.Entre os palestrantes estão Paula Bellizia – presidente da Microsoft Brasil;Cassio Dreyfuss – vice-presidente de pesquisa do Gartner;Cezar Taurion – head de Transformação Digital da Kick Ventures;Edson Campagnolo – presidente do Sistema Fiep;Rogerio Martins – vice-presidente global Whirlpool para Inovação e Desenvolvimento de Produtos de Refrigeração.CasesSerão apresentadas experiências de indústrias instaladas no Brasil que já implantaram processos alinhados com a quarta revolução industrial. Elas fazem parte de um grupo de empresas que já compreendeu os ganhos de competitividade trazidos por esta nova forma de produção. Porém,pesquisa realizada em 2016 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI),que ouviu 2.225 indústrias de todos os portes,mostra que mais da metade delas ainda não utiliza nenhuma das dez tecnologias digitais listadas no levantamento – como automação digital sem sensores;prototipagem rápida ou impressão 3D;utilização de serviços em nuvem associados ao produto;ou incorporação de serviços digitais nos produtos.Jornada para o mundo digitalData:16 de agosto,das 8h às 17 horas.Local:Campus da Indústria do Sistema Fiep. Avenida Comendador Franco,1341. Curitiba.Inscrições gratuitas: http://www.sistemafiep.org.br/jornadadigital/#inscreva-seFonte:Fiep

Renault investe mais R$ 750 milhões no Paraná

A Renault investe R$ 750 milhões em uma nova fábrica de injeção de alumínio e na expansão da sua unidade de motores em São José dos Pinhais,na Região Metropolitana de Curitiba. O investimento é apoiado pelo programa Paraná Competitivo,do Governo do Estado.O protocolo de intenções foi assinado nesta terça-feira (01) pelo governador Beto Richa e pelos presidentes da Renault América Latina,Olivier Murguet,e do Brasil,Luiz Pedrucci. Com esse investimento,a montadora francesa soma cerca R$ 6 bilhões em investimentos no Paraná desde 1998,quando começou a produzir no País.“O governo tem uma parceria muito sólida com a Renault,gerando riqueza e muitas oportunidades de trabalho. Hoje só de empregos são 6 mil postos diretos na montadora. Nos últimos anos conseguimos manter e ampliar os investimentos da Renault”,disse o governador Beto Richa. “O Paraná é o coração da operação da Renault no Brasil e passa a ser também na América Latina",completou Olivier Murguet.Do total investido,R$ 350 milhões serão destinados para a nova fábrica Curitiba Injeção de Alumínio (CIA),que deve gerar 150 empregos diretos em três turnos de produção. Outros R$ 400 milhões vão para a ampliação da Curitiba Motores (CMO),que terá novas linhas de usinagem e cabeçotes de alumínio.INCENTIVO - A empresa,enquadrada no programa Paraná Competitivo,terá como benefício o diferimento do pagamento do ICMS da fatura de energia elétrica e do gás natural da fábrica de injeção de alumínio por 48 meses.“Nossos investimentos reforçam a importância estratégica do Brasil para o Grupo Renault e para o crescimento das nossas vendas na América Latina”,disse Olivier Murguet. "No ano passado,exportamos 35% da nossa produção. No primeiro semestre aumentamos nossas exportações em 60% com relação ao ano passado. Contratamos 700 pessoas há três meses para o terceiro turno e operamos muito próximo da nossa capacidade máxima”,disse.De acordo com ele,a competitividade na operação no Paraná,a qualidade da mão de obra e do relacionamento com o Governo do Estado,contribuíram para a decisão de ampliar investimentos no Paraná. O Brasil é o segundo maior mercado da empresa no mundo,atrás apenas da França. “Os nossos investimentos reforçam nossa aposta no País,onde produzimos há quase 20 anos”,completou Pedrucci,que acaba de assumir o cargo de presidente da Renault do Brasil.CICLO - Richa destacou que o Paraná vive hoje o maior ciclo de investimentos da sua história. Desde o início do programa Paraná Competitivo já foram mais de R$ 42 bilhões em investimentos produtivos. “O programa é um sucesso e foi eleito,pelo Financial Times,um dos oito melhores programas de atração de investimentos do mundo”,disse.CONFIANÇA – O investimento da Renault mostra a confiança do empresariado,ressaltou o secretário da Fazenda,Mauro Ricardo Costa. “Enquanto está se reduzindo investimento em todo o País,aqui estamos ampliando os projetos e gerando empregos”. O prefeito de São José dos Pinhais,Toninho Fenelon,disse que a expectativa é muito boa. “O projeto deve gerar emprego,renda e maior qualidade de vida”,afirmou.EMPRESA - A Renault,que começou a produzir no Brasil em 1998,emprega 6,3 mil pessoas diretamente e gera aproximadamente 25 mil empregos indiretos. O complexo Ayrton Senna,em São José dos Pinhais,reúne as três fábricas da marca no Brasil:a de automóveis (CVP),a de comerciais leves (CVU),além da fábrica de motores (CMO).FÁBRICAS - De acordo com a Renault,a fábrica de injeção de alumínio começará a produzir em janeiro de 2018. A produção será a partir de uma linha para o bloco e outra para cabeçote do motor.A fábrica de motores,por sua vez,será ampliada para produção de motores mais eficientes. A empresa vai aumentar o índice de nacionalização de componentes e prevê o lançamento de uma nova geração de motores. Inaugurada em 2001,a fábrica de motores já produziu aproximadamente 3,5 milhões de propulsores,com cerca de 40% destinados à exportação,principalmente para Argentina. Durante o evento,a montadora também fez o lançamento do Kwid,novo veículo que já está sendo produzido no Paraná.Fonte:Agência de Notícias do Paraná

