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Cartórios migram para o online e 93% dos serviços já podem ser feitos pela internet

Casamentos por videoconferência, escrituras de compra e venda de imóveis online, registros de propriedade feitos de forma digital, protesto de dívidas, cancelamento de títulos e registros de documentos pela internet. Passado um ano da chegada da pandemia no Brasil uma verdadeira revolução se instalou em uma das mais tradicionais atividades jurídicas do País. Os Cartórios brasileiros se tornaram digitais.

Com 93% da totalidade de seus atos já disponíveis online, os Cartórios brasileiros contam hoje com mais de 150 serviços eletrônicos à disposição da população, tenho praticado mais de 250 milhões de atos digitais desde o início da pandemia da Covid-19. Considerados serviços essenciais à população, permaneceram com suas instalações físicas abertas, mas abriram novas frentes para alcançar o cidadão, impossibilitado de se locomover, levando segurança jurídica, autenticidade e fé pública para o mundo virtual.

Vinculados à uma série de rígidos regramentos definidos por leis federais, estaduais e normas editadas pelo Poder Judiciário nacional e também dos diferentes Estados da Federação, os Cartórios de Notas e de Registros brasileiros viram a pandemia estimular as autoridades a avançarem na regulamentação dos serviços digitais, pleito antigo do setor, mas que encontrava vasta resistências nos órgãos fiscalizadores.

Serviço essencial para os atos de nascimento, casamentos e óbitos, os Cartórios de Registro Civil viram disparar as solicitações de certidões eletrônicas durante a pandemia. Segundo dados do portal oficial www.registrocivil.org.br, houve um aumento de 162% nos pedidos de atos eletrônicos nos 7.640 cartórios brasileiros. Casamentos também deixaram de ser exclusivamente presenciais em 19 Estados do País, com normas autorizando celebrações por whatsapp, zoom, meetings e outros aplicativos virtuais.

Em vigor desde junho de 2020, o Provimento nº 100 publicado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reformulou toda a prática de atos notariais, tornando possível que quase todos os atos migrassem para o mundo virtual. Desta forma, escrituras de compra e venda de imóveis, doações, divórcios, inventários, partilhas e, mais recentemente as autenticações de documentos se tornassem digitais por meio de uma plataforma única que integra todos os tabeliães de notas do País, o site www.e-notariado.org.br .Em menos de um ano, mais de 70 mil atos notariais eletrônicos foram praticados no Brasil.

Ainda no início da pandemia foi a vez do ministro Dias Toffoli, então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), atuando como corregedor nacional de Justiça autorizar os Cartórios de Imóveis a receberem títulos para registro em formato digital por meio do Provimento nº 95. Esta inovação se juntou a uma série de outros serviços eletrônicos disponibilizados pelo portal www.registradores.org.br, que vão desde a consulta de registros, passando pelo pedido de certidões, busca de certidões e matrículas online.

Já adaptado aos serviços digitais, tendo na plataforma www.pesquisaprotesto.com.br uma série de serviços eletrônicos, desde o envio de títulos de cobrança, cancelamentos, pesquisas gratuitas de CPFs e CNPJs com dívidas, os Cartórios de Protesto ganharam novo impulso com a publicação de duas normas nacionais, regulando o procedimento de intimação por meio eletrônico e o parcelamento do pagamento de dívidas protestadas, totalizando mais de 10 milhões de atos digitais desde o início da pandemia.

Responsáveis pelos atos de constituição de pessoas jurídicas no Brasil, os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos inauguram sua nova plataforma online de serviços, por meio da Central RTDPJ www.rtdbrasil.org.br, com serviços que permitem a coleta de assinaturas com certificado digital e o envio de documentos para registros de forma eletrônica pelo Portal. Outro avanço importante se deu com a integração com a Receita Federal do Brasil para a emissão do CNPJ no ato da constituição de empresas.

Organicamente sustentável

A cada ano, estima-se que 80 bilhões de novas peças de roupas sejam produzidas. A indústria têxtil e do vestuário é a segunda mais poluente do mundo – atrás apenas para a do petróleo. Segundo o documentário The True Cost, os impactos ambientais da indústria da moda vão desde a plantação de algodão até a disposição final de peças em desuso. Além disso, há grande consumo de água, energia e outras fontes de recursos durante o processo de produção. Apesar de todos esses problemas, há formas de aumentar a sustentabilidade desse setor, diminuindo os impactos ambientais e sociais.

