Preparação antecipada define o sucesso do e-commerce na Black Friday

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A Black Friday de 2017 está marcada para o próximo dia 24 de novembro. Durante eventos como esse, o e-commerce tem um volume brutal de acessos, chegando a aumentar de 10 a 20 vezes o número de visitantes em comparação com dias normais. “Os investimentos feitos em infraestrutura e aplicações de TI em anos anteriores sempre deixam um legado estrutural que, obviamente, já é um bom ponto de partida para este ano, mas, como o e-commerce é muito dinâmico, provavelmente as páginas e suas funcionalidades já não são mais as mesmas”, explica Alexis Rockenbach, co-fundador e presidente da Compasso, uma empresa UOLDIVEO.

Segundo o executivo, no e-commerce não é possível ter exatidão sobre qual volume de tráfego será registrado ou que tipo de comportamento diferente das edições anteriores ocorrerá. Observando este contexto e todas suas variáveis, para garantir melhor experiência dos consumidores, o ideal é se planejar com antecedência e se preparar com todas as ferramentas possíveis, ter um alinhamento constante entre as áreas de negócios e da TI e assim minimizar a chance de ser surpreendido com algo que fuja do controle. A cada evento como este é necessário validar e testar todas as páginas e recursos novamente.

Outro ponto que reforça este cuidado é o crescimento ano após ano. “Nossos principais clientes têm apresentado grande crescimento ano a ano (Gráfico1) e preveem para 2017 o dobro de tráfego em relação a 2016 na semana Black Friday (segunda a domingo, com pico na sexta). O crescimento do número de page views no grupo dos maiores clientes atendidos pela Compasso foi de 24,3%, em 2016, em comparação ao ano anterior. Em função disso, é necessário um processo contínuo de preparação antes do evento”, afirma.

A preparação prematura elimina por completo as maiores queixas e problemas comumente atrelados ao evento, como a indisponibilidade ou lentidão causada tanto pela falta de capacidade de processamento de tráfego simultâneo ou pela rajada de acessos vinda de sites externos ou afiliados. É necessário prever até movimentos mais simples, como atualizações do sistema que, em meio à grande movimentação do evento, podem também congelar o sistema por longos períodos.

A TI das empresas de e-commerce usa um conjunto diverso e abrangente de diferentes soluções, desde a camada de infraestrutura, de hardware, sistema operacional, banco de dados, servidores de aplicação e ferramentas que rodam nesta base. Cada uma dessas ferramentas tem um nível de complexidade e demanda recursos especializados para fazer as configurações, acompanhamento e monitoração. Nenhuma empresa consegue passar de forma tranquila pela Black Friday sem incrementar essas equipes porque realmente o trabalho aumenta.

“Hoje, atuamos com 430 profissionais, que trabalham exclusivamente atendendo as demandas desses clientes de e-commerce. Nosso valor está em ser o braço de expansão da capacidade de atendimento não só durante a Black Friday, mas durante a preparação das otimizações que ocorrem ao longo do ano”, explica. Entre os clientes de e-commerce atendidos pela companhia, estão empresas dos setores: moda, indústria, eletroeletrônicos, livros, equipamentos profissionais, cosméticos, e programas de ponto e fidelidade. O UOLDIVEO é responsável pelos serviços de aplicações, plataforma e infraestrutura para os maiores sites de e-commerce brasileiros.

A Compasso é a maior implementadora no Brasil de plataformas e-commerce de classe Global, com destaque para projetos com a plataforma Oracle Commerce, onde está concentrado o maior número de implementações locais. Esta solução está entre as três principais plataformas globais que lideram o quadrante mágico do Gartner.

No Brasil, dentre os maiores sites e-commerce brasileiros, há mais de 40 clientes que utilizam as plataformas líderes na visão do Gartner, dos quais mais de 60% contam com os serviços de implementação e sustentação da Compasso.

Em um contexto mais amplo, dentro de sua estratégia multicloud, o grupo UOLDIVEO vem agora ampliando a cobertura de serviços para um leque mais abrangente de aplicações, de modo a ser capaz de suportar também as demandas de clientes que se beneficiam de outras plataformas de aplicação, também líderes de mercado. Entre estas iniciativas, UOLDIVEO formalizou neste ano uma nova parceria com a SAP, de modo a incluir serviços especializados na Suite Hybris em seu portfolio também, trazendo uma cobertura ainda mais ampla de ofertas para o mercado local.

