Enfraquecido, setor de TI de Curitiba precisa de novas lideranças

2018 marca o possível retorno, na prática, de programas de incentivo ao setor de Tecnologia da Informação de Curitiba. A Prefeitura já anunciou que vai reativar o Tecnoparque, que dá incentivos, entre eles, de redução de impostos, mas que não aceita novas adesões desde a gestão anterior. A Agência Curitiba estuda formas de facilitar a entrada de novas empresas no programa e também deseja ver novamente em ação o ISS Tecnológico, que facilita compra de equipamentos com incentivo fiscal, mas esbarra em burocracia contida na legislação atual e também na exigência de aumento de carga tributária para conceder benefícios.

O empresariado local foi chamado para contribuir, apresentar sugestões, mas não tem respondido a contento. Em recente evento da associação que representa o setor, não passou de duas dezenas o número de empresas que compareceram a um importante encontro com a direção da Agência Curitiba para tratar do assunto. Foi um evento fechado, apenas par associados, que também tentou manter a imprensa à distância. Tal encontro, enfraquecido pelo número de representantes, mostrou baixa representatividade do setor de TI na capital. Este mesmo setor, anos atrás, já mostrou muita força ao ampliar os benefícios do Tecnoparque para toda a cidade e reuniu centenas de empresários para oficializar a conquista.

Com uma liderança forte e engajada e comunicação eficiente, na época, o grupo do APL de Software de Curitiba, que representa a TI da capital também criou uma Central de Negócios e até uma S/A para desenvolver projetos, compartilhar conhecimento e vender produtos e soluções em conjunto. Mas a liderança atual, que não tem poder de influência entre empresários e políticos, sofre para encher uma sala de reunião ou um auditório e perde espaço, na preferência das autoridades, para startups que têm crescido exponencialmente, gerando milhares de novos empregos, Volta, TI de Curitiba!

Investimentos em TI no Brasil aumentam 4,5% em 2017

O mercado de TI (hardwares, softwares e serviços) no Brasil cresceu 4,5%, de acordo com o estudo anual da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) realizado em conjunto com a consultoria IDC. Os principais números do estudo foram divulgados na última segunda-feira, dia 26, durante o jantar de posse dos novos executivos do conselho deliberativo da associação. Na ocasião, a entidade ainda apresentou seu programa de Integridade e homenageou profissionais de comunicação, pesquisa e desenvolvimento que contribuem para o avanço da Transformação Digital no Brasil.

No topo da lista de investimentos em TI na América Latina, o Brasil registrou cerca de US$ 38 bilhões em investimentos em hardwares, softwares e serviços durante o ano de 2017, seguido por México (US$ 20,6 bi), Argentina (US$ 8,4 bi) e Colômbia (US$ 7 bi). No ranking mundial, o país ficou em nono lugar na lista que encabeçam na sequência: Estados Unidos (US$ 751 bi), China (US$ 244 bi), Japão (US$ 139 bi), Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Índia. No total, foram US$ 2,07 trilhões em investimentos em TI no último ano.

Para Jorge Sukarie, Presidente do Conselho da ABES, os resultados da pesquisa apontam que “os investimentos em TI voltaram a crescer no Brasil e o País vai aos poucos recuperando o espaço perdido nos últimos anos”. Ainda segundo o executivo, os números do Brasil apontam para um maior grau de maturidade nos Investimentos em Tecnologia, com a maior participação dos investimentos em software e serviços nos investimentos totais em TI. “Importante destacar que retomamos parte do “market share” perdido na América Latina no ano passado e mantivemos nossa posição de liderança, agora ainda mais destacada, responsáveis por 39,1% do total de investimento do continente que foi de US$ 97,3 bilhões”, explica.

Sukarie pontua também que os investimentos em TIC (TI + Telecom), somaram mundialmente US$ 3,55 trilhões em 2017, sendo US$ 105 bilhões somente no Brasil – o que lhe garantiu o sexto lugar no ranking geral, recuperando uma posição em relação ao ano anterior.

Para 2018, o executivo apresenta uma expectativa positiva. “Será o ano da recuperação”, afirma. Segundo ele, a tecnologia seguirá baseada em “Cloud”, “Big Data / Analytics”, “Social Business” e “Mobility”, os quatro pilares da transformação digital, resultando em um crescimento esperado de 4,1% no segmento de TI. “Os investimentos retornarão com mais oportunidades durante o segundo semestre do ano”, comenta Sukarie.

Conselho, MCTIC e BNDES

Todo ano, é renovado um terço do conselho deliberativo da ABES. “Esta é uma forma de revitalizarmos a associação e nos prepararmos para um novo ano de serviços dedicados às empresas”, comenta Francisco Camargo, Presidente da ABES. Os novos conselheiros são: André Sussumu Iizuka (Jotatei Serviços de Informática), Antônio Eduardo M. da Silva (Business Software Alliance do Brasil), Benjamin Quadros (BRQ Soluções em Informática), Fernando Arakaki (Add Value Technologies), José de Miranda Dias (Magna Sistemas), Lauro de Lauro (Estilo e Conteúdo Informática), Moyses Levy Liberbaum (CSC Brasil), Neide da Silva Leite (Input Center Informática), Rodolfo Fucher (Femp Administração e Participações) e Rodrigo Jonas Fragola (Aker Consultoria e Informática).