Um exemplo disso, é a marca curitibana Organic, que vem ganhando espaço no mundo da moda sustentável. Produzida e criada pela designer Byanka Sachetti e pelo empresário Guilherme Faustino, a neo-brand conta com produtos e tecidos desfibrados de garrafa pet. A marca também possui fornecedores ecologicamente responsáveis que promovem a reutilização da água e resíduos na manufatura.

No mercado há um ano, a Organic é uma marca unissex, sua primeira coleção desenvolveu peças com o tema “Água-viva” e a frase de efeito “Pense diferente” que, no ao longo do tempo, se tornou o slogan da marca. A atual coleção, que leva o nome “Maresia”, conta com peças como biquínis e bermudas e traz cores que remetem o mar.

Com toda essa tecnologia no ramo de tecidos, a empresa promete lançar novos produtos para sua terceira coleção, que contará com peças ainda mais exclusivas, desenvolvidas por um trabalho muito mais manual. “Com a busca pelo sustentável e restauração da biodiversidade de ecossistemas naturais, marcas como a Organic, apontam-se extremamente necessárias, abrindo assim um novo caminho no ramo da moda”, ressalta Byanka.

Vendas de imóveis pela internet se popularizam durante a pandemia

Completando um ano de alcance nacional, a plataforma digital de vendas da MRV indica que a aquisição de imóveis está mesmo se consolidando em ambiente virtual. Das mais de 53 mil unidades habitacionais vendidas em 2020, mais de 64% foram inteiramente provenientes dos canais virtuais. Isso representa um aumento de 54% em relação a 2019, quando 22 mil unidades foram vendidas usando apenas os canais digitais da companhia.

Esses números são resultados de trabalho de anos em que a plataforma de soluções habitacionais tem investido tempo e dinheiro (R$ 500 milhões nos últimos anos) para o desenvolvimento de soluções para facilitar, não só processos internos, mas, principalmente, a interação com o seu consumidor. Além do uso do WhatsApp, inteligência artificial e chatbot, a empresa lançou em janeiro do ano passado a plataforma de vendas online, que possibilita que o cliente realize todo o processo de compra de um imóvel sem sair de casa. 

“As nossas ferramentas digitais já eram uma realidade, mas o uso se intensificou muito devido a pandemia em que vivemos”, fala Thiago Ely, diretor executivo comercial da MRV. Tanto que em 2020 a companhia superou a marca de 19 milhões de mensagens trocadas entre a MIA, atendente virtual da empresa, e potenciais clientes. Das vendas realizadas no ano passado pelos canais digitais, o chatbot teve participação em 74%.

“Os bots foram protagonistas na pandemia. Um alto percentual de compreensão e um fluxo bem elaborado e humanizado possibilitou o atendimento sem filas de espera, com agilidade, eficiência e clareza na comunicação. É o contato no momento ideal para o prospect, 24 horas por dia e 7 dias por semana, sempre direcionando o atendimento para o corretor com segurança e assertividade”, aponta Ely.

Não só no primeiro contato os bots são utilizados pelos clientes na MRV. A qualquer hora do dia, eles podem realizar autosserviços, como emitir segunda via de boleto, renegociação, informações sobre evolução de obra, assistência técnica, entre outros.

“Sempre incentivamos os nossos clientes a usarem os nossos canais de atendimento digitais. Mais de 3,5 milhões de interações foram realizadas com a ajuda da MIA nesse período e tem contribuído com a produtividade dos atendimentos, sem falar na transformação da experiência dos nossos clientes em toda a jornada deles com a MRV. Mais de 600 mil atendimentos desse tipo foram realizados de janeiro a dezembro de 2020”.

Pesquisa apresenta ações das empresas para a retomada ao trabalho presencial

Disponibilidade de álcool em gel, entrega de máscaras e desinfecção de ambientes lideram ações das empresas para retomada do trabalho presencial

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios, empresa que é sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, mostra como a gestão dos trabalhadores foi alterada com a pandemia e como as companhias estão planejando a retomada aos escritórios. Segundo o levantamento, 81% das empresas entrevistadas consideram muito importante a implementação de um plano de retorno dos funcionários, de forma presencial. Porém, apenas 54% confirmaram que este planejamento já foi feito em suas companhias.