Curitiba ganha Instituto Paranaense de Reciclagem

Nesta quarta-feira (5),ocorrerá a solenidade de inauguração do Instituto Paranaense de Reciclagem – INPAR – uma iniciativa do Sincabima,Sindicarne,Sindiavipar,Sinduscafé,Sinditrigo e Sipcep,com o apoio da FIEP. “Após muitas discussões,avançamos nas negociações para a criação do instituto,que tem como propósito promover a adequação das empresas do setor de alimentos à Política Nacional de Resíduos Sólidos,a fim de minimizar os impactos de suas atividades ao meio ambiente e destinar adequadamente os resíduos sólidos das embalagens no pós-consumo”,afirma o presidente do Sincabima,Rommel Barion,que também assume,nos próximos dias,a presidência do INPAR.Barion reforça que o Plano de Logística Reversa para o setor alimentício foi encabeçado pelo Sincabima em parceria com outros cinco sindicatos e apoio da FIEP. Também participaram das reuniões de estruturação e definição do INPAR a Consultoria Roadimex Ambiental e o escritório de advocacia De Paola & Panasolo. O início desse estudo ocorreu quando foi assinado o Termo de Compromisso do setor com a SEMA (Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Paraná) em dezembro de 2014.“O INPAR,além de gerenciar os projetos de Logística Reversa,visa trazer soluções econômicas e seguras para as empresas do setor alimentício. Dentro deste propósito,recebemos o apoio da FIEP,que nos deu o suporte necessário para a instalação do instituto,inclusive investindo,com recursos financeiros,o que garantiu a viabilidade do projeto”,expõe.Destino correto aos resíduosCom o INPAR,as indústrias alimentícias conseguirão dar o correto encaminhamento aos produtos e embalagens pós-consumo,bem como desenvolver ações que diminuam a quantidade de resíduos gerados. “A ideia é alertar as empresas associadas a esses seis sindicatos e também as organizações de um modo geral,na adequação à legislação para evitar multas e autuações”,destaca o presidente.Instituída pela Lei 12.305/2010 e regulamentada pelo Decreto 7.404/2010,a regulamentação considera que os fabricantes,importadores,distribuidores,comerciantes,consumidores e o poder público possuem responsabilidade compartilhada pelos resíduos resultantes do pós-consumo dos produtos.O INPAR está situado no prédio da FIEP,localizado na Rua Cândido de Abreu,200. Solenidade de inauguração do INPARLocal:Sala dos Conselhos - Campus da Indústria - Marginal Comendador Franco | Avenida,1341 - Jardim Botânico (Curitiba)Data:5 de julho (quarta-feira),às 17h30

Distribuidora curitibana Abrascort investe em nuvem

Atuando no mercado nacional como importador direto e distribuidor autorizado de correntes de transmissão,engrenagens,rolamentos,mancais e mangueiras industriais e hidráulicas há 39 anos,a gestão da Abrascort percebeu que era preciso ampliar a proximidade entre fornecedor e cliente para ganhar agilidade no atendimento e na resolução de problemas.Foi em busca dessa maior disponibilidade e desempenho que a empresa adotou a Solução Cloud Computing da CorpFlex,empresa especializada em cloud corporativa e outsourcing de TI,para hospedar seu ERP SAP S/4 HANA.“O foco na Abrascort foi hospedar o SAP S/4 HANA em um ambiente de nuvem privada,para seus usuários que acessarão a aplicação. Estamos provendo suporte 24x7,com segurança,backup,monitoração e relatórios gerenciais”,explicou Edivaldo Rocha - CEO da CorpFLex.Com o investimento,a empresa paranaense obteve redução de custos em infraestrutura de TI,flexibilidade de upgrade dos recursos computacionais e ainda conseguiu garantir alta disponibilidade para o sistema de Gestão ERP SAP S/4 HANA,mantendo o foco na gestão do negócio e não na execução.“ A implementação do SAP S/4 Hana no Grupo Abrascort faz parte de uma estratégia arrojada de modernização e traz a empresa para um outro patamar,reduzimos os nossos custos operacionais e aumentamos a nossa agilidade no atendimento,certamente um diferencial em um mercado altamente competitivo como o que atuamos”,afirmou Jayro Caner,executivo de tecnologia da Abrascort.O projeto,iniciado em novembro de 2016,possui abrangência sobre todas empresas do grupo. A solução em nuvem,em conjunto com a sustentação Basis,atende às necessidades da Abrascort em quatro diferentes negócios em sete estados.

Curitiba recebe o Emerging Talks – Going Global for Brazilian Startups

O projeto do Vale do Pinhão foi lançado no início deste ano pela Prefeitura de Curitiba com o objetivo de transformar a capital paranaense na primeira cidade inovadora da América Latina até 2020. Ainda em 2015,Curitiba ficou em terceiro lugar no ranking das cidades brasileiras com maior potencial inovador,de acordo com o Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação (MCTI) em parceria com a revista Inovação.Alinhada a este cenário,a capital paranaense recebe no próximo dia 09 de maio o Emerging Talks Curitiba,primeiro webinar promovido pelo Sistema Fiep,por meio de seu Centro Internacional de Inovação,e StartupBrics sobre inovação,startups e mercados emergentes. Com a participação de Samir Abdelkrim,fundador da StartupBrics,o evento será dedicado a sinergia entre os ecossistemas de inovação de Curitiba e da França. “O ecossistema de empreendedorismo inovador da cidade de Curitiba,apoiado e catalisado pelo Sistema Fiep,possui potencial muito concreto,para ser rapidamente reconhecido entre os blocos emergentes,como a África ou a China,bem como em países já consolidados em termos de inovação,como a França”,afirma Filipe Cassapo,gerente do Centro Internacional de Inovação do Sistema Fiep. “Neste sentido,o Emerging Talks Curitiba,será uma grande oportunidade para fortalecer a internacionalização das nossas empresas startups e levar a tecnologia e inovação do Paraná para o mundo”,completa.Ao final das apresentações,StartupBrics e Sistema Fiep assinam um MoU (Memorandum of Understanding),para aproximar os ecossistemas de inovação das duas instituições. Segundo a diretora da StartupBRICS,Charlotte Burrier,Curitiba oferece uma situação geográfica interessante por aproximar os atores que podem fomentar a inovação,o que chamou sua atenção. “Fiquei em Curitiba por três ou quatro dias e conheci pessoas que de alguma forma já se conheciam,se relacionam em várias esferas”,afirma. “No Campus da Indústria,por exemplo,há um colégio,uma incubadora,um centro de pesquisa. Nesse mesmo espaço físico estão pessoas de setores diferentes,mas todos com o foco na inovação. Essa concentração geográfica contribui para estimular um ecossistema superimportante e que cresce rapidamente”,diz. O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições podem ser feitas pelo link:www.eventbrite.fr/e/billets-emerging-talks-curitiba-going-global-for-brazilian-startups-33890385054 Confira a programação do Emerging Talks Curitiba:9:00 Apresentação StartupBrics,por Samir Abdelkrim.9:30 Apresentação do Centro Internacional de Inovação do Sistema Fiep,por Filipe Cassapo.10:00 Apresentação Becoworking,por Ruben Grave,sobre a Importância de criar comunidades inovadoras de impacto internacional.10:30 Apresentação da Endeavor – Programa Scaleup,por Marco Antonio Mazzonetto.11:00 Apresentação da Bond'innov,French Tech Ticket (competição francesa de startups aberta a startups do mundo todo).11:30 Apresentação do Innovation Week Challenge,por Bruno Rondani.12:00 Assinatura do MoU.* As autoridades e participantes franceses estarão presentes por meio do webinarEmerging Talk Curitiba – Going Global for Brazilian StartupsDia 09 de maio,das 09 às 12:00,no Laboratório de Criatividade do Campus da Indústria (Avenida Comendador Franco,1341,Jardim Botânico)Inscrições gratuitas no site: www.eventbrite.fr/e/billets-emerging-talks-curitiba-going-global-for-brazilian-startups-33890385054