O evento contou com a participação de Thiago Camargo, novo Secretário de Política de Informática do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e de Irecê Fraga, chefe do Departamento de Produtos da Área de Planejamento do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), que anunciou, em primeira mão, que, a partir de abril, o cartão BNDES passará a financiar também a compra de softwares sob encomenda. A novidade também contempla o desenvolvimento de websites corporativos, de lojas virtuais e aplicativos.

Homenagens

Com o objetivo de honrar profissionais, jornalistas, pesquisadores e autoridades que contribuem para o desenvolvimento do setor de Tecnologia, a ABES homenageou com a comenda de Embaixador Honorário da iniciativa Brasil País Digital (www.brasilpaisdigital.com.br), as seguintes personalidades Adelson Sousa (IT Mídia), Ana Paula Lobo (Convergência Digital), Benito Paret (TI Rio), Carlos Sacco (ABES), Cláudio Gastal (MBC – Movimento Brasil Competitivo), Daniel Leipnitz (ACATE), Edgar Serrano (FENAINFO), Irecê Fraga Kauss Loureiro (BNDES), Gérson Schmitt (ABES), Jorge Sukarie (ABES), José de Miranda Dias (ABES), Jeovani Salomão (ASSESPRO), Márcio Girão (FINEP), Ruben Delgado (SOFTEX), Sergio Paulo Gallindo (BRASSCOM), Thiago Camargo (SEPIN) e Vanda Scartezini (ABES).

Programa de Integridade e Compliance

No evento, ainda foi apresentado o novo Programa de Integridade da entidade, desenvolvido pelo Escritório Mattos Filho, que não só prepara a ABES para novos tempos no Brasil e no Mundo, mas também tem o objetivo de educar e informar seus associados sobre a necessidade de desenvolverem programas semelhantes e regras éticas contra a corrupção e a concorrência desleal. Uma das ações realizadas pelo programa de integridade é a criação de um portal de Denúncias Anônimas Independente, de uso gratuito para os associados, que poderão receber denúncias de qualquer ato que viole princípios éticos e a Lei Anticorrupção dentro das empresas.

“Além de trazer mais transparência nas relações da entidade com seus associados, colaboradores, fornecedores e entes públicos, esses documentos servirão como um guia para que os nossos associados possam criar seu próprio Programa de Integridade e Compliance. Todos os documentos poderão ser acessados no Portal da ABES”, afirma Francisco Camargo, Presidente da ABES.

Great Place to Work: conheça o time de empresas de TI do Paraná entre as melhores para trabalhar no Brasil

O Instituto Great Place to Work divulgou, durante o IT EXPO FORUM 2017, a lista com as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil. O Paraná alcança posição de destaque ao figurar com cerca de 10% das empresas premiadas. A 12ª edição do ranking de TI conta com 15 grandes, 75 médias e 20 pequenas empresas do setor. Dell EMC liderou entre as grandes, SAP Labas América Latina, entre as médias e Sydle entre as pequenas.

Os destaques são as maringaenses Tecnospeed, segunda colocada entre as pequenas empresas, e DB1, melhor paranaense entre as médias com a 11ªa colocação. Também de Maringá, aparecem SG Sistemas em 34º e Elotech em 51º lugar entre as médias. Ainda nessa categoria, aparecem GolSat, de Londrina, em 14º, Viasoft, de Pato Branco, em 47º, a curitibana Cinq Technologies, em 53º, Datacoper, de Cascavel, em 55º e a londrinense Advise em 75º lugar. Entre as pequenas, a SetaDigital, de Cascavel ocupa a 13ª colocação.

GFT Curitiba procura 50 profissionais brasileiros de TI para trabalhar na Espanha

Para atender a crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais, a GFT Espanha está contratando 100 profissionais a partir de suas unidades de negócios latino-americanas, localizadas no Brasil, Costa Rica e México.

Desse montante, 50 oportunidades são específicas para profissionais brasileiros especialistas em desenvolvimento front-end e back-end, Big Data e arquitetos com bons conhecimentos em tecnologias como Java, Spring, Hibernate, HTML5, JavaScript, Angular, React, Python, Hadoop, Spark ou com experiência em desenvolvimento de API’s.

Os requisitos para concorrer às vagas da GFT Espanha são inglês fluente e formação na área da Tecnologia da Informação, Computação ou áreas correlatas. Para se candidatar, os profissionais devem se cadastrar na página www.gft.com/empleo ou enviar o currículo para careerIberia@gft.com até o dia 30 de agosto de 2017.

“Hoje, o Brasil gera um grande número de profissionais de Tecnologia da Informação altamente qualificados e que almejam uma experiência internacional, o que vai ao encontro da cultura global da GFT, que é ampliar e enriquecer a experiência de seus funcionários por meio de oportunidades que incentivam o desenvolvimento de uma carreira internacional. Somente em 2016, expatriamos 70 colaboradores brasileiros para trabalhar no exterior”, explica o managing director Latam do Grupo GFT, Marco Santos.

A operação espanhola contratou quase 100 profissionais estrangeiros para atuação na Espanha e a meta deste ano é repetir o sucesso da campanha. “Tivemos um aumento global na demanda por projetos relacionados à transformação digital no setor financeiro, que gerou um crescimento em projetos de longo prazo em diferentes áreas, envolvendo diversas tecnologias de ponta, e por isso precisamos incorporar novos profissionais à nossa estrutura. A GFT Espanha oferece muitas oportunidades de carreira e programas de incentivo para todos os seus colaboradores, pois faz parte da nossa cultura corporativa proporcionar o melhor ambiente de trabalho e que incentive nossos colaboradores a crescer. A campanha do ano passado foi bem-sucedida e muitos profissionais talentosos, interessantes e internacionais se juntaram a nossa equipe na Espanha”, pontua Carlos Eres, managing director da GFT Espanha.