É importante salientar que a Black Friday não é o único evento sazonal que tem aumento de tráfego. Ele é o pico na maioria dos portais de e-commerce, mas existem outras empresas que no Dia das Mães, Dia dos Pais, das crianças e Natal registram grande aumento no tráfego, não necessariamente na mesma volumetria, mas que se aproximam muito da Black Friday. Além disso, existem eventos fora do calendário, como campanhas e promoções específicas que geram o mesmo efeito multiplicador do tráfego.

“O que é trabalhado em relação à Black Friday vale também para toda espécie de eventos sazonais de aumento de tráfego durante o ano. É um trabalho contínuo, não somente um mês antes do evento. À medida que se aproxima a data, você intensifica essas ações, mas é um trabalho constante. A melhor solução sempre vai ser buscar a elasticidade necessária para que este aumento de tráfego não gere nenhum tipo de lentidão ou indisponibilidade para nenhum consumidor”, afirma Alexis.

Recomendações para um bom desempenho do e-commerce na Black Friday:

– Planejamento e antecedência são primordiais quando se fala sobre preparação para eventos como a Black Friday;

– Faça um plano estruturado de melhoria contínua de seu ambiente de e-commerce, envolvendo equipes multidisciplinares como a sua TI, a área de negócios da empresa e seus fornecedores tanto para aplicação quanto para infraestrutura;

– Porque, à medida que você não faz este trabalho preventivo, corre o risco de decidir fazer implementações de última hora e não ter tempo de forma apropriada para operar uma campanha;

– Independentemente de sua plataforma, inclua testes de stress, simulando o tráfego extra. Esta pode ser a grande vulnerabilidade dos portais, porque sem teste, não conseguem ter uma
visibilidade de suas métricas e indicadores que dão uma noção da capacidade do ambiente.

– Torne isso uma prática recorrente. Logo depois da Black Friday, o natural é começar a se preparar para campanhas do próximo ano.

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Como preparar sua loja virtual para o aumento de acessos na Black Friday

Testes de carga são fundamentais para o lojista virtual que vai participar da Black Friday, pois são eles que indicarão se o site irá aguentar, em apenas 24 horas, um volume de acesso que costuma ser três vezes maior do que o normal. Esta é uma das dicas que André Echeverria, ex-gerente geral da Microsoft para nuvem e plataforma de dados, dá às lojas online em datas promocionais.

Echeverria foi um dos seis especialistas convidados pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e pela Braspag para participar da série de vídeos de capacitação para lojistas que vão participar da Black Friday. No vídeo Infraestrutura para a Black Friday, ele fala da importância de rever a arquitetura do site, que deve prever a escalabilidade. “É muito difícil dizer o movimento que a loja vai ter em momentos de pico como a Black Friday, por isso é preciso construir uma loja com uma arquitetura que permita ao lojista aumentar ou diminuir o site de acordo com o movimento”, ensina ele.

O especialista diz ainda que o lojista deve se preocupar com a segurança, tendo em mente a possibilidade de ataques, fraudes e quedas de sistema. Segundo ele, o lojista deve consultar a empresa de plataformas ou o seu gerente de sistemas sobre como a segurança está sendo reforçada para que sejam preservados os dados sensíveis do cliente. Outro ponto, que segundo Echeverria, não pode ser descuidado é a disponibilidade 24×7 do site. “Se no dia da promoção o site ficar indisponível, é muito importante que o lojista tenha previsto isso e tenha preparado um site reserva para assumir automaticamente a operação sem que o consumidor perceba em caso de queda do site principal.”

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

– Revise a arquitetura do site. Seu desenho deve prever o comportamento do sistema na data;

– Cuide da segurança, da privacidade e da transparência com os aspectos ligados aos dados do cliente;

– Opte por uma plataforma que tenha um ecossistema de empresas de integração, parceiros de tecnologia que possam apresentar uma solução específica às suas necessidades; e

– Pense em como os dados coletados durante a promoção serão tratados e de que forma essas informações podem ser utilizadas para melhorar o seu negócio ao longo do ano.

Este e os demais vídeos de capacitação idealizados no ano passado para a Black Friday fazem parte do programa Black Friday Legal, iniciativa da camara-e.net cujo objetivo é ajudar os micros, pequenos e médios empresários do e-commerce a ter uma experiência de vendas bem sucedida durante a data promocional. Ele pode ser acessado, gratuitamente, no canal da camara-e.net no YouTube (http://youtube.com/camaraenet).