Sesi realiza seminário internacional e jornada de qualidade de vida

O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking mundial de acidentes fatais no trabalho. São quase 4 mil mortes anualmente em decorrência de acidentes dessa natureza. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e apontam ainda que no mundo,a cada 15 segundos,um trabalhador morre por conta de uma doença relacionada ao trabalho.No Paraná,estado que fica em 3.º lugar na colocação brasileira de mortes por esses acidentes,existem 3 milhões de industriários aposentados em função deles. Por ano,são 52.132 acidentes de trabalho no estado. “Esses dados mostram uma triste realidade. Situação que merece atenção e ações que possam mobilizar a sociedade no sentido de reduzir esses índices e concretizar a prevenção. Datas como o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes do Trabalho,em 28 de abril,são importantíssimas para essa reflexão”,afirma Juliana Cipriani Presiazniuk,coordenadora de Segurança e Saúde do Sesi no Paraná.“O Sesi é atualmente o maior parceiro das indústrias no desenvolvimento de ações e busca de soluções voltadas para o bem-estar do trabalhador. Uma indústria saudável é feita com trabalhadores saudáveis. Garantindo a qualidade de vida do colaborador,promovemos também uma indústria mais segura e saudável”,garante Juliana.Atuando para promover e proteger a saúde do trabalhador,com a efetiva prevenção e redução nos índices de acidentes de trabalho,a partir de consultorias e serviços exclusivos para a indústria,o Sesi – nesse mês de abril – apoia e participa do Movimento Abril Verde e realiza um evento em parceria com a Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV).O Abril Verde é uma iniciativa do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Estado do Paraná (Sintespar),que desde 2014 lidera o movimento que tem como objetivo debater com a sociedade,órgãos do governo,entidades de classe,associações,federações e empresas sobre as causas e a prevenção de acidentes de trabalho. Esse ano,o movimento será marcado pelo Seminário Internacional em Saúde e Segurança do Trabalho,a ser realizado pelo Sesi no Paraná,em conjunto com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e a PUCPR.No dia 26,das 18h às 21h10,a programação se concentra no auditório Mário de Mari do Campus da Indústria,com palestras do desembargador do TRT,Luiz Eduardo Gunther;e do professor de Direito Internacional e advogado italiano,doutor em Ciências Administrativas,Matteo Carbonelli,em torno do tema:Saúde do Trabalhador e Direitos Fundamentais.E no dia 27,o evento se divide nos turnos da manhã e tarde,no Teatro Tuca,Bloco 2 da PUC. Durante a manhã,das 9h às 12h,o tema previsto trata dos Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho,com a realização de palestras do chefe da seção de Inspeção do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Paraná (SRTE),Elias Martins;o médico e advogado Ernesto Batista;o juiz do Trabalho do TRT,Luciano Coelho;e o médico psiquiatra Mauricio Nasser Ehlke.À tarde,serão abordadas As Perspectivas Contemporâneas da Saúde nas Relações do Trabalho. Das 14h às 17h,as palestras serão de Martinho Martins Botelho,economista e advogado;de Rodrigo Meister de Almeida,engenheiro de Segurança do Trabalho,advogado e consultor do Sesi no Paraná;Gláucio Araújo de Oliveira,procurador do Ministério Público do Trabalho;e Sebastião Geraldo de Oliveira,desembargador do Ministério Público do Trabalho,de Minas Gerais.Inscrições podem ser feitas até o dia 25 de abril no site: www.sesipr.org.brJornada de Qualidade de VidaJá em conjunto com a Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV),o Sesi no Paraná realiza a Jornada Regional de Qualidade de Vida. Será no dia 26 de abril,das 12h30 às 18h30,no Campus da Indústria.O evento visa oferecer oportunidades de aperfeiçoamento com educação continuada,troca de experiências e encontro de profissionais voltados para a promoção da saúde e qualidade de vida no ambiente corporativo.As jornadas regionais de Qualidade de Vida já foram realizadas no Rio de Janeiro,Recife e Goiânia. São gratuitas,mas têm vagas limitadas.A programação inclui as palestras sobre Gestão Integrada de Saúde,Bem-Estar e Segurança no Trabalho,com Paulo Roberto Zétola,diretor de Saúde e Segurança do Trabalho da Renault do Brasil;Buscando o desenvolvimento da Qualidade de Vida e do Bem-estar em todas as dimensões,com Rony Tschoeke,diretor da ABQV.Também serão apresentados cases relacionados à Imunização,por Amilton Cabral Júnior,da CNI Funorte;e ao Impacto de Intervenções Interdisciplinares na Prevenção e Redução de Riscos das Doenças Crônicas Não Transmissíveis,com Aline Lima,coordenadora técnica de Negócios do Sesi no Paraná.De acordo com Aline,“o investimento em ações de promoção da saúde possui relação direta nos resultados produtivos das industrias,pois quanto mais saudável o trabalhador está,possivelmente menos afastamentos,presenteísmo e doenças crônicas estarão presentes na vida funcional dele”.A coordenadora lembra que pesquisas realizadas nos Estados Unidos demonstram que para cada dólar investido em promoção de saúde nas empresas,os custos com assistência medica são reduzidos em US$ 3,27. Esse mesmo dólar diminui os custos com absenteísmo em US$ 2,73. Isso ocorre porque trabalhadores com fatores de risco como diabetes,colesterol alto,hipertensão e obesidade faltam três vezes mais ao trabalho do que as pessoas que não os possuem. Aline explica ainda que os custos de assistência médica podem ser reduzidos em US$ 3,27 para cada dólar investido em programas de promoção a saúde na empresa,pois 25% dos gastos com saúde estão relacionados com 10 fatores de risco modificáveis.