Sabendo que a região Sul é considerada um polo de profissionais qualificados em Tecnologia da Informação, a GFT Espanha abriu processo seletivo para contratar 50 profissionais brasileiros a partir da unidade de Curitiba. “Após a seleção, que será feita pela equipe na Espanha, o processo de contratação será feito primeiramente pela unidade paranaense da GFT, que apoiará durante todo o processo de obtenção de visto de trabalho e consequente submissão à expatriação dos profissionais. Esse processo leva em torno de três a quatro meses e, quando finalizado, o profissional se desliga da GFT Brasil sendo contratado pela GFT Espanha”, explica o diretor de operações para a região Sul do País da GFT, Sérgio Favarin.

Saiba mais sobre a GFT Curitiba no vídeo abaixo:

TI do Paraná precisa de mais “mão na massa” e menos política

Há alguns anos, acompanho de perto o desenvolvimento do setor de tecnologia do Paraná. A TI estadual conta com empresas que desenvolvem soluções de primeira linha para atender aos mais variados segmentos da economia. Quer um bom ERP, um bom CRM, alguma solução eficiente em analytics, software para o setor financeiro, varejo, indústria? Basta procurar no próprio estado, que você encontra gente competente para fornecer. Isso é fruto de esforços, por exemplo, para se alcançar certificações internacionais de qualidade de software como CMMi e ainda ter o maior número de empresas com a certificação nacional mps.br.

O Paraná sempre se destacou em nível nacional quando seus empresários fizeram o que sabem de melhor: cuidar da gestão, melhorar o desempenho, inovar no desenvolvimento de software, liderar em hardware com grandes companhias como Bermatech e Positivo Informática. E é disso que o mercado paranaense mais precisa, agora, para deixar a crise nacional para trás e seguir crescendo acima da média. Para isso, o estado precisa de lideranças empresariais focadas em geração de negócios, muito networking, cooperação e geração de oportunidades para novos negócios. O fortalecimento de Arranjos Produtivos Locais e Centrais de Negócios em regiões com Curitiba, Maringá, Londrina, Oeste, Sudoeste e Campos Gerais é vital. A representação política é importante, mas, historicamente, não alavancou o setor. Vejamos o exemplo de Curitiba: lutou para ter programas como Tecnoparque e ISS Tecnológico. Perdeu tudo com a administração municipal passada e depende, agora, do que o novo prefeito vai poder costurar sem que a arrecadação municipal, em baixa, não seja afetada. O Vale do Pinhão surge como esperança para a criação de um grande centro de inovação. Mas vai depender da adesão do empresariado.

Em nível estadual, criou-se uma importante Governança de TIC para fazer do Paraná um líder na América Latina em tecnologia. Mas esse tipo de iniciativa, gerou ou vai gerar algum negócio ou vantagem competitiva para as empresas locais? Dificilmente. A classe política está muito em baixa. Está mais preocupada, atualmente, em garantir a própria sobrevivência. Não há verbas para grandes ações de incentivo e as compras públicas locais de tecnologia não costumam mostrar muita variedade entre seus fornecedores. O futuro da TI do Paraná deve alcançar sucesso muito mais pelo esforço de seus empresários do que por um simples “beija-mão” em políticos.

Gilberto Campos
editor do Curitiba IT

Empresas de tecnologia devem ser beneficiadas com investimento estrangeiro após aprovação de reformas

O consultor e professor da FGV Arthur Schuler da Igreja afirma que o Brasil vai receber uma grande soma de investimentos externos, a partir deste ano, se as reformas propostas pelo governo federal forem aprovadas. Ele apontou esse cenário favorável em palestra a empresários do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba.

No seminário “Tendências Tecnológicas e Econômicas, promovido pelo Sebrae, o vice-presidente de marketing da Assespro-Paraná disse que o país está em um momento histórico. “Ou vamos tomar um remédio amargo para ter anos de crescimento ou vamos perpetuar essa crise. Tem muito capital no mundo inteiro precisando de rentabilidade. Nós precisamos de segurança de ambiente e segurança jurídica. Aprovadas as reformas, principalmente da previdência, e passada a eleição de 2018, o Brasil volta para uma retomada de crescimento muito forte, puxada por capital externo”, afirmou Arthur.

O evento também contou com palestra de Arnaldo Aimola, VP de Tecnologia e Telecom do Gartner, um dos principais institutos do mundo em consultoria para o setor de tecnologia. Para Arnaldo, os empresários do APL estão empreendendo no melhor mercado que existe, que é o de tecnologia. Mas é importante estar aberto a novas ideias. “Pequenas e médias empresas precisam se reinventar para competir com o avanço das grandes corporações que reagem à competição com as PMEs ofertando soluções em nuvem, principalmente”, comenta. “Mas a flexibilidade e a forma próxima de fazer negócios e entender o cliente ainda contam com um trunfo importante para empresas de menor porte”, acrescenta Arnaldo. “Os números do Gartner apontam para uma melhoria do cenário entre este e o próximo ano. Mas todos devem se preparar agora”, finaliza.

