Sage expande parceria para fornecimento de solução ERP

A multinacional Sage – líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas – está investindo na expansão da sua atuação no mercado brasileiro de ERP.A empresa acaba de fechar uma parceria estratégica com a InfoAxis,especializada em soluções de gestão de desenvolvimento de produto PLM e IoT,a “Internet das Coisas”.Por meio da iniciativa,a InfoAxis passará a fornecer o Sage X3,solução de gestão empresarial voltada para pequenas e médias empresas,nas regiões sudeste e sul do país. “A entrada do Sage X3 no nosso portfólio vai permitir a oferta aos nossos clientes de toda a gama de soluções para a gestão de desenvolvimento e fabricação dos produtos e serviços”,afirma Edward Pereira Júnior,presidente da companhia.Segundo ele,as empresas com necessidade de iniciar a implantação da indústria 4.0,com as soluções de IoT serão as principais beneficiadas com a parceria. “Vamos contar com a tecnologia completa de gestão para atender as novas demandas dos clientes,que buscam por produtos e serviços mais customizados,flexíveis e com maior qualidade”,explica.O Vice-presidente de Enterprise da Sage para a América Latina,Rui Nogueira,explica que o Sage X3 tem um diferencial de mercado que é apoiar as indústrias que buscam maior eficiência,conveniência e menores custos em seus processos acompanhando a conectividade e as novas tecnologias que envolvem a indústria 4.0. “A nossa solução apoia a transformação digital da gestão da manufatura,melhorando os processos de automação,decisórios e ampliando as vantagens competitivas,além da eficiência das organizações”,finaliza.

Enquanto as novas tecnologias avançam,mulheres ainda são minoria em TI

Celebrado em 15 de agosto por profissionais de tecnologia em todo o mundo,o Dia da Informática marca a data em que os norte-americanos John Eckert e John Mauchly apresentaram,em 1946,o ENIAC:o primeiro equipamento eletrônico chamado de computador no mundo. Criado a pedido do Exército dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial,o equipamento tinha capacidade de processamento de 5 mil operações por segundo.Se por um lado muita coisa mudou - de lá para cá - com o surgimento das novas tecnologias,por outro,este mercado pouco avançou com as diferenças de gênero. Apesar de as mulheres já representarem mais de 49% dos postos de trabalho no mundo,a área de TI ainda apresenta-se pouca aberta ao público feminino.Entre as companhias do S&P 100,o ranking com as maiores empresas do mundo compilado pela agência de risco Standard & Poor’s,20% delas têm,pelo menos,uma diretora. No Brasil,o quadro não é diferente. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE,dos mais de 580 mil profissionais de TI que atuam no país,apenas 20% são mulheres.A empresa britânica de software de gestão Sage,que tem como vice-presidente de Bots e Inteligência Artificial,Kriti Sharma,uma das 30 especialistas em tecnologia abaixo dos 30 anos escolhidas pela Forbes,vem investindo em uma série de iniciativas para reverter o atual cenário. “As empresas precisam redefinir o conceito de liderança,entender que a diversidade é necessária e benéfica para os seus negócios e,ainda,valorizar as competências das profissionais que têm o potencial para cargos estratégicos”,explica José Carlos Nascimento,diretor de RH da Sage Brasil. Na sua opinião,é inadmissível nos dias de hoje as mulheres ainda enfrentarem eventuais desvantagens em relação aos homens por questões de gênero,como a desigualdade salarial.O Programa de mentoria chamado Women@Sage é uma das frentes escolhidas pela empresa para apoiar e desenvolver as competências de suas colaboradoras. Desde a sua criação em fevereiro de 2016,quase 80 mulheres já receberam algum tipo de aconselhamento,ideias e insights que ajudaram no enriquecimento das suas experiências profissionais na companhia. Indicados pelos Business Partners da empresa de acordo com suas aptidões e conhecimentos,os 29 mentores – compostos por homens e mulheres vindos de toda a organização,incluindo o comitê executivo - atuam como um consultor confidencial e confiável,fornecendo orientação,treinamento e ferramentas que contribuem para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de seus mentorados. “O programa é um importante passo para o nosso compromisso com a diversidade e a inclusão na empresa”,esclarece Nascimento.

