Entrega humanizada leva produtos a clientes do PluzApp

Equipe PluzApp na loja da Vila Urbana em Curitiba

Equipe PluzApp na loja da Vila Urbana em Curitiba

Durante o período de isolamento pela Covid-19, cresce, em todo o Brasil, a preocupação com a forma que produtos chegam aos lares e empresas.

Os pagamentos eletrônicos substituem o dinheiro em espécie e todo cuidado com higiene ganha importância.

Diante desse cenário de desafios para venda e entrega de produtos durante a pandemia, a startup PluzApp lança um sistema de entrega humanizada para atender os clientes que vendem pela ferramenta baseada em atendimento via WhatsApp.

Para apresentar a novidade, foi criada uma loja física na Vila Urbana, um centro gastronômico no centro de Curitiba, para as primeiras entregas. Esse primeiro ponto vai contar com duas mulheres, que vão fazer as entregas em um raio de um quilômetro de distância, a pé, observando todos os cuidados de higiene e proteção contra o novo coronavírus.

“É um projeto inovador, que visa gerar oportunidades de trabalho, atendimento personalizado e cuidados com a saúde”, destaca Eduardo Aguiar, criador do PluzApp.

A plataforma foi criada, inicialmente, com o objetivo de facilitar as vendas de empresas e prestadores de serviços, com atendimento pelo Whatsapp. Agora, personaliza entregas como forma de aproximar ainda mais a marca dos consumidores.

O aplicativo não cobra taxas no plano básico. Mas conta com uma versão “prime”, que permite recebimentos por cartão e uma carteira digital em que os fornecedores podem distribuir bônus para os clientes.

Juntamente com as entregas humanizadas, a primeira loja física do PluzApp vai contar com produtos da Empajors, que vende empadas, alfajors, sucos naturais e chás.

Após a inauguração do primeiro ponto de entrega, o PluzApp prepara a expansão para outras regiões. “Cada unidade, vai abrigar duas entregadoras, que podem trabalhar no regime de MEI – microempreendedor individual. Vamos unir geração de renda, facilidade no atendimento ao cliente e sustentabilidade com as entregas que não envolvem veículos motorizados e seguem normas rígidas de higiene”, explica Eduardo Aguiar.

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