Setor de Tecnologia da Informação cresce na crise e gera mais empregos

Foto: Arquivo ANPr

O setor de Tecnologia da Informação (TI) vem crescendo e gerando mais empregos mesmo na crise. Enquanto muitos setores cortaram vagas e reduziram operações, a área de Tecnologia da Informação conseguiu aumentar as contratações em 2016. O setor fechou o ano passado com saldo positivo de 1,2 mil empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um dos principais polos do setor no País, o Paraná conta com um parque de 7,8 mil empresas e seis Arranjos Produtivos Locais (APLS), localizados nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O setor emprega cerca de 18 mil pessoas.

Um dos motivos para explicar o resultado está, justamente, na crise. “A recessão tem obrigado as empresas a buscar formas de reduzir custos, aumentar eficiência e racionalizar processos, o que impulsiona os negócios das empresas de TI”, diz o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação (Assespro) no Paraná, Adriano Krzyuy.

Do saldo de vagas gerado no ano passado, Curitiba respondeu por 735 novos empregos, seguida por Londrina, com 164, Maringá (112), Pato Branco (78) e Apucarana (44). Entre as atividades de destaque no ano passado estiveram as de consultoria em Tecnologia da Informação e desenvolvimento de e licenciamento de programas de computador. “O setor de TI apresenta uma resiliência maior à crise, já que a modernização é algo inevitável. As empresas precisam também reduzir custos e aumentar a produtividade, o que vem gerando demanda para esse tipo de atividade”, diz.

INOVAÇÃO – De acordo com Krzyuy, a velocidade de inovação do mercado de TI gera demanda por profissionais qualificados, ampliando as contratações com salários maiores também. O salário médio na área de TI no Paraná é de R$ 3.348,11, 37,3% maior que a média do Estado (R$ 2.438,35), de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

APOIO – De acordo com o coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzoto, o Paraná vem criando um ambiente propício para o desenvolvimento do setor, com a criação, no ano passado, de uma política de governança para a área.

O objetivo é elaborar um plano de longo prazo, com a participação do governo estadual, empresas, instituições de apoio e universidades. “Há muito potencial para TI no Estado. O nosso foco é fazer do Paraná referência no setor”, afirma.

“O plano é transformar o Paraná no próximo polo de TI da América Latina até 2035. Até lá esperamos que o setor tenha uma participação significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado”, diz o presidente da Assespro.

Atualmente as universidades estaduais mantêm núcleos de inovação e incubadoras que hospedam empresas novas. Na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) da Universidade de Londrina, 60% das 13 empresas incubadas atualmente são da área de TI. São empresas desenvolvendo projetos para setores como agronegócio, varejo e gestão, de acordo com a Tatiana Fiuza, gerente da Intuel. Nesse ecossistema, em que há cooperação mútua, as empresas têm apoio nas áreas de planejamento, gestão, marketing e técnica e financeira.

“Há uma tendência forte de surgimento de empresas de TI voltada para a chamada internet das coisas (em que objetos usados no dia a dia podem se comunicar com a internet) e planejamento de dados, como Big Datas. Existe um grande potencial de desenvolvimento de novas companhias nesses segmentos”, diz.

Outro projeto da Intuel, em parceria com a Telefônica e o Sebrae, atua na pré-aceleração de empresas. Hoje são quatro empresas nesse estágio, com atuação nas áreas educacional, de realidade vistual, marketing digital e futebol. O objetivo para 2017 é lançar um edital para apoiar mais dez empresas nesse formato.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Gartner oferece webinars gratuitos em fevereiro

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia a programação de webinars abertos ao público para fevereiro. Todas as apresentações são gratuitas, on-line, em inglês e abertas para a participação de profissionais de Tecnologia da Informação e demais interessados.

Em um cenário de constantes mudanças, a evolução dos negócios digitais é cada vez mais prioritária. Os webinars do Gartner oferecem aos profissionais de TI informações estratégicas para a tomada de decisões e desenvolvimento dos mercados seguindo as principais tendências de mercado.

Confira abaixo a programação para fevereiro (horário de Brasília):

Terça-feira, 21 de fevereiro

Accelerating Deal Value Realization in Mergers & Acquisitions (Acelerando a concretização do valor de negociação em fusões e aquisições)
Horário: 13h00
Analistas: Raymond Paquet, Vice-Presidente do Gartner, e Lars Van Dam, Diretor de Pesquisas do Gartner

The Gartner Top 10 Strategic Technology Trends for 2017 (Top 10 – Principais tendências estratégicas de tecnologia para 2017 segundo o Gartner)
Horário: 14h00
Analista: David W. Cearley, Vice-Presidente e Fellow do Gartner

Quarta-feira, 22 de fevereiro

The Gartner Enterprise Information Management Maturity Model (Modelo desenvolvido pelo Gartner para gerenciamento de informações empresariais)
Horário: 12h00
Analista: Douglas Laney, Vice-Presidente e Analista Emérito do Gartner

Top Cybersecurity Trends for 2017-2018 (Principais tendências em Cibersegurança para 2017-2018)
Horário: 13h00
Analista: Earl Perkins, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner

Quinta-feira, 23 de fevereiro

The Top 10 Mobile Technologies (Top 10 – Principais tecnologias móveis)
Horário: 11h00
Analista: Leif-Olof Wallin, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner

Segunda-feira, 27 de fevereiro

Infrastructure and Operations Leadership Vision for 2017 (Visão de liderança em Infraestrutura e Operações para 2017)
Horário: 13h00
Analista: Milind Govekar, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner