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4 dicas para sua loja virtual se diferenciar no mercado

Por Luis Pelizon, diretor comercial da Rakuten Digital Commerce

O sucesso no e-commerce depende da combinação de uma série de ações que precisam ser colocadas em prática de forma coordenada. Para se diferenciar dos demais concorrentes, os empreendedores virtuais precisam garantir que a operação de suas lojas atenda a 4 requisitos principais: uma boa plataforma adequada a suas necessidades, uma estratégia coesa e direcionada, uma política comercial bem definida e muita atenção à logística. Abaixo, elenco algumas informações que podem ser úteis para guiar os lojistas em cada um destes elementos.

1) Plataforma

Para que uma loja alcance a capacidade de se destacar frente às demais, é essencial contar com uma plataforma robusta. Isto vai influenciar diretamente no desempenho do site e, consequentemente, na impressão causada nos clientes. O usuário não pode ficar esperando 5 minutos até as telas da loja virtual carregarem. É preciso que a experiência de navegação seja otimizada. A plataforma contratada precisa rodar de um jeito simples e ordenado. O intuito prioritário do sistema deve ser propiciar que o comprador encontre o que procura e consiga finalizar a compra com o menor número possível de cliques. O que irá determinar estes elementos são a arquitetura de software da plataforma aliada ao hardware.

Outra característica importante das plataformas é que elas sejam capazes de oferecer funcionalidades específicas para que cada empreendedor necessita. Por exemplo, se o portal comercializa eletroeletrônicos, precisará de um serviço de busca avançada otimizado, de espaços bem posicionados para descrição das funções técnicas e dos vídeos mostrando o funcionamento do produto. Um último ponto a ficar atento é se a plataforma está sendo bem sucedida em atender a todos os tipos de público e fazer com que seu site seja amigável aos dispositivos móveis.

2) Estratégia

Entender qual o posicionamento mais adequado para a loja virtual é primordial para qualquer negócio, ainda mais no e-commerce. O empreendedor tem que fazer para si mesmo a pergunta: qual o público quero atingir? Este tem que ser o marco para desenvolver um plano de negócios que abarque seus objetivos e vai balizar as medidas a serem tomadas. Outra orientação valiosa é entender quem são seus principais concorrentes em cada categoria de produto, pois só a partir deste estudo, será possível desenvolver a melhor política de elaboração de preço, que como qualquer empreendedor virtual sabe, é um fator de compra decisivo na internet. O lojista precisa ter bem definido em quais canais de venda ele pode atuar e a quantidade de orçamento disponível para divulgar produtos e comprar mídia na internet. Se o budget for racionado, vale utilizar as técnicas de SEO para melhorar o rankeamento nos motores de busca e trabalhar o comissionamento de forma colaborativa

3) Política comercial

O termo ‘markup’ designa o resultado da receita líquida, ou seja, é o que sobra no final. É fundamental ter muito nítido qual o ‘markup’ de cada produto. Assim é possível decidir com mais precisão e de uma maneira embasada quais os níveis de desconto e que tipos de parcelamentos o site pode oferecer para cada produto, qual a porcentagem de juros estipular e até mesmo se a operação daria conta de parcelar sem acréscimo no preço final.

4) Logística

Chegamos ao ‘Calcanhar de Aquiles’ de todos os lojistas. O custo do frete é realmente primitivo e o principal ponto de atrito entre lojista e consumidor. O Brasil ainda depende muito dos Correios, mas existem outras transportadoras se aprimorando para alcançar uma capacidade cada vez maior de entregar os produtos em qualquer lugar do país. As empresas de logística evoluíram muito tecnicamente, colocando em prática a otimização das rotas para conseguir atender o comprador dentro do prazo acertado. De olho nesta evolução das empresas, existem sistema e plataformas que ajudam na gestão do frete, otimizando essa parte importante de um e-commerce. É o caso do sistema Rakuten Logistics – conectado atualmente aos Correios – já está plugando outras transportadoras para aumentar ainda mais sua eficiência. Esta vertical de negócios é extremamente importante dentro da operação da companhia, pois permite apresentarmos aos parceiros uma tabela de frete diferenciada, graças à escala proporcionada pela enorme quantidade de lojas parceiras da Rakuten.