Entre as medidas de proteção que as empresas vão adotar estão disponibilidade de álcool em gel (83%), entrega de máscaras para o funcionário (76%), desinfecção do ambiente de trabalho (72%), afastamento e suporte para o funcionário que teve contato com alguém que ficou doente (67%) e treinamento sobre boas práticas no ambiente de trabalho (63%).
E entre as iniciativas que as empresas menos pretendem criar no retorno aos escritórios estão novos serviços de transporte (45%), assistência médica/psicológica (42%), alimentação (42%) e realização de testes/exames em todo o quadro de funcionários (33%).

Gole de sustentabilidade

Leão Alimentos e Bebidas implanta práticas sustentáveis em sua unidade em Fazenda Rio Grande, no Paraná. Empresa investe R$ 75.000,00 em projeto para reutilizar 100% dos efluentes domésticos gerados nesta planta fabril. Com isso, foi possível reduzir em 31% o consumo de água potável, o equivalente a 100 metros cúbicos de água por mês. Nesta unidade, também é feita a captação de água pluvial do telhado, usada na manutenção e irrigação dos jardins da fábrica e em áreas externas. As medidas reforçam o compromisso da Leão com o meio ambiente e o consumo consciente, no mês em que se celebra o Dia da Água. A empresa tem a sustentabilidade como um de seus principais valores e destaca o uso responsável da água como uma das suas essenciais aplicações diárias.

7 coisas que o RH não deve fazer em uma entrevista

Muito se fala sobre o que os candidatos devem ou não fazer durante uma entrevista de emprego, mas o sucesso de um processo seletivo também depende dos recrutadores. Esses profissionais devem ficar atentos a todos os detalhes durante o processo, desde o momento da divulgação da vaga, até a contratação do novo colaborador. Mas, não é o que acontece em muitos casos.

“Apesar de parecer uma tarefa simples para o RH, muitos deslizes acabam sendo cometidos nesta etapa. A boa notícia é que a maioria deles podem ser evitados com algumas dicas. Se preparando da maneira correta, é possível que nada prejudique o processo de seleção e a imagem da empresa como marca empregadora”, afirma Nathalia Paes, desenvolvimento de negócios do InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos.

A especialista separou os 7 erros mais comuns dos recrutadores:

1. Não fazer uma pré avaliação do candidato

Deixar de fazer uma pré-avaliação do candidato é um erro que pode acabar custando mais tempo de entrevista, falta de direcionamento da conversa, e até mesmo desajuste no perfil esperado. Isso acontece, algumas vezes, porque o perfil do candidato é selecionado por uma pessoa e encaminhado para outra que, normalmente por falta de tempo, não analisa o currículo antes do bate-papo

2. Não definir o tipo de entrevista de acordo com a vaga

É preciso avaliar o perfil da vaga e definir qual tipo de teste e entrevista se adequa melhor aquela oportunidade. Normalmente, um processo não precisa anular o outro. Algumas empresas escolhem duas ou mais maneiras de avaliar o candidato, por exemplo, vídeo entrevista em grupo e individualmente.

3. Fazer perguntas irrelevantes ou que ultrapassem o limite profissional

Pode parecer simples, mas formular as perguntas certas é uma das principais etapas de uma entrevista. No entanto, se feitas da maneira errada, podem colocar tudo a perder. Alguns exemplos de perguntas que podem ser evitadas são: Qual é sua orientação sexual? Qual a sua religião? Você planeja ter filhos? Sua vida social é agitada? Você tem dívidas?

4. Exagerar no nível de formalidade (ou no de informalidade)

Esse ponto deve ser levado em consideração ainda mais em tempos de home office. Assim como uma entrevista formal demais pode intimidar o candidato e fazer com que ele não se sinta à vontade, muita informalidade pode passar a imagem de falta de profissionalismo por parte da empresa. O equilíbrio é a melhor escolha.

5. Favorecer candidatos que compartilham de suas ideias pessoais

Apesar de parecer uma dica básica do que o RH não deve fazer, o fator humano social pode falar mais alto. Para isso não acontecer, se blinde de interferências que não tenham a ver com o foco do trabalho e as competências do entrevistado. A dica é ter um comportamento humanizado, mas focar no que interessa.