Ao completar 75 anos,Famiglia Zanlorenzi anuncia grande investimento

A inauguração de um novo parque industrial de 5 mil m² firma o nome da Famiglia Zanlorenzi como um dos maiores players do setor nacional de bebidas saudáveis,e dá início às comemorações dos 75 anos de sua fundação,celebrados em 2017. Com investimento de mais de R$ 40 milhões e mais de 180 colaboradores atuando,o novo parque tem a finalidade de levar às gôndolas de todo o país uma linha completa de sucos integrais e ingressar em uma nova categoria,a dos chás de alta qualidade. Também,incrementa a produção dos mais de 130 rótulos já existentes no portfólio da companhia,segmentados nas categorias vinhos de mesa,vinhos finos nacionais e importados,espumantes,sucos e bebidas saudáveis. A principal e mais significativa mudança será no processo de envase a frio asséptico,realizado a partir de agora com uma nova linha de produção. O equipamento de ponta da indústria alemã Krones,líder no mercado internacional de bebidas e pioneira no envase de embalagem em pet asséptico. Este formato de envase tem como grande diferencial a produção sem a adição de conservantes,o que mantém ao máximo o sabor e as propriedades nutricionais das frutas e vegetais. “O modo asséptico permite o envase sem conservantes a frio,resultando em um produto de altíssima qualidade e que não necessita de refrigeração,e com shelf life de 6 a 9 meses”,explica Giorgeo Zanlorenzi,presidente da Famiglia Zanlorenzi. Com a nova linha de produção,a empresa passa a ter capacidade de envase total de 55 mil garrafas por hora,trazendo como demais benefícios agregados o preço mais acessível em função da nova embalagem e a facilidade na portabilidade. Os fatores que influenciaram o processo decisório da empresa em um investimento deste porte foram oferecer ao mercado um produto saboroso,saudável e com valor atraente ao consumidor. “Nossa marca já é reconhecida pela sua qualidade e sabor. Agregando a isso um preço que cabe no bolso do consumidor,a expectativa se transforma em certeza e em recompra”,explica Teodosio Piedahita,diretor comercial da companhia. Os novos pets da Famiglia Zanlorenzi serão comercializados nos tamanhos de 250 ml,900 ml (carro-chefe) e familiar de 1,350 l. “O projeto de desenvolvimento do shape da garrafa,rótulo e tampa levou cerca de um ano. Trouxemos referências do mercado europeu aonde este tipo de embalagem é de grande participação. Temos como resultado final uma garrafa com um design moderno para evidenciar que se trata de uma embalagem premium”,fala Piedahita. O investimento no novo parque industrial reforça o caráter de inovação que permeia os processos da Famiglia Zanlorenzi. Sempre atenta aos movimentos do mercado,a companhia atende às mais variadas formas de consumo por meio da ampliação da oferta de embalagens. “Iniciamos a produção de sucos na embalagem em vidro,em seguida adicionamos ao portfólio as embalagens cartonadas e agora acrescentamos o pet asséptico para que o consumidor tenha um leque maior de opções de compra”,diz Giorgeo Zanlorenzi. “Implementamos o que existe de mais moderno em tecnologia no mundo,para entregar ao nosso consumidor um suco como o feito em casa. Esse movimento aconteceu a partir da leitura do mercado internacional,que mostra claramente a tendência no crescimento do consumo de produtos saudáveis”,conclui. Mercado natural em ebulição O novo parque da Famiglia Zanlorenzi permitirá dobrar o seu portfólio de bebidas saudáveis:um significativo salto de 24 para 42 produtos. Destes,28 rótulos passam a ser envasados em pet asséptico,englobando sucos de frutas,de frutas e vegetais e chás,o novo lançamento da companhia. Os seis chás da marca Campo Largo complementam a já ampla categoria de bebidas saudáveis produzidas pela Famiglia Zanlorenzi,e serão vendidos nos sabores hibisco + cranberry zero,3 Chás Zero (uma mistura dos chás branco,verde e mate),chá verde + gengibre + limão zero;e os mates com limão zero,com limão e açúcar demerara orgânico e o natural com açúcar demerara orgânico. Uma novidade diferencia os chás Campo Largo dos concorrentes:os produtos regulares são adoçados com açúcar orgânico,enquanto que os zeros levam stevia em sua composição. Além dos chás,será inserida na linha Simmm! o novo Simmm! Vegs açaí + berry,um suco de uva integral com açaí acrescido de cranberry,romã,ameixa e morango. “Queremos consolidar a Famiglia Zanlorenzi como referência em produtos saudáveis e saborosos em todo o Brasil”,finaliza o presidente da empresa.

