Curitiba lidera ranking brasileiro de endividamento pelo terceiro ano consecutivo

Segundo estudo da FecomercioSP,em todas as três capitais da Região Sul,a proporção de famílias endividadas ficou acima da média das 27 capitais brasileiras (57%)Nos últimos três anos,a capital do Paraná registrou a maior proporção de famílias endividadas do Brasil,atingindo 87% em dezembro de 2016,nível bem superior à média nacional (57%). Ainda no último triênio,o segundo lugar do ranking nacional de endividamento também foi ocupado por uma capital da Região Sul,Florianópolis/SC,que encerrou 2016 com 86% das famílias endividadas.A outra capital da região,Porto Alegre/RS,também se manteve acima da média nacional de endividamento em 2016,com 71% das famílias endividadas. Diferente de Florianópolis,o porcentual de famílias nessa situação na capital gaúcha vem aumentando ao longo dos últimos três anos,registrando 53% (2014),68% (2015) e 71% (2016).Os dados compõem a sétima edição da Radiografia do Endividamento das Famílias Brasileiras,realizada pela Federação do Comércio de Bens,Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O estudo avalia principais aspectos,dimensões e efeitos sobre as famílias da política de crédito no Brasil entre 2014 e 2016,período particularmente turbulento tanto no campo político quanto no econômico. A análise foi feita com base em informações do Banco Central do Brasil,do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Confederação Nacional do Comércio de Bens,Serviços e Turismo (CNC).No quesito "valor médio mensal de dívida por família",a capital paranaense também se sobressaiu,com o segundo maior valor entre as 27 capitais do País,de R$ 2.236 em dezembro de 2016;enquanto Porto Alegre/RS figurou na quarta posição (R$ 2.093). Já em Florianópolis/SC,o valor médio mensal de dívida atingiu R$ 1.817 em 2016,apenas R$ 40 acima da média das capitais (R$ 1.777).Em todas as capitais da Região Sul,o nível de comprometimento da renda com dívidas ficou muito próximo dos 30%,que foi a média nacional e o patamar considerado adequado pela Entidade para não sinalizar risco de elevação da inadimplência:Curitiba/PR (32%),Florianópolis/SC (32%) e Porto Alegre/RS (31%).Em relação à inadimplência,destacou-se a alta de 7 pontos porcentuais na proporção de famílias com contas em atraso,entre 2014 e 2016,na capital gaúcha,encerrando o ano em 27%,acima da média nacional (23%). Em Curitiba/PR e Florianópolis/SC,essa proporção atingiu 29% e 27%,respectivamente.Para a assessoria econômica da FecomercioSP,a conjunção de crise econômica e aumento das incertezas,além da maior seletividade do sistema financeiro e das altas taxas de juros,levaram as famílias a reduzir fortemente a tomada de crédito,comprometendo o seu consumo de bens duráveis,principalmente,e gerando uma das maiores recessões de vendas na história do comércio varejista. Nesses dois últimos anos,enquanto as operações de crédito no Brasil encolheram 12,2% em termos reais,as taxas médias de juros anuais cresceram 23,1 pontos. Ainda assim,por concentrar a segunda maior renda média do País e grande oferta de crédito,a Região Sul mantém alta taxa de endividamento.Ranking Região Sul (2016)1 - Número de famílias endividadas (porcentual)Curitiba/PR - 551.086 (87%)Florianópolis/SC - 148.037 (86%)Porto Alegre/RS - 386.192 (71%)Total das capitais - 8.868.963 (57%)2 - Parcela da renda mensal comprometida com dívidasCuritiba/PR - 32%Florianópolis/SC - 32%Porto Alegre/RS - 31%Média nacional - 30%3 - Valor médio mensal de dívida por famíliaCuritiba/PR - R$ 2.236Porto Alegre/RS - R$ 2.093Florianópolis/SC - R$ 1.817Média nacional - R$ 1.7774 - Porcentual de famílias com dívidas em atrasoCuritiba/PR - 29%Florianópolis/SC - 27%Porto Alegre/RS - 27%Média nacional - 23%5 - Variáveis de créditoNúmero de famíliasCuritiba/PR - 632.461Porto Alegre/RS - 546.540Florianópolis/SC - 171.236Total das capitais - 15.490.539Renda média (R$)Curitiba/PR - 7.026Porto Alegre/RS - 6.704Florianópolis/SC - 5.593Média das capitais - 5.859Massa de rendimentos (R$ mil)Curitiba/PR - 4.443.484Porto Alegre/RS - 3.664.250Florianópolis/SC - 957.725Total das capitais - 90.756.900Participação da massa de rendimentos no total Brasil (%)Curitiba/PR - 1,7%Porto Alegre/RS - 1,4%Florianópolis/SC - 0,4%Total das capitais - 35,3%