6. Fazer julgamentos precipitados

Os primeiros minutos da entrevista têm impacto em relação ao que o entrevistador está vendo, como aparência, roupa e postura. No entanto, evite estereotipar o candidato por conta de preconceitos internos, e não se deixe enganar somente com esses fatores.

7. Prometer um retorno que não vai acontecer

Uma das principais reclamações dos candidatos em relação ao RH é a falta de retorno sobre os processos seletivos. Problemas como esses atrapalham o posicionamento da empresa como marca empregadora. Com isso, sempre deixe claro como serão as próximas etapas e qual tipo de retorno será dado, em casos positivos ou negativos.
“Se o problema for falta de tempo para organizar o processo e garantir a atenção necessária a todos os candidatos, existem softwares de recrutamento e seleção que podem ajudar com soluções digitais”, aconselha Nathalia.

O papel da tecnologia no combate à corrupção

Por Luis Fernando Barbosa

O Índice de Percepção da Corrupção 2020 revela um número surpreendente de países que mostraram nenhuma ou pouca melhora no combate à corrupção. A pesquisa divulgada pela Transparência Internacional no início de 2021 demonstra que Brasil está na 94º posição junto com a Etiópia, Cazaquistão e Tanzânia, entre outros países. Houve uma evolução quanto ao posicionamento do Brasil mesmo em um cenário catastrófico como o da pandemia se comparado a 2019, quando o País estava na 106ª posição do ranking de um total de 180 países.

Podemos afirmar que a transparência e a agilidade no combate à corrupção é um resultado alcançado com o uso de soluções tecnológicas em todas as empresas no setor público e privado. Há menos de uma década, todas as informações sigilosas ou essenciais para a operação de uma empresa tramitavam em formato físico, o que dificultava o acesso às informações e favorecia a diversas fragilidades de controle, facilitando a perda ou o extravio dos dados.

Atualmente vivemos na era digital e as empresas necessitam cada vez mais de tecnologias para soluções na gestão dos seus processos e controles corporativos. Desta forma, é necessário implementar diversas camadas de segurança para garantir que fraudes e extravios não ocorram. Contudo, mesmo com a implementação desses mecanismos de segurança e com a Lei Anticorrupção, o Brasil ainda alcança uma posição pouco privilegiada no ranking, podendo ser considerado um país altamente corrupto.

Para mudar os índices de corrupção por aqui, precisamos modificar o que favorece esses tipos de ações. As empresas públicas e privadas estão investindo e aprimorando cada vez mais em recursos tecnológicos para auxiliar no combate à corrupção. Contudo, ainda é bastante comum a mídia noticiar um novo escândalo de milhões de reais envolvendo alguma fraude nas grandes organizações.

Para prevenir e aprimorar os controles, as empresas devem possuir a capacidade de monitorar e acompanhar de forma inteligente as atividades que são executadas pelos seus colaboradores, independentes da forma de atuação, sendo ela remota ou presencial. Os softwares de monitoramento normalmente possuem a flexibilidade e a compatibilidade com a maioria dos sistemas corporativos e, com a adição de uma equipe especializada, é possível identificar, dentre os milhares de registros e logs, ações e atividades suspeitas que podem prevenir algum ato de corrupção interna.

Entretanto, esse tipo de atividade não descarta a existência e a necessidade de abertura de uma investigação interna. Atualmente, as investigações dependem da tecnologia para conseguir dar uma resposta rápida para os executivos e garantir toda a legitimidade legal do processo. Constantemente novas tecnologias são implementadas nos processos investigativos, como a busca em sistemas que consolidam informações de forma inteligente de base pública ou privada ou até mesmo a transcrição de áudio com tecnologia Machine Learning, no qual o sistema é capaz de aprender novos termos e gírias utilizados na comunicação por voz.