Terça-feira, 28 de fevereiro

Top 10 Emerging Digital Workplace Technologies to Transform Your Business (Top 10 – Principais tecnologias emergentes de ambiente de trabalho digital para transformar o seu negócio)
Horário: 11h00
Analista: Matthew W. Cain, Vice-Presidente de Pesquisas e Analista Emérito do Gartner

Best Opportunities and Bets for Growth in Enterprise Resource Planning (Melhores oportunidades e apostas para crescimento em planejamento de recursos empresariais)
Horário: 13h00
Analistas: Robert P. Anderson, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, Nigel Montgomery, Diretor de Pesquisas do Gartner, Chris Pang, Diretor de Pesquisas do Gartner, John Kostoulas, Diretor de Pesquisas do Gartner, e Adam Woodyer, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner & Analista de Investimentos

Perspectivas para o mercado de TI crescem em 2017

Renata Bassanetto, executiva da DBACorp

Para acompanhar os desejos dos consumidores, cada vez mais empresas buscam inovações e melhorias de atendimento e, muitas vezes, a tecnologia é primordial para essas mudanças. Um comércio que passou a investir em e-commerce, por exemplo, certamente deverá se preocupar com a facilidade de acesso e navegação, segurança e fluxo de dados on-line. Mas, muitas empresas abriram mão de investir em seus planejamentos nos últimos meses devido ao período de crise no País. Agora o ano de 2017 já começou e aumentou a expectativa de melhores cenários econômicos e financeiros no Brasil.

Após o Gartner observar 30% de retração nos investimentos das empresas com recursos de TI em 2015, uma pesquisa feita pela empresa de consultoria ADVANCE mostra que o mercado de Tecnologia da Informação apresentou crescimento de 9,7% no primeiro trimestre de 2016, comparado com o mesmo período de 2015. Já o segundo trimestre apresentou o pior resultado financeiro desde 1999, se recuperando aos poucos no último trimestre do ano. Outro dado importante coletado pela pesquisa é de que empresas de tecnologia que possuem serviços de cloud computing em seu portfólio foram as com maior taxa de crescimento no período.

A boa notícia para o mercado de tecnologia no Brasil é uma projeção do Gartner, que aponta um crescimento de 2,9% dos gastos nesse setor, acompanhando a tendência global. Essa taxa de aumento está um pouco acima da projeção feita para a América Latina, de 2,5%. A expectativa é de que a moeda do país se fortaleça e permita a compra de atualizações tecnológicas pelas empresas. Comparadas a 2016, as projeções apontam um aumento de 6,3% dos gastos com serviços de TI, atingindo R$ 55,4 bilhões. Despesas com software também serão maiores, atingindo R$ 14,6 bilhões, apresentando aumento de 7,8%. Sistemas de Data Center foram projetados com uma leve queda de 1,4% comparados a 2016, mas ainda assim atingindo R$ 6,8 bilhões.

Especificamente falando de cloud computing, a mesma consultoria projeta um investimento de US$ 4,5 bilhões somente no Brasil. A instabilidade econômica do país permitiu que muitas empresas migrassem para cloud, com o objetivo de reduzir seus custos sem perder a qualidade do serviço.

Renata Bassanetto, executiva da DBACorp

TI do Paraná conquista Bancada Digital na Assembleia Legislativa

Em uma iniciativa, do deputado estadual Guto Silva, a Assembleia Legislativa do Paraná cria uma Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações. A Bancada Digital veio de demanda do setor, representado por Arranjos Produtivos Locais de TI e da Assespro-Paraná, que representa as empresas de tecnologia. Também conta com apoio de importantes entidades empresariais, secretarias e empresas e órgãos governamentais e academia. Veja os detalhes na reportagem do programa Valor Agregado.

Setor de TI do Paraná vai ter Bancada Digital na Assembleia Legislativa

Em visita ao Comitê Estadual de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações, o deputado estadual Guto Silva anunciou a criação de uma bancada digital na Assembleia Legislativa. A iniciativa visa fortalecer o setor de TIC, considerado um dos mais importantes para o crescimento da economia do Paraná. Veja mais detalhes em reportagem do Valor Agregado.

Rafael Greca promete apoio a setor de TI de Curitiba e sugere criação do “Vale do Pinhão”

O prefeito eleito Rafael Greca participou da reunião de governança do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba, dois dias antes da eleição. Ele apresentou aos empresários do setor seus planos para a cidade e se colocou à disposição para fazer da cidade uma capital tecnológica.

Greca falou sobre a criação do “Vale do Pinhão”, em alusão ao Vale do Silício, grande centro mundial de tecnologia. Também prometeu retomar programas de incentivo como ISS Tecnológico e Tecnoparque, congelados pela gestão de Gustavo Fruet. E ainda ouviu sugestões sobre o processo de compras públicas de TI da prefeitura.

Nos últimos anos, o setor de tecnologia de Curitiba sofreu com o que os empresários classificaram como excesso de diálogo e falta de ações para o desenvolvimento do setor de TI local. Agora, o grupo espera novos avanços a partir das novas perspectivas mostradas pelo novo prefeito.

Por que uma metodologia de vendas é fator de sucesso no crescimento das empresas?

Um dos grandes desafios das empresas que desejam fortalecer seu crescimento é o de aumentar sua receita oriunda de novos clientes e oportunidades de vendas. Estas empresas investem muitos recursos em campanhas de marketing e na geração de leads para suas equipes comerciais.