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Experiência em um e-commerce vai além da compra

Por Thiago Sarraf, CEO da Dr.e-commerce

Vivemos uma época em que o comum já não chama mais atenção em meio a tantas opções disponíveis. Por isso, apenas o produto e o ato de comprá-lo já não é suficiente por si só. É necessário, então, todo um trabalho por trás da venda, que neste caso pode ser considerada um dos passos finais em uma cadeia que começa com a apresentação de sua marca ao público e segue até depois da compra. Veja como melhorar a experiência do consumidor em seu e-commerce.

Branding e Apresentação do produto – A capacidade de contar uma história que envolva o consumidor é uma das características mais importantes no branding de uma marca ou produto e um fator essencial no desenvolvimento da experiência que o cliente terá em seu e-commerce. Além disso, a apresentação do produto, desde um design bem pensado até as fotos disponíveis no site, com descrições detalhadas, claras e criativas, esses detalhes fazem toda a diferença.

Layout e Atendimento – Invista em um layout que irá facilitar a vida do cliente do seu e-commerce. Ele precisa saber claramente todos os passos que deve seguir para completar sua compra. Além disso, um atendimento personalizado e humanizado faz toda a diferença. Nada de respostas automáticas ou robotizadas!

A influência de compartilhar experiências – Com o surgimento das redes sociais, compartilhar uma foto, uma viagem, um acontecimento e até mesmo uma experiência tornou-se muito fácil. Por este motivo, proporcionar uma boa experiência ao usuário de seu site é muito importante. Se ele estiver satisfeito, pode contar sua história com a marca e influenciar várias pessoas a consumi-la também. Da mesma forma, uma experiência ruim é capaz de “sujar” seu nome. Uma pesquisa, cujo ranking o Brasil lidera, revela que 71% dos usuários utilizam as redes sociais para compartilhar experiências ruins com as marcas.

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7 erros que levam ao abandono de carrinho no e-commerce

Em uma experiência 100% bem-sucedida no e-commerce, o consumidor pesquisa e compara preços e marcas até decidir comprar. Em seguida, visita o site, escolhe o produto e conclui o pedido. O problema é que, no meio dessa jornada, podem surgir contratempos que prejudicam o relacionamento do cliente com a loja e põem em risco a oportunidade de venda. Um grave sinal de que algo está errado é quando o cliente desiste da compra, após selecionar o produto. O abandono de carrinho é um dos indicadores mais temidos pelos lojistas online. Por este motivo, a Rakuten Digital Commerce destacou 7 erros dos quais todo lojista virtual deve fugir para combater esse vilão.

1) Baixa navegabilidade

Quando visitamos uma loja física, queremos ser bem recebidos, circular à vontade e encontrar com facilidade o que procuramos. Esta expectativa também existe no ambiente online e tem tudo a ver com a navegabilidade. Não há nada mais desagradável do que se deparar com uma página que demora a carregar ou que exibe mensagem de erro, imagens que não abrem e botões que não funcionam. O lojista precisa estar atento e testar as funcionalidades do seu site sempre que possível como se fosse o seu cliente. Corrigir rapidamente as falhas e redirecionar as URLs com defeito para outras em perfeito funcionamento, pelo Redirect 301, são determinantes para que os consumidores concluam sua jornada de compra. Garantir uma boa navegabilidade não é um bônus, mas uma obrigação de todo e-commerce. Quando começar, você perceberá que este será um dos seus maiores aliados contra o abandono de carrinho.

2) Usabilidade falha

Se a primeira impressão é a que fica, a usabilidade é outro aspecto forte que garantirá a percepção positiva da loja. Muitos e-commerces caem na armadilha de economizar nesse ponto e acabam perdendo vendas. Quer alguns exemplos de uma usabilidade falha? Botões de “call-to-action” mal posicionados, layout confuso, menus desorganizados, campo de busca escondido, pop-ups que interferem na navegação e fontes pequenas que dificultam a leitura, entre muitos outros.Todos esses erros aborrecem o consumidor e podem fazê-lo, inclusive, perder a confiança na loja. Ao equalizar os investimentos, o lojista precisa ter em mente que a experiência do usuário é um dos principais catalisadores da compra. Além de diminuir as taxas de abandono de carrinho. Por isso, considere dedicar parte de seus recursos para melhorar a usabilidade do seu site e alavanque sua conversão.