Podemos acreditar que, com o apoio das novas tecnologias preventivas e corretivas em conjunto com a mudança de comportamento dos executivos e dos funcionários, conseguimos prevenir qualquer ato de corrupção e, mesmo quando algo estiver fora do controle, podemos contar com a tecnologia para dar uma resposta rápida, inteligente e com transparência. Avançando com esses pontos e, claro, melhorando toda a cadeia e cultura existente, tanto na rede pública como privada, podemos aprimorar a classificação e imagem do Brasil no ranking geral de combate à corrupção e, consequentemente, nos tornamos uma sociedade melhor.

Luis Fernando Barbosa, gerente sênior de tecnologia forense na ICTS Protiviti, empresa especializada em soluções para gestão de riscos, compliance, auditoria interna, investigação, proteção e privacidade de dados.

Brickell One será inaugurado em julho com conceito inovador de moradia em Curitiba

Em julho, será inaugurado em Curitiba o Brickell One, primeiro empreendimento flagship da Housi a operar fora de São Paulo. Para aqueles que desejam investir em uma das unidades deste prédio, que apresenta características inovadoras e rentabilidade quase imediata, o momento é bastante oportuno. Ao todo serão 72 unidades geridas pela Housi, primeira plataforma de moradia por assinatura do mundo, 100% digital e sem burocracia. O empreendimento é uma parceria com a Incorporadora Brickell, referência no mercado imobiliário. O Valor Geral de Vendas (VGV) está calculado em R$15 milhões.

Modernos e inovadores, os studios, localizados na Av. Silva Jardim, têm o tamanho de 18,5 m² e 19,77m². O complexo conta com espaços compartilhados que garantem mais conforto e praticidade para aqueles que desejam morar em um local compacto, porém, funcional. As áreas comuns foram projetadas para servir como uma extensão do apartamento, dispondo, por exemplo, de academia, coworking, lavanderia, rooftop, entre outros espaços compartilhados.

Para os investidores que desejam atuar no segmento imobiliário, a Housi funciona como uma plataforma de gestão e administração, que busca por alta rentabilidade por meio de locações residenciais no modelo short stay. Para o público final, a Housi oferece um serviço de moradia sem burocracia para alugar, além de imóveis mobiliados e diversos serviços agregados, como limpeza, manutenção, suporte 24hs, Netflix e wi-fi. Tudo para otimizar o dia a dia dos moradores.

No empreendimento Brickell One, a Housi será responsável pela gestão de todas as unidades e também das áreas comuns do prédio, que tiveram seus espaços concebidos pela empresa, em conjunto com os arquitetos da incorporadora, para garantir a experiência padronizada de moradia da plataforma Housi.

“As pessoas não querem mais passar uma vida inteira endividadas pagando por um imóvel que pode não atender mais às suas necessidades de vida ao longo do tempo. Em trinta anos, prazo médio de financiamento residencial, as pessoas mudam de emprego, casam, descasam, têm filhos. A moradia por assinatura da Housi dá flexibilidade de usar um imóvel que acompanha esses momentos, além de ser totalmente digital, sem nenhuma burocracia”, explica Alexandre Frankel, CEO da Housi.

Expansão pelo país e valorização de mercado

Até o início de 2020, a Housi atuava apenas em São Paulo, onde um terço da população já vive de aluguel. Mas foi pensando nesta tendência que, além de administrar imóveis em mais de 200 prédios na capital paulista, a empresa expandiu sua expertise para mais de 30 cidades, como Curitiba, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santa Maria, Bento Gonçalves, Santos, Maringá e Salvador. O valor de mercado dos imóveis geridos pela Housi saltou de R$ 3,5 bilhões para R$ 10 bilhões de ativos sob gestão.

Com grande potencial para novas parcerias, a Housi pretende, até o fim do ano, triplicar de tamanho e expandir para 80 novas cidades. Também está nos planos da empresa iniciar uma expansão para a América Latina ainda neste ano.

O movimento de expansão da Housi consolida uma tendência de mercado nacional e internacional de investimento em imóveis residenciais para renda. Em países como EUA e Canadá, esta é a maior classe de ativos para investimento em renda.