Entretanto, muitas empresas desperdiçam estes recursos não conseguindo converter em vendas as oportunidades criadas. Mesmo quando convertem, deparam-se com ciclos de vendas muito longos, havendo muito desperdício de dinheiro e tempo de suas equipes. Uma grande parcela das empresas tampouco consegue medir a sua efetividade em vendas, ou seja, não sabem se estão melhorando ou estão dentro de um resultado aceitável do percentual de conversão de oportunidades.

Muitos executivos e diretores se questionam se suas companhias têm um processo de gerenciamento de vendas efetivo, enquanto seus gestores também se questionam porque somente alguns novos membros da sua equipe se tornaram vendedores de alta performance. Por outro lado, os vendedores se perguntam porque os clientes afirmam que os produtos e serviços ofertados são muito caros e não veem diferenciais que justifiquem sua compra.

Um componente fundamental para equacionar a situação acima e garantir o crescimento consistente em vendas é o uso de um processo comercial efetivo.

Geralmente, as pessoas gostam de comprar produtos e serviços, mas detestam ser abordados por vendedores ineficientes com ansiedade por fechar o negócio.

Uma metodologia de vendas deve auxiliar os vendedores a ser um facilitador das atividades de compra das pessoas. Indo além, o Vendedor deve atuar como um resolvedor de problemas de seus clientes, como Neil Rackham descreve em seu best-seller “alcançando excelência em vendas SPIN SELLING”.

Um processo de venda deve ser desenhado em torno de como seus clientes compram e como seus melhores vendedores vendem. De fato, temos observado em nossos clientes que processos de alto nível replicam a toda a equipe de vendas, técnicas e métodos já comprovados pelos vendedores de alta performance.

Algumas empresas têm buscado em especialistas auxílio para pensar sua estratégia a partir da uma visão de arquitetura empresarial, utilizando métodos e ferramentas como Design Thinking, CRM, etc. A Pelissari, empresa de gestão e tecnologia já atua neste mercado de inovação, tendo em seu portfólio clientes como Tirol, Tigre, CMPC, Grupo Jacto e Embraco. Empresas que já se aproveitam de métodos inovadores para solução de problemas.

Qualityware e Prime Control promovem evento para apresentar soluções para aumentar produtividade em ambientes SAP

As empresas curitibanas Qualityware e Prime Control reuniram clientes e parceiros para apresentar soluções que aumentam qualidade e produtividade de projetos em ambiente SAP. O evento marca uma parceria entre tradicionais especialistas em qualidade de software e infraestrutura de TI e também contou com apresentação da integradora Tenti, do Rio de Janeiro.

Veja como foi o SAP Solutions Day em reportagem em vídeo do Valor Agregado.

A Cartilha do Home Office: Implementar e Gerenciar

Por Marcelo Vianna

O interesse pelo trabalho remoto tem aumentado no país; segundo a pesquisa Home Office Brasil, de 2014 para 2016 o aumento no número de empresas que estão implantando essa prática foi de 50%. Mas afinal, quais são os benefícios que o home office traz à companhia? Como implementar e gerenciar o modelo?

Qualidade de vida é um dos primeiros fatores, mas considerando a visão ‘empresária’, a falta de talentos é ainda mais relevante. Nem sempre quem tem os skills mais afinados, vive perto da empresa. Profissionais que levam de três a quatro horas por dia para chegar ao trabalho, têm muito menos disposição do que aqueles em que basta caminhar até o ‘escritório’ de casa. E no caso do Brasil, ainda podemos destacar a questão da segurança ligada à mobilidade, já que sair de casa carregando em uma mochila o seu equipamento de trabalho – notebook, iPad e outros acessórios – pode ser arriscado.

Para garantir que os acordos sejam cumpridos e as entregas aconteçam, uma série de regras precisam ser implementadas. E isso atinge, num primeiro momento, tarefas da Gestão de RH e da Gestão de Pessoas.

Entender a natureza do trabalho. A atuação remota pede uma atividade que não dependa de interação constante. Um profissional responsável pelo setor de vendas, ou ainda alguém que precise se relacionar com todos os gestores da empresa não pode ter uma estação de trabalho longe da companhia.

Home office não é para todos. Uma boa dica é que a empresa tenha um check list de itens que devem ser observados, a fim de saber se o perfil ‘X’ ou’Y’ se enquadra ou não na atividade. Geralmente profissionais de nível sênior em diante, possuem mais autonomia. Já os de nível júnior não são os mais recomendados, e ainda assim, isso não é regra definitiva, a maturidade do profissional é o que conta.

Garantir um bom ambiente é mandatório. O ambiente escolhido para o home office deve ser livre de distrações, pois apesar da melhora na qualidade de vida, os filhos ou a família do colaborador não podem atrapalhar suas entregas.

Estabelecer regras consistentes para o trabalho remoto. O que é de responsabilidade da empresa e o que está a cargo do colaborador? Quem deve providenciar o quê? Internet de alta velocidade, plano de contingência e equipamentos que garantam ergonomia são importantíssimos. Além de a empresa possuir, junto ao RH, setores jurídicos e até sindicatos, uma documentação que garanta o alinhamento das expectativas e responsabilidades; tais quais podem ir desde o seguro de vida do colaborador até os níveis de entrega ou custos necessários para a atividade

Garantir a comunicação audiovisual. Ferramentas de mensagem instantânea online permitem um contato rápido com o colaborador e ainda auxiliam no controle de trabalho, uma vez que o seu gestor saberá se está ou não disponível. Além disso, manter o contato visual com o gerenciado garante alinhamento, motivação e engajamento.