Cinco princípios éticos para o desenvolvimento de Inteligência Artificial no mundo dos negócios

Escolhida entre os 30 especialistas em tecnologia abaixo dos 30 anos pela Forbes,vice-presidente de Bots e IA da Sage,Kriti Sharma,aponta os caminhos para o uso responsável da inteligência Artificial no ambiente corporativo A crescente aplicação da inteligência artificial no mundo dos negócios torna essencial a adoção de princípios sólidos que assegurem a ética e a responsabilidade no uso dessas novas tecnologias. Quem faz o alerta é Kriti Sharma. Escolhida para integrar a lista dos “30 abaixo dos 30” da revista Forbes,a executiva de apenas 29 anos é vice-presidente global de Bots e Inteligência Artificial da Sage,líder de mercado em softwares de gestão para pequenas e médias empresas.Pensando nisso,a Sage estabeleceu cinco princípios,que passam a nortear toda atuação da companhia nesse segmento,agora reunidos no documento “A Ética do Código:5 princípios éticos para desenvolver Inteligência Artificial para negócios”. Kriti explica que o estabelecimento de critérios claros nesse sentido mostra-se fundamental para proteger usuários e garantir segurança e confiabilidade dessas ferramentas. É ainda um caminho para que essas soluções sejam inclusivas e expressem a diversidade de seus usuários.“Desenvolver chatbots e inteligência artificial que sejam úteis para os nossos clientes é a parte fácil. São muitos os questionamentos que emergem com o advento da inteligência artificial. Por isso,desenvolvemos nossa ação nesse segmento com base em uma série de valores. São esses princípios essenciais que,na nossa visão,contribuem para assegurar que nossos produtos serão seguros e éticos”,explica Kriti.Os cinco princípios que norteiam mundialmente a estratégia da Sage para IA também guiam a atuação da companhia no Brasil. Por aqui,a empresa criou o Sage Labs,uma equipe encarregada de pensar em maneiras de empregar novas tecnologias em software que os clientes usam todos os dias. “Alguns dos funcionários são cientistas de dados e usam várias ferramentas colaborativas para entender como podemos servir melhor nossos clientes. Esta equipe também colabora para manter os nossos colegas atualizados com novos desenvolvimentos de tecnologia e como eles podem ser aplicados em nossos negócios”,esclarece David Pereira,VP de Product Engineering na Sage Brasil.A Ética do Código:5 princípios éticos para desenvolver Inteligência Artificialno mundo dos negócios1. IA deve refletir a diversidade de seus usuários.Precisamos criar inteligência artificial que seja diversa em sua origem. Como comunidade industrial e tecnológica,temos de desenvolver mecanismos efetivos para barrar o preconceito e qualquer sentimento adverso que possam ser assimilados pela IA,de forma a assegurar que ela não irá perpetuar estereótipos. A não ser que tenhamos equipes,bases de dados e design cuja natureza seja a diversidade,estamos sob risco de repetir a desigualdade que marcou revoluções passadas.2. IA deve ser responsável,assim como seus usuáriosNós aprendemos que os usuários estabelecem um relacionamento com a IA e começam a confiar na mesma após algumas poucas interações. Com a confiança,vem a responsabilidade. A IA precisa ser responsabilizada por suas ações e decisões,como se fosse um ser humano. Não se pode permitir que a tecnologia fique inteligente ao ponto de não ser responsável. Não aceitamos esse tipo de comportamento de outras profissões especializadas. Então,por que a tecnologia deveria ser a exceção?3. Recompense a IA por "mostrar o seu funcionamento"Qualquer sistema de IA que aprenda com exemplos ruins pode acabar se tornando socialmente inadequado - temos que lembrar que a maior parte da IA de hoje não tem conhecimento do que está dizendo. Somente a ampla audição e a aprendizagem de diversas bases de dados resolverão isso.Uma das abordagens é desenvolver um mecanismo de recompensa ao treinar a IA. As medidas de aprendizagem de reforço devem ser desenvolvidas não apenas com base no que AI ou robôs fazem para alcançar um resultado,mas também sobre como a IA e robôs se alinham com os valores humanos para atingir esse resultado particular.4. O jogo da IA deve ser igual para todosTecnologia de voz e robôs sociais fornecem novas soluções de acesso,especificamente para usuários desfavorecidos por problemas de visão,dislexia e mobilidade limitada. Nossa comunidade empresarial tecnológica deve acelerar o desenvolvimento desses recursos a fim de oferecer condições igualitárias e ampliar os talentos que temos,tanto nas profissões da área contábil quanto da tecnológica.5. IA substitui. Mas também deve criar.O melhor caso de uso da IA é automação – atendimento ao cliente,fluxo de trabalho e processos baseados em regras são os panoramas perfeitos nos quais a IA se revela.A IA aprende mais rápido que os humanos e é muito boa em tarefas repetitivas,do dia-a-dia. E,no longo prazo,é mais barata que os humanos. Haverá novas oportunidades criadas pela robotização de tarefas e temos que treinar as pessoas para essa perspectiva – permitindo que elas possam se concentrar naquilo em que são boas,construindo relacionamentos e cuidando dos clientes. Sem jamais esquecer a necessidade de empatia humana nas profissões centrais como aplicação da lei,cuidados,proteção e complexas tomadas de decisão.Liderando pelo exemploCom o lançamento de seu chatbot,o Pegg,a Sage lidera uma revolução financeira de contabilidade em vários países.Projetado com a intenção de liberar os clientes de atividades que os impedem de se concentrar nas tarefas de maior valor,e com 100% de conformidade com os princípios básicos da IA da Sage,o Pegg atua como um assistente inteligente para pequenas empresas,permitindo que os usuários rastreiem despesas e gerenciem finanças por meio de aplicativos de mensagens como o Facebook Messenger.Um ano após seu amplo lançamento,o sistema já reúne dezenas de milhares de usuários em 135 países em todo o mundo.No Brasil,a expectativa é que o chatbot de emissão de notas fiscais por meio de um bate-papo com o assistente virtual seja lançado oficialmente até o final do segundo semestre de 2017. “Estamos muito otimistas com a chegada do primeiro emissor de nota fiscal com inteligência artificial no país. Os feedbacks dos clientes que estão testando o sistema são muitos positivos e temos certeza de que o Pegg vai facilitar o dia a dia dos empresários brasileiros”,finaliza Pereira.