Empresa alemã realiza workshop sobre soluções integradas em Curitiba

A Festo,multinacional alemã líder em automação industrial,realiza na quinta-feira (06/04) o workshop “Soluções integradas:mais benefícios e maior produtividade para a sua empresa". O evento é gratuito e ocorrerá no Radisson Hotel.O objetivo é apresentar aos profissionais da indústria as soluções integradas que podem contribuir para a produtividade e competitividade das empresas. Casos de sucesso em automação de válvulas,benefícios de terminais de válvulas em redes e produtos para atmosferas explosivas são alguns dos temas das palestras.“Curitiba é um centro industrial de polo diversificado,onde predominam as indústrias relacionadas à mecânica,materiais elétricos e de comunicação,indústria alimentícia,química,metalurgia,entre outras”,comenta Flavio Rodrigues,Gerente de Marketing da Festo.No evento estarão especialistas da Festo que explicarão quais as melhores aplicações para aumentar a produtividade e a competitividade para os diferentes segmentos produtivos.Segundo Flávio,durante o evento estará exposta a Expotainer Festo,uma unidade móvel de divulgação tecnológica como uma oportunidade para conhecer o portfólio de produtos e aplicações com foco em automação de processos.Para participar deste workshop online gratuito,basta clicar no link abaixo e efetuar a inscrição - até o dia 04/04:http://bit.ly2oGJYvOProgramação do evento:14h00 – Credenciamento com welcome coffee14h30 – Abertura Institucional e contexto industrial14h40 – Benefícios com a utilização de terminais de válvulas em redes15h20 – Casos de sucesso em automação de válvulas de processos16h00 – Coffee break16h30 – Produtos e soluções para atmosferas explosivas17h10 – Soluções mecatrônicas integradas17h40 ­– Encerramento e sorteio17h50 – Bye CoffeeServiço:Data:06/04/2017Horário:14h00 às 18h00Local:Radisson Hotel Curitiba – Avenida Sete de Setembro,5190 – Curitiba

Curitiba recebe o IFS Focus Day,um dos mais importantes encontros da área de alimentos

O IFS Focus Day – evento sobre certificação em qualidade e segurança de alimentos para profissionais da indústria com palestras,networking e cases de sucesso – já tem data marcada,será realizado no dia 08 de março,no Campus da Indústria da FIEP,em Curitiba.“É uma oportunidade única para os profissionais da área se atualizarem. Os participantes terão acesso a conteúdos sobre legislação,desafios para a fabricação de produtos seguros e de qualidade,informações sobre certificação,bem como as atualizações que estão por vir na indústria de alimentos”,afirma o presidente do Sincabima (Sindicato das Indústrias de Cacau e Balas,Massas Alimentícias e Biscoitos,de Doces e Conservas Alimentícias do Estado do Paraná),Rommel Barion.O evento,que inclui na programação sete palestras de impacto ao setor,terá início às 8h30 e se estenderá até às 17 horas. “Há muitos questionamentos na indústria sobre algumas diferenças entre normas brasileiras e estrangeiras,e estas dúvidas serão esclarecidas pelo time de profissionais que convidamos para participar do evento”,esclarece o presidente do Sincabima.Um dos destaques da programação é a palestra Atualidades da legislação sanitária de alimentos:um enfoque na rotulagem de alergênicos e de lactose,que será ministrada pela gerente geral de Alimentos da Anvisa,Thalita Antony de Souza Lima.As inscrições podem ser feitas pelo e-mail sincabima@sincabima.org.br. O investimento é de R$ 270,mas associados Sincabima pagam apenas R$ 135. O evento promovido pela certificadora IFS (International Featured Standards) e organizado pelo Sincabima contará ainda com momentos de coffee break para networking. IFS Focus DayData:quarta-feira,8 de março de 2017Horário:8h30 às 17hLocal:Campus da Indústria do Sistema FIEP - Avenida Comendador Franco,1341 - Jardim Botânico,Curitiba (Paraná) Programação:08:30Recepção e entrega de credenciais09:00Abertura - Rommel Barion | Presidente SINCABIMA09:15IFS – Normas e Ferramentas - Caroline Nowak | Representante IFS10:00Depoimento do VarejistaMárcia Rossi de Sylvio |Quality,Food Safety and Health & Wellness Manager,Compliance | Walmart Brasil10:45Coffee Break - Networking11:15Experiência de certificaçãoCristina Ramos – Gerente de Qualidade| TING Indústria de Alimentos em Conserva12:00Passos práticos à certificaçãoLiliana Soares Batista |Diretora de Qualidade |WQS 12:45Almoço14:15Atualidades da legislação sanitária de alimentos:um enfoque na rotulagem de alergênicos e de lactoseThalita Antony de Souza Lima – Gerente-Geral de Alimentos da ANVISA15:00Food Defense e os impactos da sua implantaçãoBarbara Galdioli Nobrega Aoki - Analista de Negócio do Instituto SENAI de Tecnologia em Meio Ambiente e Química15:45Coffee break - Networking16:15Rumo à certificação – desafios e soluçõesPatrícia Amarante | Gerente de Qualidade e Produtividade | Barion17:00Encerramento

Novo corte de juros favorece retomada de investimentos,diz Campagnolo

A redução de 0,75 ponto percentual na taxa Selic,anunciada nesta quarta-feira (22) pelo Banco Central,foi bem recebida pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Para o presidente da Federação,Edson Campagnolo,o novo corte reforça a tendência de queda nos juros,o que é fundamental para a retomada dos investimentos produtivos no país. Reunido nesta terça e quarta-feira,o Conselho de Política Monetária (Copom) aprovou a redução de 13% para 12,25% ao ano na taxa básica de juros. É a quarta redução consecutiva e leva a taxa para o menor nível em dois anos.“Apesar das sucessivas reduções,o juro ainda é alto e muitas empresas continuam tendo dificuldades para obter crédito junto a instituições financeiras”,pontuou o presidente da Fiep. Segundo ele,isso ocorre porque as exigências são rígidas e as taxas praticadas pelo mercado ainda estão muito elevadas. “Por esta razão é necessário que a tendência de queda seja confirmada e continue sendo praticada”,opina.Campagnolo diz que a expectativa do setor industrial paranaense é que seja confirmada a previsão de analistas de mercado que apostam numa redução gradativa da Selic,chegando a 9,5% ao final de 2017.