Fintech oferece crédito com imóvel de garantia com menor taxa do mercado e processo mais ágil

A BCredi ,fintech do Conglomerado Financeiro Barigui focada em descomplicar a oferta de crédito,oferecendo juros mais baixos,maior prazo de pagamento e rápida aprovação,lança uma nova taxa de juros a partir desse mês de agosto. Fornecendo crédito com imóvel em garantia em um processo 100% online,a empresa,que antes contava com juros a partir de 1,22%,reduziu a taxa para apenas 1,15% a.m. + IPCA,a menor do mercado.Outros players do setor,além de oferecerem taxas maiores,de até 2,20% a.m.,também contam com uma operação mais lenta,que pode chegar a 8 semanas para liberar o empréstimo. “Nós,que já temos o processo mais ágil do mercado,agora também vamos oferecer a menor taxa com essa redução. Isso é possível porque somos uma das únicas empresas que tem funding vindo do próprio grupo,facilitando o processo que está todo dentro de casa”,comenta a co-founder da BCredi,Maria Teresa Fornea.Em comparativo do crédito oferecido pela startup com outras modalidades,como o empréstimo pessoal de bancos,o cheque especial e o cartão de crédito,as pessoas que optam pelos serviços da BCredi garantem uma economia de até 96.485,90 reais por mês para um empréstimo de 750 mil reais,por exemplo. A vantagem se dá justamente pela baixa taxa de juros da fintech,ficando a parcela mensal em torno de 10.839,10 reais,enquanto o empréstimo pessoal pelo banco custaria 33.388,18 reais/mês. Já o cheque especial sairia em torno de 92.250,00 reais/mês e o cartão de crédito em cerca de 107.325,00 reais/mês.O Conglomerado Financeiro Barigui conta mais 20 anos de experiência no setor de crédito e a BCredi,fintech do grupo,foi lançada para modernizar e popularizar o empréstimo trazendo mais esse benefício com a redução de taxas para os mais de 5 mil clientes cadastrados em sua plataforma. Além da expertise no mercado de crédito imobiliário,a BCredi ainda conta com uma operação rápida e prática. “Nós desenvolvemos um sistema para que a aprovação dos processos seja feita em até 10 dias”,cita Maria Teresa.As condições dessa nova taxa são voltadas para apartamentos deixados como garantia para o produto CGI e os empréstimos são a partir de 50 mil até 1,5 milhão de reais e até 15 anos de prazo. A modalidade de crédito com imóvel de garantia é ideal para profissionais liberais,pequenos empreendedores e assalariados em geral,proprietários de casa ou apartamento,interessados em troca de dívidas,investimentos ou mesmo aporte para reforma e construção. Para quem deseja comprar um novo imóvel,mas não tem uma forma fácil de comprovar renda,a BCredi também oferece o tradicional financiamento imobiliário,com maior flexibilidade na análise de crédito.Interessados só precisam acessar o site www.bcredi.com.br - onde encontram comparadores da garantia de imóvel com outros tipos de crédito -,e fazer passo a passo a contratação online. Depois disso,a fintech se encarrega de toda a etapa documental,como um despachante,e disponibiliza consultores para atender eventuais dúvidas. “Temos os mais diferentes casos de sucesso de clientes que buscaram crédito com mais rapidez e taxas bastante atraentes para investir no próprio negócio,montar uma franquia ou liquidar dívidas”,finaliza a executiva da BCredi.