Estabelecer um dress code pode ser mais importante do que se imagina. Quem é que gosta de esperar alguém passar maquiagem ou trocar de camisa quando solicita uma videoconferência?

Criar regras de mensuração. O trabalho remoto tende a ser medido conforme a quantidade das entregas e dos resultados. Uma opção interessante na definição de métricas para acompanhar a produtividade, é fracionar as entregas.

Implementar práticas de vivência na companhia. Trazer o profissional à sede da empresa de tempos em tempos, vai proporcionar a experiência da cultura organizacional e a integração com o grupo, além de assegurar que todos na companhia estejam no mesmo clima.

Criação de uma regra de promoção. Promover um colaborador que atua em home office pode ser difícil, uma vez que certas posições demandam presença constante no ambiente de trabalho, e alguns profissionais carregam competências importantíssimas a cargos específicos, mas não abririam mão da qualidade em estar remoto. Pode ser a hora de a empresa avaliar as chamadas ‘carreiras em Y’. O caminho não-linear evita que, por falta de opção, especialistas migrem indevidamente para cargos de gestão, o que pode resultar no problema: perde-se um bom técnico e ganha-se um mal gestor.

A carreira Y valoriza um cargo técnico e equipara o colaborador às posições de gestão – inclusive com relação a salários e outros benefícios -, além de permitir que profissionais talentosos e com altos conhecimentos sejam aproveitados onde são realmente bons.

Marcelo Vianna, sócio-diretor da Conquest One, empresa especializada em contratação de profissionais especializados em TI, e responsável pela área de Pessoas e Processos

Resource IT abre vagas para profissionais de TI em Curitiba

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas de serviços de TI, está com sete vagas abertas para profissionais de TI em seu escritório de Curitiba, localizado no centro da cidade. São duas vagas para Consultor SAP Desenvolvedor Pleno, uma para Coordenador de Projetos Pleno, uma para Analista de Sistemas Sênior, uma para Analista de Negócios Pleno e duas para Administrador de Dados Pleno.

“Estamos em busca de novos talentos para o nosso time. Nosso setor respira inovação, por isso, buscamos candidatos proativos, dinâmicos e flexíveis. Nossa política de desenvolvimento abre portas para que a carreira de nossos colaboradores evolua e o talento do profissional seja sempre reconhecido”, afirma Claudia Pedroso, Coordenadora de Recursos Humanos da Resource IT. Além da oportunidade de crescimento dentro de uma das maiores empresas de TI do Brasil, a Resource IT oferece todos os benefícios compatíveis com o mercado. Portadores de necessidades especiais também podem participar do processo de seleção.

Para todas as posições, é necessário que o profissional seja graduado em Ciências ou Engenharia da Computação ou que tenha ensino superior em algum curso relacionado à Tecnologia da Informação. Os cargos de Consultor SAP Desenvolvedor exigem conhecimentos em projetos ABAP (Advanced Business Application Programming) e o de Coordenador de Projetos pede experiência prévia em .Net, banco de dados SQL Server, ITIL e COBIT.

Para concorrer ao cargo de Analista de Sistemas, a Resource IT aponta como diferencial conhecimentos em .NET. Além disso, para essa posição é interessante possuir vivência em Certificação de Banco de Dados (70-461 e 70-462), Comportamento de ORM em Banco de Dados (Entity Framework/Linq), Práticas de DLM (Database Lifecycle Management), de NoSQL, Políticas de Hardening e Segurança. Noções de script CDL (GRANT/DENY/REVOKE) e atuação em ambiente AWS (EC2, S3, Redshift, RDS) são pré-requisitos.

Como diferenciais para a vaga de Analista de Negócios, a Resource IT indica como desejável pós-graduação na área de Exatas e experiência prévia em Certificação. Por fim, candidatos com sólidos conhecimentos de SQL e NoSQL, em Python ou Java, além de preparação de dados para análise quantitativa, criação de relatórios e representações gráficas dos resultados de análises, saem na frente para as duas vagas de Administrador de Dados Pleno. Os candidatos interessados devem cadastrar o currículo no site: http://www.resourceit.com/pt/vagas-ti/

Sobre a Resource IT

A Resource IT é uma das principais e mais bem-sucedidas empresas de serviços de TI. Com 25 anos de atuação no mercado, possui uma equipe de 3 mil profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no País e no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 18 escritórios e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Consultoria de TI, Soluções e Aplicativos Empresariais, Tecnologia e Serviços Gerenciados e Digital. A Resource IT utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas, que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e melhores desempenhos em suas operações com a ajuda da tecnologia. Para mais informações, visite o site www.resource.com.br.

Atos abre 16 novas vagas de TI em Londrina

A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), possui 16 novas oportunidades de emprego CLT em Londrina (Paraná).

Para as 10 oportunidades de técnico de suporte ao usuário, o candidato precisa ter idioma espanhol avançado ou fluente, uma vez que estará diretamente em contato com outros países como: Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Venezuela. Além disso, a vaga exige ensino médio completo, superior ou técnico em curso ou completo. É importante ter experiência em atendimento a usuários e ao público. É desejável ter conhecimentos em microcomputadores e periféricos, instalação, ativação, desativação, remanejamento, manutenção e desinstalação dos grupos de hardware, sistemas operacionais e aplicativos.

