Planos de saúde ganham mais de 127 mil beneficiários na região Sul durante a pandemia

Planos de saúde ganham mais de 127 mil beneficiários na região Sul durante a pandemia

Desde junho de 2020, os 3 Estados da região tiveram aumento; para a FenaSaúde, aumento reflete a preocupação cada vez maior dos brasileiros com a saúde

Os planos de saúde ganharam 1,3 milhão de novos beneficiários nos últimos nove meses em todo o país, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) sobre o comportamento do mercado durante a pandemia. Em junho, o sistema contabilizava 46,7 milhões de beneficiários, o patamar mais baixo de 2020. Em março deste ano, o número chegou a 48 milhões.

Uma das regiões que registraram crescimento foi o Sul do país. Análise feita pela FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) mostra que os planos de saúde ganharam quase 127 mil novos beneficiários na região entre junho de 2020 e março de 2021. Houve aumento em todos os Estados sulistas.

No Paraná, maior mercado do setor na região, com 2,8 milhões de beneficiários (25,16% da população coberta), foram 50,1 mil novos contratos.

Já no Rio Grande do Sul, segundo maior mercado da região, com 2,5 milhões de beneficiários (22,30% da população coberta), ingressaram 37,2 mil beneficiários no sistema.

Em Santa Catarina, 39,4 mil novos beneficiários ingressaram na saúde suplementar no período, totalizando 1,4 milhão de usuários no sistema, o que representa 20,57% do Estado.

“A entrada de mais 1,3 milhão de beneficiários nos planos demonstra a preocupação dos brasileiros com a saúde. Esse fenômeno aconteceu em todas as regiões do Brasil e foi bastante importante no Sul. A pandemia reforçou ainda mais a necessidade de contar com atendimento de qualidade”, destaca Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde. A entidade representa os 15 maiores planos do país, que juntos respondem por 40% do mercado.

O Brasil ganhou quase 1,3 milhão de beneficiários de planos de saúde entre junho de 2020 e março de 2021, e a maior expansão de beneficiários se deu nas carteiras de planos coletivos (empresariais e por adesão), saindo de 37,7 milhões para 38,9 milhões (+3,19%). Nos planos individuais a variação foi de 0,60%, uma pequena alta de 9,013 milhões para 9,067 milhões de pessoas.

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