Curitiba recebe III Fórum de Economia Criativa em julho

James Marins é um dos 12 articuladores multidisciplinares

James Marins é um dos 12 articuladores multidisciplinares

Nos dias 07 e 08 de julho, a capital paranaense recebe o III Fórum de Economia Criativa. O objetivo é difundir o intercâmbio de conhecimento, desenvolvimento técnico e geração de novos negócios, trazendo profissionais reconhecidos no Brasil para uma interlocução em diversos setores, de uma forma dinâmica e divertida.

O fundador e presidente do Instituto Legado e sócio do escritório Marins Bertoldi Advogados, James Marins, é um dos 12 articuladores convidados para debater a economia criativa no campo das experiências sensoriais. Ele se junta ao time da coreógrafa Isabel Marques (SP), do PhD em Educação Rafael Parente (SP), do escritor Fábio Brazil (SP), do produtor cultural Thiago Vinícius (SP), do bailarino Jhean Allex (SP), professor Jomar Mesquita (MG), André e Leonardo Cardoso (MG) executivos da Plataforma HASHTAGTHEWORLD, Roberto Marcelino (PR) que é engenheiro agrônomo, do mestre em administração Juliano Seabra e Fernando Nascimento (PR), mestre em educação.

Marins vai participar do debate sobre Empreendedorismo Sociocultural e falar sobre o Movimento Transformador Massivo, em um encontro que vai reunir empreendedores que usam seus negócios para mobilizar a sociedade e transformar o mundo à sua volta. Esse encontro está marcado para o dia 07, às 16h30.

Além das Mesas de Debate, o Fórum possibilita o acompanhamento e mentoria de projetos por profissionais de forma gratuita. Mais informações no site http://connecthub.art.br/

III Fórum de Economia Criativa

07 e 08 de julho

Universidade Positivo | Expo Unimed – Asa 3

Informações e inscrições: http://connecthub.art.br/

PIB do Paraná cresce 0,8%. No Brasil expansão foi de 0,1%

O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná expandiu-se 0,8% em 2014 em relação ao ano anterior, conforme estimativa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), divulgada nesta sexta-feira (27). No Brasil a expansão foi de 0,1%, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O desempenho do Paraná evidencia a reprodução, no Estado, da crise vivida pelo País”, afirma o economista Francisco José Gouveia de Castro, do Ipardes. “Percebe-se que, depois de três anos ininterruptos de crescimento considerável, a matriz produtiva paranaense vem acusando evidentes sinais de contágio da regressão das atividades produtivas, em âmbito nacional, especialmente a industrial”, diz Castro.

Dentre os fatores que contribuíram para a deterioração do ambiente nacional, destacam-se as ingerências internas, representadas principalmente pela aposta do governo federal em déficits externos e fiscais para sustentar o consumo interno, à custa de desequilíbrios como a inflação elevada.

AMENIZADO – O economista do Ipardes explica que o panorama adverso para os negócios paranaenses foi amenizado pela recuperação da agricultura local, especialmente a safra de inverno, pelo desempenho do comércio varejista e atacadista (que registraram expansão em 2014), pelo dinamismo do sistema financeiro e pelo mercado de trabalho, que continua crescendo, embora a taxas menores que nos anos anteriores.

Castro lembra que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que o Paraná foi o quinto maior gerador de empregos com carteira assinada em 2014, sendo o terceiro especificamente no setor comercial, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

“O Estado respondeu por 10,3% das contratações líquidas ocorridas no País entre janeiro e dezembro de 2014, sendo que 90% das vagas foram geradas no interior do Estado, refletindo os esforços conjuntos das esferas pública e privada na direção de uma maior dispersão geográfica do crescimento econômico”, ressalta o economista.

Ele destaca, ainda, as contribuições dos ramos de intermediação financeira para o incremento da renda agregada no estado do Paraná. Segundo dados do Banco Central do Brasil (BCB), o crescimento real do ramo foi de 8,7% em 2014, em relação a 2013.

Já no quarto trimestre de 2014, em relação a igual período de 2013, o PIB paranaense avançou 2,2%, frente a um percentual de -0,2% para o Brasil. O resultado no Estado foi impulsionado pela recuperação das atividades agropecuárias, em especial a maior produção de trigo.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Opção pela economia criativa

Fonte: www.ricmais.com.br

A cada ano, a criatividade e o capital intelectual movimentam US$ 3 trilhões em negócios e já são responsáveis por 10% da economia mundial. Para ampliar sua participação neste filão, Curitiba aposta na economia criativa, que inclui cultura, economia, tecnologia e sustentabilidade em seu leque de atividades.
“Nossa tarefa é fazer com que a cidade chegue ao modelo de Economia Criativa”, diz a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Gina Paladino. A ideia é distribuir pela cidade os benefícios que até recentemente eram destinados a conglomerados. O nicho econômico planejado tem como essência a valorização da cultura, elemento presente nas 13 áreas previstas de atuação: arquitetura, publicidade, design, artes, antiguidades, artesanato, moda, cinema e vídeo, televisão, editoração e publicações, artes cênicas e performáticas, rádio e softwares de lazer e música.
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