Quanto ganha um freelancer da área de tecnologia?

Quanto ganha um freelancer da área de tecnologia?

Devido à necessidade de digitalização dos negócios impulsionada pela pandemia, a Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, viu a busca das empresas por profissionais das áreas de TI, Programação, Design e Multimídia crescer exponencialmente desde o início da quarentena – a procura por cientista de dados em 2020, por exemplo, aumentou 7300%, e por analista de dados 2100%. De acordo com o relatório anual da Workana, dentre 67,8% dos empreendedores que precisaram se adequar para vender online, quase 60% o fizeram contratando freelancers.

Se aumenta procura, aumenta também o valor do passe desse tipo de profissional. Um levantamento sobre ticket médio, que é o valor médio que um profissional ganha por projeto, realizado pela Workana revelou que entre março/20 e março/21, no setor de TI & Programação, os desenvolvedores de aplicativos para Android e IOS e os desenvolvedores web foram os que mais lucraram, como podemos ver no ranking de ticket médio do setor:

• Desenvolvedores de apps para Android e IOS > de R﹩2.483

• Desenvolvedores web > R﹩1.101

• Desenvolvedor de e-commerce > R﹩1092,

• Desenvolvedor de aplicativos para desktop > R﹩1080

• Cientista de dados > R﹩741

E como a criação de sites e aplicativos envolve também a aparência desses canais e os textos que neles são veiculados, as categorias Design & Multimedia, e Tradução & Conteúdo, também figuraram entre as mais requisitadas.

• Designer de aplicativo mobile > R﹩900

• Imagem corporativa > R﹩473

• Web designer > R﹩440

• Criador de conteúdo para mídias sociais > R﹩200

• Redator para websites > R﹩199.

Para Daniel Schwebel, country manager da Workana, estar no ambiente digital não é mais uma opção, mas sim uma regra às empresas que querem continuar de portas abertas e enfrentar a crise econômica – fora a crise de saúde global – que tem afetado a todos nós. “É inegável que há mais oportunidades a freelancers que atuam em áreas voltadas à tecnologia e à digitalização, primeiro porque está havendo um movimento muito grande das companhias para estar onde os clientes estão – online -, segundo porque há uma escassez de profissionais desse setor, ainda mais para atuar como CLT. Contratar autônomos para projetos pontuais acaba sendo uma opção vantajosa – e talvez a única hoje e nos próximos anos – a empresas e trabalhadores “, afirma Schwebel.

Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – Brasscom – sinalizou que, por ano no Brasil, se formam cerca de 46 mil profissionais com perfil para trabalhar nesse setor, e que a demanda por profissionais de TI no país até o ano de 2024 será de 420 mil pessoas.

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