Rentabilidade, inovação e expertise em gestão patrimonial

O processo para colocar um imóvel para locação é complexo. Por isso, para o investidor que compra o apartamento com a finalidade de alugar para rentabilizar, a Housi atua como uma plataforma de gestão patrimonial eficiente, proporcionando rentabilidade transparência e tranquilidade ao proprietário. Funciona da seguinte forma: a Housi distribui a unidade em todas as suas frentes digitais – site e app Housi, além de dezenas de parceiros como Airbnb, Booking.com, Zap e Imóvel Web, que direcionam os interessados para os canais da Housi. Quem mora de Housi pode mudar para outra unidade sem qualquer tipo de burocracia ou penalidade. A família aumentou? Quer mais espaço? Quer mudar de espaço ou cidade? Quer simplesmente morar 30 dias em um local mais calmo? A Housi possibilita tudo isso.

Uma vez disponível nas plataformas da Housi, o imóvel é alugado por períodos flexíveis no modelo inédito de assinatura. Além disso, a Housi fica na linha de frente do contato com o locatário, cuidando de qualquer problema relacionado à manutenção, limpeza, e outras questões do dia-a-dia de um imóvel. Ao final do mês, a Housi repassa os valores ao proprietário, descontando o valor da taxa de administração. Toda informação sobre a rentabilidade fica disponível em tempo real na tela do celular do proprietário. Transparência, recorrência e segurança são novas fronteiras disponibilizadas pela tecnologia da Housi.

Por meio de uma tecnologia líder de mercado, o sistema da Housi conta com um algoritmo de distribuição que permite uma otimização de anúncios e precificação inteligente, com tarifa flutuante. O resultado é uma rentabilidade que pode atingir 50% a mais que locações tradicionais.

A Housi está digitalizando os incorporadores e proprietários de imóveis para renda residencial em todo país. Chegou a hora de integrar os gestores constituindo assim um ecossistema que gera valor para todos integrantes. No final o maior beneficiado é o morador que ganha liberdade e mais tempo. Reinventar a moradia impactando positivamente a vida de milhões de pessoas em todo mundo é o propósito da Housi.

Housi B2C

Para os locatários, a Housi atua como um serviço de desburocratização de locação residencial. O interessado em alugar uma casa, seja por um dia, uma semana ou até um ano, basta acessar o site da Housi, selecionar o imóvel, o período de estadia, realizar o pagamento via cartão de crédito e, claro, morar. A startup já contabilizou mais de nove mil locações e 20 mil usuários desde que foi criada, em 2019.

Todos os apartamentos administrados pela Housi estão disponíveis para locação digitalmente e sem a necessidade de corretor ou fiador. As unidades seguem um padrão da empresa, mobiliadas e equipadas com cooktop, geladeira, cama, sofá, wifi e TV a cabo.

Quanto ganha um freelancer da área de tecnologia?

Devido à necessidade de digitalização dos negócios impulsionada pela pandemia, a Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, viu a busca das empresas por profissionais das áreas de TI, Programação, Design e Multimídia crescer exponencialmente desde o início da quarentena – a procura por cientista de dados em 2020, por exemplo, aumentou 7300%, e por analista de dados 2100%. De acordo com o relatório anual da Workana, dentre 67,8% dos empreendedores que precisaram se adequar para vender online, quase 60% o fizeram contratando freelancers.

Se aumenta procura, aumenta também o valor do passe desse tipo de profissional. Um levantamento sobre ticket médio, que é o valor médio que um profissional ganha por projeto, realizado pela Workana revelou que entre março/20 e março/21, no setor de TI & Programação, os desenvolvedores de aplicativos para Android e IOS e os desenvolvedores web foram os que mais lucraram, como podemos ver no ranking de ticket médio do setor:

• Desenvolvedores de apps para Android e IOS > de R﹩2.483

• Desenvolvedores web > R﹩1.101

• Desenvolvedor de e-commerce > R﹩1092,

• Desenvolvedor de aplicativos para desktop > R﹩1080

• Cientista de dados > R﹩741

E como a criação de sites e aplicativos envolve também a aparência desses canais e os textos que neles são veiculados, as categorias Design & Multimedia, e Tradução & Conteúdo, também figuraram entre as mais requisitadas.

• Designer de aplicativo mobile > R﹩900

• Imagem corporativa > R﹩473

• Web designer > R﹩440

• Criador de conteúdo para mídias sociais > R﹩200

• Redator para websites > R﹩199.

