Desenvolvimento móvel corporativo: abrace APIs ou desista antes mesmo de começar

Fonte: InformationWeek

Assim como a Matrix, o desenvolvimento móvel te oferece apenas duas opções: aceite a pílula azul e assuma que mobilidade é apenas outro tamanho de tela para o que já foi criado; ou pegue a pílula vermelha e entenda que a mobilidade muda todo o conjunto de tecnologia, não apenas o front end.

É o que escreve o analista Michael Facemire, da Forrester Reserach, no blog da consultoria. Ele pontua que um novo paradigma de oferta e demanda está levando arquitetos empresariais e profissionais de desenvolvimento a um novo ponto de inflexão. A demanda por aplicativos móveis existe – os consumidores têm um apetite insaciável por mais apps, desenvolvidos e atualizados com cada vez mais velocidade. E os consumidores de aplicativos móveis não são apenas usuários externos, eles também são funcionários e parceiros de negócio das companhias. À medida que o desenvolvimento de aplicativos evolui, como suprir essa demanda? A resposta, para Facemire, é clara: interface de programação de aplicações, mais conhecidas como APIs.

O analista exemplifica com um sistema de mobilização de vendas corporativas. “Peça para um desenvolvedor móvel (conhecido como desenvolvedor front end) para criar um app contra o set de sistemas de back office que um vendedor usa, sem prover infraestrutura adicional”, elucida Facemire. Segundo ele, o ciclo de vida de desenvolvimento deve ter três passos. Leia reportagem completa.

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