Levantamento da Ticket revela que 35% dos trabalhadores da Região Sul não fizeram home office na última semana

Felipe Gomes, Diretor - Geral da Ticket

Felipe Gomes, Diretor – Geral da Ticket

A Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred, realizou um levantamento entre os dias 20 e 22 de março, com mais de 7 mil usuários de seus benefícios, como o Ticket Restaurante e o Ticket Alimentação, em todo o Brasil. Na oportunidade, os empregados foram questionados sobre como a empresa em que trabalham está se adaptando para manter suas atividades, mesmo diante desta crise global de saúde. No recorte da Região Sul, destaca-se o fato de que 35% dos participantes revelarem que o seu local de trabalho não conta com uma política de home office, e que não a aderiram até o momento.

A pesquisa revela ainda outros dados relacionados à rotina, entre os quais, aspectos positivos, como : 14% dos entrevistados destacaram como benefício não perder tempo para se deslocar ao trabalho com o transporte público; 11% estar próximo da família; 10% o desafio de uma nova forma de trabalho ; 10% o conforto; 9% apontaram a flexibilidade de horário ; outros destacaram a produtividade pessoal (7%) e a privacidade (7%).

“Fomos ouvir os empregados que fazem parte da nossa base de usuários e que utilizam nosso aplicativo em smartphones como uma forma de mostrar o cenário do trabalho remoto dos brasileiros nesta última semana. No Sul, percebemos certo equilíbrio entre os empregados que trabalharam remotamente e os que não. Esse cenário que deve mudar nos próximos dias. Ainda no recorte local, chama a atenção o fato de que 16% dos que já estão em esquema de home office manifestaram o sentimento de proteção por estar em casa, algo muito positivo para a população que lida com um fato novo, e que mobiliza o mundo inteiro”, destaca o Diretor-Geral da Ticket, Felipe Gomes

Já nos aspectos que os deixam insatisfeitos no trabalho a distância, estão: o distanciamento dos colegas (17%); o isolamento (16%); e a distração (15%). Para 14%, é ruim, por não ter tanta informação da empresa ; 15% desaprovam, por não contar com uma estrutura em casa para o trabalho remoto; 9% destacaram o baixo grau de networking ; e 8% diserram que estão trabalhando mais em casa do que quando estão na empresa.

As ferramentas mais utilizadas pelos empregados da Região Sul no trabalho remoto são: os grupos do WhatsApp e aplicativos de conversa (20%); troca de e-mails (15%); notebook (12%); ferramentas existentes na empresa (12%); vídeochamadas e ligações pontuais (10%); reuniões diárias por vídeochamada (10%); telefone digital instalado no computador (4%); e, em alguns casos, não há um procedimento definido (3%).

Dos trabalhadores da região que estavam em esquema de home office na última semana, 41% são do Paraná, seguidos de: 34% do Rio Grande do Sul; e 25% de Santa Catarina. Ainda no recorte local, para 61%, a política de home office foi instituída para toda a organização na última semana; para 15%, apenas para colaboradores diretos; 12% relatam que foi aplicada somente para pessoas consideradas do grupo de risco; 1%, para os casos de retorno de viagem; e 11% relataram outras questões.

O levantamento também mostra que 49% dos profissionais que estiveram em trabalho remoto são de organizações com mais de 500 funcionários, e os setores que se destacam na adesão da modalidade são os de serviços, como os das áreas de tecnologia e financeira.

Dos trabalhadores que apontaram não estar trabalhando em home office, 37% são de empresas com mais de 500 funcionários; com destaque para o setor de serviços, entre eles, os essenciais como segurança e limpeza, seguido da área da saúde, como clínicas, hospitais e planos de saúde.

Nas respostas desses trabalhadores, ainda que não estejam trabalhando em casa, as empresas implementaram medidas em relação ao novo coronavírus, como: 30% revelaram receber informações sobre sintomas e dicas de prevenção; 26% destacaram reforços na limpeza geral; 11% relataram medidas como alteração dos horários das equipes, 10% que aumentaram a distância entre as pessoas no trabalho; outros 10% falaram de reforços no canal interno de saúde; e 8% destacaram o fato de não ter sido implementada nenhuma medida.

“Sabemos da necessidade de as empresas adaptarem sua rotina para preservar o bem-estar de suas pessoas, equilibrando com o mínimo impacto em suas atividades neste período crítico. Aqui, na Ticket, vivenciamos na prática o quanto o home office pode ser produtivo, e percebemos agora o quanto se torna ainda mais relevante – e até estratégico – em um momento que demanda novos modelos de trabalho”, finaliza Gomes.

A Ticket na luta contra o novo coronavírus

A Ticket também tem estruturado uma série de iniciativas com o seu público interno, a fim de orientar sobre mecanismos de prevenção do coronavírus. Entre as medidas, estão a ampliação do home office — uma prática que a empresa já mantinha com toda a sua força de vendas — para grande parte dos colaboradores da área administrativa.

Em casa, os funcionários também estão recebendo orientações de saúde com foco no Covid-19, por meio de webinars. Também foi disponibilizado um canal exclusivo de comunicação com foco no esclarecimento de dúvidas, orientações e direcionamentos sobre o covid-19 para todos os colaboradores e dependentes cadastrados no plano de saúde. Por meio de um aplicativo, que já tem o histórico de saúde de todos os colaboradores, por meio do Circuito Saúde, programa anual no qual o Grupo realiza o mapeamento da saúde dos seus colaboradores, em todas as localidades onde opera, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida, estimular a produtividade e, consequentemente, reter talentos.

Em outra iniciativa, acessível a toda a população, a Ticket colocou sua inteligência artificial, a EVA (Edenred Virtual Assistant) a serviço da comunidade para dar orientações confiáveis sobre os mecanismos de prevenção de contágio e transmissão do covid-19, ou coronavírus, como é conhecida a doença que colocou o mundo em situação de pandemia.
A inteligência artificial já está apta a compartilhar as novas informações assim que o chatbot é ativado, no portal e na fan page da marca no Facebook, e está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. A EVA também está programada para compartilhar respostas importantes sobre o vírus, por exemplo, o que é a doença, quais os sintomas que provoca e como previnir seu contágio e transmissão. Todas as orientações oferecidas pela IA da Ticket contam com o respaldo de orientações vindas de profissionais da saúde e estão alinhadas com as recomendações do Ministério da Saúde.

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