Para Daniel Schwebel, country manager da Workana, estar no ambiente digital não é mais uma opção, mas sim uma regra às empresas que querem continuar de portas abertas e enfrentar a crise econômica – fora a crise de saúde global – que tem afetado a todos nós. “É inegável que há mais oportunidades a freelancers que atuam em áreas voltadas à tecnologia e à digitalização, primeiro porque está havendo um movimento muito grande das companhias para estar onde os clientes estão – online -, segundo porque há uma escassez de profissionais desse setor, ainda mais para atuar como CLT. Contratar autônomos para projetos pontuais acaba sendo uma opção vantajosa – e talvez a única hoje e nos próximos anos – a empresas e trabalhadores “, afirma Schwebel.

Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – Brasscom – sinalizou que, por ano no Brasil, se formam cerca de 46 mil profissionais com perfil para trabalhar nesse setor, e que a demanda por profissionais de TI no país até o ano de 2024 será de 420 mil pessoas.

Startup curitibana de sites automotivos cresce com pandemia e entra em programa do Google

A transformação digital já era missão da DealerSites, mesmo antes da pandemia, quando a startup curitibana já atuava na digitalização do setor automotivo, com foco na experiência do consumidor e aliada a estratégias de marketing digital, para gerar maior conversão para as concessionárias. No último ano, com a aceleração do processo, a empresa cresceu 100%, com mais de R$ 3 mihões de faturamento, e foi uma das selecionadas para o programa Google for Startups.

“Hoje, conseguimos aumentar até 30% na base de leads e essa experiência resultará em ainda mais qualidade e eficiência. Afinal, contamos com os especialistas do Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, para construir e refinar novos produtos e soluções”, diz Cesar Cantarella, CEO da DealerSites. Criada em 2015, a empresa representa mais de 600 concessionárias e revendas no país, é parceira oficial da Stellantis e da HPE e soma mais de 167 mil leads gerados no ano passado e 62.500 apenas no primeiro trimestre de 2021.

Com as medidas restritivas para evitar a disseminação da Covid-19, revendedores, concessionárias e montadoras que ainda não estavam atualizados com canais digitais tiveram que correr para se adaptar ao novo cenário. A transformação digital no varejo automotivo passou de tendência à realidade – e prioridade. Segundo a 21ª edição da Pesquisa Global com Executivos do Setor Automotivo 2020, da consultoria KPMG, as pessoas estão mais abertas a fechar negócios online, contanto que tenham garantia de satisfação (41%), vantagem de preço (38%) e marca confiável (36%).

Para atrair o exigente consumidor 4.0, é essencial um site que preze por uma experiência positiva, que influencie na decisão de compra. Este é o papel da DealerSites, que desenvolve plataformas digitais 100% voltadas ao setor automotivo, à performance de vendas e a análises e integração de dados. Os sites são responsivos e têm gerenciamento de conteúdo simples e direto, para dar autonomia na manutenção.

Indicadores de marketing digital – como métricas de analytics e otimização SEO – ajudam nas estratégias, enquanto que outros parâmetros de análise específicos são a cereja do bolo para atrair novos negócios online, como dados dos veículos mais visualizados, de taxas de conversão, de fluxo de negociação e de comportamento do consumidor no showroom digital. “A jornada de quem procura um carro inicia no Google, por isso oferecemos um produto que tem aderência com as soluções e os parâmetros deles. Fazemos, por exemplo, um trabalho cirúrgico de SEO nos sites das concessionárias, para manter nossos clientes bem rankeados nos mecanismos de busca e facilmente encontrados”, diz Cantarella.

DealerSites implementa inovação com Google for Startups

O Google for Startups Accelerator Brasil tem a duração de três meses, em que a DealerSites terá tutoria para inovar e aumentar a escala, com uma metodologia que prioriza a Inteligência Artificial e as melhores práticas de liderança. “Buscamos estar sempre um passo à frente e trazer novidades e essa é mais uma etapa”, diz o CEO.

O programa prevê acesso a novos produtos e ferramentas do Google, mentoria de nuvem, machine learning e Android e treinamento técnico em design, pessoas, produtos e marketing de crescimento, além de suporte e contato com a rede global de mentores e especialistas. “Demonstramos o nosso potencial em oferecer os melhores serviços e produtos para o setor automotivo e contamos com o todo o conhecimento do Google para a construção de empresas de sucesso”, vibra Cantarella.