3) Exigência de cadastro prévio

O cliente encheu o carrinho e está pronto para fazer o checkout. Nesse momento, recebe o aviso de que precisa preencher um longo cadastro, para seguir adiante. Se você compra online com frequência, certamente, já passou por isso muitas vezes. As chances de que o cliente se irrite são grandes e o resultado é óbvio, não é? Carrinhos abandonados. A dica aqui é ter um cadastro enxuto. Solicite apenas os dados necessários do cliente e habilite o autopreenchimento sempre que possível para encurtar ao máximo essa etapa. Mais rapidez significa mais satisfação e potencial de venda.

4) Checkout não otimizado

Logo após o cadastro, o cliente já inicia o checkout propriamente dito. Nessa hora, também é preciso se policiar para não ameaçar a conversão da loja. É um erro achar que esta será a única oportunidade de se conectar com o consumidor, tentando obter dele o máximo de informação. Pelo anseio de coletar dados suficientes, o site pode sobrecarregar o comprador e fazê-lo desistir do carrinho. Ter um processo rápido, prático e seguro é o ideal. Como fazer isso? Reduza a quantidade de etapas, se possível mantendo todos os campos necessários em uma página só. Essa matéria sobre o One Page Checkout da Rakuten fala mais sobre a importância de um modelo enxuto de finalização. No momento do pagamento, garanta que o cliente não será direcionado para outra página para inserir seus dados bancários. Sempre que puder, habilite as opções de autopreenchimento. A regra é: facilite a vida do comprador e terá sucesso.

5) Meios de pagamento incompatíveis

Ainda no checkout, há um ponto crucial que pode fazer o consumidor desistir de comprar na loja: o pagamento. Se o site não oferece uma interface completa, com certeza perderá vendas. O que isso quer dizer? É preciso disponibilizar diferentes formas de pagar pelo produto ou serviço. As principais bandeiras de cartões de crédito do mercado e boleto bancário são algumas opções comuns para o público brasileiro. Vale lembrar que, para confiar suas informações à loja, o consumidor precisa reconhecer que está em um ambiente seguro. Atender às expectativas do cliente exibindo certificados e selos de segurança é essencial. Além disso, ter o protocolo HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure), que garante a criptografia dos dados do usuário, nas páginas da loja também é importante. Com essas iniciativas, dificilmente o e-commerce terá prejuízos por conta do pagamento e reduzirá o abandono de carrinho.

6) Frete e prazo final

Lembre-se: no e-commerce, não há vendedores acompanhando a jornada do cliente em tempo real. O que isso significa? Que o comprador precisa visualizar todas as etapas com clareza, no site. A comunicação deve ser objetiva, sem ruídos e, o principal, sem surpresas desagradáveis. Muitas vezes, o consumidor passa por todo o funil de vendas e só descobre quanto pagará de frete e qual será o prazo de entrega no final do checkout. Se o valor e a data não agradarem, ele deixará o carrinho sem pensar duas vezes. Que tal incluir um simulador de entrega junto à página do produto. O seu cliente, com certeza, dará mais valor à sua loja e terá uma experiência melhor.

7) Experiência não responsiva

O mobile já virou primeira tela em muitos países do mundo e o Brasil segue esse ritmo de perto. Por isso, nunca é demais repetir: não deixe sua loja alheia à transformação móvel. As compras online por smartphones e tablets estão crescendo a cada ano. De acordo com o último relatório Webshoppers, do Ebit, as vendas do e-commerce por esses dispositivos devem aumentar 40% este ano, abrangendo 32% do total de transações. Por isso, fique atento para que seu site funcione bem, não apenas na tela do desktop. Apesar de fecharem a compra no computador, muitos consumidores iniciam as pesquisas e enchem o carrinho via mobile. Se a loja não garante uma experiência responsiva, fica bem atrás da concorrência. Ainda mais, porque ser mobile friendly é, inclusive, um requisito de peso para os motores de busca do Google. Dê a atenção merecida a este requisito fundamental no e-commerce e logo perceberá as taxas de abandono de carrinho caírem.

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Lojistas do Paraná faturam R$ 30 milhões com comércio eletrônico

De acordo com levantamento, no ano passado, o número de lojas virtuais abertas no estado cresceu 23% em comparação com 2015

Para quem quer investir na área, no dia 27 de abril acontece em Curitiba o Ciclo MPE.net, evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedores

Em 2016, o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado do Paraná cresceu 23% comparado com 2015. De acordo com um levantamento feito pela Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br) – plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país com mais de 400 mil lojas criadas –, o faturamento do comércio eletrônico no estado mais que dobrou e chegou a quase R$ 30 milhões.