Sesi realiza torneio de robótica em Curitiba

A competição é fruto de uma parceria do Sesi Departamento Nacional com a organização norte-americana First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology) e o grupo dinamarquês Lego Education,um programa internacional voltado para crianças de 9 a 16 anos,criado para despertar o interesse dos alunos em temas como ciência e tecnologia no ambiente escolar. Em Curitiba,o Torneio First Lego League acontece nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2017,no Colégio Sesi da Cidade Industrial.Cada equipe participante do torneio é formada entre 2 e 10 estudantes de escolas públicas e particulares . Grupos de amigos também podem participar sem vínculo com escolas:são as chamadas equipes de “garagem”. As melhores equipes da fase regional garantem vaga na etapa nacional. O Sesi no Paraná é o operador oficial da Regional Paraná e,de Curitiba,sairão sete equipes classificadas para o nacional,que acontece em Brasília.As provas exigem habilidade técnica,criatividade e conhecimento sobre o mercado de trabalho e robótica. Durante os dois dias de torneio,os estudantes serão provocados a apresentar soluções e produtos para empresas e para a comunidade,sempre por meio de robôs construídos com peças de Lego. Além de despertar os estudantes para o uso da tecnologia,a iniciativa também fortalece a capacidade de criatividade e raciocínio lógico,inspirando jovens a seguir carreira no ramo da engenharia,matemática e da tecnologia.Relação humanos e animaisO tema deste ano é o “Animal Allies”,um incentivo aos estudantes para a pesquisa da relação entre humanos e animais. É o caso,por exemplo,das consequências de um desmatamento ou da necessidade de resgate de animais em área de risco;as equipes pensarão como a robótica pode aliar pessoas e animais na solução de problemas como estes.“A cooperação pode aprimorar e facilitar o dia a dia dos dois lados. Para cuidar de problemas de saúde de animais em extinção,por exemplo,eles precisam ser transportados para laboratórios e recebem cuidados especiais. Os humanos também precisam da ajuda dos bichos,por exemplo. Para se alimentar,o homem desenvolveu a tecnologia de automatização da ordenha de animais leiteiros. Outro grande exemplo é o uso de cães-guia por deficientes visuais”,detalha a operadora regional do torneio no Paraná,Raquel do Nascimento.Uma das atividades é a programação de robôs autônomos usando a tecnologia Lego Mindstorms para cumprir as missões da mesa de competição. Além dos três primeiros colocados na Champion’s Award,serão premiadas quatro equipes na categoria Design do Robô,outras três na área de pesquisa e mais três no quesito Core Values.“Os alunos têm que utilizar as peças da Lego para montar seus robôs. Hoje,são permitidos apenas os motores EV3 e NXT,sendo que todo processo de concepção,pesquisa e competição tem que ser feito exclusivamente pelos participantes. Já o desafio do robô apresenta missões que mostram como a tecnologia e a inovação permitem que seres humanos e animais interajam e cooperem em benefício mútuo”,revela Yuri Queiroz,Analista Técnico da Gerência de Educação Básica e Continuada do Sesi no Paraná.O Sesi trabalha com temas relacionados à robótica/Lego e programação em sua matriz curricular desde 2010 de modo a estimular a participação dos alunos em campeonatos como esse. “Tem equipes que constroem protótipos porque querem se preparar para participar da competição,pois sabem que a disputa é muito acirrada. Antes eram ações bem pontuais,mas quando nos tornamos operadores oficiais (até 2019),isso passou a ser mais trabalhado com os alunos em festivais. É nítido o quanto os alunos se dedicam”,revela Queiroz.Na última temporada (2015/2016),foram 1.300 equipes inscritas,das quais 500,de escolas públicas e privadas,foram selecionadas. Na etapa nacional,realizada em Brasília em março de 2016,competiram 77 equipes. Destas,19 se classificaram para disputas internacionais nos Estados Unidos,Espanha,Filipinas e Austrália.FinaisAté março de 2017 a competição será realizada em 11 cidades. As melhores equipes dessa fase garantem vaga na disputa nacional. Aqui no Paraná ocorreram seis seletivas,até chegar ao total de 40 equipes competidoras na final regional.Fonte: Agência FIEP

Gestão de qualidade:mudanças da ISO 9001

Os parâmetros de qualidade de uma empresa são estabelecidos por meio da ISO 9001 que,após as alterações efetuadas em 2015,trouxe alguns questionamentos para as organizações. Para quem busca se atualizar sobre a norma,o Sindicato das Indústrias de Cacau e Balas,Massas Alimentícias e Biscoitos,de Doces e Conservas Alimentícias do Paraná (Sincabima) realizará no próximo dia 16 de fevereiro,quinta-feira,uma palestra com o tema “Mudanças da ISO 9001”.O encontro será conduzido pela Engenheira Química Rubia Elaine Moisa,especialista em Gestão e Engenharia Ambiental. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail consultoria@sincabima.org.br. Os participantes receberão certificado. Serviço:Mudanças da ISO 9001Data:16 de fevereiro,quinta-feiraHorário:13h30Local:Sincabima/ Rua General Teodorico Guimarães,303 - Fanny,CuritibaInvestimento:R$ 85 por participante

Curitiba recebe “Jornada Digital na Manufatura”

Acontece nessa quinta-feira,26 de janeiro,no Four Points Sheraton Curitiba,o evento "Jornada Digital na Manufatura",com foco na Internet das Coisas e sua aplicação ao mercado de manufatura. O evento é realizado pela Cisco,líder mundial em tecnologia,Rockwell Automation e a Comstor,distribuidora de tecnologia.A ‘Jornada Digital na Manufatura’ contará com discussões como melhora de eficiência operacional e competitividade com uso de novas soluções tecnológicas,segurança contra ataques cibernéticos no chão de fábrica e virtualização dos datacenters industriais. Serão apresentados casos de sucesso,aplicabilidade,abertura para discussões sobre os temas abordados nas apresentações e a presença de especialistas da Cisco e Rockwell.Para saber mais informações sobre a programação, clique aqui.Anote na agenda:Quando:26/01/2017 – quinta-feiraHorário:a partir das 08h30Local:Four Points Sheraton CuritibaEndereço:Av. Sete de Setembro,4211 - Batel - Curitiba – PRInteressados em participar do evento podem se inscrever aqui.

