Bcredi recebeu mais de 10k pedidos de empréstimo durante a pandemia, sendo 95% deles através da pessoa física

A Bcredi, fintech especializada em crédito imobiliário, com experiência de quase 15 anos no mercado, afirma que a flexibilização na concessão de crédito é essencial para a saúde financeira de seus clientes. Hoje, a fintech conta com mais de 5 mil pedidos mensais de empréstimos vindos de clientes PME’s e cerca de 95% solicitam o crédito pela pessoa física. Esse público tem procurado a fintech por conta da possibilidade da análise conjunta feita pela pessoa física e jurídica, o que permite uma avaliação de risco muito mais assertiva, feita por meio de uma tecnologia proprietária.

“Conseguimos mapear riscos e prever cenários que o mercado não consegue. Por isso, temos capacidade de flexibilizar o crédito de forma consciente. É muito comum que pequenos e microempresários usem apenas uma conta tanto para contas pessoais como as de suas empresas e não vemos porque não analisar esses dados como uma coisa só”, explica Walter Santos, Product Manager da Bcredi.

A possibilidade de organizar as finanças de maneira única e segura foi o que levou a pequena empresária Priscila Oliveira Capistrano, de 39 anos, a procurar o crédito com garantia de imóvel da Bcredi. Com a crise, as contas acumularam e o crédito com garantia de imóvel foi a solução para organização financeira tanto como pessoa física como jurídica. Priscila conseguiu se livrar dos juros do cheque especial e saiu de um gasto mensal de R﹩ 8 mil com dívidas para uma parcela de pouco mais de R﹩ 3 mil, o que representa uma grande economia. “Com certeza vi muita vantagem nessa troca. Nós tínhamos uma porção de dívidas em vários lugares, como cartões, crédito pessoal, cheque especial. Nós usamos nosso bem pessoal para fazer um empréstimo mais barato e agora podemos ajustar as contas da empresa”, conta Priscila.

De acordo com Walter, a tecnologia proprietária da Bcredi ajuda na otimização do processo tanto para o cliente, como para parceiros e fundings. “Sem tecnologia, as empresas dependem da experiência de seus analistas, agências externas e análises enviesadas, com pouca base em dados. A tecnologia consegue pular etapas, reduzir tempo de concessão de crédito, antecipar cenários e cruzar informações essenciais para prever inadimplência”, conta Walter.

É comum que instituições tradicionais neguem crédito para novos clientes, pois é de costume avaliar essas pessoas por meio de um histórico único, ou pessoa física, ou jurídica. “A união da análise tanto física e jurídica é primordial para desburocratizar o processo e, mais que isso, dar mais acesso àqueles que têm dificuldade na hora de solicitar um empréstimo. Ainda mais no momento em que vivemos, em uma pandemia que assolou o país e impactou diretamente no fechamento de mais de 520 mil empresas”, finaliza Walter.

curitibait

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