A pesquisa mostrou ainda que o segmento que mais se destacou no Paraná durante o ano passado foi o de Games, com um faturamento de mais de R$ 7 milhões só na plataforma. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram Moda e Acessórios seguido de Cosméticos, Perfumaria e Cuidados Pessoais.

“O comércio eletrônico no Brasil vive um bom momento e já é alternativa para complementar a renda e driblar o desemprego. Só no ano passado, o setor teve crescimento de cerca de 11%. Isso porque, para quem vende na internet, o investimento inicial e os riscos são mais baixos, já que o empreendedor pode começar de casa e com um estoque pequeno”, explica Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e fundador da Loja Integrada.

Quem achou no comércio eletrônico uma alternativa para crescer e vender seu produto para o país todo foi o Luiz Fernando Natal, dono da loja virtual AdsiveShop (www.adsiveshop.com.br), que vende papel de parede, adesivos decorativos, quadros e placas. O empresário conta que já tem uma indústria no ramo há 15 anos, mas que só conseguia vender seus produtos localmente. Foi quando, em 2014, ele resolveu entrar no e-commerce. “As vendas online já representam 40% do faturamento do grupo. Só no ano passado, o nosso crescimento no comércio eletrônico foi 133% maior que em 2015 e chegamos a faturar quase R$ 1 milhão”, conta Natal.

Para quem pretende investir no e-commerce em 2017, acontece em Curitiba, no próximo dia 27 de abril, o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento, serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micros e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.

Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano vai falar de como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Ciclo MPE Curitiba

Quando: 27 de abril
Auditório Thomas Morus – Pontifícia Universidade Católica
Rua Imaculada Conceição, 1155 – Bairro Prado Velho
(Bloco I Amarelo)
Horário: 8h às 18h
Inscrições: http://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index?eventid=146

Palestra: Como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce

Palestrante:?Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e fundador da Loja Integrada
Horário: 10h50 às 11h35

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Cinco razões para acreditar nos Marketplaces

Por Luiz Pereira *

Quem possui uma loja virtual ou pensa em abrir uma no Brasil certamente já ouviu a expressão “marketplace”. Estes sites nada mais são do que centros de compras virtuais, em que vários lojistas expõem seus produtos para os consumidores (semelhante ao shopping center no varejo físico). O modelo de negócio está em alta no e-commerce brasileiro justamente pelos inúmeros benefícios proporcionados aos consumidores e empresários.

Porém, diferentemente dos modismos que surgem no comércio eletrônico, este conceito deve permanecer por anos como uma boa opção para alavancar as vendas. Confira cinco motivos para acreditar nos marketplaces:

1 – As vendas no e-commerce começam no Marketplace

Pesquisa da Pymnts.com para a Amazon em 2015 já mostrava essa tendência global: 64% dos consumidores admitiram que iniciam a busca por novos produtos nos centros de compras virtuais por conta da diversidade de itens e revendedores.

A possibilidade de tirar dúvidas, economizar e comprar em um único site faz o consumidor adotar mais este modelo de compra. Logo, esse número deve aumentar ainda mais nos próximos anos.

2 – A relação custo x benefício é mais vantajosa para todos

Se o consumidor consegue fazer tudo no Marketplace, os lojistas podem aumentar as receitas e diminuir os custos de operação e de marketing. Isso porque a maioria dessas empresas oferece um pacote serviços para o empresário poder rapidamente passar a vender os seus produtos no Marketplace. Assim, ele ganha fôlego para se dedicar a outros pontos importantes do seu negócio.

3 – Parceiras ajudam na evolução da loja virtual

O Marketplace “empresta” sua credibilidade para as marcas inseridas em seu site, o que faz o varejista trabalhar com uma vitrine virtual para exibir os produtos e garantir o tráfego. Entretanto, essa parceria vai além das vendas e do marketing, envolvendo até mesmo o suporte tecnológico no momento da integração entre as ferramentas com a infraestrutura de TI.

4 – Novos públicos podem conhecer a sua marca

O número de consumidores que acessa um marketplace é infinitamente maior e mais diversificado do que aqueles que entram diretamente em uma loja virtual. Se o empresário realizar um bom trabalho na definição do portfólio que será disponibilizado no Markeplace e contar com preços atraentes, ele certamente atingirá um público diferente daquele que normalmente vinha comprado diretamente na sua loja aumentando significamente o volume de vendas.