Além desta posição, a Atos oferece as seguintes vagas: analista de banco de dados sênior, analista desenvolvedor C++, analista net, consultor SAP FI júnior, analista de serviço ao cliente e analista de processos. Todas elas exigem graduação em TI (em curso ou completo) e experiência na área. Especificamente para a oportunidade de analista de serviço ao cliente, é desejável ter inglês fluente e, para analista de processos, o idioma espanhol é um requisito importante.

Todas as vagas disponíveis são para contratação CLT (40 horas semanais) e contam com pacote de benefício Atos, que inclui vale-refeição, plano de saúde e odontológico, previdência privada, vale transporte e aulas de inglês online.

Os candidatos precisam residir em Londrina e região, pois não há ajuda de custo para a mudança. Os interessados podem se inscrever no site www.vagas.com/atos ou enviar um e-mail para seleção.rh@atos.net.

Parque de Software de Curitiba tem novo presidente

Sergio Mainetti Junior, presidente do Parque de Software de Curitiba

O empresário Sergio Mainetti Junior assume, no início de abril, a presidência da Associação do Parque de Software de Curitiba. Ele é sócio da Visionnaire Informática, já presidiu o Parque por quatro anos e substitui Rawlinson Peter Terrabuio, que segue como vice-presidente de relações institucionais da entidade. O mandato é de dois anos.

Fundado em 1996, o Parque de Software de Curitiba oferece benefícios fiscais como ISS reduzido e conta com mais de duas dezenas de empresas e startups. Pioneiro no Brasil, o polo tecnológico paranaense serviu de modelo para a criação de vários parques em outros estados brasileiros. É uma atração da cidade, que já recebeu comitivas internacionais como Tech City de Londres, Cingapura, representantes do Norte da Espanha (Astúrias), Portugal, Lima – Peru, Filipinas e missões de diferentes regiões do Canadá.

Sebrae/PR lança, em Curitiba, Programa de TI 2016

Sobreviver em um setor extremamente dinâmico e competitivo é o grande desafio das micro e pequenas empresas de Tecnologia da Informação (TI). Para auxiliá-las, o Sebrae/PR criou um conjunto de soluções para dar mais eficiência e eficácia a seus modelos de negócios, a sua gestão e aos seus processos operacionais: o Programa de Tecnologia da Informação. A edição 2016 será lançada em Curitiba, na noite da quarta-feira, dia 9 de março, no auditório do Sebrae/PR.

O evento é gratuito e tem início às 19 horas, com a palestra “Pesquisa, desenvolvimento e inovação em software e serviços de TI: decifrando o presente e fazendo prognósticos para o futuro”, ministrada por Virgínia Duarte, da Softex. Em seguida, Luiz Gustavo Comeli, gestor de Projetos APL de Software e Inovação em Ambiente de Negócios do Sebrae/PR, apresenta em detalhes as ações do programa deste ano.

Segundo Comeli, o nível de maturidade de gestão dos empresários de TI é mais elevado do que a média geral de outros segmentos. “Por isso, é necessário se trabalhar a gestão de maneira mais qualificada, pontual e individual”, justifica.

O consultor explica que o diagnóstico inicial das empresas é feito com base no Modelo de Excelência em Gestão (MEG), da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ). “A maioria das empresas de TI fica em torno de 80 pontos, o que, para um micro ou pequeno, demonstra uma boa maturidade de gestão. Com esse resultado, percebemos que boas práticas de gestão já estão implementadas, então, passamos a fazer um trabalho mais individualizado”, detalha.

Após o diagnóstico, a consultoria do Sebrae traça um plano de ação para a empresa, focado em melhorias que devem ser implementadas ao longo do ano para alavancar o negócio. As ações são acompanhadas por um consultor e, ao final do ano, é feito um novo diagnóstico para avaliar a evolução da empresa. “O programa não entra em questões técnicas, de desenvolvimento de software, por exemplo, nosso foco é na melhoria dos processos que leva à melhoria da qualidade de gestão e, consequentemente, torna a empresa mais competitiva”, ressalta Comeli.

Programa ajudou empresa a passar pela crise

O Sebrae/PR é o principal ativador do Arranjo Produtivo Local (APL) de Software, governança que envolve mais de 100 micro e pequenas empresas do segmento de TI de Curitiba e região. O objetivo é estimular vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre os negócios participantes.

Foi por meio do APL que Jandir Bianco Jr., sócio-proprietário da ITSoftin, conheceu o Programa de TI do Sebrae/PR. Com 14 anos no mercado e 20 funcionários, a empresa foi uma das 28 participantes da última edição, o que lhe rendeu bons avanços em termos de gestão. “O primeiro MEG mostrava que já tínhamos um grau interessante de gestão e, no segundo, evoluímos bem, alcançando a nota máxima”, comemora.

Jandir recorda que faz questão de envolver toda a equipe nos processos, não só o setor administrativo. “Melhoramos questões de controle, organização interna. As ações também foram fundamentais para que passássemos com estabilidade por este momento econômico ruim do País”, comemora. Informações e inscrições para o evento de lançamento do Programa de TI do Sebrae/PR 2016 podem ser obtidas pelo Central de Atendimento do Sebrae/PR, no telefone 0800 570 0800.

Fonte: Sebrae/PR