Como elevar a competitividade industrial?

A crise econômica piorou a concorrência das empresas brasileiras e,conforme revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI),o Brasil está menos competitivo - encontra-se em penúltimo lugar em um ranking de 18 países. Para se ter uma ideia,países como Chile,México e Peru estão à frente do Brasil. Ainda de acordo com a CNI,os países foram selecionados para pesquisa em função das características econômicas,sociais e conforme a participação no mercado internacional.E como estimular a competitividade industrial? Investir em inovação e buscar parcerias estratégicas estão entre as alternativas. É aí que entidades e associações industriais têm um papel fundamental,é o caso da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná),que busca estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos,comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil,além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos.Segundo o diretor da AHK Paraná,Andreas Hoffrichter,a entidade é uma porta de entrada para os investidores alemães que possuem interesse em investir no Brasil. Diferencial competitivo As companhias que desejam se destacar no mercado devem apostar nos processos criativos e sustentáveis,afinal,a inovação traz um diferencial competitivo para o desenvolvimento da indústria. E quando falamos em inovação não podemos deixar de citar a economia alemã. “A Alemanha é uma das economias mais inovadoras do mundo,com investimentos maciços e tecnologia de ponta”,reforça Hoffrichter.Ele acrescenta,ainda,que a Alemanha acredita no Brasil e considera o país um parceiro estratégico. “Apesar das diferenças culturais,existe uma grande afinidade entre os dois países e esse intercâmbio é sinônimo da intensificação das relações entre Brasil e Alemanha,que há mais de 100 anos é parceira de negócios do Brasil. Não é por acaso que existem mais de 1.600 empresas alemãs no país,que empregam cerca de 250 mil pessoas”,afirma.