Inadimplência em Curitiba caiu 4,4% no resultado acumulado no ano até junho

Em Curitiba,o Indicador de Registros de Inadimplentes caiu 4,4% nos valores acumulados no ano até junho,de acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) divulgados pela Associação Comercial do Paraná (ACP). No resultado interanual,a inadimplência diminuiu 7,2%,enquanto nos dados mensais de junho contra o mês anterior o índice cedeu 1,2%. Recuperação de crédito O indicador de recuperação de crédito,por sua vez,recuou 5,9% nos valores acumulados no ano até junho. Já no valor interanual,a recuperação diminuiu 6,6% enquanto nos dados mensais de junho contra o mês anterior o índice caiu 3,1%. MetodologiaO indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência,tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016,as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA,disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.

Inadimplência em Curitiba cai 1,5% em abril

Em Curitiba,a inadimplência do consumidor recuou 1,5% na comparação mensal de abril contra o mês anterior,de acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito)divulgados pela Associação Comercial do Paraná (ACP). Já no valor acumulado,a inadimplência obteve queda de 3,4%,enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador cedeu 8,6%.Recuperação de crédito O indicador de recuperação de crédito,por sua vez,caiu 1,3% na comparação mensal de abril contra o mês anterior. Já no valor acumulado,a recuperação diminuiu 3,8% enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador caiu 4,2%.MetodologiaO indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência,tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016,as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA,disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.

Sociedade de Garantia de Crédito de Curitiba e Região Metropolitana será lançada nesta quarta-feira

A Sociedade de Garantia de Crédito de Curitiba e Região Metropolitana será oficialmente lançada nessa quarta-feira (13),durante o Encontro das Micro e Pequenas Indústrias promovido pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep),Sebrae/PR,Faciap e Famepar,no Centro de Eventos do Sistema Fiep,no Cajuru. O organismo que terá como presidente o empresário Antonio Miguel Espolador Neto,presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP),entidade que ao lado da Associação Comercial de Campo Largo tomou a iniciativa de trabalhar pela implantação do organismo na região Sul do Estado,pretende estimular o desenvolvimento socioeconômico mediante o oferecimento de garantias a micros empreendedores individuais e pequenas e médias empresas com restrições à obtenção de crédito. O presidente Antonio Espolador Neto revelou que da mesma forma que os micro e pequenos empreendedores de outras regiões “contam com esse importante apoio criado pelo Sebrae,a partir de agora a região Sul estará integrada ao sistema garantidor de crédito,por meio de assessoria especializada na elaboração dos projetos posteriormente encaminhados aos agentes financeiros”. O presidente lembrou que a sociedade garantidora preencherá uma lacuna que persiste há muito tempo,passando a otimizar a atividade de micro e pequenas empresas que “sempre tiveram dificuldade na obtenção de recursos para a composição do fundo garantidor”,acrescentou. Com foro na cidade de Curitiba e sede em dependências físicas da Associação Comercial do Paraná,a Sociedade de Garantia de Crédito será constituída por número ilimitado de associados (pessoas físicas e jurídicas),devendo ser administrada por uma diretoria executiva integrada por um diretor presidente e um vice,indicados pelo Conselho de Administração e aprovados pela Assembleia Geral Ordinária. A SGC com atuação na região Sul do Paraná terá abrangência territorial sobre os seguintes municípios:Curitiba,Adrianópolis,Agudos do Sul,Almirante Tamandaré,Antonina,Araucária,Balsa Nova,Bocaiúva do Sul,Campina Grande do Sul,Campo do Tenente,Campo Largo,Campo Magro,Carambeí,Castro,Cerro Azul,Colombo,Contenda,Doutor Ulisses,Fazenda Rio Grande,Fernandes Pinheiro,Guamiranga,Guarapuava,Guaratuba,Imbituva,Ipiranga,Irati,Itaperuçu,Ivaí,Lapa,Mandiritiba,Matinhos,Morretes,Palmeira,Paranaguá,Piên,Pinhais,Piraquara,Ponta Grossa,Pontal do Paraná,Prudentópolis,Quatro Barras,Quitandinha,Rebouças,Rio Branco do Sul,Rio Negro,São José dos Pinhais,São Mateus do Sul,Teixeira Soares,Tibagi,Tijucas do Sul e Tunas do Paraná.

