Hilab realiza teste rápido para exames que detecta ISTs

Em dezembro, o Ministério da Saúde (MS) apresentou o Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, nele, apresentou que atualmente cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. 89% delas foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido carga viral indetectável. Até outubro de 2020, cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento com antirretroviral, enquanto, em 2018, eram 593.594 pessoas em tratamento.

“Ainda existe muito estigma e preconceito com relação ao HIV, sendo essas as principais barreiras que dificultam a redução das novas infecções. É preciso entender que todos nós estamos sujeitos a contrair o vírus e, por isso, todos devem realizar o exame periodicamente. Precisamos falar mais sobre o assunto com nossa família e amigos”, explica Bernardo Almeida, médico infectologista e Chief Medical Officer da Hilab.

Como forma de democratizar o acesso à saúde, a health tech realiza o teste rápido em farmácias para detectar o HIV através do dispositivo portátil Hilab. Por meio de poucas gotas de sangue, em até 15 minutos, o paciente poderá descobrir se possui ou não o vírus. O exame funciona assim: com o sangue na cápsula do Hilab, o dispositivo cria uma assinatura digital do sangue e envia, através da internet até o laboratório da empresa, onde biomédicos de platão analisam a amostra e enviam os resultados para o paciente via SMS ou e-mail.

“O diagnóstico rápido é fundamental no caso do HIV para acelerar o tratamento e reduzir a transmissão do vírus, por isso queremos que a população tenha fácil acesso a esses exames”, conclui Almeida.

Ampliar a testagem do HIV é fundamental para que a estratégia do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS- UNAIDS seja cumprida. Um dos três pilares da estratégia, intitulada 90-90-90 determina que, até 2020, ao menos 90% das pessoas com HIV saibam que são soropositivas e recebam o tratamento adequado.

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