Pouco mais da metade dos empresários paranaenses vê 2017 com otimismo

O ano que se inicia em pouco mais de duas semanas não promete ser de grandes expectativas para o setor industrial paranaense. De acordo com a 21ª Sondagem Industrial,realizada anualmente pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep),em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PR),pouco mais da metade das empresas enxerga 2017 com expectativas favoráveis ao negócio. Mesmo que esse valor represente uma melhora significativa em relação a 2016,o indicador está abaixo dos períodos com histórico de percepção otimista,com níveis acima dos 70 pontos. Alguns fatores,como carga tributária elevada e encargos sociais foram apontados como gargalos por quase todos os entrevistados pelo levantamento. A 21ª edição da Sondagem Industrial da Fiep ouviu 390 empresas,sendo 107 de médio e grande porte e 290 micro e pequenas de todo o Estado. O questionário contempla seis áreas de interesse:assuntos internacionais;produtividade;competitividade;estratégias de maior importância — de vendas e de compra;qualidade;infraestrutura e meio ambiente.Otimismo x pessimismoSegundo apurado pela sondagem,55,11% do empresariado paranaense vê 2017 de maneira favorável,enquanto 21,51% estão pessimistas e 23,39% adotaram olhares indefinidos. O total de otimistas é o segundo menor da série histórica,iniciada em 1996,à frente apenas da perspectiva apresentada para o ano de 2016,quando o indicador registrou discretos 32,89% de otimismo.O presidente da Fiep,Edson Campagnolo,afirma que os dados refletem a incerteza dos industriais paranaenses diante da persistente recessão econômica e da instabilidade política do país. Ele classifica como positiva,porém,o crescimento no percentual de industriais otimistas para o próximo ano. “Apesar de termos um quadro bem pessimista em 2016,e olhando as projeções pouco animadoras de vários economistas,felizmente tivemos um aumento significativo no nível de expectativas positivas em relação à pesquisa anterior”,afirma. “Mas só teremos a plena recuperação desse indicador quando houver a efetiva retomada do crescimento",acrescenta.Para os que olham o próximo ano de modo mais favorável,34,46% apontam que devem ocorrer novos investimentos. De olho nas vendas,46,05% deles entendem que durante o ano devem ver esse indicador aumentar,mas apenas 19,49% dos que responderam à pesquisa acreditam que haverá aumento de emprego.O ceticismo sobre o aumento de vagas na indústria para 2017,avalia a sondagem,refletem a expectativa de que a indústria seguirá se transformando estruturalmente,incorporando por necessidade novos padrões tecnológicos diante de um ambiente cada vez mais competitivo.Já no grupo dos pessimistas,que somam 21,51% dos ouvidos pela sondagem,46,15% informam que não farão novos investimentos no próximo ano;25,38% entendem que haverá redução do emprego e 28,46% já trabalham com a possibilidade de queda nas vendas.Ainda de acordo com o estudo,entre os problemas externos às empresas,a carga tributária elevada foi responsabilizada por 83,06% dos ouvidos como o principal entrave para a concorrência no mercado interno. Na sequência,69,89% dos industriais identificaram os encargos sociais elevados.Recursos e produtividadeA sondagem constatou também que 71,77% devem utilizar recursos próprios como fonte de novos investimentos,e só 0,27% vislumbra a possibilidade de ter no mercado financeiro,por meio de emissão de ações,uma possibilidade de geração de capital. As linhas de crédito governamental e crédito privado nacional se apresentam como possibilidades para 24,19% e 19,35% dos entrevistados,respectivamente.Por outro lado,o estudo identificou que apenas 8,06% das indústrias paranaenses não registraram aumentos de produtividade em 2016. Para os que tiveram aumento no quesito,30,91% entendem que se trata de resultado de um melhor gerenciamento de pessoal,enquanto 24,19% apontam para a modernização tecnológica. Apenas 3,23% identificaram a terceirização como um fator importante para o crescimento da produtividade nos negócios.Micro e PequenasO pouco otimismo quanto ao próximo ano também se reflete entre as micro e pequenas empresas. Apenas 55,31% se mostraram otimistas com relação ao próximo ano — também o segundo menor nível de expectativas da série história,à frente apenas do que os empresários esperavam para 2016,quando o índice foi de 32,56. Ainda segundo a avaliação,18%,68 estão pessimistas e 26,01% não sabem exatamente o que esperar de 2017. O superintendente do Sebrae-PR,Vitor Roberto Tioqueta,destaca a relevância do estudo para o atendimento aos empreendedores. “Ouvir micro e pequenos empreendedores da indústria,de todas as regiões do Paraná,entender suas demandas e expectativas,gera a oportunidade de direcionar ações para auxiliá-los nas suas necessidades”,pontua. “Tivemos um aumento do nível de expectativa em relação ao ano passado,o que mostra que os empresários estão querendo investir mais,melhorar suas empresas e gerar mais empregos”,completa. Sob o olhar dos otimistas para o próximo ano,33,20% deles indicam que farão novos investimentos,47,49% aguardam aumento das vendas e,repetindo o registrado na sondagem geral (que inclui micro e pequenas indústrias),um número menor de empresários,19,31%,acredita na possibilidade de aumento de emprego. Já entre os pessimistas,que somam 18,68%,44,44% deles indicam que não realizaram novos investimentos,25,93% apontam para a redução de empregos e 29,63% vislumbram queda nas vendas. Para 59,71% das micro e pequenas e empresas industriais,a estratégia mais importante adotada em 2016 foi a satisfação do cliente,seguida de perto pelo desenvolvimento de negócios – 57,88%. Também ao longo deste ano,52,63% informaram que foram a terceiros buscar recursos,enquanto 29,82% não viram necessidade de utilizar recursos externos e 17,54% não tiveram acesso às linhas de financiamento disponíveis no mercado. Para este último grupo,os principais problemas foram restrições cadastrais (34,48%),burocracia (24,14%) e taxas elevadas de juros (20,69%). A pesquisa registrou que,ao longo de 2016,14,72% dos empresários paranaenses não tiveram aumento de produtividade. Já para os que obtiveram crescimento no quesito — 85,28% —,34,64% indicaram o melhor gerenciamento de pessoal como o principal responsável pelo resultado obtido,enquanto 26,26% informaram que a modernização tecnológica contribuiu para o ganho de produtividade. Apesar dos ganhos de produtividade identificados em 2016,a carga tributária elevada também foi apontada por 84,98% das micro e pequenas empresas como o principal obstáculo para enfrentar a concorrência interna. Os encargos sociais elevados se mostraram o segundo entrave,sendo apontado por 71,79% dos entrevistados pela sondagem.A pesquisa Parte dos processos de pesquisa sistemática realizados pela Fiep desde 1986,a Sondagem Industrial é consolidada nos indicadores de desempenho industrial produzidos e divulgados mensalmente. O objetivo da sondagem anual é disponibilizar um panorama do desempenho industrial paranaense,tanto no que se refere às medidas adotadas para superar os desafios atuais quanto no que se refere às perspectivas de 2017 para a indústria do Estado. A 21ª Sondagem Industrial da Fiep pode ser acessada na íntegra.Fonte:Fiep

GTI IT Solutions participa de programa de inovação nos Estados Unidos

O projeto APP - Apontamento de Chão de Fábrica,da GTI IT Solutions,foi selecionada para o programa de inovação LA IDEA ADVANCE MANUFACTURING. A iniciativa é do governo dos Estados Unidos,que fornece bolsas de estudo para empreendedores da América Latina,visando programas de treinamento em incubadoras e aceleradoras no país. O Sebrae foi convidado pela embaixada dos EUA a participar do Programa.A GTI contou com o apoio do Sebrae para ser uma das empresas selecionadas para o programa de manufatura e teve acesso às tecnologias de ponta,capital de risco e mentores. O projeto APP consiste em uma inovação de aplicativo móvel para as indústrias na automação do controle da manufatura.Durante o programa,foi apresentado o conceito de Indústria Maquiladora,que se aproveita de alguns acordos entre os governos americano e mexicano. Esses acordos estabelecem uma relação de isenção de impostos para troca temporária de produtos semiacabados e peças,o que,muitas vezes,reduz o custo efetivo do produto e o tempo de acesso ao cliente final. Assim,é possível quebrar o processo industrial em duas categorias ou etapas:1-Intensivas em mão de obra;2-Intensivas em consumo energético.As etapas intensivas em mão de obra ficam do lado do México e as etapas intensivas em consumo energético ficam do lado dos Estados unidos onde a energia elétrica,petróleo e derivados são mais baratos. Além de se aproveitar do melhor de 2 mundos,as Industrias Maquiladoras levam vantagem de localização em relação a indústrias do sudeste asiático.Júlio César Luppi Doebeli,Gerente de Projetos de Inovação da GTI,afirma que " a imersão em uma cultura industrial extremamente inovadora,permite trazer novas técnicas e procedimentos. As experiências internacionais são grandes oportunidades de ampliar conhecimentos,estabelecer novos contatos e proporcionar uma visão mais abrangente do mundo dos negócios internacionais". Júlio também salienta que observou uma grande diferença em relação aos incentivos governamentais para empreendedores,além das recompensas fiscais que estão diretamente ligadas ao número de empregos gerados."Outro destaque que pude observar é a eficiência na parceria existente entre universidades e o centro de indústrias. Esta parceria auxilia na instalação de novas empresas,além de facilitar o acesso a mão de obra qualificada,e dar suporte às pesquisas relacionadas ao segmento,completou Júlio César Luppi Doebeli.