Assespro-Paraná,ABES,CITS,BNDES e BRDE apresentam linha de crédito para empresas de TI inovadoras

No dia 17 de setembro,a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software),o CITS (Centro Internacional de Tecnologia de Software) e a Assespro (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) apresentarão a parceria entre o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) para oferecer a linha de crédito MPME Inovadora criada para apoiar o aumento da competitividade das Micro,Pequenas e Médias Empresas que inovam. Focado nas empresas de Tecnologia da Informação do Paraná,o evento ocorrerá no auditório do BRDE,em Curitiba.André Medrado,analista do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do BNDES,explica que a região Sul foi escolhida para a divulgação dessa nova linha de crédito por concentrar um grande número de empresas com características inovadoras na área de TI.“Com as melhores taxas de juros disponíveis no mercado (para o PSI - Programa de Sustentação do Investimento,a taxa é 4% ao ano),essa nova linha de crédito é uma grande oportunidade das empresas de TI da região conseguirem o investimento necessário para introduzir seus projetos inovadores no mercado”,afirma Jorge Sukarie,presidente da ABES.O programa iniciará na região com um volume estimado de crédito de R$ 300 milhões,que poderá ser solicitado por empresas sediadas no País que sejam classificados como MPMEs.“A MPME Inovadora foi criada para atender todos os segmentos da economia,mas neste evento,teremos a oportunidade de expor às empresas de TI do Paraná as condições diferenciadas de financiamento oferecidas para as empresas inovadoras”,comenta André Medrado.De acordo com o Superintendente da agência do BRDE no Paraná,Paulo Cesar Starke Junior,a instituição se estabeleceu em 2013 como principal financiador da inovação na Região Sul. “O BRDE desenvolveu e implementou o Programa BRDE INOVA,que traz condições específicas para viabilizar o financiamento de projetos inovadores. Foi o primeiro agente financeiro credenciado pela FINEP para operar a linha INOVACRED e hoje é o agente financeiro líder no País em valor contratado na linha”,disse Paulo Starke,ao lembrar que o primeiro projeto inovador financiado após a formalização da parceria foi do Paraná.Respeitando as condições de financiamento de cada uma das empresas proponentes,tendo em conta a sua capacidade de endividamento,a participação básica é de até 100% dos itens financiáveis,com limite máximo de R$ 10 milhões por empresa. O prazo de carência está acima das linhas usuais do BNDES,podendo alcançar 36 meses. Como alternativa de garantia,o BNDES e o BRDE estarão disponibilizando o FGI (Fundo Garantidor para Investimento),um fundo de baixo custo e de fácil acesso.Para que uma empresa seja entendida como inovadora será exigido que ela atenda a um dentre diversos critérios:utilize o Cartão BNDES para serviços de tecnologia;tenha MPS.BR;esteja em um Parque Tecnológico;tenha participado de uma incubadora de empresas;tenha recebido investimento de um fundo voltado para empresas inovadoras;participe do SIBRATEC (Sistema Brasileiro de Tecnologia);entre muitas outras alternativas. Para mais informações sobre o Programa,acesse:http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Programas_e_Fundos/MPME_Inovadora.htmlAGENDA DO EVENTOData:17 de setembro de 2014Horário:das 14:00 às 16:00 Local:Palacete dos Leões - BRDE - Av. João Gualberto,570 – Alto da Glória – Curitiba/PRAs vagas para o evento são limitadas. Para mais informações e inscrições,por favor,entre em contato com o CITS,pelo telefone (41) 3025-9659 ou pelo e-mail:maria.passos@cits.br