5 – É possível ter mais um ponto de venda para expor os produtos

Por fim, aqueles que já possuem um e-commerce podem optar por montar uma loja dentro do Marketplace, ampliando os canais de venda na web e aproveitando os benefícios listados acima. A lógica é simples: com mais sites expondo seus produtos, mais pessoas irão visualizá-los e mais fácil será vendê-los.

Mas nem tudo são flores. Num próximo texto iremos abordar os cuidados que um lojista deve ter e eventuais riscos ao apostar nos Marketplaces. O equilíbrio é a chave!

* Luiz Pereira é COO da Precifica, primeira empresa do Brasil especializada em precificação inteligente

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Celepar lança loja virtual

Em parceria com a Secretaria para Assuntos Estratégicos, a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, lançou a Loja da Celepar, portal que apresenta soluções de TIC às prefeituras paranaenses, com base em políticas públicas implantadas pelo Governo do Estado. O objetivo, como explicou o presidente Jacson Carvalho Leite, é o de contribuir com a melhoria contínua nos índices de evolução da gestão municipal.

O Paraná é o primeiro estado a ofertar, por meio de sua empresa estadual de TIC, aplicativos aos municípios através de uma loja virtual. A implantação destes sistemas, além de permitir a racionalização de custos, possibilita ainda um maior relacionamento da prefeitura com o cidadão pelo fornecimento de serviços públicos mais eficazes.

Presidente do Conselho de Administração da Celepar, a secretária para Assuntos Estratégicos, Clecy Amadori, ressaltou que a loja é um marco para a companhia que, a partir de agora, passa a atuar de forma mais efetiva na modernização da gestão dos municípios paranaenses, principalmente nos de pequeno porte, que são os apresentam maiores dificuldades em acompanhar a rápida evolução que se processa na área tecnológica. Ela citou também dois projetos da secretaria voltados aos municípios, o Espaço Cidadão e o Rede 399, que contam com a participação direta da Celepar.

Falando em nome dos prefeitos presentes no evento realizado na tarde de ontem (21), no Gabinete de Gestão e Informações (GGI), no Palácio Iguaçu, Luiz Carlos Setim, prefeito de São José dos Pinhais, município já atendido por soluções desenvolvidas pela empresa, disse que os administradores municipais precisam de ferramentas modernas voltadas à execução de uma gestão que atenda as expectativas dos cidadãos. “Os produtos que a Celepar está apresentando vêm ao encontro da necessidade da grande maioria dos prefeitos”, comentou.

A loja virtual, como explicou o presidente Jacson Leite, é fruto dos mais de 900 aplicativos desenvolvidos pela Celepar à administração estadual, secretarias e vinculadas, “soluções construídas com o princípio de melhorar a qualidade dos serviços públicos ofertados à sociedade”. O dirigente lembrou ainda que o lançamento integra a programação de 50 anos da companhia, cujo aniversário será comemorado em novembro próximo.

Primeira versão

Nesta versão inicial, a Loja da Celepar oferece 19 produtos em diversas áreas de governo, como saúde, administração, transporte, educação e gestão. São eles: portal de transparência, pesquisa online, informações municipais, plano plurianual, manutenção de veículos, ouvidoria, agenda e relacionamento, gestão documental, expresso, ensino a distância, gestor de sites, prefeituras 156, infração de trânsito, informações estratégicas, rede social, sms, gestão hospitalar, data center e rede399.

Atualmente, cerca de 70 prefeituras paranaenses já utilizam soluções desenvolvidas pela Celepar, principalmente os sistemas de gestão de trânsito, ouvidoria, plano plurianual e manutenção de veículos. Com a entrada em operação da loja virtual, a expectativa da companhia, como informou o assessor de mercado, Elcio Marcowcz, é ampliar este número para mais de 100 municípios atendidos até o final deste ano.

Para conhecer a loja virtual, as equipes de tecnologia da informação e comunicação das prefeituras, bem como os demais interessados, devem acessar www.lojadacelepar.pr.gov.br, endereço eletrônico que contém os produtos ofertados, com destaque ao objetivo, funcionalidades, vantagens e preço de cada solução, além dos passos para o atendimento da solicitação pela área de mercado da Celepar.

Veja os produtos da loja virtual.

Fonte: Celepar

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