“Será que o Excel é tudo isso?” é o tema do novo e-book da Sage

A empresa Sage,líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas,acaba de lançar mais um e-book dedicado a empreendedores.Desta vez,a publicação demonstra como o programa Excel,da Microsoft,pode contribuir na gestão de empresas e,ao mesmo tempo,como o crescimento de uma empresa depende de processos mais rápidos e eficazes,funções que um software de gestão consegue realizar em minutos.Muitas empresas utilizam planilhas do Microsoft Excel para analisar e relatar dados corporativos e o tempo gasto com esses processos pode ser otimizado ao se utilizar um software que automatiza e gera relatórios e dashboards em instantes,facilitando a gestão.Uma alternativa de ferramenta capaz de organizar e gerir o planejamento de uma empresa é o Sage Start. Dedicado à gestão empresarial,o sistema é dividido em módulos para controle financeiro,vendas,estoque,ponto de venda e emissão de notas.Quer saber mais? Clique aqui e faça o download do e-book gratuitamente,que pode ser considerado um aliado de quem pretende reorganizar e modernizar os padrões da empresa.Parceira dos micro e pequenos empresários,a Sage contribui mensalmente para a qualificação do público empreendedor com e-books,webinar e treinamentos gratuitos. Os temas são variados e incluem desde fluxo de caixa até dicas de marketing digital.

Sage lança nova plataforma para fornecedores independentes de software

A Sage,multinacional líder de mercado para sistemas de pagamento,contabilidade e folha de pagamento,lança hoje o “Sage Marketplace”,uma nova plataforma global de distribuição para que fornecedores independentes de software (ISVs,na sigla em inglês) possam apresentar seus suplementos às soluções já oferecidas pela Sage.O “Sage Marketplace” é um site global único que reúne os aplicativos desenvolvidos como complementos aos produtos da marca Sage,incluindo o Sage One e o Sage Live. As soluções serão disponibilizadas a todos os clientes da Sage,que poderão adquirir os suplementos em contato direto ao fornecedor independente.A novidade sucede o lançamento do Programa Global de Parcerias da Sage (GPP,na sigla em inglês),um modelo reinventado que proporciona benefícios e incentivos de nível internacional para parceiros,contribuindo para a conquista de novos clientes e ao desenvolvimento dos negócios,por meio do crescente portfólio global,que inclui os produtos Sage One,Sage Live,Sage Impact e Sage X3. Disponível a partir de hoje,o GPP introduziu um modelo simplificado de engajamento para todos os parceiros,incluindo integradores de sistemas,revendedores (incluindo revendedores de valor agregado),ISVs e desenvolvedores.“Este é apenas o início para o ‘Sage Marketplace’. Muitos fornecedores independentes estão se juntando à Sage no desenvolvimento de extensões ao nosso portfólio online,agregando valor aos clientes em soluções globais,como o Sage One e o Sage Live,com a criação de suplementos que enriquecem o produto para além da sua função principal. É uma excelente oportunidade para que fornecedores independentes passem a integrar a nossa comunidade em crescimento,ampliando seus negócios com a Sage”,diz Michael De Jongh,vice-presidente Global de ISV e Programa de Desenvolvimento.Já estão disponíveis no Sage Marketplace suplementos que vão desde suporte para fluxo de caixa até extensões para e-commerce. Para mais informações,visite www.sage.com/marketplace.