Fomento Paraná terá R$ 80 milhões para projetos de inovação

A Fomento Paraná iniciou o processo de habilitação para operacionalizar uma nova linha de crédito criada pelo Programa Inovacred,da Agência Brasileira de Inovação (FINEP). O assunto foi debatido em uma reunião com o chefe do departamento de operações descentralizadas de crédito reembolsável da Finep,Rodrigo Coelho,nesta quarta-feira (15). A nova linha é voltada ao desenvolvimento de novos produtos,processos ou serviços,marketing ou inovação organizacional,ou ainda aprimoramento de tecnologias existentes. O objetivo é ampliar a competitividade das empresas. A nova linha de crédito deve beneficiar principalmente micro e pequenas empresas,com faturamento de até R$ 16 milhões por ano,que poderão financiar projetos com valores entre R$ 150 mil e R$ 2 milhões. Empresas de médio porte,com faturamento de até R$ 90 milhões por ano,poderão financiar projetos até o limite de R$ 10 milhões. De acordo com o presidente da Fomento Paraná,Juraci Barbosa,essa nova linha de crédito para a inovação reforça a política do governo Beto Richa para o setor reconhecendo a importância da inovação como diferencial para as empresas para abrir novos mercados ou se consolidar. “O estado regulamentou a Lei da Inovação,que cria benefícios e estabelece mecanismos de cooperação entre os setores público e privado e universidades para pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico”,afirmou. “E a Fomento Paraná,em sua missão de estimular iniciativas que movimentem a economia e gerem emprego e renda,está formatando mais uma ferramenta para assegurar o desenvolvimento tecnológico nas empresas paranaenses”. Rodrigo Coelho disse que a linha Inovacred integra o programa de descentralização das atividades da instituição,por meio do credenciamento de novos agentes financeiros nos estados. Segundo ele,outros seis bancos de desenvolvimento e agências de fomento estão em processo de credenciamento no Inovacred. “Essa linha resolve um gargalo do financiamento da inovação no país,porque hoje há uma cultura de que capital para investir é sempre para investimento fixo ou capital de giro”,afirma Coelho. “E os recursos dessa linha não são voltados apenas para empresas de tecnologia,mas sim para quem desenvolve tecnologia e isso ocorre em qualquer setor,seja na área de alimentos,na agroindústria,na saúde,entre outros setores”,explica. O gerente de mercado da Fomento Paraná,Kedny Bostelmann,informa que a previsão é que os primeiros financiamentos possam ser encaminhados ainda no início do segundo semestre de 2013. “O Paraná possui parques tecnológicos,incubadoras de empresas e diversos Arranjos Produtivos Locais,além do trabalho de entidades como a Federação das Indústrias do Paraná,voltado à inovação. Vamos aproveitar toda essa expertise e trabalhar em parcerias”,diz ele.

FINEP tem R$ 8 bi de crédito para financiar empresas inovadoras

A FINEP reafirma para 2013 a decisão de apoiar e ampliar o crédito para empresas com foco em inovação. Esta política se reflete em números. Para novas operações de crédito,a financiadora vai oferecer recursos de R$ 8 bilhões para contratações e espera desembolsar mais de R$ 5 bilhões,de acordo com as novas políticas do governo. Esses recursos vêm de diversas fontes de captação,como o PSI (Plano de Sustentação do Investimento),com cerca de R$ 4 bilhões. Compõem ainda o orçamento recursos próprios,além de outros vindos do FAT,Funttel e FNDCT. O anúncio dos recursos foi feito em conjunto com o lançamento de um novo programa de crédito para micro,pequenas e grandes empresas,o INOVACRED. A partir de 1º de janeiro,os projetos de inovação,financiados com recursos do PSI,serão contratados com taxas de juros de 3,5%,consideradas as menores do mercado. O prazo para pagamento é de até 10 anos com quatro de carência. Os novos limites foram definidos pela Resolução Nº 4.170,de 20/12/12,editada pelo Banco Central,que estabelece as condições necessárias à concessão de financiamentos passíveis de subvenção econômica com equalização das taxas de juros. Com isso,a FINEP dobrou de R$ 3 bi para R$ 6 bi o limite de concessão de crédito com taxas de juros subsidiados ,“o que permite que a financiadora contrate até R$ 8 bi em 2013”,garante o diretor de Administração e Finanças da FINEP,Fernando Ribeiro.“O compromisso da FINEP é ampliar a oferta de recursos e até correr riscos com as empresas dispostas a inovar”,esclarece o diretor. Há boas novas também vindas das operações sem retorno. A FINEP executou 100% do orçamento do FNDCT de 2012,considerando os limites fiscais. O orçamento inicial era de R$ 2,8 bi,mas o Governo autorizou a execução de R$ 2,1 bilhões,que foram totalmente comprometidos. Fonte:www.finep.gov.br